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Sunday, April 15, 2012
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Tecnologia da Informação – Fator essencial para o sucesso das empresas

Olá, leitores!

Este é o meu primeiro artigo no portal ProfissionaisTI, e é uma grande honra poder participar desse grupo de autores.

Como eu uso um sistema leitor de RSS, notei que frequentemente recebo notícias de empresas que estão ampliando sua margem de lucro e ganhando um reconhecimento no mercado através do investimento em tecnologia da informação. Após ler algumas dessas notícias, conclui o quanto ela está se tornando essencial nos planos destas empresas.

A divisão entre as empresas e a tecnologia da informação está ficando cada vez mais estreita. Diretores, gerentes e executivos tradicionais estão começando a enxergar a TI como um núcleo fundamental de desempenho e desenvolvimento da empresa. Lógico, há ainda aqueles que temem ou desconhecem da tecnologia da informação, e por isso não investem ou ao menos não procuram conhecer os inúmeros casos de sucesso que ela já proporcionou. Para fazer um uso adequado e obter o máximo que a tecnologia da informação pode oferecer, é preciso saber investir. A tecnologia da informação nunca gera desperdícios, desde que seja aplicada corretamente. Em outras palavras, o ponto principal não é o “quanto” investir em TI, e sim “como” investir.

O investimento em TI exige raciocínio e planejamento, não somente capital e expectativas futuras. O diretor executivo deve analisar a situação atual da empresa e a necessidade da informatização, mas não deve fazer isso sem um conhecimento técnico e especializado. É para isso que existem analistas de sistemas, auditores tecnológicos, consultores e outros profissionais. O conhecimento da capacidade da tecnologia da informação é inevitável e vem se tornando obrigatório. Veículos de informação em todo o mundo sempre relatam consecutivos casos de empresas que investiram em tecnologia e hoje se sobressaem na frente da concorrência, oferecendo com precisão o que o cliente realmente necessita.

Além disso, os consumidores em geral já notaram este novo ambiente de agilidade nos serviços. Quanto mais rápida for uma resposta ou solução, maior será a satisfação do cliente, e isso só é possível através da TI. Nenhuma mente humana é capaz de filtrar dados, armazenar informações ordenadamente e fazer cálculos complexos em questões de segundos inúmeras vezes. Portanto, é correto afirmar que TI está se tornando um fator fundamental para o diferencial de uma empresa.

Muitos diretores se recusam a investir em tecnologia da informação até o último momento, onde se sentem obrigados a fazer isso. No instante em que a empresa começa a gerar mais receitas e um melhor desempenho nos processos devido ao investimento em TI, eles notam que deveriam ter investido muito antes. Na realidade, não importa se a empresa tem uma tradição no mercado ou se ela possui os preços mais baixos da região. Se não houver um sistema informatizado, a empresa já apresenta um aspecto de insegurança, dúvida e falta de eficiência nos serviços que envolvam operações relacionadas ao consumidor.

Conheço um representante comercial que vende produtos em vários estados. Antes ele utilizava um talão de formulários para preencher os dados do cliente e os dados do pedido emitido. Há 4 anos ele decidiu comprar um notebook e um sistema capaz de armazenar os dados dos clientes, produtos, orçamentos e pedidos que ele realizava a cada viagem. Hoje, com mais de 7.000 pedidos emitidos pelo notebook, ele nem sequer imagina em voltar a fazer tudo manualmente. Cortou custos com a compra de formulários, dobrou a demanda de clientes em virtude da agilidade e segurança, e precisou contratar mais 3 funcionários para administrar o financeiro e as operações de marketing.

Isso é o que denominamos “Tecnologia Operacional” integrada com a “Tecnologia da Informação”. Atualmente o CEO (Chief Executive Officer – Diretor Executivo), deve entender tanto de tecnologia de informação quanto o CIO (Chief Information Officer – Diretor de Informática) deve compreender os negócios da empresa. Ambos os cargos estão sofrendo grandes mudanças no perfil e sendo proporcionalmente interconectados um ao outro. Nesse ponto, vale ressaltar uma frase que Bill Gates disse em uma conferência da Microsoft: “As tecnologias de informação e de negócios estão se tornando inevitavelmente uma coisa só. Não creio que alguém possa falar sobre uma sem falar sobre a outra.”

Um fato importante é que nós, profissionais de TI, sabemos que à medida que novas empresas se integram à tecnologia da informação, novas funções, vagas e cargos surgem e são tão importantes como qualquer outra área administrativa da empresa. Cabe a nós sermos os responsáveis para suprir essa demanda e dispor de conhecimentos tecnológicos e administrativos para aplicar propostas e soluções imediatas.

O primeiro passo é comprometer-se com as exigências do mercado e investir constantemente em conhecimento profissional e acompanhar as demandas da tecnologia, como computação em nuvem, virtualização, Business Intelligence, serviços online e gestão da informação. E lembrem-se: conhecimento nunca é demais!

Abraço! Até mais!

Desenvolvedor de sistemas há 6 anos em linguagens Delphi, C# e PHP. Bacharel em Sistemas de Informação, colunista sobre tecnologia e entusiasta em Desenvolvimento Ágil. Atualmente trabalha com processamento de dados e desenvolvimento de sistemas voltados para gestão administrativa.

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Thursday, January 20, 2011
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Desenvolvimento de Sistemas: o essencial da análise

Vemos hoje na internet, principalmente em fóruns da área, pessoas procurando ou discutindo qual a melhor linguagem de programação para se desenvolver sistemas. Discussões tipo: uma é mais voltada para Web, outra não, uma é mais flexível e mais rápida.

Temos que ter em mente o seguinte: que o início de tudo não é qual linguagem usar, mas sim a análise do sistema que deve vir antes da programação em si, é um passo fundamental, devemos seguir uma linha de raciocínio que definirá a metodologia do desenvolvimento que engloba as técnicas que serão utilizadas ao longo do processo.

A seguir vamos descrever o ciclo de vida de um sistema que deve ter no mínimo três fases: análise, projeto e implementação.

Segundo S. Pompilho no seu livro Análise Essencial:

Análise – é a fase de desenvolvimento em que se determinam quais os e quesitos do sistema, isto é, dizer “o que” o sistema deve fazer, ou que o usuário espera que ele faça, essa fase é a que o analista deve ter mais contato com o usuário ou cliente, pois é nela que ele dirá o que espera do sistema, suas características e funções.

Projeto – no mesmo livro, Análise Essencial, S. Pompilho descreve como projeto de sistemas “A fase em que se determinará “como” o sistema funcionará para atender aos requisitos especificados na fase de análise”. Podemos entender que nesta etapa do desenvolvimento do sistema utilizaremos os dados obtidos no estágio de analise para descrever o funcionamento do sistema tendo a preocupação com o desempenho e com os recursos tecnológicos disponíveis pelo cliente/empresa/usuário.

Implementação “é a fase de construção do sistema”. Essa construção levará como base o modelo gerado na fase de projeto, neste estágio e que será então implementado todo o trabalho feito nas fases anteriores, sendo feito também a simulação e os teste do sistema.

Devemos lembrar também que além dessas fases existem outras que podemos chamar subfases e outras fases posteriores à implementação, tais como a implantação, mas que para uma análise essencial não viria a ser mencionada. Então podemos concluir que devemos não só nos preocupar com que linguagem utilizar, mas um bom analista se preocupa com cada fase de desenvolvimento do sistema.