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Saturday, May 5, 2012
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Token no e-commerce: eis a questão

O Brasil tem um dos sistemas de internet banking mais seguros do mundo. Os altos níveis de token utilizados pelos bancos nacionais credenciam esse status. Aliás, a segurança do conceito de tokenização já chegou também ao acesso remoto, e-mails, entre outras ações que necessitam de maior segurança.

Mas a grande  questão é: por que um mercado que movimentou R$ 18,7 bilhões em 2011, segundo dados do e-bit, como o e-commerce brasileiro não utiliza esses padrões para as transações  com cartões de crédito?

Segundo pesquisas da CyberSource, as fraudes no comércio eletrônico nacional chegam a R$ 500 milhões.

Esse modelo de compra online já existe na Europa, por exemplo, na França e Inglaterra,  apresentando um alto índice de satisfação. Os principais bancos do país implementaram os tokens nos cartões de crédito e, para efetivar a compra, o consumidor recebe um código via celular.

O método europeu já é seguro , mas o cenário ideal para compras no e-commerce  seria a confirmação dos dados da compra (loja, valores e condições fechadas), associadas a identificação de dois fatores paralelos, como aliar o token a uma senha fixa que seria definida pelo usuário.

Esse  método viria para suprir e  fechar as lacunas de segurança nas transações on-line, uma vez que um dos principais problemas é a primeira autenticação de que o portador dos dados e cartão de crédito é realmente o proprietário do mesmo.

Além disso, esse método  também viria para acabar com uma das tentativas de fraudes que mais cresce no e-commerce nacional, as páginas falsas. Esse tipo de   fraude, segundo o Cert.br, teve um crescimento de 62% em 2011, passando de 39% a 49% do total de ataques. Hoje, essas páginas falsas  têm o mesmo número de invasões que os vírus instalados em computadores que furtam nossas informações, os chamados cavalos de troia. Esse crescimento só pode ser explicado por dois motivos: a relativa simplicidade de realizar o crime e  seu alto retorno, seguramente maior que  outras maneiras mais antigas e conhecidas de fraudar.

Então, diante dos dados expostos, além de diversos outros que também viriam para aumentar ainda mais o peso nesta balança, voltamos à pergunta feita no início do texto: Por que não começar logo a utilizar o token para transações online com cartões de crédito?

Visto a alta movimentação de compras online no país, inclusive o alto ticket médio que traz aparelhos eletrônicos, materiais de informática, passagens aéreas, entre outros, qual é o grande entrave para se aplicar esse método?

Porque é necessária a entrada dos bancos nesse processo, uma vez que, com a tokenização dos cartões de crédito e transações, são eles que teriam que dar  garantia aos consumidores.

Realmente existe a necessidade de dar mais esse passo na segurança das transações online. Já é hora do Brasil estar em um novo patamar. Agora só ficamos à espera do que realmente pode acontecer: ficaremos suscetíveis às tentativas fraudulentas ou consolidaremos com segurança, tecnologia e confiabilidade um dos maiores potenciais econômicos do país?

por Jean Luc Senac: Diretor da empresa EvoluCard,

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Friday, March 30, 2012
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Carreira em TI: fluência no inglês: ter ou não ter, eis a questão

Para mim esta é uma questão simples de se responder e serei curto e grosso… Se você quer ter uma carreira crescente em uma empresa de tecnologia, o inglês é um investimento prioritário. Sabe por que?

1. Certificações: A maioria das certificações é em inglês, mesmo as oferecidas e cursadas no Brasil;

2. Treinamentos e Programas de desenvolvimento: na sua maioria também são em inglês porque:

O mediador é um profissional de outra nacionalidade e vai ministrar o curso em inglês,Seu colega de trabalho é de outra nacionalidade e só fala inglês,Alguns cursos são oferecidos apenas fora do Brasil,Mas com certeza porque boa parte do material entregue e da referência bibliográfica é em inglês.

3. Gestão: Em algum momento você terá um chefe que só fala em inglês, seja ele americano, indiano, europeu, chinês, japonês… ou muito provavelmente terá dois chefes, o que chamamos de “duplo reporte” – além do chefe no Brasil, terá um outro na Europa/USA;

4. Crescimento na carreira: Seu próximo passo na carreira poderá ser trabalhar na unidade matriz no Vale do Silício, ou qualquer outro local entre o Hemisfério Norte e Sul;

5. Comunicação: muitos relatórios, e-mails, “conference calls” serão em inglês e, preste atenção, pois além de você entender o que está sendo tratado, você tem que participar ativamente e tomar decisões baseadas no seu entendimento do assunto.

Agora você me pergunta: mas e se eu trabalhar em uma pequena/média empresa nacional de tecnologia? Acho que neste caso não preciso ter fluência no inglês, certo? Erradíssimo. E sabe por que? Porque muito provavelmente, faz parte do Planejamento Estratégico da empresa crescer exponencialmente no Brasil ou até mesmo outros mercados, ou até quem sabe se interessar por um processos de fusões e/ou aquisições e, neste momento garanto que a fluência no inglês não será apenas fundamental como será fator decisório.

E agora? Vamos por partes, o primeiro passo é ter a consciência da necessidade do idioma (espero que agora você já tenha), avaliar qual seu nível no idioma e partir para o aprendizado ou aprimoramento. Mas não se preocupe, você pode aprender de diferentes maneiras: cursos presenciais e on-line, leituras de sites, livros, white papers e até mesmo happy hour em inglês.

Got it?

- O texto acima é de autoria do Fernando Garcia e é simplesmente perfeito! -

Quer mais uma razão para aprender inglês?

Livros de informática! Saiu um novo livro de informática, ótimo! Vou esperar chegar em português. Errado! Quando chegar em português já vai estar desatualizado. Na nossa área, a informação é muito volátil. O que você sabe hoje, amanhã já está defasado. Sem contar que muitas traduções ficam horríveis. Alguns tradutores resolvem traduzir termos técnicos, aí lasca tudo!

Um profissional de TI que não sabe inglês, realmente é uma lástima. Pra nossa área, saber inglês é tão básico quanto saber lógica de programação!

E se você ainda faz faculdade e já vai falar: “mas eu trabalho e estudo, não sobra tempo pra fazer um curso”, sobra tempo sim! Tirar 4 horas do seu sábado não vai te matar! Você não vai morrer porque seus amigos estão na praia ou na piscina se divertindo e você está no curso! Sei muito bem disso porque passei por essa situação. Acabei a faculdade e estou “viva” até hoje.

Veja um curso de inglês como investimento. Invista em você, e tenha certeza de que terá retorno no futuro! Você é o seu melhor investimento. Alguma hora pode surgir uma super oportunidade de emprego que requer inglês e você vai perder?

Ah, e também não tem essa de “eu sei inglês técnico“. Isso não existe! Ou você sabe inglês, ou você não sabe! Quer dizer que você só saber dizer computer, printer, screen (no caso de TI) e não sabe formar uma frase com essas palavras? Não sabe mais nada além disso? Peloamordedeus, não coloque isso no currículo, porque é MUITO feio! Coloque que você sabe inglês básico que fica muito mais bonito. E se você é da área de informática, é o mínimo né? O inglês técnico existe se você já sabe inglês, mas quer se especializar no vocabulário de alguma área (só pra ficar claro).

Ok, quero aprender inglês!

Indico esses 3 sites que são ótimos se você quer praticar/começar e não está a fim de gastar:

BBC - pra mim, é o melhor de todos. Acompanho sempre que posso.EnglishTown – bom que você recebe uma pequena lição todos os dias no seu email, basta se cadastrar!Live Mocha – este é uma rede social para aprendizado de línguas. Bem nível básico, mas é bom.

Se alguém souber de mais algum e que quiser deixar a sugestão, fico agradecida!

Post de referência: http://wp.me/pCF9v-gm

Bacharel em Ciência da Computação, trabalha como Engenheira de Software Sr em uma instituição financeira em projetos internacionais, em São Paulo. Já trabalhou na IBM como IT Specialist e líder de equipe para projetos internacionais. Possui 6+ anos de experiência em Java EE. Expertise em Java, atuando como JUG Leader no CampinasJUG e coordenadora do ESJUG, além de co-fundadora do JDuchessBR, grupos de usuários java. Expertise em Ext JS, um framework JavaScript, sobre qual escreveu um livro em inglês (Ext JS 4 First Look) lançado mundialmente pela Packt Publishing. Nas horas vagas escreve artigos técnicos e sobre carreira em TI nos blogs http://loiane.com e http://loianegroner.com. No blog também é possível encontrar cursos online gratuitos sobre produtos Sencha.

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