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Wednesday, June 6, 2012
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Tablets nas instituições educacionais – uma realidade no Brasil

Diante do seu crescimento econômico, o Brasil vem sendo explorado significativamente por multinacionais, que observando o nosso potencial econômico, vem investindo no país do futebol de uma maneira exponencial ao longo desses últimos anos, visando lógico, divulgar e realizar vendas dos seus respectivos produtos e consequentemente obter lucratividade, pois países tidos como potencias mundiais vivem crises financeiras atualmente.

Dentre os diversos exemplos que temos na área de tecnologia atualmente, a moda do momento são os tablets, dispositivo móvel de grande aceitação pelos internautas que precisam acessar informações de uma maneira rápida e portátil. Para alguns especialistas os tablets muito em breve irão substituir os livros impressos, já outros especialistas acham um certo exagero tal afirmativa, a verdade é que os fabricantes desses equipamentos estão explorando seus públicos alvo aqui no Brasil.

Assim, instituições educacionais, visando uma modernização do cotidiano dos discentes e docentes em sala de aula, estão aderindo essa tecnologia, buscando inovações e portabilidade nas informações. O objetivo dessa adoção visa facilitar o dia a dia dos envolvidos, dinamizando as tradicionais aulas nas quais os alunos estavam acostumados.

O principal objetivo dessa iniciativa é a redução de custos com impressões e compra de livros que os alunos estavam habituados a realizarem, sem falar na portabilidade, pois, com a adoção do tablet, o estudante não precisa mais andar com uma pilha de apostilas e livros debaixo do braço, todo o material estará salvo na memória interna (disco rígido) no próprio tablet, logo, o material poderá ser acessado durante o trajeto que o aluno faz da sua casa até o trabalho ou até a instituição educacional que o mesmo está vinculado.

No entanto, pontos positivos e negativos estão conectados a essa nova metodologia de aprendizado. Será que a instituição está preparada para atender a demanda? A infraestrutura da instituição está apta? A conexão da instituição é satisfatória? Atende a todos os equipamentos simultaneamente? Os profissionais estão plenamente capacitados para explorarem da melhor maneira possível essa tecnologia? Essas são algumas perguntas que devem ser respondidas e consequentemente atendidas pelos profissionais da área de tecnologia da informação para que exista uma interação considerável entre os docentes e discentes da instituição.

As instituições que aderirem essa tecnologia deverão conscientizar os docentes e discentes para utilizar o seu tablet da melhor maneira possível, evitando as redes sociais, que deixa o internauta disperso, fazendo com que o mesmo perca tempo com notícias secundárias e que não gera conhecimento adicional para o seu cotidiano tanto na vida profissional como pessoal.

Portanto, a adesão dos tablets na sala de aula objetiva aumentar o conhecimento dos discentes e consequentemente facilitar o dia a dia dos docentes, pois, por maior que seja o laboratório de informática da instituição, assim como a variedade de livros que a biblioteca oferece aos discentes da instituição, infelizmente, não serão suficientes para atender a demanda da instituição, logo, através dos tablets, os discentes poderão ter acesso à biblioteca virtual da própria instituição sem que o mesmo precise se deslocar até a mesma, e ainda ter que contar com a sorte para que um possível exemplar que o professor indicou na última aula esteja disponível.

Qual a sua opinião? Acha válida a utilização de tablets no ensino?

Mestrando em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Pernambuco, graduado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Caruaru. No campo profissional é Professor do Instituto Tecnológico de Pernambuco, Tutor Virtual da UFRPE, Colunista do Jornal Extra de Pernambuco na área de Tecnologia da Informação, Assistente Administrativo da Secretaria de Gestão e Serviços Públicos da Prefeitura Municipal de Caruaru, além de atuar como Consultor de TI em algumas empresas da região.

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Friday, March 16, 2012
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PCs, tablets e smartphones: porta aberta para o inimigo?

Em tempos de consumerização da TI, a segurança total do endpoint já não pode mais ser ignorada, e uma estratégia de segurança “suficiente” já não é mais suficiente. Dispositivos na ponta da rede como desktops, notebooks, tablets e smartphones exigem a criação de um programa de segurança completo e integrado.  No passado, esses equipamentos eram, muitas vezes, relegados ao final da lista de um gerente de TI. Hoje, somos sempre lembrados do grau de criticidade de segurança do endpoint quanto mais empresas são invadidas e mais grupos de hackers divulgam diariamente suas vitorias. A natureza das ameaças também está mudando. Os hackers já não estão mais atingindo alvos aleatórios por simples diversão. Em vez disso, agora eles fazem parte de iniciativas organizadas (ou até de governos estrangeiros) trabalhando para explorar os dados de sua empresa e de seus clientes, visando ganhos financeiros. Além disso, os vetores de ataque tornaram-se mais complexos do que nunca – geralmente, empregando diferentes tipos/estilos de códigos maliciosos para atacar sistemas de usuários finais.

Em resumo, o ambiente de ameaças é extremamente amedrontador – seja você uma pequena empresa iniciante ou uma grande empresa. E a infinidade de produtos pontuais e a mescla de soluções estranhas de fornecedores de segurança do mercado não facilitam em nada a questão. No entanto, há vários pontos a se contemplar para conseguir criar uma estratégia de gerenciamento unificado de ameaças.

1. Saiba quem/o que/onde. Sua política de segurança deve ser fluida de acordo com o tipo de usuário final e do ambiente desse usuário. A capacidade para ajustar as definições de segurança de acordo com as funções de trabalho dos usuários e seus ambientes ( a rede corporativa, o escritório de um usuário final, ou um aeroporto) é um conceito básico que toda política de segurança deveria empregar.

2. Combine o Antivírus. Ao contrário da opinião popular, o AV não está morto, mas se você usá-lo como uma defesa stand-alone, sua reputação poderá ter esse fim. Você deve combinar o AV com outras funcionalidades, pois como sua única defesa contra malwares, o AV é completamente ineficaz. Mais exatamente, ele deve ser integrado com outras soluções de proteção contra ameaças mais proativas.

3. Aplique patches sempre. Trata-se de algo simples na teoria, mas você ficaria surpreso em constatar como são poucos os técnicos de TI que realmente seguem os processos e as ferramentas necessárias para ter êxito aqui. Talvez isso se deva ao fato de que, embora a aplicação de patches seja teoricamente simples, ela pode se tornar devastadora se você estiver pensando em executá-la máquina por máquina. Isso sem mencionar o fato de que a complexidade pode aumentar rapidamente se você tiver tipos diferentes de plataformas e uma vasta gama de aplicações. Mas a introdução de software na mistura muda tudo. Este processo se torna exponencialmente mais fácil e com bem menos pontos de redundância com a ajuda de uma ferramenta de gestão de patches integrada. Você pode implementar patches em milhares de máquinas com mais eficiência e índices de sucesso significativamente mais altos.

4. Lista Negra, Branca e Cinza. Muitas soluções reportam ter recursos de blacklisting (lista negra). Mas tentar bloquear todas as potenciais ameaças/aplicações o tempo todo não é muito prático nos dias de hoje. Seria melhor que você permitisse apenas as coisas boas – ou seja, pré-aprovar quais aplicações podem rodar, ou criar uma lista branca (whitelisting). Você pode, então, monitorar o comportamento das aplicações. Procurando atividades potencialmente prejudiciais e pré-aprovando aplicações conhecidas, você vai conseguir uma área cinza. E, neste caso, isso é uma boa coisa. Melhor ainda, amarre a aprovação a sistemas de implementação confiáveis e torne sua vida ainda mais fácil.

5. Tudo está no HIPS. Sistema de prevenção de intrusão baseado em host. Um HIPS monitora seus sistemas em busca de uma atividade imperfeita. Ele então registra informações sobre esta atividade, tenta evitá-la e grava o incidente. A capacidade para rastrear atividades maliciosas e também registrá-las permite que você, além de proteger melhor sua rede, ainda possa adotar uma posição mais proativa de proteção no futuro – identificando tipos de bugs e padrões.

É quase certo que sua organização será alvo de uma violação – ou tentativa de violação – em algum momento. Você deve se preparar para o “quando” para reduzir o “se” e se concentrar em eliminar a possibilidade do endpoint ser uma porta aberta ao inimigo. Embora estes cinco passos básicos não sejam de modo algum abrangentes, eles podem servir como um embasamento adequado para qualquer política de segurança de TI – seja ela grande ou pequena – e ajudará a proteger sua organização da crescente ameaça de ataques.

por Marcelo Lava: diretor geral da LANDesk América Latina e Brasil

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Tuesday, September 20, 2011
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A “Segurança” dos Tablets

Por que devemos nos preocupar com a segurança da “sensação” do momento do que existe no mundo tecnológico? Já que muitas pessoas acreditam que eles são muito ou totalmente seguros contra ataques de vírus e roubo de dados, falarei sobre o que tem acontecido e o que está sendo previsto, e muito provavelmente, irá acontecer em relação a segurança dos tablets.

Com “X” fabricantes desenvolvendo “Y” tipos de Tablets (Motorola Xoom, Apple iPad, Samsung Galaxy Tab, HP TouchPad, Dell Streak 7, RIM PlayBook etc) em cima de “Z” Sistemas Operacionais diferentes (Android, iOS, WebOS, BlackBerry Tablet OS), fica difícil decidir qual comprar. Proteger e tomar cuidado com seu uso então, nem se fala.

Apesar de existirem falhas de segurança documentadas em todos os sistemas, os crackers tem voltado sua atenção para o sucesso dos iPad’s e demais tablets com sistema Android. Todos sabem das restrições da Apple aos seus sistemas e hardwares, com o iPad isso não é diferente.

A quantidade de aplicativos desenvolvidos para o iPad é gigantesca, mas antes de serem disponibilizados para os usuários eles precisam ser enviados à Apple, que durante algumas semanas faz testes e análises dos códigos para somente depois publicar a aplicação para downloads. Durante o processo de validação da Apple, qualquer parte do aplicativo que possa causar risco ao equipamento, como mau funcionamento, vírus, etc é identificado e tratado ou até mesmo a aplicação é rejeitada. Apesar do processo um tanto quanto burocrático, é com essa política que a fabricante garante que seus produtos funcionem sempre de maneira satisfatória. Conforme os desenvolvedores enviam, ganham “status” e confiança por um bom desenvolvimento, a Apple prioriza a analise das suas aplicações agilizando o processo.

Com todo esse controle, desenvolver uma aplicação com o um código malicioso e publicar na App Store é muito pouco provável, mas existem outras formas de infectar o dispositivo. Muitos usuários de iPad não satisfeitos com essa política ou querendo baixar os aplicativos sem pagar por eles, já que muitos disponíveis não são grátis, efetuam o chamado JailBreak.

O JailBreak é um iOS modificado, a instalação dele é contra os termos de garantia da Apple. Ao efetuar a instalação desse iOS é possível instalar qualquer aplicativo no iPad sem acessar a AppStore e consequentemente causar danos ao aparelho, sem contar que se perde a garantia do produto.

A primeira versão do JailBreak saiu para o iPhone, tanto iPhone quanto iPad usam o mesmo sistema operacional, e foi criado por um grupo de hackers que são contra a pirataria. Eles apenas não concordam que o usuário não tenha controle total sobre o seu próprio produto. Com essa “política”, eles não disponibilizaram os arquivos modificados, mas sim a ferramenta para que o usuário as modifique da forma que achar mais adequado. Para tentar evitar a evolução e uso do JailBreak a Apple foi a publico informando que a utilização do mesmo é uma prática ilegal, mas a Eletronic Frontier Foundation (EFF) é a favor da prática. Para ela o usuário tem direito de modificar seu produto da forma como acha mais adequado, afinal ele o comprou.

Com a utilização do JailBreak, os usuários se tornaram vítimas dos crackers, os aplicativos disponibilizados fora da AppStore não possuem qualquer controle de qualidade e podem conter códigos maliciosos escondidos dentro deles. Sites como Cydia e Installous são muito populares e possuem praticamente todas as aplicações que foram rejeitadas pela Apple. Obviamente que algumas são muito boas, mas a grande maioria serve apenas para a distribuição de vírus e o roubo de dados dos usuários.

Diferentemente da Apple, a Google possui a política de liberdade para tudo o que produz, praticamente todos os seus produtos possuem uma versão paga e uma grátis (de excelente qualidade) equivalente. No caso da Android Market as aplicações são publicadas diretamente pelo usuário, não passam por um controle de qualidade, o que é muito bom para quem desenvolve, inclusive os crackers. Com a facilidade de desenvolver e publicar aplicações a Android Market vem sofrendo com vírus sendo publicados e distibuidos para seus usuários.

Outro fator muito importante nos sistemas Android é que ele é baseado no Linux e obviamente de código aberto, com isso os usuários podem ter acesso total ao sistema com a conta de root (super usuário). Com esse acesso é possível efetuar qualquer modificação no código do programa, liberação de uso de compartilhamento de 3G, funções de Wi-Fi, atualização da versão do Android antes das operadoras disponibilizarem a versão “customizada” delas, etc. Aproveitando dessa característica, diversos TROJAN´s já foram desenvolvidos com o intuito de modificar o core do sistema para executarem suas funções sem a percepção do usuário.

Na última semana a Google divulgou que removeu 34 aplicativos com códigos maliciosos (vírus) da Androi Market. O processo ocorreu nos últimos dias de Maio após o alerta de especialistas. Essa foi a terceira intervenção, notificada, pela Google nos últimos 3 meses. Em Março a Google já havia informado que também iria utilizar uma ferramenta de remoção remota de aplicativos com intuito de evitar danos a seus usuários.

A nova versão dos vírus disponibilizada possui a característica de abrir páginas específicas da Android Market, fazendo com que os usuários instalem mais aplicativos infectados, e de enviar comandos para os tablets. Felizmente, assim que informada, a Google agiu e removeu os “aplicativos” quase que imediatamente. Estima-se que nessa recente investida dos crackers cerca de 100.000 dispositivos móveis tenham sido infectados (smartphones e tablets).

Com o aumento dos usuários de tablets em todo mundo, os crackers tem trabalhado para conseguir lucrar com o novo “nicho” de usuários. A AVG lançou em Março o primeiro Software de Antivírus específico para tablets (AVG AntivirusFree) a versão é diferente da já existente para Smartphones, mas é uma prova que as empresas de segurança estão atentas aos ataques que não devem parar e, historicamente, tendem a crescer exponencialmente. O antivírus protege os aplicativos, configurações de dados e arquivos de mídia. Possui também a função de backup dos dados que podem ser armazenados em um cartão SD. Em caso do tablet ser perdido ou roubado existe a função de ser localizado e bloqueado pelo programa caso esteja conectado.

Os ataques tem ocorrido em uma quantidade muito menor em relação aos PC´s, mas isso é apenas questão de tempo e as recomendações para uso seguro dos tablets não são diferentes.

Coloque senha de acesso (no iPhone e iPad há a opção de formatação em caso de erro em 10 tentativas);Não desbloqueie seu aparelho (no caso do iPad – JailBreak);Acesse apenas sites confiáveis;Não instale aplicativos suspeitos;Desabilite o Bluetooth (habilite com senha apenas quando for fazer transferência de dados);“Ainda não é necessário”, mas instale um software antivírus.
Saturday, August 13, 2011
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Tablets brasileiros chegam ao mercado em setembro

O Ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, divulgou que os primeiros tablets brasileiros começarão a ser comercializados em setembro. Ele garante, ainda, que não vai faltar tablets e smartphones até o natal.

Os tablets brasileiros chegarão ao mercado com no mínimo 20% de peças nacionais, essa é uma das exigências da lei para que o produto receba os incentivos fiscais. O governo garante que irá fiscalizar o cumprimento da norma e os produtos que não estiverem de acordo não receberão a redução de impostos.

Vale ressaltar também que nos próximos 2 anos o nível de peças nacionais do produto subirá para 80%. Isso visa estimular o desenvolvimento do mercado tecnológico do país e a geração de empregos no setor.

Aloizio Mercadante disse também, que em breve a presidente Dilma irá anunciar novas medidas de incentivo para as áreas de semicondutores e banda larga, para estimular os investimentos no setor.

Com informações de R7

Sunday, May 29, 2011
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12 empresas pretendem produzir tablets no Brasil

As medidas do Governo Federal para reduzir os impostos dos tabletes e incentivar a produção dos aparelhos no Brasil já estão dando resultado. Segundo o Ministro das Ciências e Tecnologia, Aluízio Mercadante, existem 12 empresas interessadas em produzir tablets no Brasil.

Além da Apple, o Governo Federal já cadastrou a AIOX, a Compalead, a Envision, a Itautec, a LG, a Motorola, a MXT, a Positivo, a Samnia, a Samsung e a Semp Toshiba.

Isso é muito bom para o consumidor, pois com tantas empresas disputando o mercado, a briga será boa e influenciará diretamente nos preços dos produtos.

Por tanto, se você tem planos de adquirir um tablet, vale a pena esperar um pouco, até que as novidades cheguem ao mercado.

Com informações de MACWorld Brasil