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Tuesday, May 22, 2012
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Dispositivos móveis podem auxiliar nas pesquisas eleitorais

As eleições municipais de 2012 estão se aproximando e, em todo o Brasil, os partidos políticos já começaram a se articular para eleger e reeleger seus candidatos. Nessa corrida para angariar votos, as pesquisas eleitorais, feitas de forma manual pelas ruas das cidades, são o ponto de partida para avaliar as chances dos políticos. Na era da mobilidade e dos dispositivos móveis é possível buscar alternativas mais modernas e precisas para efetuar essas pesquisas?

As pesquisas eleitorais são feitas por empresas especializadas, como Datafolha e Ibope, entre outras. Atualmente, os dados coletados são anotados em papéis e depois as informações são inseridas no computador para calcular os percentuais de voto e a classificação dos candidatos nos principais municípios do país.

Uma alternativa interessante seria a incorporação de dispositivos móveis com GPS. Em grandes metrópoles, como São Paulo, por exemplo, os pesquisadores podem coletar as informações sobre as intenções de voto, fazer um perfil do eleitor e ter a localização exata de onde foi feita a pesquisa de uma forma mais precisa, através de uma assistência digital.

A partir disso, pode ser criado um sistema no qual os votos dos eleitores em diversos pontos da cidade são exibidos em tempo real simultaneamente. Com essa iniciativa é possível fazer um mapeamento da cidade em lugares mais específicos e através do GPS os pesquisadores também podem ser melhor monitorados e os resultados das pesquisas serem divulgados de forma mais rápida e com menor margem de erro.

Com esse sistema, os políticos também podem saber onde possuem mais eleitores e onde precisam de mais votos, direcionando melhor as estratégias de campanha e os cronogramas de visitas às subprefeituras a partir das intenções de voto. Outra ideia é trabalhar com mobile marketing a partir da solicitação de um político. O eleitor também pode avaliar melhor as suas preferências através desse processo e até mudar a opção de voto, além de saber com mais rapidez como está a classificação do seu candidato em vários pontos da cidade e acompanhar passo a passo a campanha eleitoral dele.

Já existem aplicativos para alguns sistemas operacionais de aparelhos móveis que disponibilizam informações sobre pesquisas eleitorais dos principais institutos e a evolução de seus candidatos, estatísticas de rejeição e eventuais confrontos no segundo turno. Com um sistema que permite conexões em tempo real, seria possível disponibilizar essas informações de forma simultânea também para esses aplicativos.

O marketing político eleitoral, também pode ser beneficiado com a mobilidade nas pesquisas eleitorais. As redes sociais tornaram-se um canal de interação e troca de informações entre políticos e eleitores e é um poderoso meio de divulgação de atividades e plataformas eleitorais.

Através de pesquisas online credenciadas pelos institutos nas redes sociais e que podem ser enviadas para o mesmo sistema onde se concentram as pesquisas de rua, os candidatos podem ter uma dimensão maior de seus votos e que tipo de público está sendo alcançado por eles, através dos perfis dos eleitores nessas redes.

O uso da mobilidade nas eleições certamente pode fazer a diferença nos resultados eleitorais, mas, para isso, os institutos de pesquisa devem estudar todas as possibilidades desse novo canal e os candidatos também devem se preparar para não confundirem a cabeça do eleitor.

por João Moretti: diretor geral da empresa MobilePeople

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Friday, April 6, 2012
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Cloud computing: aliada dos filmes em dispositivos móveis

A computação na nuvem é considerada uma aliada para quem quer assistir vídeos em dispositivos móveis. Isso porque os filmes podem ser assistidos por streaming em qualquer hora e em qualquer lugar, ou seja, em computadores, TVs conectadas, consoles de games, tablets e em smartphones.

A tecnologia já oferece essa possibilidade de assistir sem ter que baixar o filme todo nogadget. É o que faz a Smooth Streaming do Silverlight (Microsoft), que adapta a transmissão dos vídeos à conexão disponível, diminuindo a qualidade do vídeo em tempo real para manter o fluxo das informações. Desta forma, se a conexão for ruim a qualidade do vídeo diminui, mas não trava, o que é ótimo.

Isso já vem acontecendo no mundo. Tanto que um estudo realizado pela Nielsen aponta que 48% dos norte-americanos assistem vídeos no computador ou em dispositivos móveis. Segundo as informações, uma em cada dez pessoas passou a assistir filmes e seriados em smartphones ou tablets em 2011 – um aumento de 26% em relação ao ano anterior. Os números são dos Estados Unidos, mas a tendência é mundial.

Além de ver os filmes por streaming, os usuários também podem fazer o download, essa opção é adotada por nós para o mercado brasileiro devido a baixa qualidade da banda para dispositivos móveis, e o aumento da capacidade de memória nos novos gadgets, essa é uma opção interessante já que se pode baixar um filme inteiro enquanto se toma um café em uma lanchonete que tenha sinal de wi-fi aberto.

Alguns estúdios já armazenam os seus filmes na nuvem. Desta forma, os filmes podem ser assistidos em qualquer lugar e de diversos aparelhos. As produtoras perceberam que esta é a melhor opção para impulsionar a venda de filmes, já que a compra de DVDs e outros discos diminuiu muito nos últimos anos.

Apesar de as pessoas estarem a cada dia mais interessadas nas novidades tecnológicas, o video on demand ainda está se popularizando. Há muitas pessoas que assistem filmes no computador, mas não são a maioria. Outra questão é que assistir filmes em computadores e dispositivos móveis é uma preferência dos jovens.

Uma pesquisa encomendada pela plataforma de televisão Epix mostra que um a cada três americanos entre 25 e 34 anos assiste filmes em dispositivos, além da TV. Os iPods são usados por 24% dos entrevistados, tablets e smartphones por 21% e netbooks por 15%. Pessoas entre 35 e 64 anos preferem a televisão. O estudo foi realizado pela internet, em abril deste ano, com americanos entre 25 e 64 anos, pela empresa de pesquisa Ipsos OTX Media CT.

Ainda levará algum tempo – mas não muito – para que este serviço se popularize de verdade. Afinal, grande parte da população ainda não está habituada a assistir filmes nem pelo computador, imagina pelos dispositivos móveis. Além disso, a pesquisa da Epix mostra que este é um ‘hábito’ da famosa geração Y e não de todos. As pessoas ainda estão se acostumando com as facilidades que a tecnologia oferece. Mas assim como a evolução tecnológica tem acontecido cada vez mais rápido acredito que não será difícil as pessoas se adaptarem.

por Marcelo Spinassé – CEO da Truetech

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Wednesday, November 30, 2011
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Adobe abandona Flash para dispositivos móveis e foca no HTML5

A Adobe anunciou na última quarta-feira, 9 de novembro, que encerrará o projeto de desenvolvimento de Flash Player para dispositivos móveis.

A empresa afirma que a mudança visa focar investimentos no desenvolvimento do HTML5 para o mercado mobile, seguindo as tendências do mercado, e direcionar o Flash para mercados onde ele ainda pode causar impacto, como a indústria de games e vídeos mais complexos.

"Não vamos mais adaptar o Flash Player para aparelhos móveis para novos navegadores, versões de sistemas ou configurações. Continuaremos oferecendo suporte às configurações existentes e permitiremos que nossos licenciadores de código fonte continuem trabalhando e lançando suas próprias implementações", afirmou a Adobe em comunicado oficial.

A Adobe afirmou ainda que já trabalha na versão 12 do Flash Player e está ansiosa com as futuras versões do Flash e do HTML5.

Até o amadurecimento total do HTML5, o Flash deve se manter. Posteriormente, será mais uma tecnlogia a ficar apenas na história.

Com informações de IDGNow / Imagem retirada de http://www.guanabara.info/

Marcelo Alves, graduado em Desenho Industrial com habilitação em Programação Visual pela Universidade do Estado de Minas Gerais. Atua como Webdesigner e Diretor de Criação desenvolvendo projetos de comunicação para web.

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