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Wednesday, June 6, 2012
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Desoneração Tributária das Empresas de TI e TIC – Esclarecimentos e pontos a serem observados

Há algum tempo, temos festejado o advento da Lei 12.546/2011 que alterou a base de cálculo e alíquota das contribuições destinadas à seguridade social, devidas pelas empresas de tecnologia da informação (T.I) e tecnologia da informação e comunicação (T.I.C).

Em especial, desde dezembro de 2011, o referido benefício fiscal já é passível de utilização pelas empresas que se enquadram em seu objeto. Apesar de ser uma determinação, muitas beneficiárias ainda não têm utilizado o aludido incentivo fiscal, seja porque existem dúvidas práticas sobre a aplicação, seja porque não se planejaram adequadamente.

Quanto à aplicação prática ou contábil, a Receita Federal tem emitido os chamados “Atos Declaratórios” que explicam e orientam os procedimentos a serem observados. Aqui iremos abordar os dois principais (42/2011 e 93/2011).

Inicialmente, vale chamar a atenção para o caráter impositivo da norma. Isso porque, apesar de ser uma determinação, o “benefício” só acontece efetivamente quando o custo da remuneração dos colaboradores representa mais do que 12,5% do faturamento da empresa. Acredita-se que esta conta seja aplicável a maioria absoluta das empresas que tem esse objeto. No entanto, é preciso analisar cada caso a fim de planejar a melhor forma de organização das sociedades.

Desta forma, iniciaremos por reiterar as orientações gerais sobre os benefícios, para depois avançarmos sobre as aplicações práticas. Então, vamos lá:

Como é de conhecimento, a partir de 01 de dezembro de 2011 até 31 de dezembro de 2014, as empresas com  atuação nos serviços elencados no Artigo 14, §§ 4.º e 5.º, da Lei 11.774/2008 passarão a recolher 2,5% (dois e meio por cento) sobre a receita bruta a título de contribuição à seguridade social (patronal), ao contrário dos usuais 20% (vinte por cento) sobre a folha de pagamento.

É importante ressaltar que a alteração acima contempla exclusivamente as contribuições previstas nos Artigo 22, incisos I e III, da Lei 8.212/91 (patronal), permanecendo inalterados os demais recolhimentos previdenciários e encargos sociais, a exemplo do FGTS, a contribuição a cargo do empregado, o RAT/SAT, as contribuições a terceiros (entidades serviço social autônomo), dentre outros.

Assim, passarão a recolher pela nova sistemática as empresas que se dedicam exclusivamente as seguintes atividades:

I – análise e desenvolvimento de sistemas;

II – programação;

III – processamento de dados e congêneres;

IV – elaboração de programas de computadores, inclusive de jogos eletrônicos;

V – licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação;

VI – assessoria e consultoria em informática;

VII – suporte técnico em informática, inclusive instalação, configuração e manutenção de programas de computação e bancos de dados;

VIII – planejamento, confecção, manutenção e atualização de páginas eletrônicas

Portanto, excluem-se expressamente da nova sistemática as empresas comerciais, ou seja, que se dedicam a Representação, Distribuição ou Revenda de produtos de TIC.

Quanto às empresas mistas, que possuem como objeto as atividades desoneradas e não desoneradas, as receitas devem ser cuidadosamente segregadas, sendo o recolhimento realizado proporcionalmente de acordo com a respectiva sistemática.

A esse respeito, o Artigo 7.º, §3.º, incisos I e II, da Lei 12.546/2011, dispõe:

“§ 3o  No caso de empresas de TI e de TIC que se dediquem a outras atividades, além das previstas no caput, até 31 de dezembro de 2014, o cálculo da contribuição obedecerá:

I – ao disposto no caput quanto à parcela da receita bruta correspondente aos serviços relacionados no caput;

II – ao disposto nos incisos I e III do art. 22 da Lei no 8.212, de 1991, reduzindo-se o valor da contribuição a recolher ao percentual resultante da razão entre a receita bruta de atividades não relacionadas aos serviços de que trata o caput e a receita bruta total.”

Assim temos a seguinte regra de proporção:

1 – a receita bruta correspondente aos serviços de T.I. e T.I.C será tributada segundo a alíquota de 2,5% (dois e meio por cento);

2 – a folha de pagamento será tributada segundo o percentual de 20%. Mas o resultado obtido deverá ser reduzido de acordo com a proporção existente entre a receita bruta dos serviços não considerados como de T.I. e T.I.C; e a receita bruta total da empresa.

Para melhor entender esta equação, vamos ao seguinte exemplo: uma empresa faturou R$ 100.000,00 (receita bruta total). Deste valor, R$ 70.000,00 (70%) corresponde a serviços de T.I e T.I.C; sendo os demais R$ 30.000,00 (30%) correspondentes a outros serviços, de natureza distinta. Esta mesma empresa possui uma folha de pagamento mensal no importe de R$ 20.000,00 (vinte mil reais).

Com isso, temos a seguinte tributação:

1 – A receita bruta de R$ 70.000,00, correspondente aos serviços de T.I e T.I.C, será tributada segundo a alíquota de 2,5%, o que totaliza R$ 1.750,00 a recolher;

2 – A folha de pagamento de R$ 20.000,00 será tributada segundo o percentual de 20%, totalizando R$ 4.000,00. Estes R$ 4.000,00, contudo, serão reduzidos a 30% (percentual correspondente à receita bruta de outros serviços, não considerados como de T.I e T.I.C), o que totaliza R$ 1.200,00 a recolher (30% de R$ 4.000,00).

3 – Com isso, o total a recolher será de R$ 2.950,00 (R$ 1.750,00 + R$ 1.200,00).

Desta forma, para as empresas com atuação mista, acreditamos que vale a pena estudar a possibilidade de reorganização societária a fim de facilitar a aplicação das normas e imprimir maior segurança jurídica.

Quanto à vigência, para as empresas que se dedicam exclusivamente as atividades supracitadas a nova sistemática já é aplicável e o prazo vai de 01/12/2011 a 31/12/2014. Para as empresas mistas, a vigência será de 01/04/2012 a 31/12/2014.

Já sobre a aplicação prática e obrigações acessórias, as alterações ainda não foram devidamente regulamentadas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, o que têm motivado inúmeros questionamentos por parte das empresas. Citemos alguns:

O Sistema Empresa de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (SEFIP) ainda não se encontra devidamente atualizado, motivo pelo qual a Secretaria da Receita Federal do Brasil publicou, no dia 19.12.2011, o Ato Declaratório Interpretativo n.º 93/2011.

Esclarece o sobredito Ato Declaratório que, quando da prestação de informações no SEFIP, os valores relativos à Contribuição Previdenciária Patronal calculados pelo SEFIP (demonstrados no “Comprovante de Declaração das Contribuições a Recolher à Previdência Social” nas linhas “Empregados/Avulsos” e “Contribuintes Individuais”) deverão ser somados e lançados no Campo “Compensação”. Para as empresas de “call center”, esta orientação aplica-se apenas a partir de 01 de abril de 2012.

Informa ainda o Ato Declaratório que a partir de 01 de abril de 2012, a prestação de informações no SEFIP, a diferença entre o valor relativo à Contribuição Previdenciária Patronal calculados pelo SEFIP (demonstrados no “Comprovante de Declaração das Contribuições a Recolher à Previdência Social” nas linhas “Empregados/Avulsos” e “Contribuintes Individuais”), e o valor apurado conforme o disposto no inciso II do § 3º do art. 7º da Lei nº 12.546, de 2011 <http://www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/Leis/2011/lei12546.htm> , deverão ser informados no campo “Compensação”.

E, que a Guia da Previdência Social (GPS) gerada pelo SEFIP deverá ser desprezada, devendo ser preenchida GPS com os valores efetivamente devidos sobre os fatos geradores declarados em GFIP (Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social).

E ainda, que os relatórios gerados pelo SEFIP (“Relatório de Valor de Retenção”, “Relatório de Compensações” e “Relatório de Reembolso”) devem ser desprezados, devendo ser mantidos apenas demonstrativos de origem do crédito para fins de fiscalização e/ou pedido de reembolso/restituição/compensação.

Ademais, o sobredito Ato Declaratório recomenda que as contribuições à seguridade social calculadas segundo a nova sistemática deverão ser recolhidas através de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF), utilizando-se do código 2985 (para Contribuição Previdenciária Sobre Receita Bruta – Empresas Prestadoras de Serviços de Tecnologia da Informação – TI e Tecnologia da Informação e Comunicação – TIC) ou 2991 (para Contribuição Previdenciária Sobre Receita Bruta – Demais).

Finalmente, por todo o exposto, podemos concluir que, para a melhor utilização dos benefícios fiscais advindos com a Lei 12.546/2011, as empresas devem se atentar para os requisitos acima informados, sendo recomendável uma análise e planejamento individual de acordo com as características aplicáveis a cada empreendimento.

por Ricardo Capucio: Assessor Jurídico da Assespro Nacional (Associação Brasileira das Empresas de TI)

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Wednesday, May 23, 2012
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Gerenciamento de reputação de pessoas e empresas na Internet

A popularização da Internet trouxe um novo tipo de preocupação para pessoas e empresas, como mostra o caso recente de divulgação das fotos da atriz Carolina Dieckman. Agora, uma vez que uma informação caiu na rede, ficará disponível para praticamente qualquer um acessá-la, elevando a fofoca e o boca-a-boca a um novo patamar, tanto para o bem quanto para o mal. A preocupação passa a ser com o tipo de imagem que aparece a seu respeito quando se faz uma busca na Internet.

O que fazer para evitar que a percepção que se tem de você ou de sua empresa seja negativa na Internet ? Ou se informações indesejáveis aparecem como resultado de uma busca em mecanismos como o Google ou o Bing?

O gerenciamento de reputação de pessoas e empresas foi tema de um post no Blog Oficial do Google em 2009. Apesar de serem baseadas puramente no bom senso, as dicas listadas são muito valiosas tanto para quem quer evitar ter uma imagem negativa de si na Internet quanto para quem já está com ela ruim e queira reverter a situação.

A primeira dica listada lá é também a mais óbvia : não publique na Internet informações pessoais suas das quais possa se arrepender mais tarde. A premissa é que mesmo que a informação possa parecer inofensiva no contexto em que você a publicou – uma rede social, por exemplo -, mecanismos de busca podem listá-la fora de contexto e continuará listando-a tempos depois que você a removeu.

E o que fazer se uma informação que você julga negativa aparecer publicada? No caso de ter sido você mesmo quem publicou, simplesmente a remova. Isso vale para sites controlados diretamente por você e também para alguns sites de terceiros nos quais é sua a responsabilidade de fazer o upload das informações. Por exemplo, se você colocou uma foto no Orkut, Facebook ou outro site similar e essa foto aparece de forma pejorativa ou constrangedora em certas buscas online, você pode apagá-la do endereço original.

Infelizmente, a busca pode continuar retornando sua foto (ou outra informação) por algum tempo, até que o mecanismo de busca atualize a referência ao site em que ela se encontrava e passe a retornar o novo conteúdo. O Google disponibiliza uma ferramenta para agilizar esse trâmite mas há muitos outros mecanismos de busca na Internet e pode levar um bom tempo até que todos eles deixem de listar o conteúdo indesejado.

Se você não tiver condições de retirar por você mesmo a informação indesejada, veja se é possível entrar em contato com quem gerencia o site e peça que o conteúdo seja removido. Caso um contato não seja possível ou haja recusa em fazer a remoção, você ainda pode agir proativamente de diversas maneiras para tentar ao menos minimizar o estrago. No caso de empresas, uma situação típica de recusa para eliminar um texto desfavorável são os sites de reclamações, tais como o Reclame Aqui, onde consumidores que se sintem lesados têm espaço para divulgar suas más experiências.

Veja abaixo uma lista com alguns exemplos de ações proativas que você pode executar:

Crie um perfil público seu ou de sua empresa em ferramentas como o Google Profile ou LinkedIn e inclua nele informações que proporcionem uma imagem positiva. É muito provável que pesquisas feitas diretamente pelo seu nome listem o endereço desse perfil nos primeiros lugares e, ao seguirem esse link, as pessoas se depararão com as informações positivas antes de qualquer outra.

Se alguém publicou fotos suas das quais você não gosta, escolha algumas que você goste e as publique. Isso ajuda a minimizar o impacto negativo que a foto original possa acarretar.

Se algum cliente registrou reclamação a respeito de sua empresa, encontre clientes que estejam satisfeitos e peça a eles que também publiquem as experiências deles, realçando a satisfação de serem seus clientes. Isso oferece um contraponto ao impacto negativo das reclamações.

Se saiu no site de algum jornal ou revista uma notícia desfavorável sobre um assunto que depois se mostrou infundado ou que sofreu uma reviravolta favorável (um processo que sua empresa ganhou, por exemplo) solicite ao veículo que atualize o conteúdo da matéria original, incluindo nela um link para a nova matéria que trata do desdobramento favorável.

Fonte: Balaio Tecnologico

Bacharel em Ciências da Computação, formado pela Unesp Bauru. Foi responsável pelos módulos da área industrial do ERP da ABC71 Soluções em Informática entre 1993 e 1998. Em 2002, passou a ser responsável pela então nascente área de Pesquisa & Desenvolvimento da empresa. É profissional certificado pela Microsoft, com especialização na arquitetura do Sistema Operacional Windows e mantem o blog Balaio Tecnológico, dedicado a tecnologia.

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Monday, May 21, 2012
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A EA Games pode ajudar no crescimento do Desktop Linux nas empresas?

Todos nós sabemos que no mundo Desktop o Windows impera absoluto e uma das grandes vantagens do Windows sobre o Linux é a grande variedade de softwares existentes, mas principalmente os softwares feitos para o mundo corporativo, destes, muitos são feitos pelas softwares houses menores, que desenvolvem seus produtos para o mundo Windows pelo simples motivo que muitas das grandes empresas de desenvolvimento também só desenvolvem para essa plataforma.

Como podemos ver existem vários fatores para os Desktops Windows imperarem, mas para esse fator mudar no mundo corporativo e o Linux começar a ter um número maior na participação nesse ambiente, depende de uma boa parte das grandes desenvolvedoras, porque se elas começarem a desenvolver para a plataforma Linux, ela estimulará as pequenas a fazerem o mesmo, pois elas pensarão: “Se as grandes desenvolvem, nós também podemos, pois assim teremos um maior campo de ação”.

Pensando nessa “fórmula”, um incentivador para essa mudança de postura pode vir de fora. Como muitos devem ter visto a EA Games, uma das gigantes do mundo dos jogos, anunciou dois jogos para a plataforma Linux, mais precisamente para o Sistema Operacional Ubuntu. Mesmo que seja via browser, já é um inicio, pois a EA Games declarou também que a intenção é continuar lançando jogos nesse estilo, pois vê a plataforma open-source uma folha em branco a ser descoberta.

Mas como essa ação pode alterar algo no mundo corporativo? Vamos a alguns fatos: se isso acontecer ela pode levar consigo outras gigantes a adotar essa mesma politica, pois um grande caso de sucesso sempre leva a alguns outros tentarem os mesmos. Outro fato que também tem que se levar em conta é que a maioria dos softwares tendem a migrar para o mundo Web, então essa cartada da EA pode ser muito bem pensada. Outras empresas podem podem começar a migrar para o desenvolvimento Web e enxergarem que o mundo Linux não é uma coisa assim tão obscura. Outro fator que também pode ajudar o Desktop Linux é que as empresas não terão que criar uma nova equipe de programação ou até mesmo aumentar a atual, se elas já possuírem uma equipe de desenvolvimento web. O que talvez elas terão que fazer é capacitar os atuais desenvolvedores, pois querendo ou não há uma diferença como os browsers funcionam em diferentes plataformas.

E um outro fator que também pode vir de fora para dentro das empresas é que se caso realmente a EA Games comece a lançar mais jogos para o Linux, muitas pessoas que hoje usam o Windows por causa dos jogos podem começar migrar para o Linux, e assim tornando um ambiente mais amigável para mais pessoas, facilitando a implantação do mesmo nas empresas.

Então como vimos a EA Games pode ser o inicio de um divisor de águas e mostrar que o mundo Linux é um ambiente em potencial. Temos que levar em conta também que nada nesse mundo é eterno. Citando um exemplo recente no mundo da informática, o browser IE foi por vários anos o líder de mercado do seu segmento no Windows e recentemente vem perdendo o posto para outros navegadores, tal como o Google Chrome, mostrando que se der escolha as coisas tendem a ficar mais iguais.

Agora só resta aguardar e esperar o resultado dessa investida.

Thursday, May 10, 2012
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Assespro Nacional inicia Censo das Empresas de TI do país

Para mapear e auxiliar cada vez mais no desenvolvimento do setor de TI brasileiro, a Assespro Nacional (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação), iniciou em parceria com a MBI, o Censo Nacional das Empresas de Tecnologia da Informação – edição 2012.

O formulário do Censo, que pode ser respondido a partir do site da Assespro Nacional (www.assespro.org.br) ou da MBI (www.mbi.com.br), aborda temas que abrangem todos os aspectos relevantes para as empresas do segmento, como: detalhamento das atividades econômicas dentro do setor, modelos de negócios, disponibilidade, rotatividade e qualificação de recursos humanos, o uso da inovação como diferencial competitivo, entre vários outros indispensáveis a um retrato completo do setor de Tecnologia da Informação.

Segundo Luís Mário Luchetta, Presidente da Assespro Nacional, o Censo faz parte do Planejamento Estratégico desenvolvido em 2010 para o biênio 2011/2012. “A ausência de dados precisos sobre o potencial que representamos foi muitas vezes manifestada pelo governo, pelo mercado e pela imprensa, entre vários outros. Por meio desta iniciativa, temos agora uma oportunidade real e concreta de não apenas sanar esta situação, mas criar um modelo de prática que poderá ser levado para entidades similares pelo mundo afora. Precisamos apenas da cooperação de todas as empresas, com o preenchimento de seus dados, para dispor da massa de dados que irá gerar as informações que precisamos”, afirma.

Para responder o Censo Nacional das Empresas de Tecnologia da Informação, acesse: http://assespro.org.br/biblioteca/dados-mercado/2012-censo-assespro-do-setor-de-ti/ ou http://www.mbi.com.br/mbi/contatos/questionarios/2012-censo-assespro-setor-ti/.

As informações individuais têm seu sigilo garantido totalmente, tanto pela MBI, com pela Assespro Nacional.

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Sunday, April 15, 2012
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Tecnologia da Informação – Fator essencial para o sucesso das empresas

Olá, leitores!

Este é o meu primeiro artigo no portal ProfissionaisTI, e é uma grande honra poder participar desse grupo de autores.

Como eu uso um sistema leitor de RSS, notei que frequentemente recebo notícias de empresas que estão ampliando sua margem de lucro e ganhando um reconhecimento no mercado através do investimento em tecnologia da informação. Após ler algumas dessas notícias, conclui o quanto ela está se tornando essencial nos planos destas empresas.

A divisão entre as empresas e a tecnologia da informação está ficando cada vez mais estreita. Diretores, gerentes e executivos tradicionais estão começando a enxergar a TI como um núcleo fundamental de desempenho e desenvolvimento da empresa. Lógico, há ainda aqueles que temem ou desconhecem da tecnologia da informação, e por isso não investem ou ao menos não procuram conhecer os inúmeros casos de sucesso que ela já proporcionou. Para fazer um uso adequado e obter o máximo que a tecnologia da informação pode oferecer, é preciso saber investir. A tecnologia da informação nunca gera desperdícios, desde que seja aplicada corretamente. Em outras palavras, o ponto principal não é o “quanto” investir em TI, e sim “como” investir.

O investimento em TI exige raciocínio e planejamento, não somente capital e expectativas futuras. O diretor executivo deve analisar a situação atual da empresa e a necessidade da informatização, mas não deve fazer isso sem um conhecimento técnico e especializado. É para isso que existem analistas de sistemas, auditores tecnológicos, consultores e outros profissionais. O conhecimento da capacidade da tecnologia da informação é inevitável e vem se tornando obrigatório. Veículos de informação em todo o mundo sempre relatam consecutivos casos de empresas que investiram em tecnologia e hoje se sobressaem na frente da concorrência, oferecendo com precisão o que o cliente realmente necessita.

Além disso, os consumidores em geral já notaram este novo ambiente de agilidade nos serviços. Quanto mais rápida for uma resposta ou solução, maior será a satisfação do cliente, e isso só é possível através da TI. Nenhuma mente humana é capaz de filtrar dados, armazenar informações ordenadamente e fazer cálculos complexos em questões de segundos inúmeras vezes. Portanto, é correto afirmar que TI está se tornando um fator fundamental para o diferencial de uma empresa.

Muitos diretores se recusam a investir em tecnologia da informação até o último momento, onde se sentem obrigados a fazer isso. No instante em que a empresa começa a gerar mais receitas e um melhor desempenho nos processos devido ao investimento em TI, eles notam que deveriam ter investido muito antes. Na realidade, não importa se a empresa tem uma tradição no mercado ou se ela possui os preços mais baixos da região. Se não houver um sistema informatizado, a empresa já apresenta um aspecto de insegurança, dúvida e falta de eficiência nos serviços que envolvam operações relacionadas ao consumidor.

Conheço um representante comercial que vende produtos em vários estados. Antes ele utilizava um talão de formulários para preencher os dados do cliente e os dados do pedido emitido. Há 4 anos ele decidiu comprar um notebook e um sistema capaz de armazenar os dados dos clientes, produtos, orçamentos e pedidos que ele realizava a cada viagem. Hoje, com mais de 7.000 pedidos emitidos pelo notebook, ele nem sequer imagina em voltar a fazer tudo manualmente. Cortou custos com a compra de formulários, dobrou a demanda de clientes em virtude da agilidade e segurança, e precisou contratar mais 3 funcionários para administrar o financeiro e as operações de marketing.

Isso é o que denominamos “Tecnologia Operacional” integrada com a “Tecnologia da Informação”. Atualmente o CEO (Chief Executive Officer – Diretor Executivo), deve entender tanto de tecnologia de informação quanto o CIO (Chief Information Officer – Diretor de Informática) deve compreender os negócios da empresa. Ambos os cargos estão sofrendo grandes mudanças no perfil e sendo proporcionalmente interconectados um ao outro. Nesse ponto, vale ressaltar uma frase que Bill Gates disse em uma conferência da Microsoft: “As tecnologias de informação e de negócios estão se tornando inevitavelmente uma coisa só. Não creio que alguém possa falar sobre uma sem falar sobre a outra.”

Um fato importante é que nós, profissionais de TI, sabemos que à medida que novas empresas se integram à tecnologia da informação, novas funções, vagas e cargos surgem e são tão importantes como qualquer outra área administrativa da empresa. Cabe a nós sermos os responsáveis para suprir essa demanda e dispor de conhecimentos tecnológicos e administrativos para aplicar propostas e soluções imediatas.

O primeiro passo é comprometer-se com as exigências do mercado e investir constantemente em conhecimento profissional e acompanhar as demandas da tecnologia, como computação em nuvem, virtualização, Business Intelligence, serviços online e gestão da informação. E lembrem-se: conhecimento nunca é demais!

Abraço! Até mais!

Desenvolvedor de sistemas há 6 anos em linguagens Delphi, C# e PHP. Bacharel em Sistemas de Informação, colunista sobre tecnologia e entusiasta em Desenvolvimento Ágil. Atualmente trabalha com processamento de dados e desenvolvimento de sistemas voltados para gestão administrativa.

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Thursday, December 8, 2011
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A importância do BI para o crescimento das empresas

Muitas empresas ainda não se deram conta de que crescimento e prosperidade estão cada dia mais interligados a duas letras: BI (Business Intelligence). Imprescindíveis para quem quer fazer a diferença, esse sistema, sendo bem utilizado, é capaz de otimizar ações, como o alinhamento de estratégias, o gerenciamento de crises, os planos de expansão, entre outras.

O conceito surgiu há 12 anos, mas tem ganhado importância nos últimos cinco, pela sua capacidade de planejamento e de gerar conhecimento. No contexto atual, em que as companhias competem globalmente, esta habilidade de aprender com os próprios erros e corrigi-los a tempo, se torna um instrumento de importante valor. Com sofisticados relatórios em mãos é possível, por exemplo, descobrir o comportamento dos clientes que ligam para os call centers. Tendo a capacidade de unir situações tão abrangentes é possível visualizar melhor o cenário e traçar uma estratégia mais consistente.

A ferramenta também pode reduzir os custos dos processos, tornando-os mais rentáveis. Isso sem contar que, com ela, a empresa provavelmente se tornará mais ágil na tomada de decisões. Esse mundo de possibilidades que se abre é consequência das informações obtidas pelas corporações, especialmente se forem novidades no mercado.

De posse desses dados, os empresários têm a possibilidade de projetar rapidamente centenas de estimativas para subsidiarem seus projetos e programas de novos negócios. As chances de acerto crescem substancialmente, pois os cenários tornam-se muito mais completos e transparentes para descobrir quais são as próximas tendências.

Ou seja, a inteligência de mercado funcionando como matéria-prima principal para o crescimento empresarial. Mas é preciso fazer algumas considerações, que são fundamentais para o BI funcionar. A principal é a qualificação do quadro profissional, a expertisehumana. Sem ela, o sistema é um verdadeiro “elefante branco”. Se não houver pessoas que compreendam e analisem os dados para transformá-los em conhecimento, perde-se uma oportunidade de levar inovação para a empresa.

Outro fator é a necessidade de haver um planejamento eficaz, que dê sustentação durante todo o processo. É preciso uma coleta de dados sistemática durante um período de, em média, cinco anos.

Muitas companhias ainda têm resistência ao BI, pelo fato de os resultados não serem imediatos. O retorno apresentado é de médio a longo prazo e o investimento pode ser considerado alto. No entanto, aquelas que quiserem alcançar o diferencial competitivo, devem buscar a inovação. Sem BI, e sem inteligência humana, poucas serão bem-sucedidas nesse aspecto.

Por Francisco Casella é Manager da Informatica Corporation e Professor do MBA Executivo da Fundação Álvares Penteado (FAAP).

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Tuesday, December 6, 2011
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Correspondent - Empresas (Rio de Janeiro) Job ( 12 Andar, Rio de Janeiro , Brazil-Rio de Janeiro-)


Title: Correspondent - Empresas (Rio de Janeiro)
ID: NEW00002602

Description

O Serviço Brasileiro da Reuters está em busca de um/a jornalista no Rio de Janeiro para exercer, principalmente, a função de Redator/a para o noticiário de Empresas. A principal atribuição do/a jornalista será monitorar o site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), publicando em tempo real notícias de uma parcela relevante das companhias abertas brasileiras. O/a jornalista terá também que acompanhar o noticiário internacional da Reuters sobre grandes empresas estrangeiras, tendo habilidade para traduzir reportagens em inglês e espanhol. Espera-se que o/a jornalista também contribua na reportagem, quando necessário.

PRÉ-REQUISITOS

Ao menos dois anos de experiência em jornalismo financeiro, preferencialmente na área de Empresas

Capacidade de compreensão de balanços de Empresas e de fatos relevantes de companhias abertas

Bom texto

Inglês avançado

Habilidade de trabalhar bem em equipe

Experiência em edição de texto é desejada

Qualifications

At Thomson Reuters, we believe what we do matters. We are passionate about our work, inspired by the impact it has on our business and our customers. As a team, we believe in winning as one - collaborating to reach shared goals, and developing through challenging and meaningful experiences. With over 55,000 colleagues in more than 100 countries, we work flexibly across boundaries and realize innovations that help shape industries around the world. Making this happen is a dynamic, evolving process, and we count on each employee to be a catalyst in driving our performance - and their own.

As a global business, we rely on diversity of culture and thought to deliver on our goals. To ensure we can do that, we seek talented, qualified employees in all our operations around the world regardless of race, gender, national origin, religion, sexual orientation, disability, age, or any other protected classification under country or local law. Thomson Reuters is an Equal Employment Opportunity/Affirmative Action Employer.

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Job: News/Editorial
Primary Location: Brazil-Rio de Janeiro-BRA-Rio de Janeiro - 12 Andar
Organization: Markets Editorial Ops
Schedule: Full-time
Education Level: Bachelor's Degree (±16 years)
Job Type: Standard
Shift: Day Job

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Wednesday, August 3, 2011
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Estruturação e Metodologia: o caminho para a profissionalização e sucesso das empresas

Uma das principais, se não a maior, preocupação de uma empresa é crescer. Desde cedo, o empreendedor molda e realiza um planejamento de acordo com suas experiências, perspectivas, análises e estudos. Começar do zero significa pesquisar, se preparar, definir o perfil de trabalho e serviços, expô-la no mercado, definir segmentos para público alvo, estruturar a equipe, entre outras etapas. Porém, mais importante que abrir uma empresa é mantê-la ativa e bem sucedida no mercado. O caminho para o sucesso é a estruturação.

Com um time estruturado, a empresa irá, aos poucos, observar as necessidades a serem complementadas aos clientes. Um ponto de atenção imprescindível está no atendimento dos clientes ativos. Muitas companhias pecam em pensar que o principal trabalho está em conseguir novos clientes e acabam por esquecer ou desnivelar a qualidade dos serviços da carteira ativa.

Para manter e aumentar a capacidade de retenção de clientes, em longo prazo, é necessário que as empresas abram um espaço para um time de relacionamento. É  necessário não só resolver problemas, mas ter alguém com capacidade para mapear e rediscutir processos já implementados, algo que resultará na alavancagem de novas oportunidades de negócios.

A fidelização de um cliente representa a satisfação, segurança, valorização e visibilidade do trabalho prestado. Mas para isso, ele ( cliente ) precisa enxergar valor nos serviços prestados e comprometimento por parte da empresa contratada nos atendimentos dos níveis de serviços.  Esta lógica pode e deve ser inserida em empresas de todos os portes e setores, sendo uma estratégia essencial para sobrevivência no mercado moderno. Um atendimento profissional deve ser de qualidade, rápido, seguro e preciso. Um erro neste estágio representa maior abertura aos concorrentes, que estarão sempre prospectando dentro da sua base de clientes.

Os profissionais de Relacionamento devem pautar o seu trabalho em visitas constantes aos clientes. O motivo? Simples. É lá, dentro do cliente, conversando com as pessoas que você consegue medir a temperatura em relação à qualidade dos serviços prestados. Sejam em reuniões previamente agendadas ou em um encontro informal, as informações irão chegar a esse profissional.  Nesse momento, o ideal é que exista um bem elaborado Plano de Contas que dever ser composto pela análise dos seus pontos fortes e fracos, assim como a identificação de ameaças e possíveis oportunidades de novos negócios.

Além disso, entender quem são as influências compradoras e os seus respectivos comportamentos em relação à empresa contratada torna-se fundamental para você aumentar a sua participação dentro dessa conta. Há diversas influências dentro dos clientes: a do usuário, preocupado com a resolução dos problemas, a técnica, cujo foco é o aumento de produtividade e melhorias em processos e a econômica mirando na redução de custos.

Com a metodologia implantada, o próximo desafio é convencer o profissional da área de Relacionamento a ter uma disciplina para atualização dessas informações em algum sistema de CRM (Customer Relationship Management) e mostrar a ele que essa atividade pode ajudar na tão desejada visibilidade do trabalho.

*Edgar Ferretti é líder da equipe comercial e relacionamento da Acesso Digital

Sunday, May 29, 2011
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12 empresas pretendem produzir tablets no Brasil

As medidas do Governo Federal para reduzir os impostos dos tabletes e incentivar a produção dos aparelhos no Brasil já estão dando resultado. Segundo o Ministro das Ciências e Tecnologia, Aluízio Mercadante, existem 12 empresas interessadas em produzir tablets no Brasil.

Além da Apple, o Governo Federal já cadastrou a AIOX, a Compalead, a Envision, a Itautec, a LG, a Motorola, a MXT, a Positivo, a Samnia, a Samsung e a Semp Toshiba.

Isso é muito bom para o consumidor, pois com tantas empresas disputando o mercado, a briga será boa e influenciará diretamente nos preços dos produtos.

Por tanto, se você tem planos de adquirir um tablet, vale a pena esperar um pouco, até que as novidades cheguem ao mercado.

Com informações de MACWorld Brasil

Friday, March 11, 2011
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Computador comum como servidor traz riscos para empresas

Uma prática comum nas pequenas e médias empresas é utilizar computadores desktop comuns como servidores de rede (quem nunca fez um desktop como servidor, ein?). Essa economia pode colocar toda uma rede e as informações ali armazenadas em risco ,e isso é fato!

Fabricantes de computadores afirmam que desktops não são preparados para trabalhar 24h por dia e fazer outras tarefas comuns em servidores de rede. Um desktop não está preparado para compartilhar arquivos em larga escala ou mesmo trabalhar como servidor de impressão, sendo que estas tarefas podem sobrecarregar o equipamento e levar a empresa a paradas indesejadas e a perda de dados. Outra prática que pode danificar o equipamento é deixá-lo funcionando 24h por dia, pois desktops não são projetados para suportar este tipo de carga de trabalho – não possuem componentes/sistemas robustos tal como servidores.

Gigantes como a Intel, Itautec e Microsoft se uniram e criaram um programa de conscientização para ajudar pequenos e médios empresários a criarem redes de computadores mais eficientes e seguras.

Segundo alexandre Barbosa, coordenador de comunicação da Itautec, um servidor traz mais robustes, segurança e confiabilidade para a empresa, pois, na grande maioria das vezes, servidores trabalham com esquemas de redundancia para energia, armazenamento, memória e etc, além de serem projetados para suportarem grandes cargas de trabalho. É isso que um empresário deve avaliar na hora de montar a sua infraestrutura de rede. Outro ponto importante é investir em um sistema operacional apropriado, pois um SO para servidor possui funções específicas e deve trabalhar direto sem travar.

Diferente do que todos pensam, o investimento em um servidor não é muito maior que o investimento em um desktop comum. Vale a pena gastar um pouco mais para ter uma rede mais segura.

Conte pra gente como é a infra que você trabalha. Utilizam desktops como servidores? Caso positivo, os equipamentos geram problemas? Não precisam citar nomes, claro! :)

Referência: 72DPI

Sunday, March 6, 2011
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Mais de 20 empresas disputam a compra do MySpace

A NewCorp confirmou que há mais de 20 empresas disputando a compra do MySpace e que pretende fechar o negócio nas próximas semanas.

No último ano a NewCorp reformulou o MySpace, demitiu metade dos funcionários e lançou uma nova interface para a rede social, um projeto que custou US$ 275 milhões.

A NewCorp adquiriu o MySpace em 2005 por US$ 580 milhões e desde então as perdas da rede social ultrapassaram US$ 156 milhões.

A produtora de games Zynga e a empresa de redes sociais móveis MocoSpace são possíveis compradores do MySpace.

MySpace que já foi uma febre, principalmente entre adolescentes. Será este o futuro de Facebook, Orkut e tantas outras?

Com informações de Olhar Digital