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Friday, April 6, 2012
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10 pesadelos de quem trabalha com Web

Seja você um freelancer ou não, caso trabalhe desenvolvendo sites, tanto no back-end quanto no front-end, sempre passamos por situações que são verdadeiros filmes de terror (e o pior é que essa situações se repetem mais do que o esperado!)

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A seguir estão listados os 10 PIORES PESADELOS de quem trabalha com web, seja no design ou desenvolvimento.

Esse é um dos piores: O cliente entra em contato com você, vocês acertam tudo, você prepara um ambiente em sua máquina, tudo bonitinho e funcional e começa o trabalho. Mas aí manda um e-mail para o fulano e não obtem resposta. Manda outro e-mail e nada. E lá se vai mais um projeto direto para a lixeira!

Como evitar: Pegue o máximo de informações de contato do cliente que puder ( e-mail, telefone, facebook, twitter, endereço, endereço dos pais :P ). Além disso, exija que parte do pagamento aconteça antes da realização do trabalho, para que você não trabalhe atoa. Você pode também entregar o projeto por módulos, de maneira que o site seja incrementado a cada entrega (e pagamento, é claro) dos módulos.

Por alguma razão misteriosa seu cliente não quer um site bonito, limpo, clean e funcional. Ele gosta mesmo é de Comic Sans e textos centralizados escritos nessa cor bonita :D

Como evitar: Nesse caso não há nada a fazer, a não ser tentar explicar porque uma fonte mais alegre e uma página colorida e em clima de carnaval não funcionariam tão bem ali. Se mesmo assim eles quiserem tudo lindo assim, simplesmente faça-o feliz, mas não coloque o trabalho em seu portfólio.

“Quando eu pesquiso por ABCDEFG no Google meu site não aparece em primeiro!” – Quem é que nunca escutou isso, hein? Clientes tem a tendência de acreditar que ao colocarem seu site no ar todos os usuários da internet e mecanismos de busca saberão de sua existência.

Como evitar: Explique como o Google funciona e que ele precisará de assistência no processo de SEO. E QUE ISSO NÃO É DE GRAÇA. Mas tenha paciência. Se mesmo assim ele não acreditar em você, dê adeus e deseje-o sorte. Ele vai precisar.

Essa situação é tão comum quanto abrir um e-mail. Se o cliente chegar em você dizendo que é só para fazer uma atualização no site que foi desenvolvido por fulano, que é algo “simples”, suspeite SEMPRE. Não faça orçamentos sem ter o código (ou pelo menos parte dele em mãos). Você pode tanto pegar código realmente PORCO, com tables e todas essas maravilhas, quanto pegar um trabalho bom, mas que foi desenvolvido sem nenhum tipo de comentário ou em um framework que você ainda não trabalhou. Por mais que esse segundo caso seja até interessante, já que você terá a oportunidade de aprender algo novo, o prazo de entrega pode falar mais rápido e não existir tempo hábil de fazer tudo!

Como evitar: Se você pegar um código porco e o cliente não quer pagar para que o sistema seja refeito, analise se as alterações são mesmo simples, pegue o projeto, mas não inclua-o em seu portfólio. Se o problema é porque você não conhece o framework, analise o tempo disponível e SEJA SINCERO consigo mesmo e com o cliente. NINGUÉM nasce sabendo todos os padrões e frameworks do mundo, e dependendo do que foi feito, você realmente precisará de tempo para estudar o projeto e o padrão utilizado.

Se você é realmente um desenvolvedor/design web, provavelmente já se acostumou com isso. Você faz um trabalho lindo, que roda perfeitamente no Firefox, Chrome, Opera e até no IE9. Aí você coloca o site online mas seu cliente liga furioso porque simplesmente não consegue entender o que você fez. E quando você recebe um printscreen de sua tela, quase sofre um infarto: tudo que você fez, está um caos! E lá vamos nós, refazendo todo o trabalho para que ele rode também no IE 6!

Como evitar: Ajude o mundo espalhando o quanto seu cliente está perdendo ao utilizar o IE 6. Ofereça suporte na instalação de outros browsers. Além disso, envie um print de como o site é visualizado em diferentes browsers e resoluções. No meu caso, opto por deixar claro, desde o início, que técnicas para que o site fique bonito no iPad não funcionarão no IE. E não tenha medo de cobrar a mais para que o site rode no IE (porque você terá que fazer dois trabalhos de estilo e adaptações no código).

“Ao invés desse botão de contato, não dá para colocar uma animação? Chama mais atenção!”

Como evitar: Explique porque utilizar esse tipo de GIF é (tão!) ruim.

Ter uma comunicação e feedback do cliente é fundamental. Mas não deixe essa boa comunicação fazer com que você seja obriagado a trabalhar em funcionalidades e alterações que não foram planejadas. Quando o cliente quiser uma ‘alteraçãozinha’, não se deixer enganar: Depois de algum tempo ele vai lhe procurar pedindo uma nova alteração (de graça!).

Como evitar: Faça um contrato com informações detalhadas de tudo que será feito. Cobre por atualizações e revisões sem medo, afinal, esse é o seu trabalho! Não há como evitar esse tipo de pedido, mas somente realize esse trabalho se for pago!

Principalmente no Brasil, as pessoas não tem o costume de respeitar direitos de cópia de conteúdo. Copiar conteúdo de outros sites (seja um artigo, imagem, animação) sem citar os créditos pode trazer problemas legais para o responsável.

Como evitar: Certifique-se de registrar em contrato que você, seja o designer ou desenvolvedor, não é responsável pelo conteúdo que será disponibilizado no site. Na verdade essa cláusula é extremamente importante e deve estar em qualquer contrato.

Clientes tem a mania de usar a expressão ‘Isso não é bem a minha cara’ ou ‘Eu não gostei muito disso’ sem explicar ou sugerir algo novo. E se você perguntar o que eles não gostaram, será assim mesmo, responderão algo do tipo: ‘Não sei, só sei que não está bom’. Isso me deixa extremamente estressada. Principalmente quando pedem algo estilizado e diferente mas não gostam e me pedem para alterar todas as fontes para Arial, por exemplo.

Como evitar: Infelizmente, tem gente que é mesmo chata! Mas nessse caso, conversar com o cliente ‘cara-a-cara’ é o melhor a se fazer (ou por Skype e telefone, se não for possível ser pessoalmente).

Você entregou um template lindo, todo documentado, com níveis e marcações nas normas da W3C, testado em todos os navegadores. Mas o sobrinho do cliente, que aprendeu a “fazer sites” no FrontPage, resolveu destruir o seu belo trabalho. E agora?

Como evitar: Má notícia. Não há como evitar que isso aconteça! Se o site simplesmente parou de funcionar – e você é um desenvolvedor que salva seus projetos – reenvie o projeto, mas COBRE POR ISSO.

Piadas à parte, como dica geral vale sempre PENSAR no que será colocado em seu portfólio, verificando periodicamente os links, e perder o medo de COBRAR. Afinal, como já ouvi por aí: Nunca faça de graça o que você sabe fazer bem!

Postado Originalmente em ‘Eu Faço Programas

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Gestão com Pessoas: Liderar é Comunicar. Então comunique e não apenas fale

Nas férias de final de ano, coloquei a leitura em dia. E o tema central dos livros e blogs era mudanças organizacionais e questões de reconhecimento através dos modernos processos de avaliação (quantitativos e qualitativos).  Esses temas preocupam as organizações em todos os níveis. Afinal não há “bala de prata” que resolva a base de todos os problemas, a tal COMUNICAÇÃO.  E meditando sobre o assunto surgiram algumas reflexões.

Comunique bem para que possas liderar bem.  Não há nada mais estratégico do que a comunicação dentro do contexto da liderança.  A base da liderança é o exemplo, isso não significa saber fazer tudo, mas ter coerência em suas atitudes, ações e decisões.  Mas toda liderança natural precisa ser aperfeiçoada e desenvolvida.  É um conceito de auto mudança gerencial, no qual eu me aperfeiçoo e posso gerir melhor.  Nesse processo uma das melhores ferramentas é o feedback.

Feedback é uma mensagem reversa ou o exercício da meta comunicação. “Feedback consiste em informar uma pessoa sobre o seu desempenho com o objetivo de orientar e estimular ações de melhoria”1, definição do Prof. Bernardo Leite, experiente psicólogo com anos de trabalho em gestão de pessoas.

Então se comunicação é falar e ouvir, o feedback é uma reorientação dada a uma pessoa. Você fala e o liderado sai para a ação, no meio do caminho é necessário reorientá-lo, o problema é que a maioria dos líderes não verifica se comunicou bem da primeira vez e muito menos após um tempo.  O acompanhamento não é realizado, muitas das justificativas caem na falta de tempo, pois realmente isso vai demandar uma agenda livre para reforçar os pontos de orientação.

É cada dia mais frustrante no final de um período pré-estabelecido, apenas ter uma mudança brusca de direcionamento, sem que para isso existissem reuniões de acompanhamento e avaliações intermediárias.  Ou ainda achar que está tudo claro, como se os liderados possuíssem bolas de cristal. O inverso também é verdadeiro.

Então por onde começar? Antes de mudar de novo, reflita com algumas perguntinhas:

Que tal descobrindo quem você lidera?O que você espera dos seus liderados?Que resultado você almeja?Como vais comunicar?  Que estratégia será utilizada para manter essa mensagem ativa na mente dos seus liderados?Como vais acompanhar o processo e apresentar feedbacks?Se necessitar mudar o rumo do processo, como será encaminhado?

 1 II ENCAD RH apresentado no CRA-RJ 2011

Fonte: rvlopes.wordpress.com

Profissional com mais de 20 anos na área de Tecnologia da Informação. Graduada em Processamento de Dados e Pós-graduada em Gestão Empresarial.

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Clientes “heavy user” demandam atitudes e processos diferentes no atendimento

Vemos ano após ano pesquisas e relatórios que indicam o crescimento da adoção de tecnologia pelos brasileiros. Esse fator é impulsionado pelo atual cenário econômico interno em expansão e pelo aumento do poder de compra das classes C e D.

Dados do Ibope/Nielsen dão conta de que somos 78 milhões de internautas (2011) e que 38% deste total acessa a web diariamente. Mais interessante ainda é o fato de que 87% destes usuários já realizaram compras on-line.

O contato diário com a tecnologia cria um novo perfil de consumidor que, com acesso fácil à informação, envolve-se mais no processo de compra, buscando informações sobre características, desempenho, operação e qualidade do produto e serviço que deseja. Neste quadro, o preço deixa de ser o principal determinante para a compra – o consumidor leva em consideração, também, as opiniões de outros consumidores. Muitas vezes, isso é feito através de redes sociais e comentários em blogs e sites.

Este novo perfil de consumidor – agora envolvido no processo de compra e conhecedor daquilo que adquire –, cria um grande desafio para o atendimento ao cliente de qualquer empresa. A central de atendimento passa a ser acionada como um “suporte de segundo nível”. Isso acontece porque é cada vez maior o conteúdo em vídeo, tutoriais e posts que descrevem a resolução de problemas técnicos no estilo “faça você mesmo”.

Este novo consumidor heavy user de tecnologia está acostumado às funções dos aparelhos eletrônicos, já navegou por todos os menus de configuração disponíveis, buscou informações no manual do usuário e até usou de alguma tentativa e erro para solucionar sua questão.

Quem se alinhar com este novo perfil só entrará em contato com o SAC quando já não tiver mais alternativas de “auto-ajuda”. Com isso, é comum que este cliente já inicie a interação com a equipe de contact center da empresa sentindo-se frustrado. Nestes casos, é preciso rever todo o atendimento. É importante levar em conta que os passos básicos do script de atendimento já foram realizados pelo próprio cliente antes da chamada e informações como “por favor, senhor, desligue o aparelho, tire-o da tomada e aguarde alguns segundos” não só não resolvem o problema como causam ainda mais frustração. Um outro erro comum é o agente da central de atendimento repetir as informações já disponíveis no site da empresa ou, então, informações já reproduzidas pela URA antes do atendimento humano.

Resolver este problema é mais fácil do que parece. As soluções para automação de contact centers disponíveis atualmente trazem todos os recursos para isso.

Você pode, por exemplo, compor uma base de conhecimento que aborde as características dos produtos e serviços e classificá-las levando em consideração o perfil do cliente que buscará determinada resposta. É também necessário atribuir a mesma classificação à sua base de clientes, de acordo com seu comportamento de compra, tíquete médio e histórico de interações. Por exemplo, na telefonia celular, é bastante provável que o cliente que adquiriu um smartphone completo e um plano de internet ilimitado seja um heavy user, uma pessoa muito acostumada às novas tecnologias.

Disponibilizar esta base de conhecimento no site da empresa em uma seção de FAQ também é um bom recurso. Uma boa forma de enriquecer este espaço é  contar com a colaboração dos próprios clientes – ninguém melhor do que eles para descrever o dia-a-dia de uso de um produto ou serviço.

Não menos importante é a identificação correta do cliente no momento em que ele entra em contato com a empresa. Para isso, é fundamental contar com recursos de roteamento inteligente baseados em skill de agentes. Esse é um fator importante nessa etapa. O envio da chamada para um agente com nível de conhecimento alinhado com o perfil do cliente irá garantir uma melhor experiência de atendimento para quem procura o contact center.

Você pode também utilizar scripts da URA para direcionar corretamente tais ligações, chegando a resolver alguns problemas mais simples com respostas pré-gravadas. Esteja atento para compor uma URA bem estruturada, com opções claras e gravações agradáveis aos ouvidos.

Disponibilizar múltiplos canais de comunicação é também essencial, assim como garantir que todas as informações para o atendimento estejam presentes nestes canais. É mais provável que seu cliente heavy user prefira o canal online para entrar em contato, seja através de chat, email ou redes sociais. Você precisa garantir que seu contact center esteja preparado para atendê-lo.

É importante levar em consideração a aplicação destes recursos, já que 90% dos heavy users está envolvido com tecnologias colaborativas, 87% possuem perfil em algum site de relacionamento e 20% postam regularmente opiniões sobre produtos e serviços (IBOPE). Uma experiência negativa de atendimento tem muito mais chances de ser viralizada, ou seja, ganhar grande conhecimento nas comunidades online, causando um grande prejuízo à marca.

por Pedro Silveira: Gerente de marketing da Interactive Intelligence do Brasil e atua no mercado de contact centers há 5 anos.

Eventos, cursos, livros, certificações, empregos, notícias e muito mais do mundo da TI (Tecnologia da Informação).

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Gestão com Pessoas: Liderança Perfeita (Parte I)

Quando converso com colegas, de diversas áreas de atuação, sempre surgem questões como: “… meu chefe não sabe o que eu faço…”, “… nunca recebo uma palavra de apoio do meu supervisor…”, “… se faço tudo certo, não fiz mais do que a minha obrigação, se faço algo errado o meu gerente não perdoa…”, etc. Então assim como eu, você deve estar se perguntando: – Existe liderança perfeita?

O volume de livros que leio sobre o tema liderança e como eles ganharam força nos últimos anos me levaram a crer que existe um modelo de liderança perfeito, mas alcança-lo não é uma tarefa fácil.  Augusto Cury, James C. Hunter, Peter Drucker, Tom Peters e muitos outros, exploraram de maneira explicita ou implícita o estilo de liderança de Jesus.  Ouso explorar mais uma vez esse modelo com reflexões, da minha experiência corporativa e observações pessoais, sobre algumas competências importantes.

Primeiro não basta o título de líder para que o grupo venha a obedecer automaticamente a todas as ordens recebidas pela pessoa que assumiu ao cargo. Faz-se necessário uma gama de competências para que o líder possa efetivamente liderar uma equipe.  E esta começa pela influência, sem dúvida um líder não necessariamente é o chefe, o gerente ou o supervisor, mas aquele que consegue agregar todo o grupo de maneira natural e convergi-los a uma direção.  Pessoas dotadas de influência usam a razão e o raciocínio lógico, para produzir convicção no grupo.

O poder de mando envolve fatores espirituais, educacionais, intelectuais e psicológicos, dentre outros.  Sabe-se também que um dirigente insensível pode não só aniquilar a iniciativa e o espírito de cooperação no ambiente de trabalho, como também influir na felicidade da vida familiar do subordinado.  Uma das missões da liderança deve ser eliminar tensões e atritos dentro da organização, e de ajudar a criação de um ambiente de respeito e de cooperação.

Então vamos definir o que você quer ser, pois como líder imperfeito que somos, por mais que busquemos a melhor forma de liderar, cometeremos erros e nesse momento precisamos mostrar que temos força.  A força vem de reconhecermos que erramos e em pedir desculpas de maneira sincera, pois só assim se constrói uma relação de confiança.  É imprescindível que um líder tenha um senso profundo de segurança quanto aos princípios e valores que o regem, além de ter um espírito de respeito mutuo para com os seus liderados.  Se você não está pronto a reconhecer seus erros então repense seu papel como líder.

Outra competência interessante é a empatia, que está em colocar-se no lugar do outro, assim você saberá o que dizer ou fazer, mas uma vez eu digo que não é fácil agir assim.  Eu sempre gosto de pessoas sinceras e transparentes, que dizem o que pensam logo de cara.  Mas ouvir algo tão direto nem sempre é fácil.  Geralmente quando vem de uma pessoa que você confia ou ainda se essa pessoa já passou pela mesma situação que você, é mais fácil de aceitar.  Mas se vem de alguém que você não admira e respeita é mais difícil de “digerir”.

Na rotina de qualquer líder há conflitos de ideias, a empatia é uma das formas de buscar a convergência de ideias.  E mesmo com toda boa intenção da liderança ainda assim, os problemas de comunicação no processo afetarão a relação.  Romper a barreira levantada no meio da relação é um desafio.  Se informar, aplicar, errar, corrigir, estudar e avançar passo a passo no estabelecimento de uma ponte de confiança é um processo lento, mas deve ser construída como a base da tão sonhada liderança perfeita.

Deixo uma frase do Samuel Johnson para reflexão: “Não pode haver amizade sem confiança, nem confiança sem integridade.“1

Bibliografia:
1 Covey, Stephen R. – “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes” – 30ª. Edição – FranklinCovey
Armstrong, David – “A gerência através de histórias” – Editora Campus
Gabi,Wagner – “Relações Públicas e Humanas para Líderes Cristãos” – Editora CPAD.
Youssef, Michael – “O Estilo de Liderança de Jesus” – Editora Betânia
Dusilek, Nancy G. – “Liderança Cristã” – 5ª. Edição – editora JUERP

Profissional com mais de 20 anos na área de Tecnologia da Informação. Graduada em Processamento de Dados e Pós-graduada em Gestão Empresarial.

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Instalando Apache + PHP + MySQL no Windows, Linux e Mac OS com XAMPP

Já publiquei aqui no blog um tutorial bem parecido com esse, mas usando o WAMP. O WAMP está disponível apenas para Windows.

Hoje resolvi escrever um tutorial sobre o XAMPP, que pelo que percebi, é bem mais popular e suporta os 3 sistemas operacionais mais usados pelo pessoal: Windows, Linux e Mac OS. Vamos então ao passo a passo. No exemplo resolvi utilizar o Windows como SO.

1 – O primeiro passo é fazer o download do arquivo nesse link. Baixe o arquivo para o seu sistema operacional. Quando terminar de fazer do download, vamos instalar. Primeiro, escolha uma língua – português não está disponível ainda.

2 - O instalador é bem simples, então clique em “next“:

3 – Escolha o diretório de instalação. No Windows, o diretório padrão é “C:/xampp“. Clique em “next“:

4 – Escolha se deseja instalar o Apache, MySql e o Filezilla como serviço; caso positivo, mas as opções que não estão marcadas no screenshot abaixo também. Depois, clique em “Install”:

5 – Espere a instalação terminar…

6 – Clique em “Finish”:

7 – Uma mensagem irá aparecer dizendo que  a instalação terminou e os serviços escolhidos foram instalados:

8 – Outra mensagem irá aparecer. Se clicar em “Yes“, o painel de controle do Xampp irá se abrir:

9 – Nesse caso, pedi para iniciar os serviços do MySql e Apache:

10 – Se tentar acessar o endereço “locahost“, a seguinte página irá aparecer:

11 – Se quiser fazer o deploy de alguma aplicação, basta colar a pasta da aplicação dentro da past htdocs. Nesse caso, apenas colei o SDK do ExtJS 4 que fiz download do site da Sencha.

12 – Agora basta acessar o link da aplicação está tudo pronto e funcionando direitinho!

Até a próxima! :)

Bacharel em Ciência da Computação, trabalha como Engenheira de Software Sr em uma instituição financeira em projetos internacionais, em São Paulo. Já trabalhou na IBM como IT Specialist e líder de equipe para projetos internacionais. Possui 6+ anos de experiência em Java EE. Expertise em Java, atuando como JUG Leader no CampinasJUG e coordenadora do ESJUG, além de co-fundadora do JDuchessBR, grupos de usuários java. Expertise em Ext JS, um framework JavaScript, sobre qual escreveu um livro em inglês (Ext JS 4 First Look) lançado mundialmente pela Packt Publishing. Nas horas vagas escreve artigos técnicos e sobre carreira em TI nos blogs http://loiane.com e http://loianegroner.com. No blog também é possível encontrar cursos online gratuitos sobre produtos Sencha.

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Dilema: O gerente de projetos deve ou não ter conhecimento técnico?

Conversando com colegas em diferentes empresas, perguntei como os gerentes de projetos se envolvem com a solução técnica a ser implementada. As respostas foram: Não e Sim.

Não, pois de acordo com o PMBOK, o PM (Project Manager) não tem tempo para dispender na execução e implantação do projeto. Ele precisa cuidar do contrato, dos prazos e dos eventos, além das vaidades dos personagens do projeto.

Sim, pois conhecendo tecnicamente a solução implantada, ele não será enganado. Conhecerá os prazos, os pontos críticos e complexos, e poderá fazer e cumprir um melhor planejamento.

Mas quando utilizar o conhecimento técnico? A resposta é: Respeite os procedimentos e decisões da sua empresa. Se o PMO decidir que o PM deve dispender tempo no planejamento, eventos, cumprimento das metas e na comunicação com os personagens do projeto, então isso ele deve executar. Mas é tarefa do PM dispor de todas as informações e ferramentas para conseguir esses objetivos, e nesse caso, o conhecimento técnico se torna um diferencial que confere vantagem.

Quando o escritório de projetos é implantado em uma empresa, geralmente encontramos o PM como um líder de equipe, e ele precisa se desdobrar em tarefas administrativas e técnicas. Esse modelo de gestão pode ser uma opção muito econômica, mas é muito comum constatar que, em determinado período do projeto, o PM precisa priorizar tarefas técnicas em detrimento da administração do contrato, pois ele acredita que supervisionando a execução, estará trabalhando nos melhores interesses do projeto.

O gerente de projetos é versátil, mas é também um generalista. Ele pode administrar um projeto de implantação de uma usina de reciclagem de lixo ou a restauração de um quadro, sem nunca saber quais são os materiais e processos envolvidos na execução das tarefas… Até agora.

Conhecer as ferramentas, materiais e processos envolvidos na execução do projeto pode trazer vantagens para o PM, ajudando a planejar melhor e a antever possíveis atrasos no fornecimento de insumos, e não apenas se preocupar com o fornecimento principal. Um erro comum: acompanhar apenas os materiais mais críticos e de maior valor no projeto. Tudo é importante! De que adianta importar uma tinta especial para restaurar quadros antigos, e ignorar o fato que os pincéis feitos de pêlos de unicórnio albino manco não são achados no mercado local?

Mas o PM não precisa se aprofundar nos processos. Ele deve apenas conhecer os meandros e malícias da execução, e não se orgulhar que já planejou tempo extra para a execução. A implantação do projeto é tão importante quanto o planejamento e até a venda em sí, pois o departamento comercial faz a venda e assina o contrato, mas a implantação do projeto é quem reconhece a venda, ou seja, transforma números em dinheiro na conta!

Para o PM, aprender deve ser uma tarefa agradável, e tudo o que ele experimentar nos projetos que administra, será acrescido em sua cultura técnica. Terceirizar preocupações está saindo de moda.

E você? O que pensa disso?

Formado em Gestão de TI - UNIP; Terminando MBA em Gerência de Projetos - UNIP; Gestão de Pessoas - IBMEC; Estudando ITIL e PMP; Colaborador do time de tradução do Linux Ubuntu

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Segurança da Informação: melhores práticas de backup

O Backup é uma parte crítica e muito importante para os departamentos de TI das empresas. Este serviço é uma rotina constante que é executada no background, ou seja, quase ninguém fica sabendo que existe (ou que é executado).

Um bom plano de backup minimiza o downtime (tempo de indisponibilidade do serviço ou sistema), minimiza a sobrecarga e diminui a ocorrência de perda de dados.

Uma das boas práticas é fazer o backup para a sua nuvem. Muitas organizações hoje em dia já possuem sua nuvem, seja ela uma “nuvem própria” ou serviço disponibilizado por alguma outra empresa. A idéia principal é realizar o backup em um local seguro e assim eles estarão disponíveis assim que você precisar.

Para que isto seja possível, será necessário um sistema de backup capaz de replicar os dados para a sua nuvem. É importante neste caso, fazer a replicação de modo assincrono, fazendo com que a utilização da banda seja o menos possível.

Realize os backups externos mais facilmente. Uma solução de backup que replica de forma automática e envia diretamente para a sua nuvem irá te ajudar a proteger o seu backup de forma que se torne altamente disponível, tolerante à falhas e altamente escalável – tudo com menos esforço e risco para você.

Recupere mais rápido que puder. Normalmente, as áreas de TI das organizações dão mais foco nas rotinas de backup, configurando e verificando as pastas de rede que deverão ser copiadas, quantas fitas as rotinas consomem, criação de rotinas diárias diferenciais, mensais full, qual a sequência das fitas e etc.

Na verdade, a parte do backup mais importante não é o backup em si, mas sim a recuperação do que foi feito o backup. De nada adiantaria realizar o backup se não conseguíssemos recuperar aquilo que foi feito no backup. É na recuperação do backup que se justifica o investimento feito.

Sempre que possível, de tempos em tempos verifique aleatoriamente as condições de recuperação de um arquivo qualquer do backup, além de realizar testes, te dará uma estimativa de quanto tempo demora para recuperar determinado arquivo, isto também assegurará ou minimizará o risco de alguma fita estar estragada e te deixar na mão na hora H. E ainda, se houver algum plano para agilizar esta recuperação, será bem-vindo.

Quando ocorre uma situação em que é necessária a recuperação, a mesma precisa ser realizada já, agora, se possível instantaneamente. Se necessário, escale os serviços ou pastas da rede por ordem de uso e/ou criticidade, e recupere-os primeiro. Assim, os usuários terão os documentos/serviços mais críticos recuperados primeiro e depois os arquivos menos importantes.

Tenha sempre um servidor reserva, seja ele virtual ou físico. Nunca se sabe quando acontecerá o próximo system crash ou algum defeito físico. Prepare uma imagem do sistema operacional e faça clones. No caso da virtualização, quando um desastre ocorre, basta que o servidor virtual seja refeito novamente (à partir de uma imagem ou clone). Já o servidor físico, é necessário ter peças reservas ou reativar aquele servidor antigo mas que ainda funciona, enfim, antecipe-se e deixe tudo pronto em caso de emergência.

RECUPERE! Não importa onde e não importa como. A sua solução de backup deve te dar este suporte, para que a recuperação seja feita em algum servidor (virtual ou físico) diferente ou localizado em uma rede diferente e distante. Isto dará a possibilidade de realizar migrações mais facilmente e com risco minimizado de perda de dados, e a liberdade de realizar testes em máquinas diferentes. Assim, em uma situação real, você não estará “preso” à um determinado sistema que só poderá rodar em um determinado servidor.

Reduza, sempre que possível, o tamanho do seu backup retirando arquivos duplicados. Enquanto os usuários criam documentos e salvam na rede, o backup vai ficando cada vez maior. Além disto, devemos estar atentos à possibilidade de estar realizando backup de algo que já foi feito anteriormente e que não houve alterações, criando backups duplicados. Há soluções de backups que avisam e gerenciam isto, evitando a realização de backups duplicados.

Agora, não somente dados mas também aplicações. Há soluções de backup que também realizam o backup de aplicações. Enquanto isto, o clone do sistema operacional ou o “Shadow copy” existente em alguns sistemas de backup podem salvar sua pele em uma situação crítica.

Elimine sua janela de backup. Por que esperar a próxima rotina de backup executar para assegurar que os dados da sua organização foram realmente copiados? E se, por exemplo, o banco de dados monstruoso daquela aplicação se corromper entre uma rotina e outra? Muitas empresas operam em 24X7X365, e nesta situação temos usuários constantemente alterando arquivos da rede ou criando novos arquivos. Através das rotinas de backup contínuas, dia e noite, fará com que seu sistema de backup salve dados continuamente, se algo der errado com certeza terá o último backup mais atual possível.

Estas foram algumas boas práticas de backup que, seguramente, poderá te devolver noites tranquilas de sono. Algumas práticas podem parecer estranhas ou inaceitáveis, mas no mundo de hoje a informação é sagrada!

Se você tem alguma crítica, comentário, sugestão ou até elogio, fique a vontade, será muito bem-vinda!

Obrigado.

Sou profissional na área de TI há mais de 10 anos. Pós-graduado em Gerenciamento de TI. Possuo certificação ITIL V3. Pratico surf e corridas de rua. Sou cozinheiro aos finais de semana e churrasqueiro oficial de minha família. Sou casado.

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Instalando Apache + PHP + MySQL no Windows com WAMP

Todo mundo que já tentou sabe que instalar e configurar o server Apache + PHP + MySQL na máquina pode ser um pouco enjoado de fazer.

O WAMP Server é uma plataforma para desenvolvimento web para Windows. Com apenas 1 instalador, você instala  Apache + PHP + MySQL e já vem tudo configurado, pronto para usar! O aplicativo também é recomendado pela Sencha para quem quer instalar o ExtJS ou Sencha Touch no Windows. Fiz a instalação offline do ExtJS 4.1 no final desse exemplo para mostrar como é simples.

Obs.: Só dá pra instalar o WAMP Server se você for o admin da máquina. Vou postar outra solução se você não tiver acesso de admin.

1 – Bem, o primeiro passo é fazer o download do arquivo executável mais apropriado para o seu computador (32bits ou 64 bits). Para fazer o download, basta acessar: http://www.wampserver.com/en/

2 – Vamos iniciar a instalação. A instalação é bem simples, mas de qualquer maneira, vou colocar um screenshot de cada passo aqui, caso alguém tenha alguma dúvida. Primeiro, clique em “next“

3 – Aceite os termos e clique em “next“:

4 – Escolha o diretório para instalação. Deixei o diretório padrão mesmo: “C:\wamp“:

5 – Agora clique em “install“:

6 – Espere a instalação:

7 – Escolha o browser padrão para executar suas aplicações. Nesse caso escolhi o Firefox, mas você pode escolher o browser que mais lhe agrada.

8 – Espere a instalação terminar.

9 – Entre com os parâmetros. no SMTP deixei a opção padrão “localhost” e mudei apenas o email de contato do admin:

10 – Clique em “finish“:

11 – Teste se tudo está ok acessando o endereço de “localhost” no seu browser. A tela abaixo deve aparecer:

12 – Se quiser fazer o deploy de alguma aplicação, basta colar a pasta dentro do diretório “C:\wamp\www”. Nesse caso fiz o deploy do ExtJS 4.1. Apenas colei a pasta do SDK do ExtJS:

13 – Para acessar, basta acessar o endereço localhost/nomedasuaaplicacao, nesse caso: localhost/extjs4

Prontinho! Uma maneira bem simples de instalar o PHP + Apache + MySQL sem ter que ficar esquentando a cabeça com um monte de configurações!

Até a próxima!

Post de referência: http://migre.me/8sEN6

Bacharel em Ciência da Computação, trabalha como Engenheira de Software Sr em uma instituição financeira em projetos internacionais, em São Paulo. Já trabalhou na IBM como IT Specialist e líder de equipe para projetos internacionais. Possui 6+ anos de experiência em Java EE. Expertise em Java, atuando como JUG Leader no CampinasJUG e coordenadora do ESJUG, além de co-fundadora do JDuchessBR, grupos de usuários java. Expertise em Ext JS, um framework JavaScript, sobre qual escreveu um livro em inglês (Ext JS 4 First Look) lançado mundialmente pela Packt Publishing. Nas horas vagas escreve artigos técnicos e sobre carreira em TI nos blogs http://loiane.com e http://loianegroner.com. No blog também é possível encontrar cursos online gratuitos sobre produtos Sencha.

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Coletando estatísticas para o otimizador de queries do Oracle

Olá pessoal,

Como muitos alunos me perguntam sobre este tema, resolvi escrever no artigo de hoje sobre como coletar estatísticas de objetos do Banco de Dados para o otimizador de queries do Oracle, considerando os métodos existentes e as principais diferenças entre eles.

Até o Oracle Database 7, só existia um tipo de otimizador, que era o Otimizador Baseado em Regras (RBO). Não vou entrar em mais detalhes sobre ele, mas a partir da versão 7 do Oracle, foi criado outro tipo de otimizador, o Otimizador Baseado em Custo (CBO) e a partir da versão 10G do Oracle, o RBO tornou-se obsoleto. O CBO foi criado com o objetivo de melhorar a performance da execução das instruções SQL (em relação ao RBO,) criando planos de execução que se baseiam em custo, ao invés de regras.

Para montar um plano de execução, o CBO baseia-se, resumidamente, em estatísticas de objetos (quantidade de linhas, cardinalidade, seletividade) e custo de hardware (memória, cpu, I/O). Para que ele monte planos de execução otimizados, é necessário que as estatísticas dos objetos estejam sempre atualizadas. Para atualizar as estatísticas dos objetos, podemos usar os métodos abaixo:

1- Comando ANALYZE:

Calcula estatísticas globais de tabelas, índices e clusters;Permite coletar estatísticas exatas ou estimada em um número ou percentual de linhas;Não é tão preciso ao calcular, por exemplo, a cardinalidade, ao envolver valores distintos;Devido ao fato de não ser muito preciso, não é recomendado para coletar estatísticas para o CBO, mas pode ser útil para coletar informações sobre linhas encadeadas e blocos livres;Era bastante eficiente até a versão 7 do Oracle Database ou para o RBO. É suportado na versões atuais do Oracle somente para manter a compatibilidade com as versões anteriores;

Exemplo p/ coletar estatísticas exatas de uma tabela: 

ANALYZE TABLE TABELA COMPUTE STATISTICS;

2- Package DBMS_UTILITY:

As procedures desta package diferem do comando ANALYZE apenas pela possibilidade de permitir coletar estatísticas de um schema ou do banco de dados completo;

Exemplo p/ coletar estatísticas exatas de um schema todo:

EXEC DBMS_UTILITY.ANALYZE_SCHEMA(‘OWNER‘,’COMPUTE’);

3- Package DBMS_STATS:

Foi introduzido no Oracle 8i e hoje é o método mais eficiente para coletar estatísticas para o CBO;Permite coletar estatísticas exatas ou estimadas de objetos individualmente (tabelas, índices, cluster etc), schemas, banco de dados completo e de sistema;Permite execução paralela, transferência de estatísticas entre servidores e é mais preciso que os métodos anteriores;É o método de coleta de estatísticas atualmente recomendado pela Oracle e por especialistas no assunto;

Exemplos:

a) Para coletar estatísticas exatas de uma tabela:

EXEC DBMS_STATS.GATHER_TABLE_STATS(OWNNAME=>’OWNER‘, TABNAME=>’TABELA‘, ESTIMATE_PERCENT=>1);  

b) Para coletar estatísticas estimadas (20%) de um schema:

EXEC DBMS_STATS.GATHER_SCHEMA_STATUS(‘OWNER‘, estimate_percent=> 20);

c) Para coletar estatísticas exatas de todo o banco de dados: 

EXEC DBMS_STATS.GATHER_DATABASE_STATS;

d) Para coletar estatísticas exatas de sistema: 

EXEC DBMS_STATS.GATHER_DICTIONARY_STATS;

Há pouco mais de 1 mes atrás, 1 aluno me mandou e-mail perguntando se eu sabia o porquê de um teste em que ele coletava estatítiscas de uma tabela com 40.000.000 registros usando o comando ANALYZE TABLE era mais rápido do que ao usar a package DBMS_STATS (14 minutos X 58 minutos). A resposta é: o DBMS_STATS, por ser mais completo e mais eficiente (ao coletar estatísticas mais precisas), demora mais tempo para executar. 

Dicas para quem pretende coletar estatísticas de objetos:

A partir do Oracle Database 10G, as estatísticas são coletadas automaticamente pelo Oracle, diariamente, em um horário compreendido entre 22h e 2h, se o BD estiver ocioso. Colete estatísticas somente quando for necessário e se você tiver certeza de que os objetos ainda não possuam estatísticas atualizadas;Se o seu BD usa o CBO, evite coletar estatísticas através do comando ANALYZE TABLE e através da package DBMS_UTILITY;Estatísticas desatualizadas são inimigas de performance otimizada. Aprenda a verificar se os seus objetos estão com as estatísticas atualizadas (o valor da coluna LAST_ANALYZED da visão DBA_TABLES não é suficiente para determinar isso). Existem muitas variantes que podem influenciar na execução da coleta de estatítiscas e de como verificar se os objetos estão atualizados, mas estes itens eu guardo para apresentar nos meus treinamentos de SQL Tuning;

Pessoal, por hoje é só!

[]s

Fonte: http://www.fabioprado.net/2012/04/coletando-estatisticas-para-o.html

Referências:

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Boneco Spock, bonecos Android, livros e cursos. Compartilhe conhecimentos e concorra!

Para o mês de abril/2012, seguiremos os seguintes critérios:

Atenção! Todos os autores que se enquadrarem nos critérios abaixo ganharão também Boneco Android no valor de R$ 29,90.

Prêmios: boneco Spock Wacky Wobbler Talking Bobble Head no valor de R$74,90 *** + Vale-presente do Submarino no valor de R$ 50,00
Critérios:
autor que mais tiver conteúdos publicados de 1 a 31 de março.
Ganhador: ?

Observação: Se a pessoa não curtir Star Trek ou até mesmo se o produto não estiver em estoque, o valor será revertido em compras no Submarino (Valor Total = Produtos + Frete)

Prêmio: UMA cortesia* em curso online da Treinaweb + Vale-presente do Submarino no valor de R$ 50,00
Critério: autor do conteúdo que mais gerar visualizações de página (pageviews) de 1 a 31 de março.
Ganhador: ?

Observação: Serão contabilizados somente conteúdos com menos de 3 meses de publicação. Entendemos que conteúdos mais antigos já possuem boa indexação e, na grande maioria das vezes, são os que trazem maior quantidade de pageviews, desfavorecendo os mais novos.

Prêmio: UMA cortesia* em curso online da Treinaweb
Critério: autor que mais receber comentários (não são contabilizados pingbacks e trackbacks) de 1 a 31 de março.
Ganhador: ?

Prêmio: UM livro ** da Brasport Editora a escolha do(a) autor(a)
Critério:
autor do conteúdo que tiver mais likes no Facebook no dia da apuração – Valerá o número de “curtidas” apresentado no widget do Facebook na leitura do post.
Ganhador: ?

Observações.:

Um autor poderá receber apenas um brinde por mês, ou seja, caso se enquadre em mais de um critério, o segundo será descartado, passando o brinde para o próximo autor que se enquadre e assim por diante.NOTÍCIAS, EVENTOS, CONCURSOS, LIVROS, CURSOS, RELEASES NÃO SERÃO CONSIDERADOS!

* Cortesia para curso individual, não pacote de cursos.
** O envio de produtos dependerá de disponibilidade em estoque e limite de cortesias aplicado pelas empresas parceiras.
*** Frete incluso para envio em território nacional

Os ganhadores serão apresentados daqui 30 dias através de contato via e-mail e atualização deste post.

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Carreira em TI: Currículo para Primeiro Estágio

Fazer um bom currículo é considerado uma tarefa difícil. Fazer um currículo para o primeiro estágio ou primeiro emprego é considerado por muitos uma tarefa impossível. Este post tem como objetivo apresentar algumas dicas para deixar essa tarefa mais fácil.

Mesmo em início de carreira, o estudante e o profissional recém-formado devem ter os mesmos cuidados de um profissional ao elaborar o seu currículo. Apesar de muitas vezes não ter atuado na área de interesse, ele deve enfatizar o seu potencial, mencionando os conhecimentos que adquiriu durante a fase de faculdade.

Um ponto importante é escrever o currículo em 3ª pessoa. Lembre-se que currículo é um documento, e não uma cartinha que está escrevendo.

Um bom currículo deve começar com seu nome seguido ou não dos seus dados pessoais (pode colocar no final do currículo). Pausa para explicação: dados pessoais são os seus dados de contato. Não coloque RG, CPF, endereço. Se o empregador quiser saber esses dados, ou vai te perguntar na entrevista ou vai pedir isso explicitamente no anúncio da vaga. Se o empregador não pedir explicitamente, não coloque. Só vai deixar o currículo mais feio. Coloque apenas nome, telefone de contato e email.

Logo após o seu nome ou dados pessoais, vem o sumário. O sumário é um resumo da sua carreira profissional. Por exemplo: Desenvolvedor Java com X anos de experiência, etc.

No próprio sumário (ou após ele), você deve colocar os seus conhecimentos técnicos:
Linguagens: Java, C++;
IDEs: Eclipse, Netbeans, etc.
Frameworks: JSF, Struts, Spring

Se for o seu primeiro currículo, ou seja, se você não tem nenhuma experiência, coloque as ferramentas e linguagens que viu/trabalhou na faculdade.

Após o sumário e conhecimento técnicos, coloque quais são as experiências/empresas pelas quais já passou. Além disso, coloque um resumo das suas responsabilidades e/ou projetos relevantes nos quais participou.

O que fazer se não tiver nenhuma experiência nesse caso?

A graduação, apesar de parecer ser apenas graduação, é uma fonte de oportunidades. Quem estudou, teve iniciativa, participou de ONGs ou outras atividades — até grêmio escolar — ou seja, se mexeu, tem boas chances de fazer um bom currículo e ter um bom diferencial. Quem nunca fez nada, vai ter um pouco de problema (essa é uma boa hora para começar a fazer e não ficar para trás).

Trabalhar em ONGs, projetos voluntários, grêmio estudantil, ser presidente/líder de turma é uma boa forma de mostrar que tem iniciativa, liderança e capacidade de comunicação, características que toda empresa procura em um profissional.

É importante destacar que não se deve fazer auto elogios no currículo: “Tenho espírito de equipe e liderança, etc”. Isso deve ficar implícito pelas atividades que descrever.

Os próximos itens são Formação Acadêmica e Idiomas. Algumas informações como escola de primeira linha e idiomas fluentes são utilizados como critério de seleção, portanto, são características que merecem destaque no currículo.

No item de formação, reforce seu desempenho nos estudos. Se tirava boas notas, deixe isso claro. Se seu resultado foi excepcional em uma determinada disciplina ou grupo de disciplinas, fale sobre este assunto e explique o que o motivou a ter este resultado exemplar. Por outro lado, se sua notas não são tão boas, não escreva no currículo, mas esteja preparado para ser questionado sobre o assunto na entrevista. Muitas empresas pedem para anexar o histórico/boletim. É bom estar preparado para isso.

Profiência em línguas estrangeiras. Ah, essa é uma parte importantíssima e que a maioria das pessoas não organizam muito bem.

Muitos colocam:

Inglês: leitura: intermediário; conversão: bom, escrita: bom

Não coloque isso no seu currículo profissional. Isso é para bolsas escolares ou outras posições acadêmicas (como professor). Para mercado de trabalho: NÃO!

Então como se deve colocar: existem 4 níveis de proficiência: básico, intermediário, avançado e fluente. Como cada um “acha” que está em um nível, muitas vezes, o empregador não sabe interpretar o que cada nível significa. Se quiser (e deve), é bom colocar uma legenda, assim, o empregador não terá dúvidas:

Fluente: está apto para trabalhar no exteriorAvançado: apto para viajar para o exterior desacompanhadoIntermediário: leitura e escrita com conhecimentos verbais limitados (apto para viajar para o exterior com um assistente)Básico: capaz de se comunicar com pessoas de outros países a um nível mínimo.

Depois, se for necessário, pode colocar uma parte de outras informações/atividades complementares, como por exemplo: prêmios que ganhou, se tem experiência internacional (intercâmbio), se é palestrante, cursos que participou, etc.

Outros pontos importantes para primeiro currículo de estágio:

Seminários e congressos. Outro item importante para o primeiro currículo é a participação em seminários e congressos. Mesmo que não sejam diretamente ligados à vaga que está se candidatando, servem para mostrar que é uma pessoa interessada e ávida por conhecimento. Muitos congressos também oferecem mini-cursos que ser citados, desde que tenha participado deles.

Iniciação científica, monitoria, estágios e programas de trainee. Muitas pessoas com pouca experiência profissional já participaram de programas de estágio ou trainee. Outras fizeram iniciação científica ou monitoria de disciplinas durante o curso universitário. Se este é o seu caso, reforce sua participação, mesmo que tenha sido em uma área diferente da pretendida. Artigos publicados em congressos também são interessantes.

Cursos, Palestras, concursos do Academic Initiative ou outro programa acadêmico (ex: SAI): ótima oportunidade de adquirir novos conhecimentos, aumentar seu networking e um novo item para seu currículo!

Maratona de Programação ICPC: torneio de programação organizado pela SBC (Sociedade Brasileira de Computação) no Brasil, e pela ACM (Association for Computinger Machinery – um dos maiores órgãos de computação mundial) a nível mundial, além de ser patrocinado pela IBM. Uma atividade que vale outro para o currículo e que é super bem vista por grandes empresas, como IBM.

Ter um blog e escrever notas de aula, pequenos tutoriais sobre tópicos que está aprendendo ou até mesmo publicar a monografia/trabalhos acadêmicos é uma forma legal de mostrar seu desempenho acadêmico e que domina a linguagem ou tecnologia que citou no currículo. Após o contato, pode citar o link do seu blog/website.

E o mais importante de todos: Não minta. Nunca!

Outra dica valiosa: se for enviar seu currículo por email, nunca envie em formato .doc ou outro formato de editor de texto. Sempre envie em pdf, que é o formato de troca de arquivos mundialmente. Isso pode pegar mal, pois você pode enviar formato open office e o empregador que só usa o Micorosft Office não vai conseguir abrir. Já com pdf, seu documento poderá ser lido em qualquer plataforma.

E se quiser ter uma base, segue um modelo de currículo para primeiro estágio (fiz baseado em experiência própria):

Currículo para Primeiro Estágio em TI

Boa sorte e sucesso!

Post de referência: http://wp.me/pCF9v-of

Bacharel em Ciência da Computação, trabalha como Engenheira de Software Sr em uma instituição financeira em projetos internacionais, em São Paulo. Já trabalhou na IBM como IT Specialist e líder de equipe para projetos internacionais. Possui 6+ anos de experiência em Java EE. Expertise em Java, atuando como JUG Leader no CampinasJUG e coordenadora do ESJUG, além de co-fundadora do JDuchessBR, grupos de usuários java. Expertise em Ext JS, um framework JavaScript, sobre qual escreveu um livro em inglês (Ext JS 4 First Look) lançado mundialmente pela Packt Publishing. Nas horas vagas escreve artigos técnicos e sobre carreira em TI nos blogs http://loiane.com e http://loianegroner.com. No blog também é possível encontrar cursos online gratuitos sobre produtos Sencha.

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Faça do Windows Live Writer seu cliente de blog

As ferramentas web estão aí para facilitar a nossa vida e todo blogueiro sabe como é importante agilidade, rapidez e principalmente a facilidade que uma ferramenta pode oferecer.

Às vezes as idéias vêm e por falta de uma ferramenta adequada a gente acaba esquecendo de pô-la (a idéia) em prática.

Já testei algumas ferramentas de edição de blogs e confesso, o Windows Live Writer é, sem dúvida, o melhor deles.

Para instala-lo é muito fácil, basta instalar o pacote WLM (Windows Live Messenger) 2011 que o Writer vem incluso.

Primeiramente baixe o pacote de instalação off-line aqui.

Depois de baixado, execute-o e veja que o Writer está incluso.

Antes de configurá-lo, acesse seu blog com seu login/senha padrão, clique em CONFIGURAÇÕES/ESCRITA, desça até o item PUBLICAÇÃO REMOTA e marque a opção (ou solicite ao administrador do blog a habilitação).

XML-RPCXML-RPC Ativar os protocolos de publicação XML-RPC do WordPress, Movable Type, MetaWeblog e Blogger. Proceda com a instalação e depois clique no aplicativo em INICIAR/TODOS OS PROGRAMAS/WINDOWS LIVE/WINDOWS LIVE WRITER e configure-o passo a passo.

Clique no botão PRÓXIMO

Escolha o WordPress e clique no botão PRÓXIMO

Informe o link completo do seu blog, seu login e sua senha (pelo menos no primeiro acesso) e clique em PRÓXIMO

Aguarde até que o processo de configuração de acesso remoto termine e depois clique em PRÓXIMO

Eu sugiro clicar em SIM, pois dessa forma você verá exatamente como o artigo ficará após publicado.

Se você mantém mais de um blog, identifique-o.

Após essas configurações você está apto para blogar diretamente do Desktop.

Quando for criar um novo artigo, automaticamente será aberto o campo título. Observe que na barra de ferramentas você tem a opção de escolher a(s) categoria(s) do artigo, tags, você poderá deixar as imagens do seu jeito, inserir vídeos, tabelas, salvar como rascunho e publicar sem ter que acessar o blog via browser.

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Bacharel em Sistemas de Informação pela ULBRA - CEULJI - CAMPUS DE JI-PARANÁ/RO, Usuário desde o MS-DOS 6.10 - Fã de Tecnologia e de Sistemas Windows e Linux - Gosto de compartilhar conhecimento, idéias - Atua como Administrador Técnico de Depto. Informática para Serviço Público.

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Cloud computing: aliada dos filmes em dispositivos móveis

A computação na nuvem é considerada uma aliada para quem quer assistir vídeos em dispositivos móveis. Isso porque os filmes podem ser assistidos por streaming em qualquer hora e em qualquer lugar, ou seja, em computadores, TVs conectadas, consoles de games, tablets e em smartphones.

A tecnologia já oferece essa possibilidade de assistir sem ter que baixar o filme todo nogadget. É o que faz a Smooth Streaming do Silverlight (Microsoft), que adapta a transmissão dos vídeos à conexão disponível, diminuindo a qualidade do vídeo em tempo real para manter o fluxo das informações. Desta forma, se a conexão for ruim a qualidade do vídeo diminui, mas não trava, o que é ótimo.

Isso já vem acontecendo no mundo. Tanto que um estudo realizado pela Nielsen aponta que 48% dos norte-americanos assistem vídeos no computador ou em dispositivos móveis. Segundo as informações, uma em cada dez pessoas passou a assistir filmes e seriados em smartphones ou tablets em 2011 – um aumento de 26% em relação ao ano anterior. Os números são dos Estados Unidos, mas a tendência é mundial.

Além de ver os filmes por streaming, os usuários também podem fazer o download, essa opção é adotada por nós para o mercado brasileiro devido a baixa qualidade da banda para dispositivos móveis, e o aumento da capacidade de memória nos novos gadgets, essa é uma opção interessante já que se pode baixar um filme inteiro enquanto se toma um café em uma lanchonete que tenha sinal de wi-fi aberto.

Alguns estúdios já armazenam os seus filmes na nuvem. Desta forma, os filmes podem ser assistidos em qualquer lugar e de diversos aparelhos. As produtoras perceberam que esta é a melhor opção para impulsionar a venda de filmes, já que a compra de DVDs e outros discos diminuiu muito nos últimos anos.

Apesar de as pessoas estarem a cada dia mais interessadas nas novidades tecnológicas, o video on demand ainda está se popularizando. Há muitas pessoas que assistem filmes no computador, mas não são a maioria. Outra questão é que assistir filmes em computadores e dispositivos móveis é uma preferência dos jovens.

Uma pesquisa encomendada pela plataforma de televisão Epix mostra que um a cada três americanos entre 25 e 34 anos assiste filmes em dispositivos, além da TV. Os iPods são usados por 24% dos entrevistados, tablets e smartphones por 21% e netbooks por 15%. Pessoas entre 35 e 64 anos preferem a televisão. O estudo foi realizado pela internet, em abril deste ano, com americanos entre 25 e 64 anos, pela empresa de pesquisa Ipsos OTX Media CT.

Ainda levará algum tempo – mas não muito – para que este serviço se popularize de verdade. Afinal, grande parte da população ainda não está habituada a assistir filmes nem pelo computador, imagina pelos dispositivos móveis. Além disso, a pesquisa da Epix mostra que este é um ‘hábito’ da famosa geração Y e não de todos. As pessoas ainda estão se acostumando com as facilidades que a tecnologia oferece. Mas assim como a evolução tecnológica tem acontecido cada vez mais rápido acredito que não será difícil as pessoas se adaptarem.

por Marcelo Spinassé – CEO da Truetech

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