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Friday, April 6, 2012
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Carreira em TI: Currículo para Primeiro Estágio

Fazer um bom currículo é considerado uma tarefa difícil. Fazer um currículo para o primeiro estágio ou primeiro emprego é considerado por muitos uma tarefa impossível. Este post tem como objetivo apresentar algumas dicas para deixar essa tarefa mais fácil.

Mesmo em início de carreira, o estudante e o profissional recém-formado devem ter os mesmos cuidados de um profissional ao elaborar o seu currículo. Apesar de muitas vezes não ter atuado na área de interesse, ele deve enfatizar o seu potencial, mencionando os conhecimentos que adquiriu durante a fase de faculdade.

Um ponto importante é escrever o currículo em 3ª pessoa. Lembre-se que currículo é um documento, e não uma cartinha que está escrevendo.

Um bom currículo deve começar com seu nome seguido ou não dos seus dados pessoais (pode colocar no final do currículo). Pausa para explicação: dados pessoais são os seus dados de contato. Não coloque RG, CPF, endereço. Se o empregador quiser saber esses dados, ou vai te perguntar na entrevista ou vai pedir isso explicitamente no anúncio da vaga. Se o empregador não pedir explicitamente, não coloque. Só vai deixar o currículo mais feio. Coloque apenas nome, telefone de contato e email.

Logo após o seu nome ou dados pessoais, vem o sumário. O sumário é um resumo da sua carreira profissional. Por exemplo: Desenvolvedor Java com X anos de experiência, etc.

No próprio sumário (ou após ele), você deve colocar os seus conhecimentos técnicos:
Linguagens: Java, C++;
IDEs: Eclipse, Netbeans, etc.
Frameworks: JSF, Struts, Spring

Se for o seu primeiro currículo, ou seja, se você não tem nenhuma experiência, coloque as ferramentas e linguagens que viu/trabalhou na faculdade.

Após o sumário e conhecimento técnicos, coloque quais são as experiências/empresas pelas quais já passou. Além disso, coloque um resumo das suas responsabilidades e/ou projetos relevantes nos quais participou.

O que fazer se não tiver nenhuma experiência nesse caso?

A graduação, apesar de parecer ser apenas graduação, é uma fonte de oportunidades. Quem estudou, teve iniciativa, participou de ONGs ou outras atividades — até grêmio escolar — ou seja, se mexeu, tem boas chances de fazer um bom currículo e ter um bom diferencial. Quem nunca fez nada, vai ter um pouco de problema (essa é uma boa hora para começar a fazer e não ficar para trás).

Trabalhar em ONGs, projetos voluntários, grêmio estudantil, ser presidente/líder de turma é uma boa forma de mostrar que tem iniciativa, liderança e capacidade de comunicação, características que toda empresa procura em um profissional.

É importante destacar que não se deve fazer auto elogios no currículo: “Tenho espírito de equipe e liderança, etc”. Isso deve ficar implícito pelas atividades que descrever.

Os próximos itens são Formação Acadêmica e Idiomas. Algumas informações como escola de primeira linha e idiomas fluentes são utilizados como critério de seleção, portanto, são características que merecem destaque no currículo.

No item de formação, reforce seu desempenho nos estudos. Se tirava boas notas, deixe isso claro. Se seu resultado foi excepcional em uma determinada disciplina ou grupo de disciplinas, fale sobre este assunto e explique o que o motivou a ter este resultado exemplar. Por outro lado, se sua notas não são tão boas, não escreva no currículo, mas esteja preparado para ser questionado sobre o assunto na entrevista. Muitas empresas pedem para anexar o histórico/boletim. É bom estar preparado para isso.

Profiência em línguas estrangeiras. Ah, essa é uma parte importantíssima e que a maioria das pessoas não organizam muito bem.

Muitos colocam:

Inglês: leitura: intermediário; conversão: bom, escrita: bom

Não coloque isso no seu currículo profissional. Isso é para bolsas escolares ou outras posições acadêmicas (como professor). Para mercado de trabalho: NÃO!

Então como se deve colocar: existem 4 níveis de proficiência: básico, intermediário, avançado e fluente. Como cada um “acha” que está em um nível, muitas vezes, o empregador não sabe interpretar o que cada nível significa. Se quiser (e deve), é bom colocar uma legenda, assim, o empregador não terá dúvidas:

Fluente: está apto para trabalhar no exteriorAvançado: apto para viajar para o exterior desacompanhadoIntermediário: leitura e escrita com conhecimentos verbais limitados (apto para viajar para o exterior com um assistente)Básico: capaz de se comunicar com pessoas de outros países a um nível mínimo.

Depois, se for necessário, pode colocar uma parte de outras informações/atividades complementares, como por exemplo: prêmios que ganhou, se tem experiência internacional (intercâmbio), se é palestrante, cursos que participou, etc.

Outros pontos importantes para primeiro currículo de estágio:

Seminários e congressos. Outro item importante para o primeiro currículo é a participação em seminários e congressos. Mesmo que não sejam diretamente ligados à vaga que está se candidatando, servem para mostrar que é uma pessoa interessada e ávida por conhecimento. Muitos congressos também oferecem mini-cursos que ser citados, desde que tenha participado deles.

Iniciação científica, monitoria, estágios e programas de trainee. Muitas pessoas com pouca experiência profissional já participaram de programas de estágio ou trainee. Outras fizeram iniciação científica ou monitoria de disciplinas durante o curso universitário. Se este é o seu caso, reforce sua participação, mesmo que tenha sido em uma área diferente da pretendida. Artigos publicados em congressos também são interessantes.

Cursos, Palestras, concursos do Academic Initiative ou outro programa acadêmico (ex: SAI): ótima oportunidade de adquirir novos conhecimentos, aumentar seu networking e um novo item para seu currículo!

Maratona de Programação ICPC: torneio de programação organizado pela SBC (Sociedade Brasileira de Computação) no Brasil, e pela ACM (Association for Computinger Machinery – um dos maiores órgãos de computação mundial) a nível mundial, além de ser patrocinado pela IBM. Uma atividade que vale outro para o currículo e que é super bem vista por grandes empresas, como IBM.

Ter um blog e escrever notas de aula, pequenos tutoriais sobre tópicos que está aprendendo ou até mesmo publicar a monografia/trabalhos acadêmicos é uma forma legal de mostrar seu desempenho acadêmico e que domina a linguagem ou tecnologia que citou no currículo. Após o contato, pode citar o link do seu blog/website.

E o mais importante de todos: Não minta. Nunca!

Outra dica valiosa: se for enviar seu currículo por email, nunca envie em formato .doc ou outro formato de editor de texto. Sempre envie em pdf, que é o formato de troca de arquivos mundialmente. Isso pode pegar mal, pois você pode enviar formato open office e o empregador que só usa o Micorosft Office não vai conseguir abrir. Já com pdf, seu documento poderá ser lido em qualquer plataforma.

E se quiser ter uma base, segue um modelo de currículo para primeiro estágio (fiz baseado em experiência própria):

Currículo para Primeiro Estágio em TI

Boa sorte e sucesso!

Post de referência: http://wp.me/pCF9v-of

Bacharel em Ciência da Computação, trabalha como Engenheira de Software Sr em uma instituição financeira em projetos internacionais, em São Paulo. Já trabalhou na IBM como IT Specialist e líder de equipe para projetos internacionais. Possui 6+ anos de experiência em Java EE. Expertise em Java, atuando como JUG Leader no CampinasJUG e coordenadora do ESJUG, além de co-fundadora do JDuchessBR, grupos de usuários java. Expertise em Ext JS, um framework JavaScript, sobre qual escreveu um livro em inglês (Ext JS 4 First Look) lançado mundialmente pela Packt Publishing. Nas horas vagas escreve artigos técnicos e sobre carreira em TI nos blogs http://loiane.com e http://loianegroner.com. No blog também é possível encontrar cursos online gratuitos sobre produtos Sencha.

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Friday, March 30, 2012
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Carreira em TI: fluência no inglês: ter ou não ter, eis a questão

Para mim esta é uma questão simples de se responder e serei curto e grosso… Se você quer ter uma carreira crescente em uma empresa de tecnologia, o inglês é um investimento prioritário. Sabe por que?

1. Certificações: A maioria das certificações é em inglês, mesmo as oferecidas e cursadas no Brasil;

2. Treinamentos e Programas de desenvolvimento: na sua maioria também são em inglês porque:

O mediador é um profissional de outra nacionalidade e vai ministrar o curso em inglês,Seu colega de trabalho é de outra nacionalidade e só fala inglês,Alguns cursos são oferecidos apenas fora do Brasil,Mas com certeza porque boa parte do material entregue e da referência bibliográfica é em inglês.

3. Gestão: Em algum momento você terá um chefe que só fala em inglês, seja ele americano, indiano, europeu, chinês, japonês… ou muito provavelmente terá dois chefes, o que chamamos de “duplo reporte” – além do chefe no Brasil, terá um outro na Europa/USA;

4. Crescimento na carreira: Seu próximo passo na carreira poderá ser trabalhar na unidade matriz no Vale do Silício, ou qualquer outro local entre o Hemisfério Norte e Sul;

5. Comunicação: muitos relatórios, e-mails, “conference calls” serão em inglês e, preste atenção, pois além de você entender o que está sendo tratado, você tem que participar ativamente e tomar decisões baseadas no seu entendimento do assunto.

Agora você me pergunta: mas e se eu trabalhar em uma pequena/média empresa nacional de tecnologia? Acho que neste caso não preciso ter fluência no inglês, certo? Erradíssimo. E sabe por que? Porque muito provavelmente, faz parte do Planejamento Estratégico da empresa crescer exponencialmente no Brasil ou até mesmo outros mercados, ou até quem sabe se interessar por um processos de fusões e/ou aquisições e, neste momento garanto que a fluência no inglês não será apenas fundamental como será fator decisório.

E agora? Vamos por partes, o primeiro passo é ter a consciência da necessidade do idioma (espero que agora você já tenha), avaliar qual seu nível no idioma e partir para o aprendizado ou aprimoramento. Mas não se preocupe, você pode aprender de diferentes maneiras: cursos presenciais e on-line, leituras de sites, livros, white papers e até mesmo happy hour em inglês.

Got it?

- O texto acima é de autoria do Fernando Garcia e é simplesmente perfeito! -

Quer mais uma razão para aprender inglês?

Livros de informática! Saiu um novo livro de informática, ótimo! Vou esperar chegar em português. Errado! Quando chegar em português já vai estar desatualizado. Na nossa área, a informação é muito volátil. O que você sabe hoje, amanhã já está defasado. Sem contar que muitas traduções ficam horríveis. Alguns tradutores resolvem traduzir termos técnicos, aí lasca tudo!

Um profissional de TI que não sabe inglês, realmente é uma lástima. Pra nossa área, saber inglês é tão básico quanto saber lógica de programação!

E se você ainda faz faculdade e já vai falar: “mas eu trabalho e estudo, não sobra tempo pra fazer um curso”, sobra tempo sim! Tirar 4 horas do seu sábado não vai te matar! Você não vai morrer porque seus amigos estão na praia ou na piscina se divertindo e você está no curso! Sei muito bem disso porque passei por essa situação. Acabei a faculdade e estou “viva” até hoje.

Veja um curso de inglês como investimento. Invista em você, e tenha certeza de que terá retorno no futuro! Você é o seu melhor investimento. Alguma hora pode surgir uma super oportunidade de emprego que requer inglês e você vai perder?

Ah, e também não tem essa de “eu sei inglês técnico“. Isso não existe! Ou você sabe inglês, ou você não sabe! Quer dizer que você só saber dizer computer, printer, screen (no caso de TI) e não sabe formar uma frase com essas palavras? Não sabe mais nada além disso? Peloamordedeus, não coloque isso no currículo, porque é MUITO feio! Coloque que você sabe inglês básico que fica muito mais bonito. E se você é da área de informática, é o mínimo né? O inglês técnico existe se você já sabe inglês, mas quer se especializar no vocabulário de alguma área (só pra ficar claro).

Ok, quero aprender inglês!

Indico esses 3 sites que são ótimos se você quer praticar/começar e não está a fim de gastar:

BBC - pra mim, é o melhor de todos. Acompanho sempre que posso.EnglishTown – bom que você recebe uma pequena lição todos os dias no seu email, basta se cadastrar!Live Mocha – este é uma rede social para aprendizado de línguas. Bem nível básico, mas é bom.

Se alguém souber de mais algum e que quiser deixar a sugestão, fico agradecida!

Post de referência: http://wp.me/pCF9v-gm

Bacharel em Ciência da Computação, trabalha como Engenheira de Software Sr em uma instituição financeira em projetos internacionais, em São Paulo. Já trabalhou na IBM como IT Specialist e líder de equipe para projetos internacionais. Possui 6+ anos de experiência em Java EE. Expertise em Java, atuando como JUG Leader no CampinasJUG e coordenadora do ESJUG, além de co-fundadora do JDuchessBR, grupos de usuários java. Expertise em Ext JS, um framework JavaScript, sobre qual escreveu um livro em inglês (Ext JS 4 First Look) lançado mundialmente pela Packt Publishing. Nas horas vagas escreve artigos técnicos e sobre carreira em TI nos blogs http://loiane.com e http://loianegroner.com. No blog também é possível encontrar cursos online gratuitos sobre produtos Sencha.

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Tuesday, March 20, 2012
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Carreira: Aprendendo com os chineses…

Nas últimas 5 semanas, compareci a 3 entrevistas de emprego em 2 empresas… chinesas !

Creio que já se passou muito tempo desde que a China cresceu e apareceu para o mundo. É inegável: Eles estão em todo lugar, e não adianta mais fazer coro com pseud0-estudiosos e entendidos, dizendo que o chineses não tem qualidade, que seus produtos não duram, que praticam dumping ou então que a euforia chinesa vai durar pouco, e que logo eles caem na real, criam sindicatos e etc…

Será mesmo que não temos nada para aprender com eles ? Será que nossa cultura ocidental não está cegando nosso entendimento e encurtando nossa visão para não enxergar o óbvio? Ou estamos tão ocupados ouvindo o som da nossa própria voz que não percebemos os ventos da mudança?

Durante várias décadas, inúmeras técnicas foram desenvolvidas para maximizar os lucros ou então para minimizar os prejuízos e desperdícios. Atualmente, o foco tem sido nas pessoas, nos colaboradores e nas relações interpessoais, pois nada adianta ter a melhor tecnologia e não ter pessoas treinadas e motivadas. Os treinamentos internos e palestras motivacionais tem enfatizado o comprometimento com os resultados, honestidade, ética e a mudança de cultura, ou seja, corrigir maus hábitos visando a maior produtividade.

Mas aí chegaram os chineses e as teorias agora parecem falsas ou pouco eficazes. A economia chinesa não tem comparação com a economia ocidental, mas mesmo assim, muitos preferem lamentar e reclamar, que a vida é injusta ou então que tudo vai passar, como se fosse uma crise econômica.

Eu gostaria de mostrar um outro lado nessa estória. Ressaltar os pontos positivos dos chineses e como isso pode nos ajudar em nossas vidas pessoais e profissionais. Preparei 10 lembretes para entender melhor os chineses e aprender com eles.

1 – Parem de demonizar a China, seus nativos e sua cultura!

Da mesma forma que desejamos ser conhecidos e respeitados dentro e fora do nosso país, os chineses, assim como qualquer outro povo, quer ser conhecido pelos seus pontos fortes e também ser respeitado. Tentem ficar no lugar deles: Você está morando e trabalhando no exterior, na área de vendas, lidando com o público, precisando aprender o idioma e cultura locais, competindo com nativos e estrangeiros… Não é fácil né? Mas mesmo assim eles trabalham muito, e produzem mais em uma hora do que muto brasileiros produzem em três ! Se eles fossem tão ruis assim, então não durariam tanto, e não há nenhum indício que eles irão embora. Ao contrário, muitos outros vão chegar pois tem muitos mais de onde eles vieram. Antes de criticar os chineses, pelos seus traços orientais ou costumes, se informem melhor pela Internet e verão que a China é um poço riquíssimo de oportunidades, turismo, cultura e sabedoria. Respeitem toda e qualquer cultura estrangeira. Eles tem esquisitices, como nós temos esquisitices, ou vocês acham que cozinhar feijão com o pé, o focinho, o rabo e a orelha do porco é algo que outra cultura também faz? A dica é dizer: “No meu país é diferente”. Nunca diga: “- Nossa, que estranho! No meu país não tem isso!”

Não preciso lembrar que existe uma legião de brasileiros morando, estudando e trabalhando no exterior. Se os brasileiros mostram excelente adaptabilidade e inovação, porque os chineses também não podem?

2 – Eles são muito, muito mais antigos do que nós. Eles são sábios!

Nem só de preços baixos e trabalho árduo vivem os chineses. No passado eles já passaram fome, lutaram guerras, aprenderam a sobreviver com pouco e sua resiliência e tenacidade foram alcançadas com muita sabedoria e hábitos que só se conseguem hoje com muita paciência e religiosidade. Somos muito mais egoístas e preguiçosos se comparados com eles. Um de nós está errando…

3 – Eles cuidam muito bem da saúde.

Chás, frutos do mar e comida sem gordura. Nas cidades orientais que visitei eu percebi um grande cuidado deles com a saúde, tanto física quanto mental. Manter a mente trabalhando e o corpo saudável são ótimas dicas para a longevidade. Eles não vivem só de trabalho, mas honram a família. Na China, o sobrenome vem antes do nome. É claro que existem chineses que fumam em demasia e são extremamente machistas… como também existem brasileiros assim.

4 – Eles são industriosos.

Eles cuidam dos mais novos, ensinando-lhes através da experiência. Nas culturas orientais, os mais velhos são reverenciados, pois trilharam caminhos que os mais jovens não trilharam. Os mais novos buscam conselhos com os mais velhos. E o que nós ocidentais fazemos? Tratamos os mais velhos com desprezo e o que é pior: Achamos que não temos nada para aprender com eles, que essa é nossa época e a nossa vez, e que eles tiverem seu tempo, porém agora é tudo diferente e com tecnologia. Os mais novos precisam aprender que a tecnologia foi desenvolvida baseada em princípios de filosofia, observação e trabalho árduo, e não apenas por causa das guerras e da corrida espacial. Os chineses inventaram o futebol, o restaurante, o papelão, o macarrão, a bússola de agulha magnética, a agronomia, fertilizantes, escova de dentes, foguete, cunhagem de moedas, correia de transmissão, etc. E isso antes de todo mundo! Antes que alguém pense que eles copiaram de alguém…

5 – Eles são simples e humildes.

A China nunca teve grande poder bélico, mas já foi invadida e ameaçada. Sua resposta não vem com armas, mas com trabalho. Eles não são capitalistas, mas conseguem ser mais capitalistas que o próprio capitalismo! Eles são incentivados a viver com frugalidade e simplicidade. Eles não ficam desesperados para comprar gadgets como os ocidentais, dormindo em filas nas lojas, para ser os primeiros a adquirir um lançamento, mesmo que não precisem daquilo. Dificilmente vocês verão chineses esbanjando, desperdiçando ou ostentando dinheiro. Mais uma vez, toda regra tem exceção… Estou falando da regra, e não da exceção.

6 – Eles são empreendedores.

Enquanto os ocidentais falam em décadas, eles falam em séculos. Há pouco mais de 30 anos, o primeiro-ministro da China, Deng Xiaoping repetiu as palavras do russo Bukharin e apelou aos chineses para enriquecerem. “Estamos cansados de ser pobres”, disse ele. O desejo de Deng está hoje à toda volta, impressa no fantástico crescimento que levou a China à posição de segunda maior economia do mundo. Deng não se limitou ao discurso apenas. Permitiu uma blasfêmia dentro do comunismo de Mao Tsé-tung — que os negócios deixassem de ser controlados apenas pelo governo. E o empreendedorismo floresceu! Estudos mostram que a China vai ultrapassar os EUA até 2050. Talvez eu e você não vejamos isso, mas nossos filhos e netos sim. Prepare-os agora !

7 – Eles são focados.

Quando fiz uma entrevista na empresa chinesa de tecnologia, todo o processo seletivo foi resolvido no mesmo dia. Foi tratado o perfil da vaga e do candidato, negociado salário e benefícios, dúvidas foram eliminadas e as decisões foram tomadas pelos superiores, e de mim foi requerido começar na semana seguinte. Eu fiquei atônito! Já passei por processos seletivos que duraram de 4 dias até 2 meses, mas nunca em 2 horas ! Saí de lá correndo, assustado com o que tinha visto e ouvido. Nós (ocidentais) levamos tempo demais para fazer as coisas, e agora percebo, podemos cortar 80% do tempo gasto fácil, fácil…

8 – O segredo é o tempo.

Assim como a dica acima, o segredo dos chineses não é o preço baixo com baixa qualidade. Bom, na verdade o preço é importante sim, mas eles vendem baixo para vender mais, e vender mais significa mais trabalho, e mais trabalho significa terminar o trabalho rápido para depois receber mais trabalho, e o ciclo nunca se fecha! Enquanto recebemos treinamentos sobre Lean Six Sigma, os chineses já praticam o uso racional e otimizado do tempo e trabalham com a estimativa de zero erros há muito tempo. Fazer bem, da primeira vez, bem rápido e dentro da lei e da ética, para atender e superar as expectativas dos clientes e receber mais projetos e encomendas deles… Não é isso que as empresas tanto desejam e incentivam seus funcionários a cumprir?! Sei que alguns leitores vão protestar, mas acreditem, o desejo deles é respeitar a lei dos países onde vendem seus produtos. Não é à toa que eles estão presentes em todos os países livres, com exceção da Índia, onde o governo proibiu os cidadãos de comprar produtos chineses…

9 – Trabalho em equipe e remuneração.

Por incrível que pareça, os chineses tem um senso de time e trabalho em equipe monumental! Eles tem consciência absoluta que seu trabalho influencia diretamente nos resultados e no atingimento dos objetivos financeiros da empresa, cujas premiações são compartilhadas por todos! Só vi esse orgulho e comprometimento nos americanos, mas de qualquer forma, nós (brasileiros) estamos um pouco atrasados nesse sentido. Reclamamos muito da vida e não pagamos o preço do sucesso. Achamos que vamos ganhar na loteria ou que vamos nos tornar pagodeiros ou jogadores de futebol…

As empresas chinesas são empresas multinacionais de atuação global, e não empresas do partido comunista chinês. Quando aceitarmos essa afirmação, vamos olhar para as empresas chinesas como grandes players com filosofias diferentes e mais eficientes de pesquisa, gerenciamento e delivery, e não como ladrões de empregos…

10 – Boatos, medos e valorização do passe.

Eu escuto muito boatos ! Recebo emails com piadas e recomendações para não trabalhar em empresas chinesas, pois vou trabalhar 16 horas por dia, sem almoço e no fim de alguns meses, serei avaliado como insuficiente e demitido! Ora, mas e se for justamente o contrário? E se a empresa respeitar a legislação brasileira? E se pagar as horas extras regiamente? E se eu tiver sucesso em uma empresa chinesa, como vai ficar minha imagem perante o mercado? Será a imagem de alguém que lutou, pagou o preço, aprendeu e venceu! Meu passe estará valorizado…

Infelizmente só conheci meu pai aos 16 anos, e pouca coisa ele me ensinou, mas ele era um ótimo profissional, e me ensinou uma coisa que me influenciou muito em minha carreira: ”O único trabalho que aparece é o trabalho árduo.”

Abraços a todos e vamos trabalhar!

Ni hao, wo shi MARCELO ALMEIDA

Formado em Gestão de TI - UNIP; Terminando MBA em Gerência de Projetos - UNIP; Gestão de Pessoas - IBMEC; Estudando ITIL e PMP.

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Saturday, March 3, 2012
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Carreira: Salário é uma parcela da remuneração

Lendo sobre gestão de remuneração e depois fazendo o meu plano de leitura diário da Bíblia me deparei com o texto de Gênesis 29, onde Labão, um dos homens da história, pede a Jacó que lhe diga quanto deveria ser seu salário, já que estava trabalhando em sua casa. Jacó pede então Raquel, a filha de Labão, em casamento. Estamos falando de um texto de mais de 2000 anos antes de Cristo e lá já existia a questão da remuneração.

Esse aspecto é interessante já que muitas vezes ocorrem confusões em que os dois termos são tratados como sinônimos, salário e remuneração. O que na realidade não é correto, já que salário é uma parte da remuneração, provavelmente o tradutor da Bíblia usou o termo salário (em algumas versões como a Almeida), quando traduziu o texto, pois o mesmo foi criado no Império Romano1. Mas a questão aqui não é histórica, mas apenas um gancho para falar sobre os dois termos.

Devemos enfatizar que remuneração é um conceito mais abrangente e engloba salário, benefícios, treinamentos, bônus e tudo o mais que a empresa proporciona ao colaborador pelo trabalho realizado, e seus resultados. O salário, é a parte fixa da remuneração, e motivo muitas vezes de comparação entre funcionários de uma mesma empresa e/ou entre conhecidos do mesmo ramo. As empresas também se preocupam em buscar equiparações salarias de seus times, analisando por regiões e muitas outras características, utilizando instituições reconhecidas e sérias.

O que devemos ter em mente na hora de comparar os salários entre as empresa é que o conceito de remuneração total (total reward) é a melhor forma de analisar. Assim todos os aspectos são avaliados: salário x salário, benefícios x benefícios, treinamentos x treinamentos, programas de remuneração variável como bônus, etc. Só assim vamos ser mais justos em nossas conversas.

Não podemos nos esquecer de que todo trabalhador é digno do seu salário e que esses sejam justos. Beverly Zimpeck disse “Em uma sociedade constituída segundo os nossos padrões, o empregado atua estimulado pelos seguintes fatores: ambição e orgulho, necessidade de reconhecimento social e compensação financeira.”

1 Wikipedia – Termo salário.

Fonte: rvlopes.wordpress.com

Renata Valéria Lopes. Profissional com mais de 20 anos na área de Tecnologia da Informação. Graduada em Processamento de Dados e Pós-graduada em Gestão Empresarial.

Wednesday, November 30, 2011
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Um mundo ainda experimental – Social Media: carreira ou passatempo?

É a modinha da Web. Falar em Social Media é estar nas grandes rodas intelectuais do especialistas em previsões tecnológicas ou pelo menos estar comentando sobre o assunto do momento.

Tenho visto inúmeros cursos com a proposta no melhor estilo “mais do mesmo”. Onde somente mostram a plataforma e nem se quer indicam formas de uso dessas para justamente fazer o trabalho de Social Media. Estranho isso, não? Já que a chamada do Curso é – ”Aprenda a usar Social Media para seu negócio fazer negócios.”

Na verdade, temos um mundo completamente experimental e que dificilmente fugirá dessa realidade. Estamos falando de uma nova forma de comunicação e acesso a pessoas específicas, portanto não pense que Social Media é uma nova forma de fazer negócios diretos, tão simples quanto o Google Adwords. Não, definitivamente não. Social Media é a forma de comunicação mais direta existente na internet e também serve como ferramenta de mensuração de resultados e pesquisa sobre diversos assuntos, em último caso é canal de venda direta. Na verdade antes disso é mais fácil fazer a venda boca-a-boca, como é a proposta do Facebook Commerce em ter sua loja on-line dentro da plataforma Facebook e por ela os que compram ou não podem replicar seu produto para diversas pessoas. Algumas ferramentas permitem usar o calendário de aniversário de um contato nessas redes para assim presenteá-lo comprando alguma coisa nessa loja. Fantástico, o uso correto de Social Media para vendas, ou seja, interagir é o principal objetivo aqui e depois da interatividade, ai sim, vender se for do agrado do cliente.

O trabalho de Social Media exige do profissional uma capacidade além da comum, pois não existe estratégia perfeita, não existe fórmula mágica e nem se quer o pior ou melhor trabalho realizado, o que existe é a possibilidade de uso dessa ferramenta para se atingir um objetivo, portanto, muito difícil de fazer qualquer previsão já que se estará trabalhando com pessoas – diretamente com pessoas.

Você não controla a reação, você não pode prever o que terão desejo de falar, você não pode se quer criar expectativa sobre tal projeto. Essa é a realidade. Na verdade, você pode amenizar todos os aspectos negativos fazendo um trabalho em conjunto com consultoria para e-commerce, movimentando então esforços para reajustar todos os processos da loja afim de ter um serviço mais coerente e que não permita erros comuns, fazendo isso as chances de sucesso são muito maiores.

Mas, então Social Media é jogar dinheiro pela Janela?

Não, na verdade, como em qualquer projeto on-line, trabalhar Social Media requer conhecimento tanto de tecnologia como também de relacionamento, ou seja, o profissional à frente do projeto não pode ser nem só tecnológico, nem só especialista em relacionamento humano, ele precisa ter ambas as habilidades. O profissional que normalmente é nomeado como Planner tem que ter essas habilidades bem definidas.

O projeto de Social Media que tenha segurança, credibilidade e duração não é de custo reduzido, é um trabalho a longo prazo, que exige dedicação de muitas horas diárias, exige monitoramento constante e flexibilidade para mudar o rumo do projeto a qualquer momento afim de aproveitar oportunidades de comunicação direta com esse público.

Não cabe como profissional de Social Media aquele que faz atualizações em um perfil comercial,  ou seja, aquele que somente é pago para postar um post aqui, outro lá e assim por diante. Na verdade o profissional de Social Media ele é capacitado para tarefas como planejamento estratégico, gestão, desenvolvimento tecnológico (pelo menos o básico para orientação do projeto), conhecimento em relacionamento humano, conhecimento de mercado, pesquisa… São inúmeras habilidades que definem os reais profissionais de Social Media.

Talvez, por ser uma área completamente nova e em fase experimental é que temos um grande número de entrantes com desejo de autonomear-se Profissional de Social Media. É complexo, todos temos que começar de alguma maneira, há pessoas iniciando assim e se tornando um bom profissional, como  também muita gente fazendo grandes besteiras e ‘queimando’ esse mercado, mas cabe a cada um pensar e fazer uma auto-análise – Eu tenho as habilidades complementares para ser um profissional de Social Media, ou apenas eu gosto de mexer com redes sociais?

A dica para profissionais:

A dica que dou aqui, para qualquer profissional, seja formado, certificado ou autodidata – não importa, o que vale é saber onde você está pisando e se tem consigo as ferramentas (habilidades) necessárias para trilhar o terreno alvo.

Como em um mundo de tecnologia tudo é muito próximo, ou seja, você está trabalhando com desenvolvimento web e pretende mudar para Social Media, é simples, é uma mudança rápida – portanto, pense realmente se você tem as habilidades necessárias para esse mercado, as vezes ser um bom Desenvolvedor não quer dizer um bom profissional de Social Media, existem muitas diferenças nessas áreas, apesar de andarem juntas.

Eu insisto em que o candidato a profissional de Social Media precisa pensar e ter uma auto análise pelo fato de que pode até migrar de profissão, só que se fizer um trabalho ruim certamente ao retornar para a antiga profissão não terá tantos contatos profissionais como antes. Eu já vi isso acontecer e por isso me motivo a levantar essa bandeira – Fique onde você se sente bem, na profissão que você gosta e somente modifique se realmente tem a certeza que será competitivo para o mercado.

A dica para empresas:

Ficar de fora, realmente não é possível. De um jeito ou outro você estará lá. Mas, como ter um presença qualificada se é um mundo ainda experimental?

A contratação de profissionais qualificados é a resposta, é a única forma de garantir que de uma maneira ou outra seu investimento trará retorno.

Primeiro critério é que o profissional de Social Media ele é um excelente profissional de atendimento, ou seja, a forma que ele atende você certamente será a forma que atenderá os seus consumidores, analise o material de apresentação, a forma com que se disponibiliza a resolver problemas, a flexibilidade, as frequência de idéias, o investimento em conhecimento, o desejo em levar a empresa contratante para um nível superior em social media – fugindo do simples perfil atualizado todos os dias, se é ou não um profissional organizado, se apresenta projetos detalhados e bem apresentáveis… Enfim, muitas características no atendimento desse profissional é que pode lhe informar se é ou não viável a contratação.

Sobre investimento é óbvio que cada profissional terá seu preço, alguns muito diferente dos outros, isso não é regra de qualidade – portanto mesmo depois do orçamento se deve verificar o tipo de atendimento que esse profissional se dispõem a fazer.

Vale lembrar que o profissional de social media está sendo pago para funções de Social Media e não desenvolvimento, ou seja, ele fará análises, pesquisas, relatórios, atualizações, criará campanhas em parceria com a empresa contratante, fará parcerias para a empresa contratante, mas raramente esse profissional fará qualquer desenvolvimento de sites, hotsites ou aplicativos. Há também a possibilidade desse profissional ter parceiros, ou trabalhar em uma agência que tem esse tipo de serviço, tente negociar um pacote de serviços – uma maneira de economizar. Normalmente todo planejamento de Social Media está ligado a desenvolvimento de algum hot site promocional, aplicativo e outros…

Por fim, essas são as dicas que tenho para deixar por hoje e espero que tenha ajudado tanto a profissionais que estão nessa fase migratória e também para empresas no quesito contratação. Caso tenham mais dicas ou experiências para compartilhar conosco, comente abaixo.

Sucesso a todos, um grande abraço.

Luiz Castro Jr.
alpisconsultoria.com

Diretor da Alpis Consultoria. E-commerce, Marketing Digital, desenvolvimento de Sites, Planejamento e Estratégia Digital.

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Friday, September 2, 2011
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Carreira em TI – Como começar com o pé direito?

Que sobram vagas na área de TI, todo está mundo cansado de saber. É comum, volta e meia, aparecer no noticiário alguma reportagem sobre o apagão de profissionais na área de Tecnologia da Informação, mostrando os altíssimos (altíssimos?) salários e a enorme oferta de vagas.

Porém, nem tudo são flores. Muitas vagas para profissional Junior exigem muitos conhecimentos – às vezes, até vagas de estágio solicitam “sólida experiência” ou “domínio”. Felizmente existem empresas que proporcionam treinamento, mas elas ainda são poucas (a empresa onde eu trabalho, por exemplo). E nesse instante começa o dilema de tostines: não consigo um trabalho por que não tenho experiência, não tenho experiência por que nunca trabalhei…

Óbvio que não existe uma receita ou um roteiro para ingressar no mercado ou iniciar uma carreira de sucesso – até porque, seria muita petulância de minha parte – mas seguem algumas dicas que foram, estão sendo e serão ainda úteis para mim:

1-) Estude!

Pode parecer piegas dizer isso, mas de fato, é importantíssimo estudar. O estudo, porém,  deve ter um foco, deve ser direcionado. Não adianta estudar Esperanto, Psicologia, e Geografia do Brasil se a intenção é atuar como programador. A melhor forma, ao meu ver, pra dar um “start” é fazer um curso técnico de informática. Um bom curso técnico abrange, de modo prático, as seguintes áreas: infra-estrutura , programação, banco de dados e análise.  O conhecimento adquirido servirá como base e com certeza será um diferencial em seu currículo, além de servir como orientador vocacional. Um curso técnico tem de um ano e meio a dois anos de duração. Para quem mora no estado de São Paulo, recomendo as ETECs (apesar de eu ser suspeito, pois sou ex-aluno ) e o IFSP (antiga CEFET ) que além de gratuitos, são excelentes. Existem outros “Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia” Brasil a fora, mas como não conheço, deixo a escolha ao cuidado de vocês.

2-) Estude Mais!

Todo mundo que trabalha ou quer trabalhar em TI deve ter uma coisa em mente: é importante sempre se manter atualizado, ou seja, estudando. Pode ser um curso de uma linguagem de programação, uma certificação ou até mesmo atuando como autodidata. O profissional de TI deve sempre se manter atualizado e antenado, seguindo as tecnologias.

Apesar de muitos cargos na área de TI não exigirem curso superior, eu considero que a Faculdade é um divisor de águas. É óbvio que você aprenderá muito (em alguns casos, não tanto quanto esperava…) mas acredito que o principal papel da Faculdade na área de TI é a inserção no mercado de trabalho. Muitas empresas estreitaram a relação com as faculdades, oferecendo tecnologias e especializando professores, e em troca, recruta para seu corpo de funcionários os alunos da instituição. Mesmo que sua faculdade não tenha um programa desse tipo, ou que você não tenha sido selecionado, não se desespere. Aproveite o parco tempo livre e se dedique aos estudos. É interessante também produzir conhecimento, seja participando de um grêmio ou com a iniciação científica. Porém, caso seu interesse não seja a carreira acadêmica, aconselho que foque seus esforços em conseguir um estágio, que é um dos melhores meios para entrar no mercado. O momento para começar a procurar um estágio é logo após o primeiro dia de aula na faculdade.

3-) Estagie!

O estágio é um período de aprendizado intenso e, ao meu ver, a melhor forma de começar bem uma carreira em qualquer área, principalmente em TI. O estágio é um contrato firmado entre uma empresa, um aluno e a instituição de ensino. Por isso, só pode ser contratado como estagiário um estudante, devidamente matriculado em uma faculdade ou curso técnico. Um contrato de estágio tem duração de até 2 anos e não se caracteriza como vínculo empregatício.

Ao se deparar com uma oportunidade de estágio, deve-se levar em conta o aprendizado: mesmo que exista outra vaga que pague bem mais, será ela que proporcionará mais conhecimento? O valor da bolsa auxílio não deve pesar na hora da escolha. Esse período deve ser visto como um investimento.

É importante levar o estágio a sério, pois, apesar de estar em fase de aprendizado, o estagiário já é um profissional! Mas isso já é tema para outro artigo…

Teve uma experiência parecida? Tem conteúdo a acrescentar? Achou meu texto um monte de besteira? Dê seu feedback nos comentários, ou então mande um email para milton@deoliveiraneto.com. Sua interação é importante!

Friday, March 11, 2011
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Carreira: 70 mil vagas de emprego na área de TI no Brasil

Saturday, February 19, 2011
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São Paulo terá Feira da Carreira Pública

A 2ª edição da Feira da Carreira Pública será realizada entre os dias 18 e 20 de fevereiro, em São Paulo. A entrada é gratuita.O evento, que será no Palácio de Convenções do Anhembi, reunirá especialistas na área de concursos para orientar e esclarecer sobre as tendências das seleções públicas para este ano e dar dicas de como se preparar. Além disso, diretores de recursos humanos de instituições públicas estarão no evento. Haverá ainda sorteios para concorrer a livros, bolsas de estudo e descontos em cursos.A feira contará com mais de 70 palestras com autoridades, especialistas e professores e também aulas-show sobre os temas dos concursos do momento "Nossa intenção é reunir em apenas um local todo tipo de informação sobre a carreira pública. Mostrar os benefícios e vantagens do funcionalismo público, principalmente para os jovens que estão saindo da faculdade em busca do primeiro emprego", diz a coordenadora da feira, Tatiana StéterOs visitantes poderão conhecer as características do setor público nas áreas fiscal, jurídica, judiciária, policial, educacional e militar, as carreiras existentes, as oportunidades de evolução profissional e dicas de preparação para provas.Na primeira edição da feira, em 2010, 38 mil pessoas passaram pelo evento. "Para 2011, nossa expectativa é que esse número cresça em pelo menos 10%", diz a coordenadora.O Palácio das Convenções do Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, Anhembi Parque - Santana (próximo à estação Tietê do metrô)Tags: concurso Publico, Feira da Carreira Pública