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Wednesday, June 13, 2012
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Gestão de Projetos: como cumprir as metas

Ao se tratar de Gestão de Projetos, o sucesso é sempre o objetivo a ser alcançado. Apesar de ser um assunto muito discutido entre inúmeros gestores, o índice de orçamentos que extrapolam o planejamento ou não chegam a ser concluídos é muito grande e atrapalham o andamento das empresas.

Para evitar que estes transtornos não cheguem até a sua empresa, é importante que os gerentes de projetos avaliem e reavaliem os orçamentos minuciosamente, de acordo com o cenário apresentado. Para auxiliá-los na tarefa, separamos pontos importantes que devem ser explorados para o sucesso do trabalho.

1 – Faça uma intensa análise prévia sobre o projeto: é importante que o projeto seja justificado, ou seja, comprovado se ele terá valor para a empresa. Antes de pensar em formar a equipe que trabalhará nele, é necessário garantir o total apoio da empresa no projeto. Comprometimento, prazo e responsabilidade são itens essenciais para o projeto dar certo, independente do tamanho que a empresa possui.

2 – Boas escolhas de equipe geram bons resultados: além da escolha de uma equipe séria e comprometida, delegar funções específicas logo no começo do projeto para que não existam imprevistos é fundamental. Quando cada profissional foca em suas habilidades, formando tudo o que você precisa para a conclusão do projeto, o índice de sucesso é muito maior.

3 – Planejar de forma inteligente: falar de planejamento em um material que deseja auxiliar empresas a gerir projetos de TI pode parecer clichê. Mas saiba que muitas empresas se perdem no caminho, durante o projeto. Determinar prazos para que cada membro da equipe foque em questões específicas auxilia tanto em projetos de curto, quanto de longo prazo.

– Comunicação: item essencial para que todas as partes do projeto se mantenham disciplinadas. Reuniões semanais devem ser realizadas para que aconteça um alinhamento perfeito e permita que a equipe esteja inteiramente engajada dentro do projeto. Ferramentas de gerenciamento de projetos podem ser cruciais para a comunicação durante o projeto.

5 – Errar e acertar: muitos projetos só dão certo quando outras tentativas erradas de sucesso já aconteceram. É importante manter um dossiê com esses resultados, mesmo que negativos, para que se tornem referências futuras.

por Alexandre Otto: CEO da IPconnection, integradora de serviços e soluções em Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

Eventos, cursos, livros, certificações, empregos, notícias e muito mais do mundo da TI (Tecnologia da Informação).

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Thursday, June 7, 2012
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Gestão com Pessoas: O que um líder deve oferecer?

Quando leio livros como “O Monge e o Executivo”, fico pensando sobre a grande questão que é servir e ser generoso para com a equipe.  Já começo aqui dizendo que generosidade não significa dar apenas aumento salarial, e mais ainda não é dar aumento salarial sem justificativa. Um líder deve ter muito mais a oferecer aos seus liderados e é isso que quero explorar.

Michael Youssef *, no livro “O estilo de liderança de Jesus”, lista três coisas fundamentais que um líder deve ter e doar com generosidade.  São eles:

a) Tempo – doe o seu tempo, ou invés de reservar todo o tempo para si mesmo, o líder o usa de várias maneiras para servir aos seus liderados e ouvir sua equipe.

b) Atenção – O simples fato de um líder demonstrar interesse pelo problema do seu liderado, o faz um grande amigo, mesmo que ele não tenha como resolver o problema, mas a atenção de alguém ajuda muito uma pessoa a descarregar suas aflições e angústias, em meio a uma crise.

c) Experiência – Os melhores líderes aprenderam muita coisa durante a sua escalada até o cargo que ocupam. Quando alguém os procurar, tenha a maior boa vontade em compartilhar sua experiência.

Mas para servir um líder precisa superar as tentações, que farão parte da sua caminhada:

a) Poder – O abuso do poder é quase sempre verbal, há lideres que lançam mão dos seguintes meios:

Persuasão e manipulação – não estou falando de influência, mas de controlar diretamente ou indiretamente uma pessoa para atuar de acordo com os desejos do “líder”;Criam sentimento de culpa, vergonha ou ignorância – rebaixando e até mesmo ridicularizando seus liderados;Fazem ameaças e apelam.

b) Ego – O líder competente, tendo ele próprio senso de satisfação e autoestima, faz questão de prestar reconhecimento àqueles que o ajudam. Eles não tomam para si a glória que pertence a outros. O verdadeiro líder se considera parte de uma equipe. Não procura recompensa para o seu ego, mas se a recompensa vem, tem prazer em dividir com os outros.

c) Ira – muitas vezes nos iramos de forma justa, porque nos sentimos frustrados e ansiosos, mas essa ira deve ser controlada. É muito comum quando nos encontramos em situações difíceis, despertarmos esse sentimento, mas o autocontrole deve persistir.

Sim ser um líder servidor exige muito mais do que pensávamos e como falei anteriormente não tem como fazer download da internet.  A filosofia oriental diz “Não buscamos imitar os mestres, procuramos o que eles procuravam.”, então não desista em sua caminhada.  Força e coragem na busca pela excelência em sua liderança, sabendo que quanto mais você der, mais você receberá.

Fonte: http://www.leadingtheway.org
* Michael Youssef, Ph.D., is the Founder and President of Leading The Way with Dr. Michael Youssef, a worldwide ministry that leads the way for people living in spiritual darkness to discover the light of Christ through the creative use of media and on-the-ground ministry teams. His weekly television programs and daily radio programs are broadcast in 20 languages and seen in more than 190 countries — airing 3,800 times per week. He is also the founding pastor of The Church of The Apostles in Atlanta, Ga.

Profissional com mais de 20 anos na área de Tecnologia da Informação. Graduada em Processamento de Dados e Pós-graduada em Gestão Empresarial.

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Saturday, May 5, 2012
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Gestão com Pessoas: Ser bem-sucedido

“O sucesso é mais difícil de trabalhar do que o fracasso.”
— Augusto Cury no livro “O Vendedor de Sonhos”

O que é sucesso? Lendo o site do dicionário informal me deparei com vários significados e ilustrações interessantes para essa pergunta, postadas pelos leitores do site. Escolhi esse enviado pelo leitor José Luiz: “Significa ter êxito em alguma coisa; ter um resultado feliz em algo; conseguir chegar ao fim de uma empreitada“1.

Cada um tem a sua definição de sucesso e, por conseguinte a sua meta de sucesso definida ou não. Eu tracei algumas metas para minha vida e quando as alcancei, vivenciei a experiência de me sentir bem-sucedida. Um sentimento de alegria, de vitória, de alcançar o que se deseja ou ainda o sabor da realização.

Para que possamos ser bem-sucedidos precisamos definir o quanto é suficiente para nós àquela realização, ou corremos o risco de não conseguirmos mais controlar a avalanche de atividades, projetos, planos e metas que absorveremos. Tornar-se-á uma batalha em que mais nada terá sentido, uso o termo batalha, pois vai com certeza gerar um desgaste muito grande nas relações interpessoais de quem não determinar seu limite.

No livro citado acima, está um alerta para que possamos apreciar as diminutas coisas da vida e as grandes que Deus deu a cada um sem distinção.  Sair pela rua caminhando, observar uma paisagem, ouvir o canto dos pássaros, conversar com os amigos e curtir o sol que entra pela janela. Ao saborear esses momentos é possível estabelecer o que vale a pena ou não, e seguir em frente apenas com o que realmente importa.

Tem pessoas que abrem mão de suas posições em grandes corporações por um período de sabático2, onde podem investir em aprimoramento profissional ou em reavaliar uma mudança de carreira. E já presenciei profissionais no auge de suas carreiras, obrigados a se afastarem de suas atividades, por estarem extremamente cansados e estressados. Não é uma decisão fácil, mas necessária à saúde. É um momento que não se consegue organizar nada, simplesmente são forçadas. De forma estruturada, apesar de não ser um processo fácil, é sempre melhor realinhar o rumo da vida por conta própria do que ser forçado.

Então pense se o seu sucesso é prazeroso ou te deixa sobrecarregado?  Se nesse momento você se sentir no meio de uma “batalha”, antes que você seja obrigado a abrir mão do seu sonho ou projeto, se permita um momento de reflexão e reavaliação sobre a sua medida de sucesso. Se for necessário redefinir a carreira, as metas, os projetos e abrir espaço na agenda, faça isso sem medo de recuar. Recuar não significa que você abandonou algo, mas que adquiriu uma nova visão do que vale a pena para sua vida. Você ganhou uma nova medida de sucesso.

Fontes: 1 http://www.dicionarioinformal.com.br/sucesso/
2 O Sabático é o afastamento voluntário de um executivo por um período não inferior a seis meses, visando principalmente uma profunda reflexão sobre a vida, seu trabalho e seus objetivos. http://carreiras.empregos.com.br/comunidades/executivos/artigos/300301-sabatico_carminhato.shtm

Profissional com mais de 20 anos na área de Tecnologia da Informação. Graduada em Processamento de Dados e Pós-graduada em Gestão Empresarial.

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Gestão com Pessoas: Liderança Perfeita (final)

Leia antes: Parte 1 e Parte 2

Um líder deve ter equilíbrio em suas orientações e chegar a esse ponto requer disciplina.  Não se obtém excelência em gestão sem erros e acertos de rotas no decorrer dos anos.  As competências que fazem uma liderança perfeita são obtidas e desenvolvidas ao longo da trajetória profissional e não há como fazer download delas de uma página da internet (infelizmente!).

Já me cobrei por demais pelos erros que cometi, e quando me encontro com lideres mais experientes, eu descubro que muitos deles se cobram até hoje por decisões do passado.  E vejam que muitas das decisões foram acertadas, mas não menos “pesadas” de serem tomadas.  E foi assim que comecei a enxergar os meus erros com um pouco mais de complacência comigo mesmo. Porém, não significa que parei de buscar as competências necessárias para uma liderança perfeita.  Se eu chegarei lá é outra questão.

Então o que buscar? Abaixo fiz uma lista que considero importante e que busco desenvolver:

a)  Autocontrole – reações controladas, não se deixar levar por impulsos, procurando analisar e compreender as motivações de seus liderados, evitando irritações prematuras.

b)  Compreensão de outrem – compreender os problemas de cada integrante do grupo e com imparcialidade, pesar as qualidades e os defeitos, dando as primeiras o devido valor e tratando os defeitos com ações adequadas (se realmente são defeitos).

c)  Procura de unanimidade – alertar a equipe dos problemas que surgem, e dar a oportunidade de discutir francamente os fatos, provocando a participação individual dos membros. E com essa situação, cria-se um ambiente de cooperação.  Muitas vezes, porém, não há como fazer isso, nesse caso, comunique de forma clara, com objetividade e transparência.

d)  Respeito – O grupo decide tacitamente como quer ser tratado, desde que com dignidade. “Respeite para ser respeitado”. A recíproca é verdadeira. O dirigente do grupo tem uma importância fundamental no ambiente de trabalho. Suas atitudes são refletidas em seus liderados, ocasionando o espírito de imitação. Os psicanalistas dizem que os liderados identificam-se com os seus líderes.

e)  Enfrentar as tensões e conflitos – Vivemos em um mundo conturbado, onde as tensões e conflitos surgem a todo instante.  Em meio às tensões devemos estabelecer uma maneira de convivência. Cabe ao líder analisar os conflitos e dar uma solução, num clima de franqueza e compreensão mútua.

f)  Conhecer seus liderados – líderes são chamados para servir e devem procurar as melhores oportunidades para promover o bem-estar e o progresso do grupo.

g)  Mansidão – em nossa cultura temos a tendência de pensarmos que ser gentil, humilde ou manso são sinônimos de fraqueza. Mas essas qualidades podem, na verdade, indicar mais força de caráter e autocontrole do que a “força” que impulsiona alguns a açoitar verbalmente seus liderados ou discutir com demasiada agressividade.

h)  Verdade e amor – Não basta dizer a verdade, é muito importante à forma como dizemos, nossas palavras devem ser cheias de amor, compaixão e delicadeza. A verdade, às vezes, machuca e nem sempre temos como impedir isso.

i)   Obtenção de cooperação – Existem quatro (4) formas de se conseguir essa cooperação:

Reconhecendo o esforço – estamos cônscios de que um elogio valoriza a pessoa e isso gera o desejo de melhorar ainda mais.Compreensão – O tratamento com paciência pelo líder, em ocasiões em que a produtividade cai por algum motivo pessoal, é levado em compreensão, faz com que haja no futuro uma compensação em termos de rendimento.Tratamento cortes – Toda a pessoa gosta de ser bem tratada e retribuirá, tanto em reciprocidade, como a outras pessoas.Sentimento de importância – O desejo de ser importante está entre os mais poderosos desejos do homem. A estima e o reconhecimento dos que julgam serem seus valores é um desejo do indivíduo.

Fiquem a vontade de acrescentarem mais competências. Vamos aprender juntos como sermos lideres melhores?!

Bibliografia:
Gabi, Wagner – “Relações Públicas e Humanas para Líderes Cristãos” – Editora CPAD.
Youssef, Michael – “O Estilo de Liderança de Jesus” – Editora Betânia
Dusilek, Nancy G. – “Liderança Cristã” – 5ª. Edição – editora JUERP
Covey, Stephen R. – “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes” – 30ª. Edição – FranklinCovey
Armstrong, David – “A gerência através de histórias” – Editora Campus

Profissional com mais de 20 anos na área de Tecnologia da Informação. Graduada em Processamento de Dados e Pós-graduada em Gestão Empresarial.

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Friday, April 6, 2012
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Gestão com Pessoas: Liderar é Comunicar. Então comunique e não apenas fale

Nas férias de final de ano, coloquei a leitura em dia. E o tema central dos livros e blogs era mudanças organizacionais e questões de reconhecimento através dos modernos processos de avaliação (quantitativos e qualitativos).  Esses temas preocupam as organizações em todos os níveis. Afinal não há “bala de prata” que resolva a base de todos os problemas, a tal COMUNICAÇÃO.  E meditando sobre o assunto surgiram algumas reflexões.

Comunique bem para que possas liderar bem.  Não há nada mais estratégico do que a comunicação dentro do contexto da liderança.  A base da liderança é o exemplo, isso não significa saber fazer tudo, mas ter coerência em suas atitudes, ações e decisões.  Mas toda liderança natural precisa ser aperfeiçoada e desenvolvida.  É um conceito de auto mudança gerencial, no qual eu me aperfeiçoo e posso gerir melhor.  Nesse processo uma das melhores ferramentas é o feedback.

Feedback é uma mensagem reversa ou o exercício da meta comunicação. “Feedback consiste em informar uma pessoa sobre o seu desempenho com o objetivo de orientar e estimular ações de melhoria”1, definição do Prof. Bernardo Leite, experiente psicólogo com anos de trabalho em gestão de pessoas.

Então se comunicação é falar e ouvir, o feedback é uma reorientação dada a uma pessoa. Você fala e o liderado sai para a ação, no meio do caminho é necessário reorientá-lo, o problema é que a maioria dos líderes não verifica se comunicou bem da primeira vez e muito menos após um tempo.  O acompanhamento não é realizado, muitas das justificativas caem na falta de tempo, pois realmente isso vai demandar uma agenda livre para reforçar os pontos de orientação.

É cada dia mais frustrante no final de um período pré-estabelecido, apenas ter uma mudança brusca de direcionamento, sem que para isso existissem reuniões de acompanhamento e avaliações intermediárias.  Ou ainda achar que está tudo claro, como se os liderados possuíssem bolas de cristal. O inverso também é verdadeiro.

Então por onde começar? Antes de mudar de novo, reflita com algumas perguntinhas:

Que tal descobrindo quem você lidera?O que você espera dos seus liderados?Que resultado você almeja?Como vais comunicar?  Que estratégia será utilizada para manter essa mensagem ativa na mente dos seus liderados?Como vais acompanhar o processo e apresentar feedbacks?Se necessitar mudar o rumo do processo, como será encaminhado?

 1 II ENCAD RH apresentado no CRA-RJ 2011

Fonte: rvlopes.wordpress.com

Profissional com mais de 20 anos na área de Tecnologia da Informação. Graduada em Processamento de Dados e Pós-graduada em Gestão Empresarial.

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Gestão com Pessoas: Liderança Perfeita (Parte I)

Quando converso com colegas, de diversas áreas de atuação, sempre surgem questões como: “… meu chefe não sabe o que eu faço…”, “… nunca recebo uma palavra de apoio do meu supervisor…”, “… se faço tudo certo, não fiz mais do que a minha obrigação, se faço algo errado o meu gerente não perdoa…”, etc. Então assim como eu, você deve estar se perguntando: – Existe liderança perfeita?

O volume de livros que leio sobre o tema liderança e como eles ganharam força nos últimos anos me levaram a crer que existe um modelo de liderança perfeito, mas alcança-lo não é uma tarefa fácil.  Augusto Cury, James C. Hunter, Peter Drucker, Tom Peters e muitos outros, exploraram de maneira explicita ou implícita o estilo de liderança de Jesus.  Ouso explorar mais uma vez esse modelo com reflexões, da minha experiência corporativa e observações pessoais, sobre algumas competências importantes.

Primeiro não basta o título de líder para que o grupo venha a obedecer automaticamente a todas as ordens recebidas pela pessoa que assumiu ao cargo. Faz-se necessário uma gama de competências para que o líder possa efetivamente liderar uma equipe.  E esta começa pela influência, sem dúvida um líder não necessariamente é o chefe, o gerente ou o supervisor, mas aquele que consegue agregar todo o grupo de maneira natural e convergi-los a uma direção.  Pessoas dotadas de influência usam a razão e o raciocínio lógico, para produzir convicção no grupo.

O poder de mando envolve fatores espirituais, educacionais, intelectuais e psicológicos, dentre outros.  Sabe-se também que um dirigente insensível pode não só aniquilar a iniciativa e o espírito de cooperação no ambiente de trabalho, como também influir na felicidade da vida familiar do subordinado.  Uma das missões da liderança deve ser eliminar tensões e atritos dentro da organização, e de ajudar a criação de um ambiente de respeito e de cooperação.

Então vamos definir o que você quer ser, pois como líder imperfeito que somos, por mais que busquemos a melhor forma de liderar, cometeremos erros e nesse momento precisamos mostrar que temos força.  A força vem de reconhecermos que erramos e em pedir desculpas de maneira sincera, pois só assim se constrói uma relação de confiança.  É imprescindível que um líder tenha um senso profundo de segurança quanto aos princípios e valores que o regem, além de ter um espírito de respeito mutuo para com os seus liderados.  Se você não está pronto a reconhecer seus erros então repense seu papel como líder.

Outra competência interessante é a empatia, que está em colocar-se no lugar do outro, assim você saberá o que dizer ou fazer, mas uma vez eu digo que não é fácil agir assim.  Eu sempre gosto de pessoas sinceras e transparentes, que dizem o que pensam logo de cara.  Mas ouvir algo tão direto nem sempre é fácil.  Geralmente quando vem de uma pessoa que você confia ou ainda se essa pessoa já passou pela mesma situação que você, é mais fácil de aceitar.  Mas se vem de alguém que você não admira e respeita é mais difícil de “digerir”.

Na rotina de qualquer líder há conflitos de ideias, a empatia é uma das formas de buscar a convergência de ideias.  E mesmo com toda boa intenção da liderança ainda assim, os problemas de comunicação no processo afetarão a relação.  Romper a barreira levantada no meio da relação é um desafio.  Se informar, aplicar, errar, corrigir, estudar e avançar passo a passo no estabelecimento de uma ponte de confiança é um processo lento, mas deve ser construída como a base da tão sonhada liderança perfeita.

Deixo uma frase do Samuel Johnson para reflexão: “Não pode haver amizade sem confiança, nem confiança sem integridade.“1

Bibliografia:
1 Covey, Stephen R. – “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes” – 30ª. Edição – FranklinCovey
Armstrong, David – “A gerência através de histórias” – Editora Campus
Gabi,Wagner – “Relações Públicas e Humanas para Líderes Cristãos” – Editora CPAD.
Youssef, Michael – “O Estilo de Liderança de Jesus” – Editora Betânia
Dusilek, Nancy G. – “Liderança Cristã” – 5ª. Edição – editora JUERP

Profissional com mais de 20 anos na área de Tecnologia da Informação. Graduada em Processamento de Dados e Pós-graduada em Gestão Empresarial.

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Friday, March 16, 2012
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Gestão com Pessoas: Lei da Atração

“Os opostos se atraem” -– ditado mais do que popular.
“Somos atraídos um para o outro porque somos um como o outro.” – Guy Damian-Knight, no livro “O Gerente da Mudança”

Esse texto não tem a menor pretensão de explicar a lei da atração, mas apenas expandir sua mente com uma reflexão diferente sobre conflitos.  Conflitos nada mais são do que pessoas com pensamentos e opiniões diferentes.  Observe relacionamentos amorosos que acabam e você admirado exclama: “Mas vocês eram tão parecidos!”  Eu já ouvi isso milhões de vezes e também já cai no erro de falar isso, contudo ser parecido não significa igual e acho que seria muito pobre essa relação se os dois fossem realmente iguais.

Conflito surge a partir de uma divergência dos pontos de vistas. Outro dia estava conversando com alguns colegas e falávamos de expectativas nos namoros. Eu tentei explicar que na verdade os relacionamentos emocionais enfrentam frustrações sérias pelo simples fato de que não foi criado um plano de metas anuais. Assim como na empresa, você senta junto ao seu gestor e define metas. Nos casamentos e namoros deveríamos agir do mesmo jeito.

Todo ano poderiam definir metas diferentes, com mais ou menos complexidade. E no final do período teriam de avaliar se elas foram atendidas ou não.  E ainda deveriam analisar de que forma foram completadas, com trabalho duro e firme, mas sem machucaduras ou todos estavam aos pedaços no final do período.

Puxa que visão fria! Você pode estar pensando que eu estou errada, mas na realidade essa é uma reflexão e verdadeiramente é isso que acontece.  A grande diferença é que nos relacionamentos amorosos muito desse processo é velado. Se trouxermos luz a isso, podemos então clarear onde estão os maiores problemas das relações, que são as expectativas (metas) não atingidas.

Nas empresas esse processo é formal, contudo ainda ocorrem surpresas na hora do fechamento de uma avaliação.  Quando o colaborador recebe seu relatório, dizendo que seu desempenho foi abaixo das expectativas, muitos perguntam “Mas onde eu errei?”.

Em muitos casos a questão não está em ter feito algo errado, mas em não entender quais eram as expectativas da empresa em relação ao seu resultado.

Isso precisa ficar claro e a cada encontro de acompanhamento formal, deve ser reforçado o resultado esperado.  É um processo lento o de fazer com que resultados e expectativas estejam alinhados.  O desenvolvimento envolve dedicação dos dois lados, líder e colaborador.  Tem que valer a pena para os dois lados, não deve ser um peso para o líder dedicar tempo ao acompanhamento e o colaborador precisa ver os resultados desses encontros.

É gratificante quando os relacionamentos de trabalho e os amorosos alcançam um nível de entrosamento, em que apesar de divergentes pontos de vistas diante dos problemas, chegam ao final com soluções.  E principalmente sem a sensação de perda para um dos lados.  Não há amadurecimento sem conflito, mas a forma que tratamos o conflito vai definir de que forma queremos sair dele.

Com um relacionamento de confiança construído, é possível criar planos para tratar, buscar ajuda para mudar, se redescobrir, se transformar, mas sem identificarmos claramente onde está a raiz do problema a falência chega, as decepções ficam evidentes, e a relação morre. Redefina suas metas, resolva os conflitos, remova os obstáculos e viva melhor!

Fonte: rvlopes.wordpress.com

Renata Valéria Lopes. Profissional com mais de 20 anos na área de Tecnologia da Informação. Graduada em Processamento de Dados e Pós-graduada em Gestão Empresarial.

Monday, March 5, 2012
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Gestão com Pessoas: Pare, simplesmente pare!

Há algum tempo publiquei aqui um post sobre esse tema, os dois foram escritos na mesma época, mas deixei programada a postagem apenas para hoje.  Fiz isso de forma planejada, porque sempre é bom dar uma revisada em alguns conceitos e um deles é a questão de parar.  Novamente reforço que parar não é sinônimo de paralisar. Vou tentar colocar minha reflexão abaixo.

Sabe aquele momento em que você simplesmente empaca, congela, paralisa e não pode fazer mais nada para mudar uma situação ou resolver um problema? Pare. Pare de fazer. Pare de pensar. Pare de querer fazer. Pare de querer pensar em fazer. Pare de querer pensar. Pare de querer. Descanse. Durma. Cale sua alma. Simplesmente Pare.

Tem um Salmo na Bíblia que explica essa minha teoria é o 92 versículo 2, onde o salmista diz “para de manhã anunciar a tua benignidade, e todas as noites a tua fidelidade”.  Nesse trecho muito poético encontramos o segredo de parar.  Pois quando paramos completamente, podemos então ouvir a solução, ouvir a resposta.

Em diversos períodos da minha carreira precisei dedicar muitas horas a um projeto com prazo definido de entrega e no qual todas as ações de mercado planejadas pela empresa estavam balizadas, então ou eu entregava ou entregava.  Nesses momentos o stress chega a Marte, teamwork já não existe, loucura total, corrida acelerada, mal se consegue finalizar um teste ou uma carga de dados, bem os colegas de TI sabem bem o que isso significa.  Após longos períodos assim, eu travo.  Já comentei isso aqui, e quando travo no trabalho o que fazer, não posso simplesmente deitar num sofá e esperar a bateria recarregar.

Nesses casos criei um sistema de economia de energia, simplesmente me calo e paro de querer achar a solução. Porque ela não vem, eu vou me esconder até  no banheiro se for preciso, tomar um café, ver algo diferente, cumprimentar um colega e ai eis que sem nenhum elemento novo, surge ela a tão esperada resposta.  Já experimentei em algumas oportunidades simplesmente deixar o sistema aberto naquele ponto, ir para casa, tomar um banho e dormir um pouco. E advinha? Novamente no meio do sono, eis ali a resposta, a tão esperada solução.

Tenho um caso bem engraçado sobre isso, um dia o gerente da empresa onde eu trabalhava teve de assinar um pedido de alteração de sistema, porque eu sonhei que o código estava com um erro e eu verifiquei que o código não batia as 03:00 da madrugada.  Mas eu não sabia repetir o código para ele, mas eu insisti muito e ele me olhando incrédulo perguntava: “Você tem certeza que eu devo assinar isso só porque você sonhou?”.  Sim eu insistia, ele disse resignado, ‘por sua conta e risco”.  Quando o sistema voltou ele me passou alguns cartões da mega-sena e me pediu vai dormir de novo por favor.

Na maioria das vezes a resposta está lá, basta você parar e ouvir. Boa parada pra você!

Fonte: rvlopes.wordpress.com

Renata Valéria Lopes. Profissional com mais de 20 anos na área de Tecnologia da Informação. Graduada em Processamento de Dados e Pós-graduada em Gestão Empresarial.

Saturday, March 3, 2012
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Gestão com Pessoas: Só quem gosta desenvolve pessoas

Quando escolhi seguir a área de exatas, a pergunta que mais respondi foi: “Por que você escolheu Tecnologia da Informação?”. E a resposta super original sempre foi, na limitada visão de mundo que eu tinha, eu acho mais fácil lidar com máquinas. E para lidar com pessoas foram necessários anos de investimento no meu desenvolvimento de carreira.

Realmente é muito fácil lidar com máquinas, outro dia o Joaquim Fagundes, consultor com 15 anos em experiência no desenvolvimento de lideranças, disse exatamente que hoje as crianças de 3 anos já usam computador, elas só não nascem falando, porque não sabem qual o idioma devem falar. Isso quer dizer que a minha limitada visão estava correta, as máquinas são fáceis de lidar. Travou, reinicia. Quebrou o monitor, troca. O disco rígido pifou, substitui e baixa o backup.

Mas as pessoas não são assim, são as máquinas mais complexas e intrigantes que um estudioso tem o privilégio de desvendar. Ainda assim não se torna algo simples, suas ricas nuances de vida, experiências e complexidades que o formam, merecem atenção especial. Não existe uma fórmula que você cria e aplica em todos como se fosse uma linha de montagem. Cada um tem pontos fortes e oportunidades de desenvolvimento a serem desvendados e canalizados, o tempo de processamento é diferenciado e não adianta tentar acelerar, é personalizado (estamos falando de pessoas).

Tive a oportunidade de conhecer muitas pessoas que me transmitiram dicas e conhecimentos, mas eu fui presenteada em minha trajetória por dois mentores (um no início da minha vida profissional e outro quando resolvi dar uma guinada). Esses mentores em especial eram pessoas que gostavam de pessoas, sem tempo ruim para um papo franco, olho no olho, doído muitas vezes, cheio de insights e que confesso, me faziam ir do choro ao riso ou vice-versa. Provavelmente se essas pessoas que gostavam de pessoas não investissem tempo na minha vida eu não seria o que sou hoje. Muito obrigado aos meus amados mentores.

Eu sempre os olhei com aquele olhar de “quando eu crescer quero ser como você”, não que eles fossem perfeitos, longe disso. Mas a senioridade em que os temas mais complexos eram discutidos, clarificados e pontuados, me davam a segurança de argumentar, ponderar e decidir. Outro dia recebi uma mensagem de um amigo, ele está conquistando os seus sonhos e eu tive o prazer de mentorear seu início profissional, na mensagem ele dizia que se um dia ele for metade do que eu sou ele ficaria feliz. Uau!!! Penso com muita alegria que estou quase no patamar dos meus mentores, pois era isso que eu dizia a eles e se ouvi isso de um discípulo estou bem.

Lógico que esse olhar de gratidão que me foi lançado por ele foi fruto de muito investimento. Pessoas que gostam de pessoas investem o que possuem de melhor em seus mentoreados quando são escolhidos. Não é difícil gostar de quem gosta de pessoas, por isso nunca vai faltar quem te convide para essa rica experiência de mentoreamento. Invista tempo, não pesque por ele, ensine-o a pescar, converse, converse, converse, abra-se para essa pessoa de verdade, seja sincero, franco, honesto, amoroso, ponderado, firme, mas lembre-se que nada acontece num estalar de dedos. As vezes, confesso, o pensamento é cansei, não tem mais jeito, mas tem sim… precisamos é investir tempo.

Eu tenho a grata oportunidade de ter mentoreados em vários níveis de desenvolvimento e alguns apenas acompanho de longe a caminhada, já não temos o mesmo contato, já sairam dos casulos e voam livres como borboletas. Como é gratificante saber que aquela pessoa um dia foi uma das pessoas que você gostou e investiu. Nos papos com os amigos eu sempre digo, quando pego no seu pé é porque gosto de ti, se eu não gostasse não me importaria.

Pessoas que gostam de pessoas se importam com elas, as buscam, querem estar com elas e investem nelas. E colhem com certeza muitas mensagens e olhares de gratidão. Moisés, líder que libertou o povo hebreu do cativeiro Egípcio, escreveu uma oração no qual um dos trechos destaca “Ensina-nos Senhor a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios.” Salmo 90:12, que essa seja a sua oração como mentoreador. Alcance e mentorie muitos corações de tal forma que eles sejam sábios. E o tempo também te torna mais sábio.

Tuesday, December 6, 2011
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Gestão de Projetos: mais do que metodologias

gp01Hoje em dia ainda vejo empresas tratando o gerenciamento de projetos como algo engessado, como algo tradicional e com restrições.

Se você não utilizar tal metodologia não vai dar certo.Se você não for certificado não vai conseguir.Se você não seguir o que os especialistas falam não vai conseguir.

Que visão é essa?

Gerir projetos é muto mais do que metodologia.

Atualmente gerencio projetos em uma empresa da área de TI, onde aplico o que funciona!

Aplico o que minha equipe necessita, o que meu cliente precisa para ter os melhores resultados.

Utilizo práticas que combinam com o resultado que quero alcançar.

Gerenciar projetos é muito mais do que delegar tarefas para a equipe, gerenciar projetos é malabarismo constante de avaliação de prioridades, avaliação de recursos, prazos, riscos, resolução de problemas, entre tantas coisas que fazemos.

E quando temos a necessidade de gerenciar vários projetos ao mesmo tempo, e manter tudo alinhado, fica muito clara a necessidade da colaboração e da comunicação, alinhar equipe e interessados no projeto em busca do melhor resultado.

Gerentes de projeto não são independentes, nem fazem milagres, são totalmente dependentes do feedback das suas equipes e dos clientes. A comunicação tem papel chave nas tomadas de decisões, na identificação de riscos, na aprovação de solicitações.

Use modelos, mas não esqueça que de nada adianta a melhor metodologia se não tem profissionais comprometidos com o que fazem. Metodologias não salvam projetos. Projetos são etapas que possuem inicio e fim, e precisam de profissionais envolvidos com o que fazem.

De nada adianta ter um gerente de projetos certificado em várias tecnologias, se o mesmo não consegue se comunicar com eficaz com seu time de desenvolvimento. De nada adianta ter conhecimento das melhores práticas, se na hora de por a “mão na massa” não sabe qual a melhor decisão tomar.

Antes de entrar nessa linha de gestão de projetos, só enxergava pessoas com o perfil “gerentão”, sim, aquele que pensa que manda em todo mundo e que não faz nada para o bem do seu time e da organização. Depois que tive contato com essa área, conheci várias pessoas que estão envolvidas e conseguem fazer um ótimo trabalho deixando de lado aquela velha visão de um gerente de projetos que não faz nem a metade do que promete, e que sequer se importa de verdade com as pessoas envolvidas nos projetos que gerencia.

E essa experiência firma mais minha visão, de que boas metodologias não vão te salvar, se você não souber articular, perceber as atitudes, as emoções das pessoas envolvidas, se você não sentir na pele o que sua equipe está sentindo, não vai conseguir bons resultados.

Pessoas são a chave para o sucesso. Esqueça o gerentão, e direcione o foco na sua equipe, na boa comunicação com os envolvidos, na colaboração entre as funções. Nos resultados que podem ser alcançados se você conseguir liderar de forma saudável, sem prepotência, sem arrogância, apenas sendo um líder. Onde as pessoas acreditam no que você faz, e fazem junto com você, e o melhor de tudo, gostam do que fazem.

Me arrisco a falar que se você conseguir perceber as limitações da sua equipe, perceber as necessidades, se comunicar de forma clara, e dar autonomia para o time na medida que o mesmo for adquirindo maturidade, as coisas vão dar certo.

Nessa área, onde os riscos são gigantes e as pessoas são imprevisíveis, o melhor a fazer é manter a sinergia do time, alinhar os objetivos e por a mão na massa, de verdade.

Você pode me xingar no Twitter!

Atualmente Chief Project Management na GATI Tecnologia da Informação, onde atua com gestão de equipes, gerenciamento de projetos em clientes como: Tigre, Malwee, Marisol, etc. Articulista de comunidades de tecnologia. Microsoft Community. Colunista de portais de tecnologia. Especialista em Engenharia de Software. Boas Práticas. Agilidade. Scrum.

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Como as indústrias podem reduzir custos com sistemas de gestão

O Brasil está passando por mudanças políticas, econômicas e sociais. Estas transformações são causadas, principalmente, pela estabilidade que o país apresentou nos últimos dez anos. O que, sem dúvida, chamou a atenção de investidores de fora do país.

Alguns sociólogos, economistas e cientistas políticos, acreditam ser a grande chance do Brasil se consolidar como potência mundial e, principalmente, fazer grandes mudanças e reformas, como a política – tão desejada por todos. Falam até de uma nova revolução industrial. Talvez o termo seja muito ‘pesado’, mas que a indústria tem pela frente boas oportunidades e que, mais uma vez, será o “motor” das grandes mudanças do país, é fato.

Para os industriários, a oportunidade traz consigo, como sempre, grandes desafios: o custo Brasil é um lastro que tira a velocidade do crescimento, além dos produtores internacionais interessados no mercado brasileiro, a equalização de recursos, as condições entre os concorrentes e a competitividade, que nunca foi tão acirrada. Mediante este cenário, pensamos: ainda há como ter algum diferencial? Como minha empresa pode reduzir seus custos para ter uma margem maior ou até mesmo preços menores do que os concorrentes?

Parte da resposta está na organização e modernização da gestão. Hoje, o próprio governo se modernizou para aumentar suas “vendas” (ano após ano a arrecadação de tributos só aumenta). O governo eletrônico é uma realidade e já atinge a todos, desde a gigante indústria multinacional instalada no país até a pequena fresadora de “fundo de quintal”. Não há como qualquer tipo de negócio sobreviver hoje sem a ajuda da tecnologia e sem processos enxutos.

Mas, quando falamos de indústrias, estar tecnologicamente atualizado é ainda mais vital. Temos cases de empresas que antes de adotar softwares de gerenciamento possuíam mais de 5 mil itens de estoque cadastrados e, depois de um projeto de otimização, conseguiram reduzir em 70% a quantidade de produtos para gerenciar, o que ocasionou aumento da receita e diminuição dos custos de produção e estoque.

Há também casos em que o controle do estoque informava apenas que tinham X peças de determinado produto, porém, não fornecia dados como cores e tamanhos, o que ou a obrigava a produzir desnecessariamente para atender a um pedido, ou às vezes, confiando no feeling, perdiam tais pedidos para a concorrência por não ter como entregar.

Além dessas situações, há ainda as obrigações impostas às indústrias – seja por órgãos reguladores e fiscalizadores ou por certificadoras de qualidade – que devem ser atendidas. É impossível, por exemplo, manter a rastreabilidade da matéria-prima sem um efetivo controle de lotes e um sistema que gerencie isso, ou, então, encontrar o melhor corte para aproveitamento máximo e diminuição da perda de uma bobina de metal.

Claro que não há fórmula mágica para o sucesso e justificar porque uma mesma solução de TI traz melhores resultados na empresa A e não na empresa B, sem levantar como hipótese que a única diferença são os processos, é inevitável. Por isso, além de escolher corretamente a solução a ser implantada, é fundamental a dedicação e participação do corpo diretivo no processo; isso aumenta consideravelmente a chance de êxito no projeto.

Há ainda a dificuldade em mensurar o ROI sobre a implantação de um ERP e de uma consultoria de processos, pois são muitas as variáveis. Mas nesses exemplos de cases citados, se o retorno financeiro não fosse efetivamente sentido, só o tempo ganho seria evidente e, como diz o ditado, ‘tempo é dinheiro’. E há diferencial mais competitivo do que fazer a mesma coisa que seu concorrente em menor tempo, com mais eficiência e qualidade?

Como exemplo de que a tecnologia é imprescindível para os negócios, convido-os a acessar o site do projeto Brasil ID (http://www.brasil-id.org.br/) e a assistir ao vídeo institucional: http://bit.ly/v571y5. Trata-se de algo pioneiro em todo o mundo para identificação de transportes, e, apesar de ainda estar em caráter piloto, com certeza chegará a todas as indústrias em poucos anos.

Marcelo A. Rezende – Diretor Comercial da Promisys – empresa especializada em TI que oferece sistema de gestão, infraestrutura e serviços para pequenas e médias empresas.

Eventos, cursos, livros, certificações, empregos, notícias e muito mais do mundo da TI (Tecnologia da Informação).

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Wednesday, November 30, 2011
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Conteúdo explorando usabilidade, design, qualidade de conteúdo e gestão

Você não consegue apresentar conteúdo de qualidade em qualquer design, na verdade você até pode fazer isso, a questão é que a apresentação do conteúdo também é muito importante e pode realmente converter mais resultados do que o atual em um design qualquer.

Que o conteúdo é Rei, isso não posso negar. Portanto, sendo o Rei é necessário que ele tenha um bom castelo.

Analogias a parte, o que quero neste texto é compartilhar um pouco de conhecimento, afim de auxiliar o processo criativo e de planejamento. Vejo ainda muitos erros básicos sendo cometidos. Então, vamos ao que interessa.

Por muito tempo, quando foi entendido que o Conteúdo é Rei, passou-se a considerar que um conteúdo extremamente complexo ou maciço, digamos assim, era a coisa mais coerente a fazer. Através dele acreditava-se que era possível obter resultado pelo apresentar de um conhecimento muito aprofundado no tema, então, textos imensos eram publicados (até hoje o são) simplesmente para apresentar um serviços ou produto qualquer. Sem ao menos pensar em facilitar a vida do leitor, entendia-se então que as pessoas lêem por completo todo aquele conteúdo.

Mas, ao estudar com o passar do tempo percebeu-se que seu público não lê e sim passa um scanner com os olhos afim de encontrar a informação desejada. Então, podemos compreender claramente que a necessidade de textos técnicos ou com conteúdo extenso serve apenas para aqueles que estão compartilhando algo mais complexo ou que definitivamente pode mudar a vida ou sanar dúvidas de pessoas, textos esses que são na verdade instruções, palestras ou cursos.

São esses os tipos de texto que realmente a maioria que se propõem a visualizar está se disponibilizando a ler na integra e não buscar somente partes de informações. Portanto, escrever para Web é mais complexo do que qualquer outra forma de conteúdo, pois trata-se de inúmeras possibilidades a serem estudas, como já comentei – uma delas é o motivo real da publicação – que seria ensinar, divulgar… E também o seu publico alvo, que são profissionais com interesse em cursos, clientes em potencial, seja lá o que for, o conteúdo é importante somente quando feito com qualidade, tanto para posicionamento em buscadores como influência para se alcançar a meta de conversão desejada. Fora isso, mesmo que muito esforço seja empregado afim de posicionar esse conteúdo na primeira página da busca orgânica ele será visitado e abandonado rapidamente, pois não foi analisado como deveria o público alvo, fazendo então com que todo esse esforço não resulte conforme desejado. Lembrando que com a nova atualização (Google Panda) o tempo de permanência na página e quantidade páginas visitadas estão fortemente ligadas com relevância e resultados.

O bom conteúdo

Um bom conteúdo, mesmo aqueles que são obrigatoriamente extensos, deve ser repartido em pequenos trechos, fazendo com que aquele que busca a informação na integra possa ler de uma forma organizada e assim assimilar melhor tudo que está sendo compartilhado no texto, como também aquele que busca partes dessa informação possa identificar o que deseja de forma prática e consumir o conteúdo desejado. Pronto, conseguimos assim de uma forma simples e sem custo compreender ambos os perfis e dar-lhes um conteúdo prático, completo e intuitivo.

Divida em partes o seu texto, caso queira aumentar as visitas pode criar artigos que se completem em 3 ou 5 posts em intervalos de no máximo 3 dias (isso para quem informa atualizações por Newsletter e RSS), também, pode separar por páginas internas no conteúdo ou como mencionado por partes, ou seja, subtítulos, afim de facilitar a localização de um conteúdo específico dentro daquele tema que está sendo tratado. Mas, voltando a questão público alvo, vou usar como exemplo este artigo. Meus leitores são em grande parte profissionais da área, são, tanto aqueles que estão estudando como quem já atua e busca informações adicionais, esses tem por prática a leitura completa de todo o conteúdo, não me obrigo assim ter que criar subtítulos para separar o conteúdo, portanto ao fazê-lo crio a expectativa futura aos meus leitores em saber que apesar de que por eles a leitura completa é obrigatória, mesmo assim eles podem voltar e localizar o artigo e/ou o conteúdo específico dentro do artigo de forma prática como também já estarão cientes que os futuros artigos serão formatados organizadamente, afim de facilitar a compreensão desse conteúdo.

Como costumo dizer, temos no conteúdo a troca de favores, ou seja, a audiência pelo conhecimento, se facilitarmos essa troca o elo com seu público alvo será muito forte e eficaz, seja sua meta uma conversão de vendas, seja o contato ou simplesmente a audiência.

Usabilidade

Outra questão na apresentação do conteúdo é o termo do momento – Usabilidade.

Apesar de muitos considerarem Usabilidade como a capacidade de fazer com que o cliente obtenha acesso ao conteúdo desejado em apenas 2 ou 3 cliques, na verdade não é somente disso que trata o estudo de Usabilidade. Podemos entender Usabilidade de uma forma mais coerente do que apenas dizer que a quantidade de cliques que seu consumidor faz para chegar ao resultado final é o que traduz usabilidade. Usabilidade é a competência que seu site tem em ser intuitivo, ou seja, minimizar o stress mental de seu consumidor, facilitando o acesso dele de forma que não tenha que descobrir como funciona o site. Resumo sempre dizendo que Usabilidade é fazer com que Site seja entendido à primeira vista, ou seja, o cliente entrou no Site e começa a navegar sem ter que se fazer perguntas em como chegar a tal resultado. Isso é usabilidade – não vamos entrar em questões honrosas de Usabilidade para pessoas portadoras de limitações físicas.

Outra questão da Usabilidade é a facilidade de localizar conteúdos e criar relação entre eles. Para uma loja virtual isso quer dizer que junto a página de um produto pode-se ter a famosa compra conjunta, ou a indicação de um produto similar – já para conteúdo é possível relacionar artigos que tratam do mesmo assunto ou complementam esse assunto que está sendo discutido. Em Usabilidade temos a visão de facilitar de forma simples e eficaz o acesso ao conteúdo do site. Acesso esse que se por vezes se repetir sendo que também mantém o número elevado de páginas acessadas por visita faz com que a relevância seja muito maior para o Google.

Visual

A arte de encantar os olhos é seu check antecedendo o checkmate, que será dado pelo conteúdo. A mesma regra que serve quando um consultor se apresenta de terno e grava, ou mesmo que sem gravata, mas bem vestido da forma social para apresentar seriedade e abrir a primeira porta da credibilidade possibilitando a esse profissionais apresentar seu trabalho é também a mesma regra para sua apresentação ou apresentação de seus serviços na Web. Imagine se eu, consultor, me apresento a diretoria de uma empresa vestido com Shorts, regata e chinelos, e digo “…como vai maninho?”, será que teria conquistado a credibilidade ideal para fazer a minha apresentação de forma que conseguisse prender a atenção desses clientes no conteúdo que tenho que apresentar ou estaria eu, perdendo a atenção desses clientes pela forma errada em me vestir para a ocasião, o que permite que a atenção que deveria ser dirigida ao profissional e seu conteúdo fosse ocupada pelo pensamente de preconceito visual, me dando então o rótulo de desleixado e não profissional – mesmo que não o seja.

A roupagem de seu site, por assim dizer, é totalmente ligada com a credibilidade. Se estudarmos afundo sobre essa questão teríamos que necessariamente estudar sobre influência de cores, estruturas, proporção áurea e outros. Pesquise um pouco no Google sobre Web Design que você conseguirá encontrar bastante informação interessante. Então, podemos entender que a primeira impressão é a que fica. Por exemplo, uma loja virtual não bem apresentada perde faturamento pelo fato de que simplesmente aquilo que não tem um design que nos transmita confiança automaticamente nos faz ter medo de usar cartões de crédito e até mesmo efetuar qualquer forma de pagamento.

Resumo

Não é somente sair buscando alguém para fazer seu site, outro para gerir conteúdo e esperar sentado o resultado. Nada funciona de uma forma tão simples assim. É necessário investimento sério.

Se você analisar friamente pode ver que não adianta apenas um conteúdo de qualidade, que certamente o fará estar bem posicionado se tiver um bom trabalho de SEO e quando conseguir estar no topo das buscas o seu site se quer lhe apresenta como deveria, fazendo com que a taxa de conversão seja menor do que poderia ser. Também, de nada adianta o site mais lindo e intuitivo se o conteúdo não presta, não vai aparecer nas buscas e se por outras vias seu consumidor tiver acesso ao site ele não retornará e não concluirá a meta do site. Muitos me perguntam o por que existem empresas que pagam, por sinal – pagam valores altos para gestores de conteúdo, gestores de projetos e consultoria. A resposta é bem simples, normalmente profissionais com habilidade de gestão e consultoria tendem a ver a situação de uma forma mais ampla, o que traz um resultado muito mais palpável.

É certo, que com bom senso tudo se pode fazer.

Sucesso a todos, um forte abraço.

Luiz Castro Jr.
Alpisconsultoria.com

Diretor da Alpis Consultoria. E-commerce, Marketing Digital, desenvolvimento de Sites, Planejamento e Estratégia Digital.

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Thursday, January 6, 2011
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Balanced Scorecard: Implementando Gestão Estratégica com Indicadores

Olá Caros leitores!

O post de hoje não é diretamente focado em TI, mas é de extrema importância que os profissionais de TI entendam como a Gestão Estratégica do negócio é concebida e executada para que as ações de TI estejam de fato alinhadas com o negócio. Acabou-se o tempo em que o profissional de TI precisa conhecer somente de tecnologia.

Iremos nos aprofundar mais no assunto Balanced Scorecard, método de gestão estratégica através de Indicadores “balanceados”, que mais do que uma ferramenta para geração de indicadores, é utilizada para geração do planejamento estratégico das empresas e auxilia na Governança Corporativa.  Já introduzimos o assunto BSC num post anterior que pode ser acessado através do link:

http://www.governancadeti.com/2010/08/balanced-scorecard-o-que-e-e-porque-e-tao-importante-medir/

Para facilitar o entendimento, vamos utilizar a figura abaixo como modelo para nossas explanações.

Perspectivas Balanced Scorecard

O primeiro passo para a implementação do BSC é a escolha da unidade do negócio que esta gestão será implementada. Neste sentido me vem àquela frase “poucos e bons”. Portanto é interessante que a abordagem BSC comece pequena e vá se incorporando na cultura da empresa e ganhando apoio dos stakeholders se for o caso. Muitas empresas optam consultorias externas para auxiliar neste processo. Olhando na figura acima, na parte central está escrito “missão, visão e estratégia”. Esta é a parte mais importante, pois irá ser o norte para todo restante do trabalho. Nesta parte irão ser validadas a missão e visão com a alta administração, através de entrevistas, questionários entre outros.

A partir desta validação será formulada a estratégia do negócio para certo período de tempo. Para formulação da estratégia algumas ferramentas de apoio como Matriz SWOT, modelo de cinco Forças de Porter e o próprio BSC entre outras serão utilizadas. Toda esta análise inicial gerará um mapa estratégico com os objetivos estratégicos em cada perspectiva do BSC (que são as 4 caixas / perspectivas do desenho), que depois serão desdobrados em metas, planos de ação e indicadores. A meta irá quantificar os objetivos fazendo com que seja possível a medição através dos indicadores. Os planos de ação serão os projetos/tarefas (TI, vendas, financeiro, marketing e etc) em nível operacional para que as metas sejam alcançadas.

Mapa Estratégico

O terceiro passo é a criação dos indicadores para cada objetivo estratégico nas perspectivas do BSC (Financeira, Clientes, Processos Internos, Aprendizagem e Crescimento). É muito importante que na criação dos indicadores já se tenha apoio das áreas que serão responsáveis em disponibilizar estas informações, que provavelmente será a área de TI junto com a área de Gestão de Processos e entre outras que necessitarem de ser envolvidas. De nada adianta termos um indicador que não seja possível medir. Para geração de transparência deste processo é muito importante neste momento, ou logo depois dele, que seja comunicado como o indicador será medido e divulgado para todas as partes interessadas.

Os benefícios do BSC como ferramenta de gestão estratégica são visão clara da empresa, alinhamento das ações com os objetivos da organização, facilitação da estratégia da TI entre muitos outros benefícios. Para que o projeto tenha êxito é necessário o apoio total da alta administração, estratégia bem definida e inteligível, ótima comunicação corporativa entre outros.

No começo do post comentamos que o assunto não é diretamente sobre TI, mas indiretamente para que TI esteja alinhada com o negócio é necessário que a TI, na figura do CIO ou outro dirigente de TI faça parte do processo, e que a TI entenda a estratégia do negócio para que suas ações agregue maior valor possível.

Para dar um exemplo, na área de TI, o frawework de Governança de TI COBIT na versão 4.1 recomenda o uso de “Indicadores Balanceados” para gestão de TI.

Utilizamos como material base para este post o livro “Balanced Scorecard: Revelando SEPV – Estudos de Casos Brasileiros” do Ricardo Mansur e também outros estudos.

E você, o que achou do post? Tem dúvidas, críticas? Deixe seu comentário.

Um grande abraço, feliz ano novo!

Wednesday, December 15, 2010
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Concurso Secretaria de Gestão e RH inscreve para 135 vagas no ES

A Secretaria de Estado de Gestão e Recursos Humanos do Espírito Santo abriu 135 vagas para os cargos de Especialista em Desenvolvimento Humano e Social e Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, com subsídios iniciais de R$ 3.344,00 e R$ 3.993,99, respectivamente. Dos postos, 12 estão reservados para candidatos portadores de deficiência. Também haverá formação de cadastro reserva. As oportunidades são para nível superior, divididas em 24 áreas de formação: Antropologia, Arquivologia, Artes Cênicas, Artes Plásticas, Biblioteconomia, Comunicação Social, Educação Física, História, Museologia, Música, Nutrição, Pedagogia, Psicologia, Turismo, Serviço Social, Arquitetura, Biologia, Ciência da Computação/Engenharia da Computação/Sistema da Informação, Engenharia Agronômica, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia de Telecomunicações, Engenharia Elétrica e Engenharia Florestal. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais. Os interessados podem confirmar a participação no período de 17 de dezembro a 7 de janeiro de 2011, pelo endereço eletrônico informaod abaixo. A taxa de inscrição é de R$ 86,00. Durante a seleção, serão aplicadas provas objetivas, previstas para o dia 20 de fevereiro de 2011, além de avaliação de títulos. Todas as etapas e a perícia médica dos candidatos que se declararem portadores de deficiência serão realizadas na cidade de Vitória (ES). Concurso: Secretaria de Estado de Gestão e Recursos Humanos do Espírito Santo Cargo: Especialista em Desenvolvimento Humano e Social e Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental Vagas: 135 e formação de cadastro reserva Remuneração: R$ 3.344,00 e R$ 3.993,99 Inscrições: entre 17 de dezembro e 7 de janeiro de 2011 Provas objetivas: 20 de fevereiro de 2011 Outras informações e inscrições no site www.cespe.unb.br/concursos/seger_es2011  ou na Central de Atendimento do Cespe/UnB, de segunda a sexta, das 8h às 19h – Campus Universitário Darcy Ribeiro, Sede do Cespe/UnB – (61) 3448 0100 Tags: Concurso Secretaria de Gestão e RH, vagas no ES