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Monday, July 16, 2012
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E se a publicidade online tiver fracassado? Opinião sobre publicidade na Internet

Em agosto de 2011, Felipe Tofani, então diretor de arte, escreveu em um de seus sites um artigo sobre como a publicidade online pode ter fracassado, pois os banners parecem não receber cliques e os anúncios em redes sociais são uma incógnita, pois uma vez que formar uma comunidade pode ou não aumentar as vendas.

Em um trecho de seu texto ele diz:

“Quando tento analisar os dados de cliques, vejo que duas pessoas clicaram num banner. Duas pessoas clicaram num banner que ficou 24 horas num site com milhares de visitantes diários. E alguém pagou um bom dinheiro por isso.”

Será que dois cliques é um número ruim ou o modo como esses dois cliques foram apresentados é que foi incorreto? Deixa eu usar o mesmo trecho do texto, mas aplicado para a publicidade em jornais, televisão e outdoors:

JORNAIS:
Quando tento analisar os dados de edições vendidas, não vejo nada, pois não tenho como saber se as pessoas viram ou não o anúncio daquela página. Duas pessoas podem ter visto o anúncio num jornal com milhares de exemplares diários vendidos. E alguém pagou um bom dinheiro por isso.

TELEVISÃO:
Quando tento analisar os dados de pontos de audiência, não vejo nada, pois não tenho como saber se as pessoas viram o comercial ou se aproveitaram o intervalo para buscar um café, ir no banheiro… Duas pessoas podem ter visto o comercial num canal com milhares de telespectadores diários. E alguém pagou um bom dinheiro por isso.

OUTDOORS:
Quando tento analisar os dados de… Não, não tem dados para analisar, pois não tenho como saber se as pessoas viram o outdoor, e além disso as pessoas geralmente estão dirigindo, utilizando o celular, conversando com outras pessoas. Duas pessoas podem ter visto o outdoor numa avenida onde passam milhares de pessoas diariamente. E alguém pagou um bom dinheiro por isso.

Não se pode dizer que a publicidade online fracassou só porque os banners não apresentam cliques. É como dizer que os anúncios na televisão não funcionam, pois comerciais de 30 segundos não geram muitas ligações espontâneas e clientes correndo como loucos para as empresas.

O que dizer então de quem anuncia em alguma lista telefônica? E o que falar das empresas que investem em anúncios no rádio? E todos os panfletos entregues nos sinais de trânsito? Eles são um fracasso apenas por não resultar em clientes espontâneos?

E onde fica a publicidade online de search? Então ela também falhou? E a publicidade online através do patrocínio de conteúdo, como faz o blog brasileiro “Papo de Homem” ou os americanos Gizmodo e The Huffington Post?

Se quer cliques, faça AdWords. Se quer divulgação de marca, faça display. Se quer formar uma comunidade, faça social. Se quer que o público alvo se identifique com sua marca, faça patrocínio de conteúdo.

A publicidade online não é um fracasso. Banners não são um fracasso. Do mesmo modo que outdoor também não é um fracasso. O problema é que um banner não pode ser medido em cliques, um banner é uma matéria de impacto visual, de fixação de marca.

Uma publicidade só é ruim se for usada de forma errada. A publicidade deve estar de acordo com a empresa e o público alvo. É por esse motivo que um encanador irá fazer cartões ao invés de banners no Terra, é por isso que uma empresa de quadros para sala irá investir em search ao invés de alugar um outdoor.

Voltando a publicidade para a área de TI, as empresas desta área, mais do que qualquer outra, devem compreender onde está seu público alvo para não investir na publicidade errada e se decepcionar com a mesma tecnologia que deu origem a elas.

Monday, June 11, 2012
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Concorra a 10 entradas para o 14° Encontro Locaweb de Profissionais de Internet no RJ

Bom, começando pelo início… Pra quem não conhece, o Encontro Locaweb de Profissionais de Internet acontece anualmente desde a fundação da empresa Locaweb há 14 anos atrás. O evento tornou-se referência em seu segmento e tem como objetivo proporcionar conteúdo diferenciado, troca de ideias com outros profissionais e acesso a soluções inovadoras.

Neste ano, em sua 14a edição, o evento já passou por Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba e agora chega a vez do Rio de Janeiro, no dia 26 de junho, e São Paulo em 04 de julho. O evento debaterá assuntos como e-commerce, desenvolvimento web, cloud computing, mídias sociais, empreendedorismo virtual e muito mais. E entre os palestrantes estão o presidnete da Locaweb, Gilberto Mautner, além de Gil Giardelli, Fabio Akita, Alexandre Soncini (VTEX), Fabricio Sanchez (Microsoft), Marcelo Negrini (X.Commerce), (Rodrigo Rabello) HP, Vida de Programador (Andre Noel) e outros profissionais de renome do mundo da web.

Sendo o PTI um dos apoiadores de mídia do evento, acabamos conseguindo 10 entradas para sortear para nossos estimados visitantes.

Eis o que você deve fazer para concorrer às entradas:

Primeira forma: assinar a newsletter do PTI – http://www.profissionaisti.com.br/newsletter. Serão sorteadas 5 entradas entre os assinantes da nossa newsletter que forem do estado do RJ. NÃO ESQUEÇA DE SELECIONAR O ESTADO DO RJ NO CADASTRO!

Segunda forma: envio de tweet:

http://kingo.to/16Cs Quero ir ao 14º Encontro Locaweb do RJ e o @profissionaisti pode me dar entrada gratuita #14elw

Serão sorteadas outras 5 entradas entre as pessoas que tuitarem a mensagem exatamente como a descrita acima.

14º Encontro Locaweb do Rio de Janeiro
Data: 26/06 – 8h às 18h40
Inscrição R$ 70
www.encontrolocaweb.com.br

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Observações Importantes!

Os sorteios serão realizados em 11/06/2012 e os resultados serão apresentados neste post, nas redes sociais e por e-mail.

As pessoas sorteadas através do cadastro na newsletter serão contatadas por e-mail, por isso, muita atenção ao cadastrar o endereço de e-mail.

As pessoas sorteadas através da mensagem enviada no Twitter serão contatadas através da própria ferramenta, por isso, fique atento.

Não envie mais de uma vez o tweet solicitado acima, pois você não terá vantagem alguma fazendo isso e ainda vai poluir sua timeline.

Aguardaremos 24h para que os ganhadores reclamem suas cortesias. Os que não retornarem, darão espaço para outro sorteio no dia seguinte.

Depois do primeiro contato, a equipe Locaweb poderá solicitar outros dados necessários para liberação da cortesia.

Ressaltamos que serão oferecidas apenas cortesias para entrar no evento, qualquer outro custo fica por conta dos ganhadores.

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É isso! Desejamos sorte, porque o evento vale muito a pena. :)

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Wednesday, May 23, 2012
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Gerenciamento de reputação de pessoas e empresas na Internet

A popularização da Internet trouxe um novo tipo de preocupação para pessoas e empresas, como mostra o caso recente de divulgação das fotos da atriz Carolina Dieckman. Agora, uma vez que uma informação caiu na rede, ficará disponível para praticamente qualquer um acessá-la, elevando a fofoca e o boca-a-boca a um novo patamar, tanto para o bem quanto para o mal. A preocupação passa a ser com o tipo de imagem que aparece a seu respeito quando se faz uma busca na Internet.

O que fazer para evitar que a percepção que se tem de você ou de sua empresa seja negativa na Internet ? Ou se informações indesejáveis aparecem como resultado de uma busca em mecanismos como o Google ou o Bing?

O gerenciamento de reputação de pessoas e empresas foi tema de um post no Blog Oficial do Google em 2009. Apesar de serem baseadas puramente no bom senso, as dicas listadas são muito valiosas tanto para quem quer evitar ter uma imagem negativa de si na Internet quanto para quem já está com ela ruim e queira reverter a situação.

A primeira dica listada lá é também a mais óbvia : não publique na Internet informações pessoais suas das quais possa se arrepender mais tarde. A premissa é que mesmo que a informação possa parecer inofensiva no contexto em que você a publicou – uma rede social, por exemplo -, mecanismos de busca podem listá-la fora de contexto e continuará listando-a tempos depois que você a removeu.

E o que fazer se uma informação que você julga negativa aparecer publicada? No caso de ter sido você mesmo quem publicou, simplesmente a remova. Isso vale para sites controlados diretamente por você e também para alguns sites de terceiros nos quais é sua a responsabilidade de fazer o upload das informações. Por exemplo, se você colocou uma foto no Orkut, Facebook ou outro site similar e essa foto aparece de forma pejorativa ou constrangedora em certas buscas online, você pode apagá-la do endereço original.

Infelizmente, a busca pode continuar retornando sua foto (ou outra informação) por algum tempo, até que o mecanismo de busca atualize a referência ao site em que ela se encontrava e passe a retornar o novo conteúdo. O Google disponibiliza uma ferramenta para agilizar esse trâmite mas há muitos outros mecanismos de busca na Internet e pode levar um bom tempo até que todos eles deixem de listar o conteúdo indesejado.

Se você não tiver condições de retirar por você mesmo a informação indesejada, veja se é possível entrar em contato com quem gerencia o site e peça que o conteúdo seja removido. Caso um contato não seja possível ou haja recusa em fazer a remoção, você ainda pode agir proativamente de diversas maneiras para tentar ao menos minimizar o estrago. No caso de empresas, uma situação típica de recusa para eliminar um texto desfavorável são os sites de reclamações, tais como o Reclame Aqui, onde consumidores que se sintem lesados têm espaço para divulgar suas más experiências.

Veja abaixo uma lista com alguns exemplos de ações proativas que você pode executar:

Crie um perfil público seu ou de sua empresa em ferramentas como o Google Profile ou LinkedIn e inclua nele informações que proporcionem uma imagem positiva. É muito provável que pesquisas feitas diretamente pelo seu nome listem o endereço desse perfil nos primeiros lugares e, ao seguirem esse link, as pessoas se depararão com as informações positivas antes de qualquer outra.

Se alguém publicou fotos suas das quais você não gosta, escolha algumas que você goste e as publique. Isso ajuda a minimizar o impacto negativo que a foto original possa acarretar.

Se algum cliente registrou reclamação a respeito de sua empresa, encontre clientes que estejam satisfeitos e peça a eles que também publiquem as experiências deles, realçando a satisfação de serem seus clientes. Isso oferece um contraponto ao impacto negativo das reclamações.

Se saiu no site de algum jornal ou revista uma notícia desfavorável sobre um assunto que depois se mostrou infundado ou que sofreu uma reviravolta favorável (um processo que sua empresa ganhou, por exemplo) solicite ao veículo que atualize o conteúdo da matéria original, incluindo nela um link para a nova matéria que trata do desdobramento favorável.

Fonte: Balaio Tecnologico

Bacharel em Ciências da Computação, formado pela Unesp Bauru. Foi responsável pelos módulos da área industrial do ERP da ABC71 Soluções em Informática entre 1993 e 1998. Em 2002, passou a ser responsável pela então nascente área de Pesquisa & Desenvolvimento da empresa. É profissional certificado pela Microsoft, com especialização na arquitetura do Sistema Operacional Windows e mantem o blog Balaio Tecnológico, dedicado a tecnologia.

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Friday, April 20, 2012
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O que esperar da internet nos próximos anos?

Fibra óptica, anel óptico, 4G, e tantas outras novas tecnologias estão sendo implantadas e estudadas para melhorar a telefonia e acesso a internet no Brasil, e com certeza irão cumprir o objetivo. Atualmente, os serviços de telefonia possuem muitas falhas, mas as empresas provedoras querem aumentar a sua atuação no mercado e o consumidor está cada vez mais atento. Além disso, o governo está investindo neste setor para garantir que todos possam estar conectados durante os próximos eventos esportivos.

Acredito que o primeiro indício da melhora neste serviço é a concorrência, que está cada vez maior e isto traz muitas vantagens para os consumidores. A oferta de serviços conjugados, como o triple play – telefone, internet e TV –, é um bom exemplo. Cada vez mais empresas estão oferecendo este serviço e com preços acessíveis. Esta gama de opções faz com que o consumidor possa escolher o serviço com melhor custo-benefício com ofertas conjugadas (TV, telefonia e internet) e a empresa que não atender as necessidades dos clientes ficará para trás.

Em 2011, o governo fez diversos investimentos para que a internet chegasse a todos os cantos do Brasil. Algumas regiões já estão sendo beneficiadas e outras ainda terão que esperar um pouco, mas o assunto está sendo discutido e isto também fará com que as empresas de telefonia corram para atingir estes novos consumidores.

Para melhorar a qualidade da telefonia móvel, através de anéis de interligação entre pontos de acesso e de transmissão de dados, uma descoberta que não é recente, mas que já está começando a ser utilizada em maior escala, é a fibra óptica. Este material está acelerando o setor e garante maior velocidade no acesso a internet. A troca dos cabos de cobre pela fibra óptica se deve principalmente por este material não sofrer interferência eletromagnética, desta forma, não há distorção do sinal por ruídos do ambiente externo, além de ampliar muitas vezes a capacidade de transmissão desses dados, sem perda de sinal e de qualidade.

Além disso, é um meio seguro de transportar dados e o material com o qual a fibra óptica é produzida – sílica, especificamente o quartzo – é um dos minerais mais abundantes do mundo, o que resulta em custo relativamente baixo. Contudo, para disponibilizar a fibra óptica é necessário fazer investimentos em infraestrutura, o que encarece a implantação.

E para facilitar o acesso aos dados de sites internacionais e reduzir os custos, o governo anunciou que tem a intenção de construir um anel que liga as fibras ópticas dos países da América do Sul. Certamente, seremos beneficiados. E esta também é uma boa iniciativa considerando que o Brasil está recebendo cada vez mais turistas, tanto dos países da América do Sul quanto de outros continentes.

As empresas estão investindo para crescer, garantir a qualidade e o melhor preço dos seus serviços. Assim como o governo também está viabilizando meios de melhorar e fazer com que mais pessoas tenham acesso à internet. As expectativas são boas, mas não podemos esquecer que além de melhorar a qualidade da telefonia e da internet estes serviços também precisam ser democratizados.

por Por João Moretti, diretor geral da MobilePeople

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Saturday, November 19, 2011
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Internet – Uma visão do “Antes” e “Depois”

A Internet revolucionou a comunicação e com isso, a organização da vida em sociedade. Com a popularização dos microcomputadores e acesso a rede, a forma do homem se relacionar e comunicar sofreu notáveis mudanças ao longo dos anos – e porque não dizer, avanços.

Se hoje vivemos num período que pode ser chamado de “Sociedade da Informação”, isso só é possível pela oportunidade de acesso a rede, proporcionando comunicação em tempo real e em escala global. Originalmente projetada para fins militares, a internet representa hoje um dos exemplos de investimento mais bem sucedido e com maior potencial de crescimento.

O trabalho inicial, que era feito pela troca de pacotes entre duas máquinas, a então ARPANET, foi evoluindo aos poucos a partir das necessidades bélicas. O projeto foi primeiramente financiado pelo governo norte-americano com a intenção de otimizar o seu desempenho tático militar, de forma que os seus dados não ficassem concentrados em uma só máquina e que os seus computadores fossem capazes de trocar informações entre si de uma maneira mais eficaz e segura. Contudo a ideia inicial cresceu e o projeto passou a ser também estudado pelo setor de pesquisa, principalmente pela organização RAND Corporation.

time de desenvolvimento da arpanetTime de desenvolvimento da ARPANET

O e-mail, ou correio eletrônico, foi a primeira aplicação de rede que realmente mostrou algum potencial -  e hoje é um contato obrigatório para qualquer profissional. Pode-se dizer que foi o primeiro passo para o formato de páginas WWW que temos hoje.

Contudo, por mais que o e-mail tenha sido uma invenção inovadora para época, a popularização de seu uso não foi tão trivial. Os computadores ainda eram máquinas muito caras para a maior parte da população. Muitos que podiam comprá-la, ainda não estavam convencidos de que deveriam fazê-lo, devido a falta de bons softwares para usuário final – o conceito de computação pessoal só foi trabalhado e realmente incorporado, algum tempo depois, com o lançamento do Windows.

A evolução da Internet acompanha a evolução do hardware e dos softwares. Por mais que existisse uma boa ideia do projeto, e que o governo americano iniciasse o seu trabalho com máquinas em seus escritórios, o avanço do desenvolvimento de softwares visando o usuário, com um ambiente mais amigável, aumentaram o interesse das pessoas em adquirir um computador e a realmente fazer dele uma ferramenta útil em suas atividades.

A informatização e busca por recursos desse tipo no Brasil, por exemplo, só se deu com a intervenção estatal em busca de compensar o atraso tecnológico da telecomunicação nos anos 70, época em que o correio eletrônico já tinha sido colocado em prática nos EUA. E mesmo com a busca para compensar esse atraso, a verdade é que as coisas aconteceram em passos estreitos, por falta de dinheiro, pessoal e principalmente, interesse.

A Embratel começou a trabalhar com o conceito de Internet no Brasil por volta dos anos 80 e não foi bem recebida pela maioria das pessoas. Enfrentou o desafio da falta de infraestrutura adequada – o país se encontrava a uma média de 20 anos atrás dos países desenvolvidos no setor tecnológico, falta de conhecimento e interesse. Com o intuito de levar a ideia para um número cada maior de pessoas, a empresa criou alguns centros pelo país, com máquinas com acesso a rede, já que eram poucos os que tinham um computador em casa. Mas o público desses centros envolvia basicamente engenheiros – talvez por um grau de instrução maior e interesse por inovação. Algum tempo depois, o conceito de comunicação em páginas foi um pouco mais difundido, e empresas médicas passaram a divulgar serviços na rede. Mas essas páginas eram raramente atualizadas, o que só aumentou o desinteresse por quem utilizava periodicamente o recurso.

Além disso a divulgação desses novos meios de comunicação praticamente não existia, o que deixava grande parte da população ignorante sobre o que acontecia no setor. Se nos EUA o estudo de organizações de pesquisa se intensificou nos anos 60 a 80, ele apenas começou a caminhar no Brasil em 80, com poucos trabalhos relevantes na área.

Em 1984 o número de assinantes da Embratel era de apenas 110 pessoas, contra 74 milhões (!) de internautas em 2010, segundo dados do IBOPE.

Assim, apesar da lentidão da implantação em alguns países, o efeito global da Internet hoje é algo que deve ser comemorado. Considerando que a ARPANET foi projetada nos anos 60, hoje, apenas 50 anos depois, temos em resposta um fenômeno da comunicação que impactou na sociedade, cultura e negócios.

É importante lembrar, mais uma vez, que essa resposta positiva dos usuários inicia-se quando o mesmo tem uma forma mais acessível de acesso às máquinas, mas também quando a computação partiu para um novo ramo, destinando recursos, estudos e focando o usuário final como grande público. A partir daí a Internet passa a ganhar um número cada vez maior de usuários, passando a conectar estados, países e continentes.

Hoje a internet atua como um “fator modificador” da vida em sociedade. As notícias correm em escala global e em tempo real. Os negócios tiveram que se adaptar a essa nova forma de “vida conectada”, as empresas trabalham com maior eficiência, ao mesmo tempo que enfrentam também novos riscos, como a informatização do cliente e disseminação de conteúdo nas redes sociais.

Se a internet já deixou de ser considerada fenômeno e hoje é incorporada naturalmente em nossas vidas, novos paradigmas virão. É importante estar atento, conectado e o mais importante: informado!

Gabriella Fonseca é desenvolvedora web com boa experiência em empresas como CPM Braxis Capgemini e VELP Tecnologia. É ainda universitária, cursando Sistemas de Informação na PUC-MG. Desenvolvimento é sua paixão e teve certeza disso depois do convívio com os colegas de estágio enquanto fazia o curso de Matemática Computacional na UFMG. Apesar de relativamente curta, sua carreira é marcada pelo reconhecimento do que tenta fazer de melhor. Em 2010 recebeu a premiação de Melhor Projeto Asp.Net pelo programa Microsoft Students to Bussiness. Como sempre foi apaixonada por Matemática, durante o ensino médio recebi Menções Honrosas na OBMEP 2005, OBM 2005, OBMEP 2006, OBMEP 2008 e medalha de bronze na OBMEP 2007. Tem um bom conhecimento de desenvolvimento Web - especialmente .Net, mas é capaz de desenvolver aplicações simples para Android ou fazer correções e adicionar funcionalidades em um sistema PHP. Foca em desenvolvimento web, pesquisa e otimização de sites, marketing digital, redes sociais e comunicação interativa. Bloga em www.eufacoprogramas.wordpress.com e dá pitacos em www.techlivre.com.br

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Friday, September 2, 2011
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Segundo Ministro das Comunicações, Brasil terá internet 4G até 2014

Paulo Bernardo, Ministro das Comunicações, anunciou que a licitação para exploração da banda larga padrão 4G começará em abril de 2012 e que as 12 sedes da Copa do Mundo de 2014 terão internet 4G.

"O plano é que essa tecnologia seja a mais usada e a mais importante da Copa do Mundo de 2014, porque ela permite concentrar um grande número de equipamentos e garantir o tráfego em alta velocidade. Esse será um dos legados do evento para o país."

Os vencedores da licitação terão até 12 meses, após a assinatura do contrato, para implantar a tecnologia, isso garantirá que a internet 4G esteja disponível antes mesmo da Copa do Mundo no Brasil.

A presidenta Dilma exigiu que sejam criadas regras para que as operadoras ofereçam uma internet de qualidade para a população. Até outubro será votado um documento para regulamentação da internet fixa e móvel no país.

Paulo Bernardo, disse ainda, que o PNBL tem como objetivo dobrar o número de casas com acesso à internet e por isso definir os padrões de qualidade é fundamental para o sucesso do programa.

Nem a 3G funciona direito, imagina 4, 5, 6G... mas vamos lá!

Com informações de Terra

Tuesday, August 30, 2011
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Eu amo a internet!

Imagine tudo que a internet tem nos proporcionado nesses últimos anos, toda a conectividade, a facilidade de nos comunicarmos com o mundo, as diversas formas de adquirir conhecimento, a geração de negócios, o entretenimento e todos os outros benefícios que a rede proporciona. Um dia a nossa geração será lembrada como a geração que se tornou online. Mas infelizmente sabemos que a internet também possui problemas de segurança e de privacidade.

Brain é o nome do primeiro vírus escrito para computadores, em 1986. Sabemos exatamente de onde ele veio, pois em seu código havia o nome, endereço e até o contato telefônico de seus criadores, os irmãos paquistaneses Basit Farooq e Amjad Farooq. Mesmo não tendo a assinatura dos seus desenvolvedores, os vírus que surgiram logo após Brain eram facilmente percebidos pelo usuário. Sabíamos exatamente quando éramos infectados, pois em nossa tela algo estranho sempre acontecia. Nessa época, os vírus eram escritos por aficionados, por adolescentes.

Duas décadas e meia depois, os vírus se transformaram em um problema de ordem global. Em nossos laboratórios conseguimos monitorar as infecções que ocorrem em todo o mundo, rastreamos e bloqueamos vírus em diversas partes do planeta. Acompanhamos em tempo real as dezenas ou centenas de milhares de novos vírus que surgem diariamente. Esses vírus são criados por quadrilhas organizadas, que os produzem com a única motivação de ganhar dinheiro. Existem empresas, por exemplo, que compram computadores infectados, e faturam alto com isso. Nessas máquinas existembanking trojans, por exemplo, que furtam dinheiro de contas bancárias quando você utiliza o site do banco para efetuar pagamentos ou consultar seu saldo.

Já os keyloggers são aplicativos que ficam armazenados em seu PC de forma silenciosa e gravam tudo o que você digita, desde uma pesquisa no Google até um email para um cliente. Tudo é salvo e enviado para os cibercriminosos. Mas o que eles mais procuram é o momento em que estamos fazendo algum tipo de compra online, que é quando digitamos nosso nome, endereço, número de cartão de crédito e código de segurança.

Com essas informações em mãos eles podem comprar o que quiserem e desviar o dinheiro para contas bancárias de terceiros. Existe um enorme mercado clandestino e todo um ecossistema de negócios construído ao redor do crime online. Na página do FBI há diversos registros de cibercriminosos foragidos. Recentemente, autoridades americanas congelaram a conta bancária de criminosos e nela havia nada menos do que 14,9 milhões de dólares. Esse número dá a dimensão do montante que o crime online movimenta.

Sabemos que os criminosos cibernéticos estão contratando programadores e experts na área de computação para testarem seus códigos, e desta forma eles buscam saber como as empresas de segurança trabalham e tentam se esquivar de precauções que tomamos. Eles também sabem muito bem usar a natureza global da internet a seu favor. Uma única família de malwares é capaz de mover-se rapidamente de um país para o outro, aproveitando a dificuldade de se policiar uma operação como esta. Em questão de minutos uma contaminação que começou na Escócia pode se mover para a Austrália, Taiwan, Rússia, América Latina, e assim por diante. Usar o ambiente da web seria como se alguém tivesse dado a esses criminosos passagens aéreas grátis para qualquer parte do mundo. Logo, como fazer para encontrá-los?

O que acontece quando os criminosos são pegos? Bem, na maioria dos casos nem chegamos tão longe. Às vezes nem conseguimos saber ao certo de qual continente vem os ataques e, frequentemente, não há um desfecho para os casos. Ou a polícia local não age ou, se ela age, não há provas suficientes, ou por algum outro motivo não é possível desmantelar a quadrilha.

Todos devem se lembrar do vírus Stuxnet, que infectou um Controlador Lógico Programável (CLP) Siemens S7 400. Esse tipo de equipamento controla o funcionamento de uma variedade de máquinas de missão crítica, como elevadores, geradores de energia etc. No momento em que um vírus como o Stuxnet infecta um equipamento desse porte, que controla quase tudo o que está ao nosso redor, nos damos conta da gigantesca revolução nos riscos que temos de nos preocupar.

Qualquer fábrica, usina elétrica, indústria química ou de processamento de alimentos, tudo em nossa volta é controlado por computadores e depende do trabalho desses computadores. É verdade que nos tornamos muito dependentes do funcionamento da internet, e isso acabou criando novos problemas, mas precisamos continuar trabalhando mesmo se os computadores falharem.

Eu amo a internet. Pense nos serviços e em todas as facilidades que temos na rede, agora pense se de uma hora para outra esses benefícios fossem tirados de você, se algum dia você não mais os tivesse por alguma razão. Eu vejo beleza no futuro da internet, mas receio que talvez a nossa geração, que se tornou online, não veja isto acontecer.

Penso que se não combatermos o crime online agora, corremos o risco de perder esta guerra. Precisamos de um trabalho global de aplicação das leis internacionais para encontrar e frear essas quadrilhas organizadas de criminosos cibernéticos que estão faturando milhões de dólares em seus ataques.

Isso é muito mais importante do que executar antivírus ou firewalls. O que realmente importa é encontrar as pessoas que estão por trás desses ataques e, ainda mais importante, temos que encontrar as pessoas que estão prestes a entrar nesse mundo do crime online, mas que ainda não o fizeram, e dar a elas oportunidades para usarem suas habilidades para o bem.

* Mikko Hypponen é Chief Research Officer (CRO) da F-Secure e um dos principais especialistas em segurança da informação da atualidade. O executivo tem contribuído com autoridades na solução de casos de crimes cibernéticos nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia. Em 2010, Mikko Hypponen recebeu o prêmio Virus Bulletin como “O Melhor Educador da Indústria de Segurança da Informação”. Twitter: @mikkohypponen

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Cuidados jurídicos ao tentar alavancar sua Startup digital ou de Internet

Não é preciso muita explicação para chegarmos à conclusão de que no mundo da tecnologia da informação muito pouco é genuinamente criação, e grande parte é cópia ainda que parcial ou derivada.l

No cenário mundial, podemos rememorar em 1988, o caso Apple x Microsoft envolvendo interface gráfica Xerox Alto, com acusações de plágio com o Windows 2.0, bem como o recente caso envolvendo o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg e os irmãos Winklevoss, além de outra batalha com o “ex-sócio” Eduardo Saverin.

Muitos já chegaram até meu escritório com projetos de “idéias on-line” sites do tipo, teve uma idéia, submeta e sinta o “colaborativo” dar o feedback se a idéia é boa ou não, cooperando com a execução. Logicamente, explico que isto pode não dar certo no Brasil, embora tenha esperança que este cenário mude, porque temos uma cultura da cópia, do mínimo esforço. Você correria o risco de alguém com mais dinheiro que você executar seu projeto na frente?

Startups (empresas em implementação com pouca ou nenhuma experiência de mercado e com futuro promissor) são a onda da vez no Brasil, que é líder em empreendedorismo (com um empreendedor para cada oito adultos). Uma necessidade de ter negócios digitais tomam a mente de investidores. Mídias sociais, social commerce, mobilidade, virtualização e cloud, storage, dentre outros são alguns segmentos de interesse. Crescimento e riqueza estão migrando para economias emergentes como Brasil, que aliás possui uma “destreza tecnológica” invejável.  Empresas inovadoras, com idéias interessantes, jovens e com poucos recursos para desengavetar projetos ou fazer a “máquina rodar” passam a valer “ouro” em um mercado que cresce no Brasil.

Antigamente, colecionávamos casos envolvendo incubadoras e aceleradoras que concebiam excelentes projetos, porém se ajudavam com uma mão, tiravam com a outra. Quantos profissionais prejudicados por orientadores e incubadoras que em troca do apoio exigiam sociedade ou administração no negócio ou mesmo direitos de exploração econômica dos softwares produzidos pelos empreendedores… Empreendedores chegavam até nós com aberrações contratuais firmadas, onde nada mais podia ser feito a não ser a tentativa de anulação judicial dos negócios.

Atualmente o quadro se agrava, vivemos uma onda de “corretoras de startups” (me desculpem mas não vou usar anglicismos pouco claros) que oferecem a intermediação entre investidores e empreendedores. Chegam com o discurso de que possuem longa carteira de investidores ou fontes de “seed money”, aptos e a investirem em projetos viáveis no mundo da tecnologia da informação e que precisam fazer testes e avaliações. Mapeiam toda a empresa, coletam todas as informações estratégicas e nem sempre o negócio se concretiza.

Outras empresas propõem uma consultoria em formato de evento, onde o empreendedor paga uma inscrição para ter acesso a um ambiente com demais empreendedores, onde irá expor seu projeto e receber a avaliação de ‘especialistas’ que prometem alavancar os negócios em pouquíssimos dias.  Algumas ainda oferecem a investidores faixas de preços para “startups” que dizem fazer a prospecção. Tem stratup de 10k, de 20k e assim por diante…

Quais os riscos? Seu projeto ser absolutamente usurpado, em um conceito que chamamos de “aproveitamento parasitário”. Não estou pedindo que engesse seus negócios digitais, mas para não se prejudicar ao tentar “recursos” para sua alavancar sua startup, algumas orientações básicas são necessárias e pertinentes:

Conheça sua empresa. Se você já não é uma pessoa física, conheça seu tipo societário, tributos existentes, obrigações. Leia o contrato social de sua empresa, conheça os poderes do sócio administrador;Proteja sua obra. Seja um software, desenho industrial ou mesmo um serviço inovador, há a possibilidade de proteção intelectual por formas distintas no Brasil. Consulte um especialista e tenha as Leis 9609 e 9610/1998 sempre à mão;Conheça as leis existentes. Não é possível ser um empreendedor ou inventor em Ti e não conhecer os conceitos da Lei de Inovação 10.973/2004 e demais leis inerentes. Se o projeto envolver desenvolvimento, blinde o contrato com os desenvolvedores, deixando claro seus direitos patrimoniais sobre o produto;Celebre acordos de confidencialidade. Carregue na sua pasta os chamados NDAs (Non-disclosure-agreements) e não comece a falar nada sobre seu projeto sem que o interlocutor, investidor ou corretor assine e obrigue-se a confidencialidade, principalmente, se você já tem um modelo de negócios pré-definido;Se seu negócio se enquadra no conceito de “inovação”, procure agências de fomento legalizadas, que poderão financiar seus projetos desde que estimulem o desenvolvimento da tecnologia e inovação;Faça parte de associações com credibilidade no setor. SUCESU, ASSESPRO, ABRAT, ANPROTEC, dentre outras associações poderão oferecer assessoria, mentores e apoio ao empreendimento de TI, além de respaldo jurídico e mediação especializada em casos de litígios com investidores e terceiros;Esteja “up-to-date” com as linhas de financiamento FINEP e BNDES. Talvez, com um bom projeto, você consiga um dinheiro sem a necessidade de abrir capital ou quotas da sua empresa. O SEBRAE também não deve ser descartado;Esteja aberto a investimentos e conversações (lógico!), porém cheque a integridade de “intermediários” e “investidores”. O Google está aí para isso. Pesquise casos passados, avalie. Assim como eles farão uma análise de risco e due dilligence sobre o seu negócio, faça sobre o deles, principalmente, se sua empresa já está faturando; Se o investidor for estrangeiro, consulte o modelo legal existente em seu país de origem; Gustavo Chierighini (http://www.saiadolugar.com.br/2010/08/03/9-mitos-sobre-capital-de-risco-para-startups/) é preciso em sua explicação sobre o tema, onde pondera que: “Não acredite na força dos relacionamentos, isso é pura ilusão. Intermediários baratos adoram usar isso para conquistar negócios e clientes. Ninguém vai investir absolutamente nada por causa disso. Gestores de investimentos prestam contas sobre suas decisões e nessas horas a amizade pode até atrapalhar”;Cuidado com programas de aceleramento relâmpago de sua empresa inovadora de TI. Só querem o seu dinheiro, em troca, vão te despejar inúmeras planilhas e números, conceitos e alguns e-mails, para que você se vire. Em co-working, saiba antes dos direitos e deveres de cada um e como ficará a propriedade ou co-propriedade do projeto após finalizados os trabalhos;Não busque assessoria jurídica orientada ao incidente. Tenha profissionais especializados em direito e tecnologia da informação do seu lado, a cada etapa de amadurecimento de seu projeto. Não faça nada sem antes consultá-los, inclusive nos contratos de venda da empresa ou cessão de direitos de exploração. Não aceite tudo que está escrito nos contratos ou cartas de intenções (term-sheets), questione! Muito cuidado quando o empreendedor se mantiver com algumas ações da empresa, será preciso avaliar cláusulas que limitam seus poderes neste caso.

Com estas singelas orientações, o empreendedor digital poderá minimizar riscos de ter sua idéia sabotada, de concorrência desleal ou até mesmo, exclusão dos quadros societários da startup, sendo forçado a vende-la. O aspecto jurídico deve estar presente em todo o projeto de anuncio e aceleração das startups.

Logicamente, cobrar pelo serviço de captação de recursos ou consultoria para o negócio são atividades comuns, porém desconfie de consultorias que como preço pedem sociedade ou participação nos lucros da empresa.  Normalmente, o ingresso à sociedade se dá apenas para investidores e na modalidade venture capital ou capital de riscos, que é um tipo de investimento privado, através do qual se compra participação societária em startups que apresentem possibilidades de crescimento exponencial.

Importa dizer, as fusões e aquisições devem ser planejadas, sobretudo no que tange a aspectos legais existentes em relação aos dados de consumidores.

Devemos ter em mente que incumbents vão cada vez mais tentar a aproximação de Startups, sobretudo com os eventos de Olimpíadas e Copa do Mundo a se realizarem no Brasil. Viveremos a chamada “febre das aceleradoras”. Isto é bom? Isso é ótimo, mas a ânsia em conceber um modelo de negócio e ver um projeto decolar pode superar etapas de planejamento, risco e segurança, que podem impactar completamente o futuro da startup e de seus criadores. Pense nisso e cautela!

Participe do TechInter 2011, uma conferência focada em mercado, empreendedorismo, novas oportunidades em tecnologia da informação. Excelente oportunidade para contato com especialistas e precisosas informações estratégicas sobre criação de Startups e novos negócios digitais. Para saber mais acesse: www.techinter.com.br

José Antonio Milagre é Perito e Advogado especializado em Direito Digital

Twitter: http://www.twitter.com/periciadigital
E-mail jose.milagre@legaltech.com.br

Saturday, August 27, 2011
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PNBL: Programa de internet banda larga do governo federal entra em vigor

Passou a funcionar nesta terça-feira, dia 23 de agosto, o Plano Nacional de Banda Larga, programa da internet banda larga popular do governo federal. O primeiro município a receber o projeto foi Santo Antônio do Descoberto (GO) que já oferece o serviço de banda larga de 1 Mbps por R$ 35,00.

O serviço é oferecido pela Sadnet, operadora de telefonia da cidade, que assinou contrato com a Telebrás no dia 8 de julho.

Os clientes interessados em contratar o serviço de banda larga pelo PNBL deverão comprar o modem para se conectar no valor de R$ 300,00. Esse valor pode ser dividido em até 12 vezes no cartão de crédito.

O Plano Nacional de Banda Larga será coordenado pelo Ministério das Telecomunicações e operado pela Telebrás. O Programa tem por objetivo popularizar o acesso à banda larga no país.

Em breve saberemos se esta banda larga popular é realmente larga. :)

Com informações de G1

Saturday, August 20, 2011
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Estudo revela: navegar na internet durante o trabalho melhora a produtividade

A Universidade Nacional de Cingapura realizou um estudo que revelou que navegar na internet durante o trabalho, atualizar o Facebook ou postar mensagens no Twitter pode aumentar a produtividade.

O estudo foi realizado com 96 pessoas e provou que o uso da web ajuda o trabalhador a se recuperar mentalmente após longos períodos de trabalho.

Navegar na internet é melhor para a produtividade da empresa que conversar ou mandar mensagem de celular ou e-mail, afirmam os cientistas.

Outro dado interessante revelado pelo estudo é que nas empresas que bloqueiam a internet, os índice de acesso dos funcionários é mais elevado.

E aí, o que você acha? Você navega na web e utiliza redes sociais durante o expediente?

Com informações de G1

Friday, August 12, 2011
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Morte da Lady Gaga é mais um golpe na internet

Milhares de usuários do Facebook foram surpreendidos pela notícia da morte da cantora Lady Gaga. O post dizia: "Urgente: Lady Gaga é encontrada morta em quarto de hotel."

Fato é que a Lady Gaga não morreu e ao clicar no link da notícia o usuário é redirecionado para um site malicioso onde a vítima era induzida a preencher um cadastro com diversos dados pessoais.

A ameaça foi descoberta pela Trend Micro que aconselha os usuários a bloquearem a URL referente ao caso e que fiquem atentos a esse tipo de post com notícias sobre celebridades nacionais e internacionais.

Cuidado para seu computador não ficar Gago! (putz, piadinha do Dedé...)

Com informações de Terra

Wednesday, July 27, 2011
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Vender pela internet – O primeiro passo é o planejamento

Comprar pela internet já se tornou hábito para boa parte do povo brasileiro. A comodidade de não ter que sair pesquisando de loja em loja na rua ou shopping, a agilidade de com poucos cliques adquirir o produto tão desejado, o preço que é bem competitivo o que beneficia o consumir, são inúmeras vantagens que só fazem com que o e-commerce brasileiro ganhe cada vez mais adeptos, como já era esperado.

O brasileiro gosta de conforto, gosta de um bom preço e gosta de ser bem atendido, portanto facilmente estão aderindo as compras virtuais.

Em 2009 o Brasil movimento cerca de 2 bilhões em transações on-line, para 2011 o crescimento já passa do que era estimado para o primeiro semestre. Estamos em um país em crescimento, onde o acesso ao crédito facilita a compra de computadores pessoais como também o acesso a banda larga permitindo assim a grande expansão desse tipo de comércio.

Mas existem segredos nesse mercado, não é porque simplesmente ele cresce que qualquer um que se sentir na obrigação de migrar para esse tipo de terreno será bem sucedido. Na verdade muitos dizem que o custo para empreender on-line é menor que de uma loja física, em termos está correto só que vale ressaltar que essa afirmativa é válida por comparar a grande oferta de mercado, ou seja, você estará trabalhando para atender um território mais abrangente seja de forma nacional ou internacional dependendo do tipo de produto a ser comercializado. Portanto, os custo de uma operação profissional de e-commerce estão perto dos investimentos necessários para se ter uma loja física, obviamente com muito mais vantagem, só que nem tudo é um mar de rosas. É necessário investimento em marketing digital, habilidade para desenvolver credibilidade junto ao consumidor e principalmente flexibilidade para atendimento.

Dificilmente uma loja sem planejamento adequado será bem sucedida no ambiente on-line.

Para estar preparado o mínimo necessário é preciso ter:

Um plano de negóciosUm plano de marketingOrçamento de investimento em marketingParceiro logístico definido e contratadoSistema de cartão de crédito (80% das compras são feitas via cartão de crédito)Plataforma operacional de confiançaEquipe para atendimentoEquipe de edição de imagens e controle de qualidade, ou terceirizar esse tipo de serviçoEstoque devidamente organizado

Se prestarmos atenção não difere muito de uma loja física, ou seja, da mesma forma você precisa de equipe de atendimento, equipe de organização, um bom plano de negócios entre outras coisas comuns para o mercado off-line.

Outro ponto que não é levado em consideração na hora de colocar na ponta do lápis o orçamento necessário é o estoque e a logística. É obrigatório um controle rígido sobre essas duas pontas importantes do e-commerce.

Fora o que é comum do comércio off-line e que se encontra no on-line como estoque, equipe, atendimento e outros o custo operacional mensal de uma loja virtual bem produzida gira em torno de R$1.000,00, isso se trata apenas da questão técnica e de um pequeno investimento em marketing e hospedagem da loja virtual, fora isso tem-se que levar em consideração valores de ambiente, pessoal e outros comuns no off-line. Não se engane com pequenas operações de lojas prontas vendidas pela internet, essas não tem garantias de credibilidade, operabilidade e tão pouco legibilidade por parte dos mecanismos de busca (leia-se google), esse ultimo tão importante quanto por se tratar da única forma de você realmente ser visível na internet.

Diferente da loja física onde o seu cliente em potencial passa na frente da sua vitrine, no ambiente on-line o cliente nem se quer sabe que você existe até ver um anuncio ou como normalmente acontece até que faça uma busca no google por determinado produto que você comercializa.

Pequenas lojas montadas e prontas para operar dificilmente permitem migração para outras plataformas quando a loja se desenvolve, o que raramente acontece nesse ramo de lojas prontas ou quando está migrando para tentar algo mais sério, esse é um grande risco operacional, pois o custo que você já teve inicialmente o terá outra vez, será como montar outra loja da estaca zero sem a possibilidade de levar seu cliente previamente cadastrado com você.

Lembre-se, nem tudo que reluz é ouro, portanto é necessário cuidar bem do seu investimento, seja ele pequeno, médio ou grande.

Tuesday, July 5, 2011
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Convites para o Google+ são comercializados na internet

A dificuldade em conseguir convites para ingressar na nova rede social do Google, a Google+, gerou um mercado negro na internet.

Internautas privilegiados, que já garantiram o seu perfil no Google+, estão comercializando convites da nova rede pela internet. No Mercado Livre, por exemplo, as entradas são oferecidas por preços entre R$ 3,50 a R$ 6,00.

A Google+ está em fase de testes e poucos usuários tiveram a chance de testá-la. A princípio, o Google havia liberado o acesso à rede, mas devido à sobrecarga dos seus servidores teve que restringir, causando a frustração de diversos internautas.

Na verdade, essa estratégia de restringir o acesso aos seus serviços no momento do lançamento não é novidade. O Google usou da mesma conduta com o Orkut e o Google Wave. Com isso, o gigante das buscas consegue alimentar a curiosidade das pessoas que farão de tudo para conseguir um convite.

O Google+ é a arma do Google na guerra contra o Facebook, que já anunciou um contra-ataque para os próximos dias.

Com informações de Terra Imagem de Google Discovery

Thursday, June 30, 2011
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Projeto de lei para controle da internet do Senador Eduardo Azeredo volta à cena

Depois das inúmeras críticas da opinião pública e do buzz negativo gerado pelo anúncio do projeto de lei para controle da internet elaborado pelo Senador Eduardo Azeredo, o governo resolveu engavetá-lo e esquecer o assunto.

Porém, os ataques hackers sofridos pelo governo nos últimos dias era o pretexto que o Senador esperava para colocar o assunto em pauta novamente.

Com votação marcada para a próxima quarta-feira, 29 de junho de 2011, o texto do projeto sofreu algumas modificações realizadas pelo próprio Senador Eduardo Azeredo.

Entre as modificações realizadas está a retirada do texto de um dos pontos mais controversos do projeto, o que obrigava os provedores de acesso a denunciarem às autoridades os indícios de práticas de crimes realizados pelos seus usuários.

O projeto mantém a obrigação para que os provedores armazenem, por três anos, os dados de navegação dos seus usuários, que podem ser solicitados via ordem judicial.

Fora isso, não houve mais mudanças significativas no projeto que já havia passado pela Câmara e votado no Senado.

Qual sua opinião sobre este polêmico projeto do Senador Azeredo?

Com informações de Convergência Digital

Wednesday, June 29, 2011
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Patente Brasileira: distribuição de filmes em HD pela internet (GloVe)

Você já ouviu falar no GloVe? GloVe (Global Video Environment) é um sistema brasileiro de distribuição de vídeo digital em alta definição sob demanda, em grande escala.

O projeto foi desenvolvido por pesquisadores do Laboratório de Computação Paralela da Universidade Federal do Rio de Janeiro e rendeu três patentes internacionais na área de tecnologia para o Brasil.

A tecnologia de administração e compartilhamento de vídeos é capaz de atender a um número ilimitado de pessoas simultaneamente com exibição individualizada.

A inovação do GloVe é que, diferente da tecnologia atual, que é baseada em solução de hardware, ele faz o serviço todo através de software, reduzindo drasticamente os custos do investimento.

Para o usuário, as vantagens também são grandes. No caso de redes locais, um vídeo fica geralmente hospedado no servidor central. Caso o vídeo seja popular e milhares de pessoas o acessem a todo instante, há riscos de lentidão na transmissão ou mesmo de interrupções.

Com o Glove esses problemas são praticamente eliminados, porque o sistema recicla o fluxo e redistribui o conteúdo para os usuários.

Os potenciais clientes para o Glove são as distribuidoras de filmes, as redes de TV que distribuiem conteúdo pela internet, ou mesmo as universidades que oferecem cursos de educação à distância.

"É uma excelente alternativa. Além das vantagens técnicas e econômicas a nossa tecnologia inibe a pirataria, proporcionando maior segurança ao fornecedor de conteúdo," afirmou Cláudio amorim, professor e coordenador do projeto.

Fonte: Inovação e Tecnologia

Saturday, June 18, 2011
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Google e SEBRAE querem levar pequena empresa para a internet

Publicada em: 17/06/2011

O Google e o SEBRAE em parceria com a HP, CNI, Seasa Experian e a Yola criaram o Conecte seu Negócio, um serviço de hospedagem gratuito para pequenas empresas.

O objetivo do site, que funciona em 11 países, é ajudar pequenas e médias empresas a desenvolver o primeiro site.

Para criar um site na ferramenta é preciso registrar um domínio, entrar no site Conecte seu Negócio e escolher um layout para o seu site. Também há a possibilidade de customizar o layout. O serviço não é gratuito, custa R$ 29,95 por ano.

Para o lançamento do serviço, os primeiros 5 mil empreendimentos que criarem o seus sites, ganharão o registro do domínio.

"Estar na internet torna os negócios mais sólidos e as empresas têm mais capacidade de competir e crescer, ao mesmo tempo em que trabalhamos para criar uma sociedade mais conectada", diz Fábio Coelho, diretor geral do Google Brasil.

Luiz Barretto, diretor-presidente do SEBRAE Nacional, acrescenta: "Muitas oportunidades deverão surgir a partir do momento que o negócio está na web, à visibilidade e o poder de alcance aumentam e novos clientes aparecem".

O papel do SEBRAE no projeto é de realizar treinamentos via internet, além de dar suporte às empresas no processo. A HP oferecerá condições especiais de compras de produtos de informática e periféricos e a Serasa Experian, consulta de dados por um preço especial.

Com informações de IDGNow

Friday, March 11, 2011
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Microsoft define a data de lançamento do Internet Explorer 9

Monday, March 7, 2011
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Emenda constitucional quer transformar a internet em direito

O Senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) enviou uma proposta de Emenda Constitucional para transformar a internet em direito social no país.

Segundo o Senador, a internet é um meio cada vez mais importante para a formação pessoal, intelectual e profissional do cidadão.

"Acreditamos que a inclusão desse novo direito em nossa Constituição Federal contribuirá decisivamente para a superação das desigualdades brasileiras dando um amplo horizonte de oportunidades aos cidadãos hoje inexoravelmente excluídos de um futuro melhor."

Com informações de Informaticando

Wednesday, February 9, 2011
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8 de fevereiro – Dia mundial da internet segura

O Dia da Internet Segura é uma iniciativa da INSAFE, rede européia dedicadas à promoção do uso seguro da internet. A campanha mobiliza mais de 65 países para propagar o uso seguro da internet.

No Brasil, as ações do evento são promovidas pela SaferNet Brasil, Polícia Federal e Ministério Público Federal. O tema da campanha para este ano é “Estar online é mais que um jogo, é a sua vida”, uma alusão aos jogos online e a propagação das redes sociais.

Para marcar a semana de campanha em prol da internet mais segura, a Interage, desenvolvedora de soluções para segurança da informação, faz a sua parte e dá dicas de como evitar que seu filho seja vítima dos perigos da rede.

Eleja com o seu filho uma lista de amigos que ele poderá conversar na internet;Reserve um tempo para navegar com o seu filho na rede, pois além de aproximá-los, você poderá conferir os sites que ele visita;Tenha o controle das conversações para evitar que o seu filho seja vítima das pessoas mal intencionadas que circulam na rede. Hoje já existem softwares que realizam esse tipo de função. Um deles é o Trevio, desenvolvido pela Interage, que faz o monitoramento e o bloqueio dos comunicadores instantâneos, como o MSN, para facilitar o controle dos pais;Oriente seu filho para não preencher informações estritamente pessoais como telefone, endereço de casa e colégio, nas redes sociais. Tais informações podem servir de dicas para sequestros ou ainda torná-lo vítima da ação de pedófilos, que poderão utilizar os dados para encontrá-lo facilmente.

Proibir não é a solução

De acordo uma pesquisa realizada em mais de 11 países, pela britânica Sue Palmer, as etapas naturais de desenvolvimento das crianças estão sendo substituídas rapidamente pelas conquistas digitais. As informações, divulgadas pelo jornal Daily Mail, mostram que 23% das crianças conseguem fazer uma ligação em um celular e 25% conseguem navegar facilmente por sites na internet.  Por isso, proibir as crianças de navegar na rede não é a solução mais adequada para os dias de hoje, em que a tecnologia está em cada detalhe da nossa vida.  O diálogo aberto é, como sempre, a melhor e mais eficaz das formas de proteção.

Essas e outras dicas você confere em nosso blog: http://interage-seguranca.blogspot.com

Fonte: Assessora de comunicação - Interage S.A

Tuesday, January 25, 2011
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Pesquisa: veja os números da internet no mundo em 2010


Quantos sites foram criados? Quantos e-mails enviados? Qual o tamanho da internet? Essas e outras perguntas serão respondidas agora, nesta pesquisa divulgada pela Royal Pingdom sobre a internet.

A pesquisa foi realizada utilizando de várias fontes publicadas até dezembro de 2010. Os resultados foram compilados e são apresentados logo abaixo.

107 trilhões de e-mails foram enviados no ano de 2010294 milhões de e-mails enviados por dia, em média89,1% do total de e-mails enviados foram spans1,88 bilhões pessoas possuem um e-mail ativo no mundo488 milhões dessas contas foram criadas em 20102,9 bilhões de contas de e-mail estão ativas no mundo25% delas são de e-mails corporativos255 milhões – número de sites no ar até dezembro de 201021,4 milhões foram criados em 2010

88,8 milhões de domínios .com13,2 milhões de domínios .net8,6 milhões de domínios .org79,2 milhões de domínios com código de países de alto nível (Ex: .cn, . uk, .de, .br e etc)202 milhões de nomes de domínios em todos os domínios de nível superior7% foi a taxa de crescimento de registros de domínio em 20101,97 bilhões de usuários acessam a internet em todo o mundo14% acessaram a internet pela primeira vez em 2010825,1 milhões de usuários estão na Ásia475,1 milhões, na Europa266,2 milhões, na América do Norte204,7 milhões, na América Central e Sul110,9 milhões, na África63,2 milhões, no Oriente Médio21,3 milhões, na Oceania152 milhões – número de blogs ativos na internet25 bilhões de tuites foram enviados no Twitter em 2010100 milhões de usuários criaram uma conta no Twitter em 20107,7 milhões de pessoas seguiram a Lady Gaga no twitter600 milhões de pessoas estão no Facebook250 milhões são perfis criados em 201030 bilhões de posts contendo fotos, links, notas e outros são compartilhados por mês no Facebook70% dos usuários do Facebook estão localizados fora dos Estados Unidos20 milhões de aplicativos para o Facebook são instalados por dia

2 bilhões de vídeos são assistidos por dia no YouTube35 horas de vídeos são inseridas no YouTube por minuto186 é a média mensal de vídeos assistidos por usuário (USA)84% dos usuários de internet assistem vídeos on line (USA)14% dos usuários da internet já fizeram upload de vídeo (USA)2 bilhões de vídeos são assistido no Facebook por mês20 milhões de vídeos são inseridos no Facebook por mês5 bilhões de fotos foram hospedadas no Flickr até setembro de 20103000 fotos são inseridas no flickr por minuto130 milhões de fotos são enviadas para o Flickr por mês3 bilhões de fotos são inseridas no Facebook por mês36 bilhões por ano

Post original em inglês: Internet 2010 in numbers

Fonte: 72DPI

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