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Monday, May 21, 2012
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A EA Games pode ajudar no crescimento do Desktop Linux nas empresas?

Todos nós sabemos que no mundo Desktop o Windows impera absoluto e uma das grandes vantagens do Windows sobre o Linux é a grande variedade de softwares existentes, mas principalmente os softwares feitos para o mundo corporativo, destes, muitos são feitos pelas softwares houses menores, que desenvolvem seus produtos para o mundo Windows pelo simples motivo que muitas das grandes empresas de desenvolvimento também só desenvolvem para essa plataforma.

Como podemos ver existem vários fatores para os Desktops Windows imperarem, mas para esse fator mudar no mundo corporativo e o Linux começar a ter um número maior na participação nesse ambiente, depende de uma boa parte das grandes desenvolvedoras, porque se elas começarem a desenvolver para a plataforma Linux, ela estimulará as pequenas a fazerem o mesmo, pois elas pensarão: “Se as grandes desenvolvem, nós também podemos, pois assim teremos um maior campo de ação”.

Pensando nessa “fórmula”, um incentivador para essa mudança de postura pode vir de fora. Como muitos devem ter visto a EA Games, uma das gigantes do mundo dos jogos, anunciou dois jogos para a plataforma Linux, mais precisamente para o Sistema Operacional Ubuntu. Mesmo que seja via browser, já é um inicio, pois a EA Games declarou também que a intenção é continuar lançando jogos nesse estilo, pois vê a plataforma open-source uma folha em branco a ser descoberta.

Mas como essa ação pode alterar algo no mundo corporativo? Vamos a alguns fatos: se isso acontecer ela pode levar consigo outras gigantes a adotar essa mesma politica, pois um grande caso de sucesso sempre leva a alguns outros tentarem os mesmos. Outro fato que também tem que se levar em conta é que a maioria dos softwares tendem a migrar para o mundo Web, então essa cartada da EA pode ser muito bem pensada. Outras empresas podem podem começar a migrar para o desenvolvimento Web e enxergarem que o mundo Linux não é uma coisa assim tão obscura. Outro fator que também pode ajudar o Desktop Linux é que as empresas não terão que criar uma nova equipe de programação ou até mesmo aumentar a atual, se elas já possuírem uma equipe de desenvolvimento web. O que talvez elas terão que fazer é capacitar os atuais desenvolvedores, pois querendo ou não há uma diferença como os browsers funcionam em diferentes plataformas.

E um outro fator que também pode vir de fora para dentro das empresas é que se caso realmente a EA Games comece a lançar mais jogos para o Linux, muitas pessoas que hoje usam o Windows por causa dos jogos podem começar migrar para o Linux, e assim tornando um ambiente mais amigável para mais pessoas, facilitando a implantação do mesmo nas empresas.

Então como vimos a EA Games pode ser o inicio de um divisor de águas e mostrar que o mundo Linux é um ambiente em potencial. Temos que levar em conta também que nada nesse mundo é eterno. Citando um exemplo recente no mundo da informática, o browser IE foi por vários anos o líder de mercado do seu segmento no Windows e recentemente vem perdendo o posto para outros navegadores, tal como o Google Chrome, mostrando que se der escolha as coisas tendem a ficar mais iguais.

Agora só resta aguardar e esperar o resultado dessa investida.

Friday, April 6, 2012
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Instalando Apache + PHP + MySQL no Windows, Linux e Mac OS com XAMPP

Já publiquei aqui no blog um tutorial bem parecido com esse, mas usando o WAMP. O WAMP está disponível apenas para Windows.

Hoje resolvi escrever um tutorial sobre o XAMPP, que pelo que percebi, é bem mais popular e suporta os 3 sistemas operacionais mais usados pelo pessoal: Windows, Linux e Mac OS. Vamos então ao passo a passo. No exemplo resolvi utilizar o Windows como SO.

1 – O primeiro passo é fazer o download do arquivo nesse link. Baixe o arquivo para o seu sistema operacional. Quando terminar de fazer do download, vamos instalar. Primeiro, escolha uma língua – português não está disponível ainda.

2 - O instalador é bem simples, então clique em “next“:

3 – Escolha o diretório de instalação. No Windows, o diretório padrão é “C:/xampp“. Clique em “next“:

4 – Escolha se deseja instalar o Apache, MySql e o Filezilla como serviço; caso positivo, mas as opções que não estão marcadas no screenshot abaixo também. Depois, clique em “Install”:

5 – Espere a instalação terminar…

6 – Clique em “Finish”:

7 – Uma mensagem irá aparecer dizendo que  a instalação terminou e os serviços escolhidos foram instalados:

8 – Outra mensagem irá aparecer. Se clicar em “Yes“, o painel de controle do Xampp irá se abrir:

9 – Nesse caso, pedi para iniciar os serviços do MySql e Apache:

10 – Se tentar acessar o endereço “locahost“, a seguinte página irá aparecer:

11 – Se quiser fazer o deploy de alguma aplicação, basta colar a pasta da aplicação dentro da past htdocs. Nesse caso, apenas colei o SDK do ExtJS 4 que fiz download do site da Sencha.

12 – Agora basta acessar o link da aplicação está tudo pronto e funcionando direitinho!

Até a próxima! :)

Bacharel em Ciência da Computação, trabalha como Engenheira de Software Sr em uma instituição financeira em projetos internacionais, em São Paulo. Já trabalhou na IBM como IT Specialist e líder de equipe para projetos internacionais. Possui 6+ anos de experiência em Java EE. Expertise em Java, atuando como JUG Leader no CampinasJUG e coordenadora do ESJUG, além de co-fundadora do JDuchessBR, grupos de usuários java. Expertise em Ext JS, um framework JavaScript, sobre qual escreveu um livro em inglês (Ext JS 4 First Look) lançado mundialmente pela Packt Publishing. Nas horas vagas escreve artigos técnicos e sobre carreira em TI nos blogs http://loiane.com e http://loianegroner.com. No blog também é possível encontrar cursos online gratuitos sobre produtos Sencha.

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Friday, March 30, 2012
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Linux Essentials – Uma certificação para quem quer começar

Hoje, no mundo da TI, existe uma enorme discussão entre o que vale mais: você ter uma certificação ou você ter uma faculdade? Cada qual tem a sua importância para o que você quer da sua carreira. Mas esse artigo hoje não discutirá o que é melhor, pois já existem vários artigos sobre o mesmo “rodando” na internet, e também não será voltado para profissionais que já estão na ativa, mas sim para quem está pensando entrar nessa área e está no dilema da pergunta acima.

Recentemente a LPI (Linux Professional Institute), a renomada instituição que emite certificados para o mundo Linux, tais como os certificados LPIC níveis I, II e III, lançou uma versão não-profissional chamada Linux Essentials.

Mas para que uma instituição como ela iria querer lançar um certificado que não teria validade para profissionais? A resposta é simples: Uma das respostas dadas para a pergunta do início do texto também vale para essa, hoje muitos optam por tirar uma certificação para conseguir um ingresso mais rápido no mercado e pensando nesse público alvo ela lançou essa certificação, mas para ajudar com a nossa resposta vamos a um cenário bastante comum hoje no mercado de trabalho.

Um jovem entre 15 e 20 anos buscando uma vaga de estágio em alguma empresa para iniciar sua carreira. Como todos sabem quando estamos nessa época os currículos não tem muita diferença dos outros candidatos sem experiência e geralmente esse individuo nunca disputa uma vaga de estagio somente com candidatos do mesmo nível que ele, exceto quando existe o requisito do mesmo na vaga, com isso tornando a vida mais difícil.

O que seria um diferencial para ele ganhar uma vaga de estagio sem ter experiência? Demonstrar que possui o conhecimento básico necessário para a vaga. Porque, óbvio, que conhecimento profissional ele não teria. Mas como ele demonstraria que possui esses conhecimentos básicos? Através de uma certificação, mas se ele chegar com uma certificação de nível profissional como a LPIC I, talvez seu currículo fosse descartado por ser “bom de mais” para a vaga, além do mais outro problema seria: como uma pessoa que nunca trabalhou pode ter essa certificação profissional? Neste caso, a Linux Essentials cobre essa lacuna, pois por não ser de nível profissional, o candidato demonstra que sabe do assunto, sem colocar o currículo no caso “bom demais”.

E por que a Linux Essentials é tratada como uma certificação não-profissional? A resposta também é simples: ela cobre assuntos básicos do mundo Linux, tais como: a evolução da plataforma, diferença de distros, como usar as linhas de comandos para executar tarefas básicas, sem contar as partes de manutenção, como usar um sistema desktop e procurar ajuda do mesmo e com isso certificar que a pessoa possui os conhecimentos básicos da plataforma.

Se você se enquadra no exemplo acima é uma boa ideia pensar em tirar essa certificação. Ela também é voltada para outro público alvo que é de professores de cursos, que podem demonstrar também que possuem o conteúdo para ministrar o curso em questão.

Outro diferencial dessa certificação para outras é o preço. A LPIC I custa US120,00 enquanto a Linux Essentials custa US50,00. Se formos converter para o Real, hoje elas sairiam respectivamente em média de R$217,00 e R$ 90,00. Uma boa diferença para inicio de carreira, não?

Mas lembre-se: cursos, faculdades e certificações ajudam a comprovar, mas o que faz o diferencial para a sua carreira e o seu conhecimento, e para adquiri-lo sempre tenha boa vontade de aprender.

Mais informações em: http://www.lpi.org/linux-certifications/intro-programs/linux-essentials

Tuesday, March 20, 2012
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SeamlessRDP – Integrando aplicações Windows em Desktops Linux

Hoje com o aumento da interoperabilidade no mundo empresarial, os desafios estão sendo cada vez maiores. No mundo dos servidores uma das integrações mais feitas é a de servidores de arquivos com autenticação no AD, para que os usuários dos desktops Windows possam ver seus arquivos de uma forma transparente, como se estivessem trabalhando em um ambiente homogêneo.

Uma outra crescente também são os desktops linux ingressando nestes ambientes, principalmente em micro e pequenas empresas que não querem gastar com o licenciamento ou não querem entrar no mundo da pirataria, então aderem ao mundo do software livre. Estas empresas acabam enfrentando um outro problema, a maioria das aplicações existentes para um mundo corporativo são para ambientes Windows, então como vou usar essas aplicações no meu desktop linux?

Para essa pergunta a solução é simples e bem antiga, usar o TS (Terminal Services ou Serviços de Terminal) em um servidor Windows 2003 ou o RDS (Remote Desktop Services ou Serviços de Área de Trabalho Remota) em um servidor Windows Server 2008.

Se o usuário precisa de usar apenas uma aplicação basta definir ela na guia ambiente no perfil do usuário Windows, mas e se caso precisa executar mais de uma essa solução não funciona. Para isso existe uma solução simples para o mundo Linux chamada Seamless rdp.

O Seamless é um modo integrado no rdesktop que permite que você execute somente a aplicação Windows que queira através da linha de comando, para isso basta um parâmetro do lado do comando rdesktop para ele funcionar do lado do cliente, isso será demonstrado mais a frente. Mas e no servidor não é preciso configurar nada? Sim em um servidor 2003 é necessário 3 passos para isso:

1º – Baixe o seguinte arquivo: http://www.cendio.com/seamlessrdp/seamlessrdp.zip
2º – Extraia o arquivo para uma pasta no seu servidor. Ex: C:\seamlessrdp\
3º – Use e Aproveite.

No Windows Server 2008 é necessário duas configurações a mais:

1º – Habilitar o RDS: Conforme o site: https://msmvps.com/blogs/msvirtualization/archive/2011/01/11/instalando-o-remoteapp-server.aspx

Nota: No site fala para habilitar a configuração mais segura, porém, como não é uma solução para o mundo Windows habilite a opção: “Allow connections from computers running any version of Remote Desktop (less secure)” (Permitir conexões de computadores executando qualquer versão da Área de Trabalho Remota)

2º – Na configuração do RemoteAPP (Iniciar > Ferramentas Administrativas > Serviços de Área de Remota > Gerenciador do RemoteApp), vá em RD Session Host Server (Servidor de Host da Sessão da Área de Trabalho Remota) e habilite a opção “Allow users to start both listed and unlisted programs on initial connections” (Permitir usuários iniciar ambos aplicativos listados e não listados sobre conexões iniciais)

Com o seu servidor Seamless instalado basta agora executar o aplicativo do lado do cliente, para isso, como dito anteriormente, basta adicionar um parâmetro na linha de comando do rdesktop que é a letra A (em maiúsculo), com isso se caso você queira executar a calculadora do Windows digite o seguinte comando no terminal do Windows:

rdesktop -A -s ‘caminho_do_seamlessrdp.exe_no_seu_servidor “calc”‘ “ip_ou_nome_do_servidor_seamlessrdp”

Ex: rdesktop -A -s ‘C:\seamlessrdp\seamlessrdpshell.exe “calc”‘ “192.168.0.1?

Agora o desktop linux já está preparado para executar aplicações Windows, mas como disse anteriormente, essa solução só é interessante se o usuário precisa executar mais de uma aplicação e para automatizar segue um script para facilitar a vida:

#!/bin/bash
echo “1 – VSphere”
echo “2 – Calc”
echo “3 – IE”
read -p “Escolha o Programa:” OPT
case $OPT in
1) rdesktop -A -s ‘C:\seamlessrdp\seamlessrdpshell.exe “C:\Program Files\VMware\Infrastructure\Virtual Infrastructure Client\Launcher\VpxClient.exe”‘ “192.168.0.1?;;
2) rdesktop -A -s ‘C:\seamlessrdp\seamlessrdpshell.exe “calc”‘ “192.168.0.1?;;
3) rdesktop -A -s ‘C:\seamlessrdp\seamlessrdpshell.exe “C:\Program Files\Internet Explorer\Iexplore.exe”‘ “192.168.0.1?;;
*);;
esac

Este script realiza o seguinte:

1º – Pede para o usuário digitar o número a qual pertence o programa que quer executar: 1 para o VSphere da VMWare, 2 para a calculadora e 3 para o IE
2º – Armazena o valor na variável OPT
3º – Entra no case e dependendo do valor executa o programa desejado

Nota: Neste exemplo o caminho seamlessrdpshell.exe está na pasta “C:\seamlessrdp” e o servidor tem o endereço 192.168.0.1. Personalize da maneira que melhor lhe atender.

Pronto, você agora você já tem um ambiente configurado e automatizado para executar aplicações Windows através do Seamlessrdp e aproveitar ao máximo.

Observações:

Para essa solução é necessário licenças de TS (Windows Server 2003) ou RDS (Windows Server 2008), que o preço é bem inferior ao de uma licença Desktop Windows.Para quem gosta do Wine e diz que ele pode executar essa tarefa, uma observação: ele pode fazer isso, mas não com a mesma facilidade e a estabilidade do Seamlessrdp.Para quem é do mundo Windows essa solução é semelhante ao RemoteApp do Windows Server 2008.
Saturday, March 3, 2012
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Baixe a versão 5 R2 da distribuição Linux “BackTrack”

Ontem, 01/03/2012, foi disponibilizado para download a nova versão da distribuição BackTrack, esta que é considerada por muitos profissionais da área de segurança da informação como uma das melhores distribuições Linux quando se trata do assunto.

A nova versão (BackTrack 5 R2) conta com a correção de vários bugs, kernel 3.2.6 (oferecendo um melhor suporte para as placas wireless), atualizações e a adição das seguintes ferramentas:

arduino, bluelog, bt-audit, dirb, dnschef, dpscan, easy-creds, extundelete, findmyhash, golismero, goofile, hashcat-gui,  hash-identifier, hexorbase, horst, hotpatch, joomscan, killerbee, libhijack, magictree, nipper-ng, patator, pipal, pyrit, reaver, rebind, rec-studio, redfang, se-toolkit, sqlsus, sslyze, sucrack, thc-ssl-dos, tlssled, uniscan, vega, watobo, wcex, wol-e, xspy

Nesta nova versão, o pessoal que desenvolve o BackTrack incluiu atualizações do Ubuntu nos repositórios, fazendo com que as atualizações disponíveis para o Ubuntu sejam utilizadas para tornar a distribuição mais segura e estável.

Para quem quiser fazer o download, instalar e testar a nova versão da distribuição segue o link: http://www.backtrack-linux.org/downloads/

Usem com responsabilidade!

Fica ai a dica!

Deixem suas opiniões e complementos ao post!

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Tuesday, September 6, 2011
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Usuários e Grupos no Linux

No Linux, as restrições básicas de acesso são implementadas através de um sistema de permissões simples, porém eficiente, que consiste em um conjunto de três permissões de acesso (ler, gravar e executar) e três grupos (dono, grupo e outros), que combinados podem fazer muita coisa.

Usuários

Quando falamos em Gerenciamento de usuários no Linux, os dois comandos mais básicos são adduser e passwd, que permitem, respectivamente, adicionar novos usuários e alterar as senhas de acesso posteriormente.

# adduser italo

Cria o usuário italo, onde será pedido algumas informações do mesmo, dentre elas a senha.

# passwd italo

Altera a senha do usuário ítalo

Para remover um usuário anteriormente criado utilize o comando deluser

# deluser ítalo

Este comando remove apenas a conta do usuário, sem apagar seus arquivos no diretório /home, para apagar esses arquivos, utilize o comando com o parâmetro  –remove-home

# deluser ítalo –remove-home

Se você quiser bloquear a conta de um usuário, utilize o comando:

# passwd –l ítalo

Para desbloquear a conta use:

# passwd –u ítalo

Os usuários são cadastrados no sistema através do arquivo /etc/passwd. Acessando este arquivo você verá informações referentes aos usuários, tais como:

italo:x:1001:1001:,,,:/home/ítalo:/bin/bash

Neste arquivo, cada campo é separado por :.

italo – Nome de Login do usuáriox – Indica que a senha do usuário está localizada no arquivo /etc/shadow1001 – UID do usuário1001 – GID do usuário,,, – Informações do usuário, tais como Nome, Telefone. Observe que neste exemplo essas informações não foram preenchidas./home/ítalo – Diretório HOME do usuário. /bin/bash – Shell do usuário, ou seja, o programa que irá enterpretar os comandos que o usuário executar.

É possível editar as configurações do usuário manualmente através deste arquivo.

No arquivo /etc/shadow são salvas as senhas dos usuários.

Grupos

Além das configurações de usuários, temos as configurações de grupos, que permitem organizar os usuários e definir as permissões de acesso de forma mais genérica.

Para adicionar um grupo, utilizamos o comando groupadd, como em:

# groupadd professores

Para adicionar os usuários desejados ao grupo, usamos o próprio comando adduser, seguido pelo login e o grupo ao qual ele deve ser adicionado (uma conta de cada vez).

# adduser ítalo professores

Para mostrar os grupos a qual o usuário ítalo pertence, use o comando:

# groups ítalo

As informações sobre os grupos e seus usuários ficam salvas em /etc/group.

Neste arquivo é possível adicionar um usuário a um grupo manualmente, basta colocar uma vírgula seguida do nome do usuário que deseja acrescentar:

professores:x:1002:ítalo, gabriella

Assim, o usuário gabriella agora fará parte do grupo professores.

Referência: Guia do Hardware
Confira mais em: www.techlivre.com.br

Thursday, September 1, 2011
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Linux – Sistema de Permissões

No Linux, as permissões são agrupadas em três atributos principais: leitura, gravação e execução (no caso de arquivos) ou listagem do conteúdo (no caso das pastas). Eles são representados, respectivamente pelas letras r,w, x.

As permissões são definidas de forma separada para o dono, o grupo (que inclui todos os usuários incluídos nele) e para os outros, ou seja, todos os demais usuários do sistema. Em geral, o dono tem acesso completo, o grupo tem permissões variáveis  e os demais apenas podem ler os arquivos, sem fazer qualquer alteração.

A ideia básica da segurança no sistema GNU/Linux é definir o acesso aos arquivos por donos, grupos e outros usuários:

Dono – É a pessoa que criou o arquivo ou o diretório. Normalmente, somente o dono pode modificar as permissões de acesso do arquivo. As permissões de acesso do dono de um arquivo somente se aplicam ao dono do arquivo/diretório. A identificação do dono também é chamada de user id (UID).Grupo – Permite que vários usuários diferentes tenham acesso a um mesmo arquivo mesmo não sendo dono daquele arquivo. Por padrão, quando um novo usuário é criado e não especificar nenhum grupo, ele pertencerá ao grupo de mesmo nome do seu usuário. A identificação do grupo é chamada de GID (group id). Um usuário pode pertencer a um ou mais grupos. outrosOutros – É a categoria de usuários que não são donos ou não pertencem ao grupo do arquivo.

Quanto aos tipos de permissões que se aplicam ao dono, grupo e outros usuários, temos 3 permissões básicas:

r – Permissão de leitura para arquivos. Caso for um diretório, permite listar seu conteúdo (através do comando ls, por exemplo).w – Permissão de gravação para arquivos. Caso for um diretório, permite a gravação de arquivos ou outros diretórios dentro dele. Para que um arquivo/diretório possa ser apagado, é necessário o acesso a gravação.x – Permite executar um arquivo (caso seja um programa executável). Caso seja um diretório, permite que seja acessado através do comando cd.

As permissões de acesso a um arquivo/diretório podem ser visualizadas com o uso do comando ls -l. As 3 letras (rwx) são agrupadas da seguinte forma:

drwxr-xr– root root teste

A primeira letra diz qual é o tipo do arquivo. Caso tiver um “d” é um diretório, um “l” um link a um arquivo no sistema, um “-” quer dizer que é um arquivo comum, etc.

Da segunda a quarta letra (rwx) dizem qual é a permissão de acesso ao dono do arquivo. Neste caso root ele tem a permissão de ler (r – read), gravar (w – write) e executar (x – execute) o arquivo computadores.

Da quinta a sétima letra (r-x) diz qual é a permissão de acesso ao grupo do arquivo. Neste caso todos os usuários que pertencem ao grupo root tem a permissão de ler (r), e também executar (x) o arquivo teste. Lembre-se que quanto um usuário é criado, um grupo com o nome do usuário também é criado. Isso explica o fato do “root root”, que indica que o arquivo pertence ao usuário root e ao grupo root.

Da oitava a décima letra (r–) diz qual é a permissão de acesso para os outros usuários. Neste caso todos os usuários que não são donos do arquivo teste tem a permissão somente para ler (r) o arquivo.

O primeiro root indica o nome do dono do arquivo.

O segundo root indica o nome do grupo que o arquivo pertence.

A palavra teste indica o nome da pasta.

Para ajustar as permissões de acesso de um arquivo/diretório, utilizamos os comandos chmod e chown. O primeiro permite ajustar as permissões de arquivos e pastas, enquanto o segundo permite transferir a posse, dizendo a qual usuário e a qual grupo determinada pasta ou arquivo pertence.

Para que os usuários do grupo professores possam alterar o conteúdo da pasta, o primeiro passo é alterar as permissões, transferindo a posse do grupo root para o grupo professores. Nesse caso, não precisamos alterar o dono da pasta, que pode continuar sendo o root.

# chown –R root:professores teste

O –R no exemplo faz com que a alteração seja aplicada de forma recursiva, afetando todos os arquivos e subpastas. Sem ele, a alteração seria aplicada apenas a pasta propriamente dita, mas não ao seu conteúdo. Em seguida, especificamos o novo dono e o novo grupo, separados por : seguido da pasta. Com isso as permissões serão alteradas para:

drwxr-xr– root professores teste

Falta agora alterar as permissões de acesso para o grupo, de forma que os usuários possam finalmente escrever na pasta. Para isso, usamos o comando chmod –R g+rw, que especifica que o grupo (g) terá permissão de leitura e escruta (+rw):

chmod –R g+rw teste

Se você quisesse fazer o oposto, ou seja, remover a permissão de escrita para o grupo, usaria o chmod –R g-w teste, se quisesse remover a permissão de leitura para todos os demais usuários usaria o chmod –R o-r e, se quisesse abrir as permissões para todo mundo, usaria o chmod –R ugo+rwx.

Abaixo, segue uma pequena “cola” com os parâmetros:

-R: Recursivo, altera as permissões de todo o conteúdo da pasta, opcional.u: Permissões para o dono da pasta (user)g: Permissões para o grupo (group)o: Permissões para os demais (others)+: Adiciona a permissão-: Remove a permissãor: Permissão de leituraw: Permissão de gravaçãox: No caso dos arquivos indica permissão de escrita e, no caso da pasta, permissão para ver o conteúdo.

Ao invés de utilizar os modos de permissão +r, -r, etc, pode ser usado o modo octal para se alterar a permissão de acesso a um arquivo. O modo octal é um conjunto de oito números onde cada número define um tipo de acesso diferente.

O uso de um destes números define a permissão de acesso do dono, grupo ou outros usuários. Um modo fácil de entender como as permissões de acesso octais funcionam, é através da seguinte tabela:

A soma desses números define as permissões concedidas.

É mais flexível gerenciar permissões de acesso usando o modo octal ao invés do comum, pois você especifica diretamente a permissão do dono, grupo, outros ao invés de gerenciar as permissões de cada um separadamente. Abaixo a lista de permissões de acesso octal:

0 – Nenhuma permissão de acesso. Equivalente a -rwx.1 – Permissão de execução (x).2 – Permissão de gravação (w).3 – Permissão de gravação e execução (wx). Equivalente a permissão 2+14 – Permissão de leitura (r).5 – Permissão de leitura e execução (rx). Equivalente a permissão 4+16 – Permissão de leitura e gravação (rw). Equivalente a permissão 4+27 – Permissão de leitura, gravação e execução. Equivalente a +rwx (4+2+1).

Vamos à prática com alguns exemplos:

# chmod 764 teste

Os números são interpretados da direita para a esquerda como permissão de acesso aos outros usuários (4), grupo (6), e dono (7). O exemplo acima faz os outros usuários (4) terem acesso somente leitura (r) ao arquivo teste, o grupo (6) ter a permissão de leitura e gravação (rw), e o dono (7) ter permissão de leitura, gravação e execução (rwx) ao arquivo teste.

# chmod 40 teste

O exemplo acima define a permissão de acesso dos outros usuários (0) como nenhuma, e define a permissão de acesso do grupo (4) como somente leitura (r). Note usei somente dois números e então a permissão de acesso do dono do arquivo não é modificada (leia as permissões de acesso da direita para a esquerda!).

# chmod 751 teste

O exemplo acima define a permissão de acesso dos outros usuários (1) para somente execução (x), o acesso do grupo (5) como leitura e execução (rx) e o acesso do dono (7) como leitura, gravação e execução (rwx).

Referências: Guia Foca GNU/Linux e Guia do Hardware
Confira mais em: www.techlivre.com.br

Saturday, February 26, 2011
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CHMOD: Permissões em Sistemas Linux e Unix-Like

Sistemas Operacionais Unix-Like, como o Linux, permitem restringir acesso a arquivos por meio do sistema de permissões. Como tudo em Linux é tratado como arquivo, as permissões são válidas para arquivos, diretórios, dispositivos de entrada/saída etc.

Não somente usuários Linux devem conhecer o sistema de permissões. Desenvolvedores que programam sistemas que rodarão em plataforma Linux devem conhecer o sistema de permissões também. É muito comum vermos programadores PHP falando “dê chmod 777, que resolve o problema de permissão”. Isso não é solução, é apenas o começo de um possível problema – e grave – futuro.

As permissões estão divididas em três níveis: permissões para o dono do arquivo, permissões para o grupo ao qual pertence o dono do arquivo e permissões para os outros usuários.

É por isso que sempre são mostrados três números, como 755, 644 ou três grupos de letras, como rwxr-xr-x ou rw-r–r–. Cada grupo corresponde a um nível de permissão.

O primeiro conjunto corresponde às permissões do dono do arquivo. O segundo, do grupo ao qual pertence o dono do arquivo. E o terceiro, ao outros usuários.

Cada conjunto citado acima corresponde a três bits. Com três bits, é possível formar oito combinações:

000 = 0
001 = 1
010 = 2
011 = 3
100 = 4
101 = 5
110 = 6
111 = 7

O primeiro bits corresponde a permissão de leitura (read). O segundo corresponde à permissão de escrita (write). O terceiro, à de execução (execution). Sendo assim, podemos reescrever as combinações acima da seguinte forma:

000 = --- = 0 = nenhuma permissão001 = --x = 1 = somente permissão de execução010 = -w- = 2 = somente permissão de escrita011 = -wx = 3 = somente permissões de escrita e execução100 = r-- = 4 = somente permissão de leitura101 = r-x = 5 = somente permissões de leitura e execução110 = rw- = 6 = somente permissões de leitura e escrita111 = rwx = 7 = permissões de leitura, escrita e execução (acesso total)

Vamos esclarecer o que significa ter permissão de leitura, escrita e execução em arquivos e diretórios.

Permissão de escrita em arquivo significa poder modificar o conteúdo do arquivo.Permissão de leitura de arquivo significa poder acessar (ler) o conteúdo do arquivo.Permissão de execução de arquivo significa poder executar o arquivo no terminal de comandos (shell).Permissão de escrita em diretórios significa poder criar arquivos no diretório. Além disso, permissão de escrita possibilita a remoção de arquivos existentes, assim como a modificação das permissões dos arquivos desse diretório.Permissão de leitura de diretórios significa poder acessar (ler) o conteúdo do diretório, ou seja, fazer a listagem do conteúdo do diretório.Permissão de execução em diretórios significa poder entrar no diretório, seja por meio do comando cd ou acessando via URL no navegador.

Permissão 777 significa acesso total. Se um diretório tem permissão 777, qualquer usuário pode mexer naquele diretório, inserindo ou removendo arquivos, além de poder mudar as permissões deles. Qualquer usuário pode inserir um script ou programa executável malicioso, dar permissão de execução e executá-lo quando quiser. Imagine isso ocorrendo em um servidor de hospedagem! É um risco enorme! É por isso que sempre insisto: nunca use permissão 777.

É muito comum vermos “programadores” PHP postando dúvidas em fóruns falando que estão recebendo mensagem de erro de permissão. Aí alguém responde “dá chmod 777?. Nunca façam isso!

O correto é verificar o dono do arquivo e definir as permissões adequadas. Normalmente usa-se 755 para diretórios e 644 para arquivos não executáveis, como é o caso do PHP rodando em servidores WEB.

Abraços,

Beraldo
Visite meu blog: www.rberaldo.com.br
Siga-me no Twitter: @rberaldo

Wednesday, February 9, 2011
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O PTI paga 20% da sua conta na Linux Mall – Aproveite!


Olá PTIs,

É com grande satisfação que anuncio mais uma promoção muito bacana em parceria com a gigante dos produtos geek, a Linux Mall.

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Divulgação

Uma mãozinha na divulgação seria muito legal! Que tal avisar seus amigos (Twitter, Facebook e etc) enviando a mensagem abaixo?

http://bit.ly/fQLRUN Aproveite! O @profissionaisti paga 20% da sua conta na @linuxmall até 11/02 – CORRA!

Fique atento(a)!

O desconto não é cumulativo, ou seja, não abrange produtos que já estejam em promoção.Siga @linuxmall e @profissionaisti no Twitter e aproveite muitas promoções e conteúdos de TI de primeira.Não perca esta condição extremamente especial conquistada para os leitores do PTI!

Boas compras! :)

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