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Tuesday, July 10, 2012
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Dicas para a Certificação Cisco CCNA Voice (ICOMM)

Olá Pessoal,

Nas próximas linhas vamos falar um pouco sobre a Certificação Cisco CCNA Voice (ICOMM Cisco 640-461) e tentar mostrar um pouco dos benefícios que você terá em adquirir esse título.

Bem, de acordo com a própria página da Cisco sobre a Certificação CCNA Voice, esse título confirma que o você está apto para assumir postos de trabalhos especializados em tecnologias de voz. Ela valida as competências em tecnologias de VoIP, como PABX IP, telefonia IP, telefone, controle de chamadas e soluções de correio de voz. Além do mais, o profissional que possui a certificação CCNA Voice confirma que possui conhecimentos nas tecnologias de comunicações unificadas da Cisco (Cisco Unified Communications), tais como o Cisco CallManager Express (CME), Cisco Unified Communications Manager 8.0 (CUCM), Cisco Unity Connection (CUC) e Cisco Unified Presence Server (CUPS).

“Ah legal, tá falando grego…CME, CUCM, CUC e CUPS…o que é tudo isso e por que eu vou querer aprender sobre essa coisas?”

Bem, se você é ou pretende ser um profissional de redes a resposta é simples. O VoIP é uma realidade que não vai parar de crescer. A cada dia novas empresas decidem unificar sua rede, colocando tudo junto no “mundo IP”. Os benefícios são enormes para as organizações, sejam pequenas, médias ou de grande porte. E como o mercado já percebeu os benefícios, você que é um profissional competente deve abrir seus olhos para as novas oportunidades que isso traz. Um bom currículo de voz pode abrir novas portas e dar um bom empurrão em sua carreira. Basta você fazer uma pesquisa das vagas em aberto para profissionais que possuem conhecimentos em redes e voip que você perceberá o que estou falando. E falo por experiência própria, encontrar profissionais realmente qualificados para atuar com as tecnologias VoIP Cisco (Unified Communications) não é uma tarefa fácil. Operadoras de Telecom, integradoras de soluções, prestadoras de serviço, revendas especializadas ou empresas que decidiram migrar sua rede de telefonia para o VoIP com soluções da Cisco, todas estão procurando por profissionais capazes de vencer os desafios que o mercado impõe.

Durante seus estudos para a prova de Certificação ICOMM da Cisco (CCNA Voice) você deve procurar adquirir uma boa base sobre os conceitos de telefonia. Essa base inicial é muito importante, pois, normalmente, o profissional de redes Cisco está acostumado com protocolos de roteamento, switching, VLANs, pacotes de dados e por aí vai. Sinalização de voz, circuito E1/T1, central telefônica e coisas afins agora fazem parte desse mundo, portanto, você deverá se familiarizar com esses termos e também conhecer, de uma forma macro, a família de soluções para VoIP da Cisco – Cisco Unified Communications.

Na sequência de sua preparação para a prova você deve aprender sobre o CME, CUCM, CUC e CUPS (nessa ordem).

O CME (Cisco CallManager Express) é uma feature do IOS da Cisco que você coloca no seu roteador (desde que ele seja compatível) e faz com o seu roteador funcione como um processador de chamadas telefônicas. Ou seja, você “aposenta” o PABX e entronca o seu roteador diretamente com a rede de telefonia pública (PSTN). Para ser um profissional certificado CCNA Voice, você deve ser capaz de transformar o seu roteador em um sistema de processamento de chamadas, saber quais placas de voz utilizar, saber entroncar o roteador com a PSTN, dominar o processo de criação de telefones/usuários e também ser capaz de habilitar diversos recursos avançados de telefonia para os usuários da sua rede, tais como transferências de chamadas, permissões de ligações, grupos de capturas, estacionamento de chamadas, bloqueios de chamadas em horários fora do expediente e outros mais. Além do mais, você deve possuir conhecimentos sobre a manipulação de dígitos, dial-plan, criação de dial-peers e QoS para voz, sendo capaz de administrar e configurar uma rede VoIP com tecnologia Cisco em projetos de pequeno e médio porte com solução centralizada ou distribuída de chamadas.

CME - CCNA VoiceCME – CCNA Voice

Além do CME, você deve buscar conhecimento na plataforma CUCM (Cisco Unified Communicatios Manager). Esse é o sistema da Cisco para grandes soluções em se tratando de telefonia IP. O CUCM é um poderoso agente processador de chamadas capaz de manter uma base de dados de até 30.000 telefones. Uma plataforma tão poderosa e com tantos recursos que, para você ter uma ideia, na certificação Cisco CCNP Voice ela foi dividida em duas partes: CIPT1 e CIPT2. Aqui no CCNA Voice você deve adquirir conhecimentos para atuar de forma eficiente numa rede já instalada com o CUCM. Para um profissional certificado como CCNA Voice, criação de usuários e telefones deve ser uma tarefa fácil, bem como entender e configurar recursos avançados de telefonia na plataforma CUCM. Conceitos importantes nesse meio, como partitions, css, route patterns são itens que também devem ser dominados.

CUCM - CCNA VoiceCUCM – CCNA Voice

Dando continuidade na sua preparação para fazer prova com sucesso, você deve entrar nos temas Cisco Unity Connection (CUC) e o Cisco Unified Presence Server (CUPS). O CUC é conhecido como sendo a solução da Cisco para voicemail, mas na verdade ele é muito mais do que um simples sistema de mensagens de voicemail. Durante sua preparação para a prova ICOMM Cisco 640-461 você deverá aprender os conceitos básicos por trás dessa poderosa ferramenta e entender como o CUC é capaz de entregar mensagens para os usuários de forma eficiente. Um cliente liga para um usuário, ouve uma mensagem de que esse usuário não está disponível e pede para que deixe uma mensagem. Na outra ponta, o usuário poderá recuperar essa mensagem, seja através do seu telefone IP, do seu celular, do telefone da sua casa ou na caixa de entrada de emails. Os conceitos e conhecimentos para que você trabalhe em um ambiente complexo como o citado no exemplo deverão ser adquiridos para o seu sucesso na prova. Criação de usuários, mailboxes, integração com LDAP e com o CUCM são exemplos de tópicos que também são cobrados no exame.

CUC - CCNA VoiceCUC – CCNA Voice

Já o CUPS (Cisco Unified Presence Server) é uma solução que aumenta a percepção do usuário na rede de telefonia. Muito mais do que um simples sistema de mensagens, o CUPS é capaz de fornecer o status de cada usuário da rede VoIP, tornando possível que você veja se o usuário para quem deseja discar está disponível, ocupado ou ausente antes mesmo de você pegar o telefone para discar para esse usuário. Para ser um profissional certificado CCNA Voice você deverá saber como integrar o CUPS com outros sistemas, tais como Microsoft Office Communications Server, LDAP, CUCM e CUC e como habilitar o CUPC (Cisco Unified Personal Communicator) em sua rede.

CUPS/CUPC - CCNA VoiceCUPS/CUPC – CCNA Voice

Por fim, sua preparação deve terminar com os conceitos de troubleshooting para solucionar problemas em todas essas plataformas.

Bem, como vocês podem perceber a matéria abordada na Certificação CCNA Voice da Cisco é extensa e muitos conceitos novos são introduzidos para quem não vem originalmente do “mundo de voz”. Mas com a metodologia adequada tudo isso é possível de ser dominado. A literatura oficial da Cisco para quem deseja se preparar para a prova é o livro do Jeremy Cioara (CCNA Voice 640-461 Official Cert Guide).

Outra excelente opção é o curso online CCNA Voice da DlteC, que possui matéria completa para prova em português, simulados de questões, fóruns e tutores certificados para tirar todas as dúvidas dos alunos sobre a matéria. Utilize o código PTI na sua compra e garanta 10% de desconto, aproveite!

Lex é sócio fundador da DlteC do Brasil e possui 15 anos de experiência no mercado de tecnologia.

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Tuesday, July 3, 2012
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7 dicas para melhorar sua vida de freelancer

Sabendo que grande parte dos formandos e até mesmo profissionais da área de TI atuam como freelancers em tempo integral ou durante o seu tempo livre, preparei algumas dicas baseadas na minha experiência e também na experiência de alguns amigos com quem tenho contato. Confira:

Se você possui um trabalho fixo, fazer algum freela pode ser prejudicial, principalmente se você precisa lidar com códigos ou criação artística (layout). Quem está nessa área precisa descansar a mente pra ser criativo e um freelance pode sugar todo o seu tempo de descanso. Você pode pensar que é de ferro, mas depois de algum tempo seu rendimento, tanto nos projetos em off quanto no trampo real, irá cair.

Isso mesmo, não é segredo que nessa área os profissionais que trabalham como freelancers possuem hábitos noturnos. Mas nada substitui o sono noturno e esse descanso é indispensável para sua capacidade de criação e raciocínio lógico. Por isso, durma ao menos 6 horas todas as noites, e não apenas nos finais de semana. Aproveite o dia para trabalhar e a noite para dormir.

Organize suas tarefas. Utilize um gerenciador simples de tarefas ou até mesmo post-its (aqueles adesivinhos amarelos que você cola em qualquer lugar). Guardar suas tarefas na cabeça não dá certo, uma hora ou outra você acaba esquecendo algo. Se tiver tudo anotado, você não corre esse risco, além de ter maior controle sobre a prioridade das tarefas.

Não deixe no modo offline, feche mesmo. Livre-se de toda e qualquer distração, pois ela sugará sua atenção que deveria ser destinada ao seu trabalho. Feche seu MSN, Gtalk, Skype, Orkut, Facebook e principalmente o Twitter. Dedique-se apenas à sua tarefa, e se por acaso lembrar de algo importante que deveria fazer, anote e faça depois, pois agora é hora de trabalhar.

Isso mesmo, com um contrato você se livra de muitas dores de cabeça causadas por clientes sem noção. Todo freelancer deseja entregar o trabalho e receber a grana, mas nem sempre é o que acontece. Cliente pedindo alterações no projeto é o que mais tem, por isso a importância do contrato.

Se deseja cobrar R$ 1.000,00 de um cliente para tal projeto e tem medo dele não ter tudo isso em mãos, não precisa dividir e ficar recebendo dinheiro picado. Facilite o pagamento. Existem atualmente muitas maneiras de fazer isso. Eu recomendo o Pagseguro, pois dessa forma você pode gerar boleto bancário, pagamento por cartão de crédito e até mesmo parcelar o pagamento para seu cliente, e tudo isso sem receber picado, pois mesmo quando a compra é parcelada, você recebe tudo de uma vez só, tirando a taxa que o pagseguro cobra pra fazer tal negociação.

Amigos da mesma área não servem apenas para tirar dúvidas. Sempre que puder ajude também, colabore em projetos de código-aberto, fóruns de discussão e etc. Quando surgir uma chance de conhecer gente nova, não perca tempo, parcerias são sempre bem vindas.

É isso galera, espero que essas dicas tenham sido úteis. Apesar de meio óbvias, a maioria não segue.

Tem mais alguma dica legal? Deixe seu comentário abaixo!

Tecnólogo, com experiência em desenvolvimento de sistemas web profissionalmente há mais de dois anos pela empresa WebCorpore. Especialidades: CodeIgniter, Doctrine, Magento e WordPress. Curto vídeos engraçados, MMORPGs e afins. Ah e a propósito, casado, futuro pai e atual servo do Deus vivo.

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Dicas para o desenvolvimento de um software funcional – Parte IV

O quarto e último artigo sobre dicas para desenvolver um software funcional abrange alguns conceitos ligeiramente mais avançados. Após as doze dicas abordadas nos três primeiros artigos, este último envolve aspectos relacionados ao aperfeiçoamento das funcionalidades de um sistema. Agradeço novamente a todos os leitores que acompanharam os artigos, e espero que de alguma forma essas dicas tenham agregado um pouco mais de conhecimento.

Normalização de dados

Na maioria dos cursos relacionados a desenvolvimento de sistemas, é comum encontrar uma disciplina que mencione a Normalização de Dados, fundamental para a formação de analistas e programadores. Este assunto sugere uma série de procedimentos aplicados ao levantamento de requisitos para garantir a boa modelagem de um banco de dados. Essa modelagem será responsável pela integridade, confiabilidade e desempenho das operações realizadas nas tabelas. Alguns dos pontos mais importantes abordados pela normalização de dados é a utilização imprescindível de chaves primárias, chaves estrangeiras, criação de tabelas para relacionamentos muitos-para-muitos (N:N) e criação de tabelas para campos multivalorados, como e-mails e telefones. Além de ser uma prática essencial para o projeto de um sistema, a Normalização de Dados também garante a organização dos relacionamentos entre as tabelas e facilita futuras manutenções na estrutura.

Os requisitos de um sistema devem passar basicamente por algumas formas normais da Normalização de Dados, que consistem em eliminar campos repetitivos entre tabelas, impedir valores redundantes e relacionar todas as tabelas por meio de chaves estrangeiras.

Consultas compostas

A maioria dos sistemas atuais possuem uma padronização de consultas de dados, normalmente pelos campos mais comuns da tabela. Por exemplo, em um cadastro de clientes, a consulta pode ser realizada somente por nome, cidade ou CPF. No entanto, há situações onde o usuário pode precisar consultar clientes por endereço, telefone, estado, profissão ou estado civil. Basta então adicionar estes campos às opções de consulta, correto? Bem, é uma alternativa, mas imagine que o usuário também possa querer pesquisar os clientes que moram no estado de São Paulo, são do sexo masculino e trabalhem como motorista. Neste caso, a solução é criar uma consulta composta, que consiste em uma busca por vários campos ao mesmo tempo. Uma ideia para suprir essa necessidade seria utilizar os mesmos campos de cadastro para consultar os dados. Dessa forma, o usuário pode preencher quaisquer campos por qual deseja consultar, e ao clicar no botão de pesquisa, o sistema verifica os campos preenchidos e concatena uma SQL internamente para enviar ao banco de dados. É uma funcionalidade bem interessante, mas caso for utilizá-la, atente-se às cláusulas “where” e “and“, e confira se a busca corresponde ao que foi digitado pelo usuário.

Integração com serviços web

Com o advento da internet e de recursos online, tornou-se comum a integração de sistemas desktop com serviços web para facilitar ou agilizar operações rotineiras. Um exemplo bem prático é a validação de arquivos de Nota Fiscal Eletrônica. Nos primórdios da sua utilização, os usuários geravam um arquivo XML pelo sistema, acessavam outro aplicativo para envio de arquivos, validavam o arquivo e em seguida imprimiam a DANFE. Todo este processo era considerado burocrático e criou uma resistência dos usuários. A integração dos sistemas desktop com os web services possibilitou que este procedimento fosse realizado diretamente pela aplicação, sem a intervenção do usuário para manipular os arquivos XML. Além deste exemplo, outros serviços web também podem ser agregados à aplicação, como consulta de endereços por CEP, mapas de localização (Google Maps), feed de notícias e outros tipos de informações online. Os desenvolvedores podem ainda disponibilizar um módulo do sistema na web interligado com o sistema desktop, permitindo, por exemplo, que um usuário tenha acesso às informações pela internet, sem necessariamente usar o sistema desktop.

Cuidado com o que o seu cliente pede

Há muito que ser abordado neste último item, por tratar-se de uma questão mais voltada para análise do que desenvolvimento. Normalmente, os usuários que operam o sistema no dia-a-dia sentem a falta de um determinado campo em uma tela, um botão para uma nova funcionalidade ou atalhos para agilizar as operações. É muito comum ouvirmos frases como:

“Há possibilidade de colocar um ‘botãozinho’ aqui?”
“Eu precisava de um campo aqui para digitar tal informação…”

É claro, bons analistas e desenvolvedores devem prestar o máximo de suporte, visando suprir qualquer necessidade do cliente. Mas há casos onde é preciso rejeitar a sugestão do cliente para garantir a integridade e simplicidade do software. Quando o cliente pede um novo campo na tela, deve-se fazer um estudo da real utilidade da inclusão deste campo, e se este também será útil para outros clientes que operam o sistema. Há situações onde o campo já existe, mas não é de conhecimento do cliente. Neste ponto vale ressaltar a importância da apresentação e de treinamentos do sistema, além da capacitação de equipe de suporte em identificar esse tipo de situação. Uma simples orientação sobre a tela pode evitar que a equipe de desenvolvimento adicione uma nova funcionalidade sem fundamento. Além disso, adicionar um novo campo, botão ou funcionalidade no sistema pode comprometer o visual, trazer inconsistências no cadastro ou causar redundância de informações. Analisar detalhadamente as sugestões de clientes sempre será uma prática essencial para o desenvolvimento de um sistema.

Obrigado novamente pela atenção, leitores!

Desenvolvedor de sistemas há 6 anos em linguagens Delphi, C# e PHP. Bacharel em Sistemas de Informação, colunista sobre tecnologia e entusiasta em Desenvolvimento Ágil. Atualmente trabalha com processamento de dados e desenvolvimento de sistemas voltados para gestão administrativa.

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Saturday, June 9, 2012
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5 dicas para Gerenciamento de Serviços de TI

1- Conheça a sua infraestrutura

Conheça a sua infraestrutura, promova, patrocine a padronize os servidores, estações, aplicativos e de forma geral influencie a direção tecnológica da organização de maneira a evitar a administração de uma salada de frutas. Um ambiente de alta performance tem a preocupação de estabelecer padrões quanto as distribuições Open Source ou a versão mais adequadas de Sistema Operacional no objetivo de entregar algum aplicativo.

Promova o mapeamento da infraestrutura e como os recursos estão interligados, de forma a entender como a falha de um recurso afeta aos demais e de como seria possível minimizar tais impactos, coloque em pratica hoje o gerenciamento da configuração e não perca a oportunidade de construir o seu CMDB.

Virtualização de servidores, aplicações e estações de trabalho tendem a reduzir significativa a complexidade e os custos de TI, atualmente é possível virtualizar servidores, aplicações e estações de trabalho a um baixíssimo custo, uma vez que os investimentos serão prontamente entregues ao negocio como benefícios de curto e médio prazo, esta ficando cada vez mais ultrapassado, administrar uma massa de estações e aplicações nas mais variadas versões.

2- Pense e atue pró-ativamente

Retome seu TOP 10 de incidentes e identifique quais situações poderiam ser evitadas com ações pró-ativas, promova o engajamento da equipe no objetivo de dedicar tempo ao longo do dia para desenvolver atividades pró-ativas, sanear bases de dados incompletas, versões desatualizadas, guias de orientação aos usuários são algumas possíveis alternativas.

O principio de Pareto afirma que para muitos fenômenos, 80% das consequências advém de 20% das causas, trazendo isto para o gerenciamento de serviços de TI, temos uma grande possibilidade de obter êxito se atacar os 20% dos fatores que causam incidentes.

3- Identifique os problemas e resolva na origem

Gerenciar ambientes de TI não é uma tarefa fácil, ficar enxugando gelo dia após dia ninguém merece. Gestor, equipe e organização precisam trabalhar na ótica de que a complexidade tende apenas a aumentar, um investimento na solução definitiva de um problema é fator crítico de sucesso em qualquer ambiente TI.

Como sabemos nem todos os problemas são possíveis de serem solucionados, uma vez que para isto é necessário obter fundos, argumentos e recursos. Uma forma de sensibilizar a solução definitiva dos principais problemas é influenciar e falar a língua dos negócios.

Como a organização tem sido afetada financeiramente pela interrupção dos serviços?Como estas interrupções tem afetado a imagem da organização junto aos clientes?Quantas horas perdidas e recursos ociosos estão incorrendo em custos?

Não se espante, mas frente a estas cifras que não devem ser pequenas acredite teremos ainda argumentos indicando que não existe orçamento para a solução definitiva.

4- Gerencie indicadores

Gerencie os indicadores e influencie os fatores críticos de sucesso, abaixo cito alguns indicadores que lhe ajudaram muito a tornar o serviço realmente profissional.

Mantenha indicadores de nível de serviço por célula de serviço, áreas e aplicações.Volume de incidentes por períodos e por faixas horárias tendem a ajudar a melhor dimensionar sua equipe de trabalho.Volume de novos problemas identificados e mapeados, colaboram com a argumentação de novos investimentos na solução definitiva.Indicadores de telefonia como: tempo de conversação, tempo de espera até o atendimento, volume de abandonos por período e por faixa horária são ótimos indicadores de como melhorar a satisfação do atendimento por meio deste canal de comunicação.Indicadores de satisfação do usuário.Gráficos de barras para fazer relação com períodos anteriores de forma a quantificar como o serviço esta se comportando ao longo dos anos.

5- Motive a equipe

É comprovado que pessoas desmotivadas tendem a diminuir sua produtividade. Um bom gestor deve ser capaz de compreender como as pessoas pensam, sentem e reagem no seu dia a dia. À medida que trabalhamos com elas começamos a observar como todas tem algumas coisas em comum: Elas gostam de se sentir especiais, e gostam que digam isto a elas, por isso, faça elogios, mas elogios sinceros, pois as pessoas captam quando você não está sendo honesto, ou está fazendo apenas para agradar.

Procure descobrir o que move a equipe e as pessoas, encoraje-as a atingir os seus sonhos e ajude-as a chegar lá, trate as pessoas como indivíduos, olhe para elas e tente entendê-las, mostre como ela complementa a equipe e motive dia-a-dia. O bom trabalho é realizado em grupo, o resultado é do grupo. De nada serve um super-técnico, as melhores ferramentas e processos sem ótimos jogadores.

Fernando Rodrigues, conta com MBA em Gerenciamento de Projetos pela FGV, certificações ITIL, Cobit e ISO/20000, atuou como Coordenador de Serviços IT em grande multinacional do agronegócio, atualmente é consultor IT e professor Universitário em disciplinas de gerenciamento na Kroton Educacional.

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Thursday, June 7, 2012
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Dicas para administração e demonstração de dados de SEO

Em qualquer tipo de serviço que requer administração de dados é importante manter uma boa organização dos mesmos, não só por questões de facilitação do trabalho, mas também para demonstração de dados aos clientes. Não importa se é Agência ou “EuGência”, para manter clientes e/ou ganhar mercado é importante testar diversas ferramentas e modelos administrativos de dados, muitas vezes, uma simples tabela personalizada no Excel te resolve bem o caso.

Mas o que quero trazer hoje são 5 dicas de como administrar e apresentar dados, quais os dados que valorizam o teu esforço de trabalho SEO e que certamente tem valor para o cliente. Nem sempre os dados que apresentamos são os que o pessoal de marketing ou o diretor de uma empresa precisa saber ou deseja saber, ele quer ver alguma coisa que impacte nas vendas, fora isso, pelo menos algo que mostre que você está empenhado em trazer esse retorno financeiro.

Como se trata de um serviço em ambiente digital o principal dado para seu cliente sempre será a Conversão em Vendas. Se diretamente isso não for possível de mensurar em determinada etapa do projeto, ele comparará com os resultados do mesmo mês no ano anterior ao seu serviço e terá uma avaliação dos resultados, mesmo que você não os entregue.

5 formas de administrar clientes e demonstrar dados

Acesso a visualização: Em época de transparência, nem tudo deve ser exposto, claro – você não entregará as técnicas e todo o serviço nas mãos dos clientes, se fizer isso você sai de cena – não tem mais tanta utilidade (aparentemente). Porém, por questões de comprovação de que o trabalho está sendo realizado é importante abrir determinado acesso ao seu cliente. O nível de acesso depende do tipo de cliente e da tua forma de ação, mas normalmente, são níveis de acessos somente a áreas de relatórios. Muitas ferramentas já permitem isso. Outros dados coletados em ambientes que não é possível de abrir nesse espaço podem ser enviados por e-mail.

Relatórios: Além do acesso, se assim você permitir, é importante demonstrar um processo administrativo para o cliente. Nem sempre ele terá tempo para acessar todos os dias, ou de tempos em tempos específicos, a ferramenta e pesquisar pelo relatório que ele deseja, por isso, é interessante o envio de um relatório semanal e mensal, até mesmo para comparação de dados e arquivamento de controle do cliente.

Documentação de Auxílio ao Cliente: Pouca gente faz isso, mas é interessante. Mesmo que o cliente não esteja interessado em saber o que será feito em questão de projeto e planejamento, como é cada etapa e o porquê dela, é importante fornecer essa informação. Tenha certeza que ele vai levar em consideração na hora que receber proposta de concorrentes. Quanto mais personalizado, mais bem atendido e respeitado for seu cliente, ele vai te beneficiar e fidelizar com você.

Recentemente, em uma reunião com clientes, tive essa experiência prazerosa, em ver o cliente expor um concorrente na mesa de reuniões como informação de que existe gente em concorrência, mas enquanto o trabalho estiver sendo bem feito, não será preço que vai ser diferencial. Portanto, valorize a credibilidade, personalização e empenho no trabalho, se diferenciar por preço em um mercado onde resultados são muito exigidos nem sempre é uma boa tática.

Infográficos e Rankings: Uma boa forma de personalizar esses materiais é usar da criatividade e de um belo design, e isso não é coisa para agência grande, você muito bem pode fazer um curso de alguma ferramenta de edição vetorial e começar a compor peças interessantes e personalizadas para cada cliente. Eu prefiro fazer por projeto, cada um tematizado, outros preferem um padrão único, mas definitivamente, faça algo personalizado – não custa muito tempo.

Outra forma interessante de personalização é fazer competições passivas demonstradas nos documentos, rankings de concorrentes, rankings de palavras-chaves, antes e depois, enfim, a forma com que você demonstra profissionalismo ao apresentar esses dados – influência e muito na hora de manutenção de contrato, e por que não dizer – Na hora de uma pequena crise.

Não só para SEO é interessante a personalização de dados, mas como neste caso muitos clientes ainda duvidam de que devem pagar por algo que o “Google lhes dá de graça”, que seria o espaço na ferramenta, então é interessante mostrar que existe sim, um universo muito maior do que simplesmente lançar um novo site, colocar um conteúdo aqui e outro ali e esperar resultados.

Um forte abraço, sucesso a todos.

Diretor da Alpis Consultoria.
Consultor Certificado 8 Ps - Marketing Digital, Planejamento Estratégico digital, Gestor de Projetos.

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Dicas para o desenvolvimento de um software funcional – Parte III

Este é o terceiro artigo sobre algumas dicas para o desenvolvimento de um bom software. Aproveito a oportunidade para agradecer a todos que leram, comentaram e compartilharam o primeiro e o segundo artigo sobre este assunto. Espero que as dicas neste artigo tragam um pouco mais de conhecimento aos leitores, e mais uma vez, quero que sintam-se à vontade para expressar qualquer opinião sobre este texto.

Padronização de código

Este item é bastante importante quando o projeto é desenvolvido por mais de uma pessoa, ou melhor, uma equipe de desenvolvimento. Definir uma padronização do código auxilia na legibilidade e no entendimento do que está sendo executado na aplicação. Identar o código nos blocos de condição “if-else” e nos laços de repetição são uma das práticas que ajudam os desenvolvedores a identificar facilmente a execução de um método. Identação significa “estruturar” as linhas do código em tabulações de acordo com o nível de execução.

Quando há uma grande quantidade de aninhamento de blocos no código-fonte, a identação se torna ainda mais importante para associar o início e o fim de cada bloco aninhado. Algumas ferramentas de desenvolvimento, como o NetBeans e o Visual Studio, possuem o recurso de destacar o aninhamento quando o cursor do mouse é posicionado na chave que abre ou fecha o bloco. Desenvolvedores em Delphi também podem adquirir essa funcionalidade com o addon gratuito cnWizards.

As variáveis, classes, métodos e funções também devem possuir nomes sugestivos de acordo com o seu objetivo. Portanto, uma variável com o nome “SomaTotalPedidos” é bem mais fácil de ser identificada do que uma variável chamada “vSTotPed”. Mesmo que o nome seja ligeiramente maior, o código fica mais legível quando se trabalha com esse tipo de nomenclatura.

Tratamento de exceções

Por mais que o desenvolvedor faça testes na aplicação antes de publicá-la, é natural que alguns erros ainda possam ocorrer inesperadamente para o usuário. Estes erros são decorrentes de problemas de semântica, gravação de dados inconsistentes, falhas de acesso à memória ou até mesmo eventos inesperados do sistema operacional. No ambiente de programação, os erros são conhecidos tecnicamente como “exceções”. Uma boa prática de programação exige que exista um tratamento de exceções em todos os pontos mais sensíveis do código. Inserções e atualizações no banco de dados são exemplos de operações que possivelmente podem retornar algum erro para o usuário.

A recomendação é envolver este código em um bloco de tratamento de exceção e executar uma função de rollback (desfazer as alterações no banco de dados) caso algum erro seja encontrado. Ao utilizar tratamento de exceções, também é possível criar mensagens mais transparentes para reportar a exceção ao usuário. Dessa forma, faz mais sentido exibir a mensagem “Ocorreu um erro. Tente novamente.” ao invés de “An error occurred. Access violation at address 004068EC“. Estes tipos de mensagens em inglês técnico geralmente são desconhecidas para o usuário e não trazem nenhum tipo de informação para auxiliá-lo.

Atualização do sistema

A cada atualização do sistema, normalmente é necessário substituir o executável no computador do cliente, rodar scripts SQL e alterar alguns parâmetros de configuração. Sendo assim, é preciso ir até o cliente e fazer todo o processo manualmente no computador local. Para evitar a viagem, uma alternativa é realizar a atualização remotamente através de softwares como o TeamViewer, LogMeIn ou VNC. O problema surge quando há dezenas ou até centenas de computadores para serem atualizados. Se a atualização for feita em um computador por vez, pode demorar dias para terminar a atualização em todos as máquinas.

Portanto, ao invés de realizar a atualização manualmente, crie um módulo exclusivo para automatizar este processo. A atualização automática está presente na maioria dos softwares atuais, como navegadores e antivírus. O objetivo é permitir que o próprio sistema verifique novas versões, baixe o arquivo de atualização e realize todo o processo automaticamente, sem a intervenção do usuário. Este tipo de módulo não é simples de ser desenvolvido, mas é plenamente funcional e permite atualizar vários computador simultaneamente.

Programação Orientada a Objetos

No mundo da programação, a maioria dos métodos e componentes são modelados em classes para facilitar a reutilização de código e a manipulação de objetos. Trabalhar com classes e objetos pode ser relativamente complexo, mas sem dúvida garante um maior controle de tudo o que acontece dentro da aplicação. Através da Programação Orientada a Objetos (POO), é possível reaproveitar várias linhas de código por meio de técnicas como herança e polimorfismo. Além disso, definir a visibilidade dos atributos de uma classe e criar métodos para manipulação de valores permitem que a estrutura interna da aplicação não seja exposta a nível de usuário.

Utilizar POO no desenvolvimento de um sistema também facilita a produção de regras de negócio, abstração de dados e a integração com padrões de projeto.

Durante a fase de projeto, a Programação Orientada a Objetos é amplamente praticada por projetistas e analistas de sistemas através da linguagem UML para modelagem de dados. O Diagrama de Classes, por exemplo, fornece uma grande quantidade de informações detalhadas para simplificar a modelagem das classes do projeto e das tabelas do banco de dados. Em conclusão, a utilização da POO na modelagem evita que o sistema sofra constantes alterações e adaptações durante o andamento do projeto, reduzindo o tempo de desenvolvimento e minimizando os erros de implementação.

Muito obrigado mais uma vez pela leitura. Um abraço a todos!

Desenvolvedor de sistemas há 6 anos em linguagens Delphi, C# e PHP. Bacharel em Sistemas de Informação, colunista sobre tecnologia e entusiasta em Desenvolvimento Ágil. Atualmente trabalha com processamento de dados e desenvolvimento de sistemas voltados para gestão administrativa.

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Thursday, May 24, 2012
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Dicas para o desenvolvimento de um software funcional – Parte II

Em continuidade ao artigo anterior, esta segunda parte abrange mais algumas boas práticas para o desenvolvimento de um sistema. Espero que tais práticas sejam úteis e ofereçam mais algum conhecimento aos leitores. Sintam-se à vontade para postar comentários ou críticas sobre o artigo!

Exportação de relatórios

Criar relatórios bem elaborados é fundamental, mas é importante que exista opções para exportá-lo em outros formatos, caso o usuário queira salvá-lo no computador ou enviá-lo por e-mail. O formato PDF é um dos mais utilizados entre as opções de exportação, principalmente por ser um tipo de arquivo com tamanho pequeno e não permitir modificações após ser criado. A maioria dos componentes atuais para elaboração de relatórios já possuem métodos que permitem a exportação para os formatos mais comuns, mas caso esta opção não exista, basta utilizar o software CutePDF Writer, que adiciona uma impressora virtual no computador para criar arquivos PDF a partir da impressão de qualquer documento.

Exportar dados de uma tabela ou de uma grade de registros também pode ser de grande utilidade para o usuário, como uma tabela de preços em formato XLS (Excel) ou a ficha completa de um cliente em formato DOC (Microsoft Word). Esse tipo de prática garante uma maior versatilidade do sistema por meio da integração com aplicações externas comumente utilizadas pelo usuário.

Teclas de Atalho

Quando um menu é acessado com bastante frequência, pode ser interessante associar teclas de atalho para acessá-lo com mais agilidade. Quem utiliza o Microsoft Windows já deve conhecer algumas combinações de teclas disponíveis para abrir as janelas mais comuns do sistema, como o “Windows + E” para abrir o Windows Explorer e o “Windows + F” que abre a janela para pesquisa de arquivos. O mesmo pode ser adaptado a um sistema, por exemplo, para abrir a tela de cadastro de clientes e a tela de consulta de vendas. As teclas de atalho também podem ser atribuídas a determinados eventos do sistema, como recalcular a soma de um valor ou preencher um campo automaticamente. Usuários mais experientes geralmente preferem utilizar teclas de atalho ao invés de acessar as funções do sistema utilizando o mouse, principalmente por agilizar as operações rotineiras. Porém, atribuir teclas de atalho em todos os menus e sub-menus no sistema é desnecessário, além de confundir a memória do usuário. Procure atribuí-las somente nas principais funções do sistema e utilizar combinações de teclas simples para facilitar a memorização.

Utilitários

Quanto mais recursos úteis o sistema possuir, mais ele atenderá as necessidades eventuais do usuário. A ideia é incluir calendário, calculadora, campo de anotações e telas informativas dentro do sistema, para evitar que o usuário tenha que instalar ou recorrer a outros aplicativos com essas utilidades. Uma boa prática é associar teclas de atalho globais à essas funcionalidades, como o F6 para Calculadora e F7 para Calendário, por exemplo.

Outra utilidade importante é permitir que o usuário configure o sistema conforme o seu perfil. O sistema pode possuir uma tela de configuração e armazenar as preferências do usuário em um arquivo do tipo “INI”. Todas as vezes que o sistema for inicializado, as preferências contidas neste arquivo são carregadas e aplicadas ao sistema. O arquivo de configuração pode conter o diretório do banco de dados, ordenação padrão dos registros de uma tabela, agendamento de backup e outras configurações internas do sistema. Este arquivo se torna ainda mais útil quando existe mais de um usuário utilizando o sistema e cada um possui preferências diferentes. Assim, não é preciso criar uma versão exclusiva para cada usuário, basta apenas guardar as configurações em um arquivo INI.

Threads e telas de espera

Algumas operações do sistema podem demorar um certo tempo para serem processadas, principalmente instruções SQL complexas que envolvam cálculos ou consultas em tabelas com vários registros. Quando isso ocorre, normalmente o sistema “congela” ou pára de responder durante o processamento até que a operação seja finalizada. Porém, o usuário pode pensar que a aplicação parou de funcionar e forçar o encerramento do processo, comprometendo a instrução em execução.

Para evitar este tipo de transtorno, é conveniente criar telas de espera para informar o usuário de que um processamento está em execução. Essa tela fica ainda mais intuitiva quando há alguma imagem animada (GIF) ou uma barra de progresso indicando o processamento. Entretanto, como a tela de espera e a instrução SQL compartilham o mesmo processo na memória, é provável que a aplicação fique travada da mesma forma, sem resposta. A solução é utilizar unidades chamadas Threads, capazes de criar fluxos paralelos ao processo principal para executar uma operação em segundo plano. Basta então exibir uma tela de espera e transferir a execução da instrução SQL dentro de uma Thread para que o sistema não se torne instável.

A verificação automática de ortografia no Microsoft Word é um exemplo de Thread. Repare que o programa não trava enquanto a verificação é realizada a cada palavra digitada. No Microsoft Outlook, observe também que é possível utilizar normalmente o software ao mesmo tempo que novos e-mails são baixados na caixa de entrada. Portanto, Threads não servem apenas para desenvolver telas de espera, mas sempre quando for necessário executar instruções em paralelo sem afetar o desempenho do sistema.

Em breve segue o terceiro artigo sobre este tema. Muito obrigado pela leitura. Até a próxima!

Publicado originalmente em O Núcleo

Desenvolvedor de sistemas há 6 anos em linguagens Delphi, C# e PHP. Bacharel em Sistemas de Informação, colunista sobre tecnologia e entusiasta em Desenvolvimento Ágil. Atualmente trabalha com processamento de dados e desenvolvimento de sistemas voltados para gestão administrativa.

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Tuesday, May 22, 2012
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Dicas para estudar e tirar a certificação Zend PHP 5.3 Certified Engineer

Recentemente tirei minha certificação de Zend PHP 5.3 Certified Enginner e neste post irei dar algumas dicas e informações sobre a prova.

Para quem programa e vive o PHP no dia-a-dia a prova não é difícil. Mesmo assim é preciso se preparar para ela.

A prova é feita em uma sala fechada em um computador sem acesso a internet e você não pode utilizar nenhuma material de consulta. No total são 70 questões para serem respondidas em 90 minutos. Existem questões de múltipla escolha e também do tipo “fill in the blank” onde você tem que dizer o nome de uma função ou resultado de uma operação.

Lembrando também que a prova é toda e inglês, assim também como todo o material que estou publicando abaixo.

Os tópicos abordados são:

PHP BasicsFunctionsData Format & TypesWeb FeaturesObject Oriented ProgrammingSecurityI/OStrings and PatternsDatabasesArrays

Minha sugestão é que você estude um pouco mais Basics, Web Features e Security, pois a maioria das questões aborda estes temas.

Segue então alguns arquivos e recursos que utilizei para me preparar para a prova:

Artigo: http://devzone.zend.com/article/12647

Excelente artigo. Dá dicas gerais sobre a prova e também fornece outros links para se aprofundar mais em alguns assuntos.

Site: http://www.phpzendcertification.com/

Possui simulado de questões.

Site: http://zend-php.appspot.com/

Possui dezenas de questões simuladas e também vários artigos sobre os tópicos que caem na prova.

Site: http://www.phpriot.com/cert

Possui um simulado gratuito para testar seus conhecimentos e também um outro pago com mais questões. Eu comprei o acesso pago e não me arrependi. As questões possuem muitas ‘pegadinhas’ e fazem você pesquisar para aprender.

Aplicativo: http://www.ucertify.com/certifications/Zend/zend-php-5-3-certification.html

Trata-se de um software com versão free e paga. A versão free possui alguns simulados e material para estudo. Na versão paga eles garantem seu dinheiro de volta caso você faça o teste e não passe.

Slide: http://www.slideshare.net/lornajane/zend-certification-preparation-tutorial

Apresentação no slideshare com o básico sobre a prova. Também oferece links para outros artigos. Muito bom.

Zend Study Guide: http://www.zend.com/en/download/487

Guia de estudos fornecido pela própria Zend. É um material bem básico, portanto não utilize somente ele para estudar. Ao final de cada capítulo são informados os links para você ler mais sobre cada assunto no próprio manual do php.

Manual: http://www.php.net/manual/pt_BR/

Este, o principal de todos. Não deixe de utilizar como seu principal material de estudo.

Uma última dica importante é que você pratique os exemplos, ou seja, faça os códigos. Você irá aprender muito melhor se fizer o código ao invés de somente ler os exemplos.

Espero que o material acima ajude quem pretende tirar a certificação e caso eu possa ajudar tirando alguma outra dúvida basta entrar em contato.

Fonte: Blog Rodrigo dos Santos

Zend Certified Engineer, programador PHP desde 2004 e pós-graduado em Engenharia de Projetos de Softwares pela UNISUL. Sócio-Proprietário da empresa Ilha Web Internet Ltda onde trabalha com desenvolvimento web e webhosting. Twitter: @rosantoz

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Monday, May 21, 2012
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Dicas para o desenvolvimento de um software funcional – Parte I

Embora a internet esteja repleta de tutoriais e dicas sobre desenvolvimento, sempre surge a dúvida de como um sistema deve ser devidamente desenvolvido dentro de padrões. Na verdade, não há uma regra geral ou um processo único para o desenvolvimento de um sistema, mas existem boas práticas que, quando adotadas, podem trazer grandes vantagens em um projeto, tanto para o cliente quanto para o próprio desenvolvedor. Em muitas empresas de software, tais práticas são consideradas como uma metodologia de desenvolvimento, principalmente por facilitar a manutenção e atualização do software, além de garantir uma personalidade única para o sistema. Este é o primeiro de três artigos sobre este assunto, onde o objetivo é transmitir um base sólida sobre alguns pontos importantes para o desenvolvimento de um sistema, envolvendo a implementação do código e o visual da aplicação.

Facilidade de uso

Colocar vários botões e informações em excesso em uma janela pode comprometer a usabilidade da aplicação. Simplicidade e objetividade devem estar casados com a funcionalidade do sistema para proporcionar um maior “conforto” ao usuário. Procure simplificar o visual das janelas, adicionando somente os componentes necessários que o usuário irá utilizar. Estruture a janela de forma que os campos fiquem em uma sequência objetiva, agrupados por assunto ou categoria. Em um cadastro de clientes, por exemplo, divida os campos por seções, como dados pessoais, dados profissionais, contato e informações adicionais. Assim a localização de informações fica bem mais fácil e evita que o usuário fique confuso em meio a tantos componentes. Procure também organizar a ordem de tabulação dos campos, para que a digitação de dados se torne mais rápida através do TAB ou ENTER para avançar o cursor entre os campos.

A questão do visual das janelas deve ser discutida em fase de planejamento do projeto durante a análise e levantamento de requisitos. Para garantir que o visual fique conforme a expectativa do usuário, os projetistas utilizam uma técnica conhecida como Prototipação, que consiste em uma prévia da tela desenhada em um documento. Este desenho é apresentado ao cliente para avaliação, e após a aprovação ela finalmente passa a ser desenvolvida.

Splash Screen

Durante o desenvolvimento de um software, é natural que haja a necessidade de executar uma série de instruções e validações durante a inicialização do sistema, como verificar o caminho do banco de dados, criar backups, carregar módulos e abrir tabelas. Essas instruções podem atrasar a inicialização e a exibição do sistema para o usuário. Consequentemente, o usuário pode pensar que o sistema não foi aberto e tentar abri-lo novamente, criando duas instâncias iguais do sistema na memória. Para evitar este problema, desenvolvedores criam telas de inicialização, também conhecidas como Splash Screen. Essa tela geralmente contém o nome do software e uma barra de progresso indicando o andamento da inicialização enquanto todas as instruções necessárias são executadas em segundo plano.

Backup

Sem dúvidas, este item é indispensável! Manter cópias do banco de dados garante uma maior confiabilidade no sistema quando for necessário recuperar informações. Porém, de nada adianta criar backups no próprio computador do cliente já que existe a possibilidade do disco rígido local ser danificado. Neste caso, o banco de dados e todos os seus backups serão perdidos, a menos que exista uma cópia em outro computador. Portanto, procure disponibilizar no sistema a opção para criar backups em locais remotos, como discos externos ou em outro computador na rede local. Outra opção bastante segura é salvar o backup em um diretório virtual na internet, popularmente conhecido como “nuvem”. Mesmo que aconteça uma falha geral na rede e nos dispositivos móveis do cliente, o backup estará armazenado na internet e poderá ser recuperado através de um simples download.

Embora este recurso esteja disponível, é provável que o usuário esqueça de salvar backups do banco de dados periodicamente. A solução é criar caixas de diálogo para avisá-lo do backup ou realizar a cópia silenciosamente, sem a intervenção do usuário. Um bom exemplo disso é configurar o sistema para salvar o backup em um diretório FTP todas as vezes que o sistema for finalizado ao final do dia.

Visual da aplicação

Este item não é obrigatório, mas com certeza é um diferencial importante em uma aplicação. Um visual agradável, com letras nítidas e cores leves traz uma maior comodidade para o usuário. A aplicação fica ainda mais rica quando dispõe a opção de personalização do visual, como aplicação de cores e temas. Atualmente é comum encontrar componentes na web com a finalidade de aperfeiçoar o visual de uma aplicação. Por exemplo, a interface Ribbon, presente nas versões 2007 e 2010 do pacote Microsoft Office, é uma das opções para modernizar a tela principal do sistema. O Ribbon pode ser utilizado no Visual Studio com o componente Elegant UI ou no Delphi com o pacote TMS Component Pack.

Procure também utilizar imagens bem definidas em menus e botões, de preferência no formato PNG. Na internet há dezenas de sites com pacotes de ícones e imagens para serem utilizadas em aplicações desktop e páginas web, como o IconArchive. Utilize imagens sugestivas de acordo com a função e procure padronizá-las nas telas em comum. Por exemplo, utilize a mesma imagem para os botões de relatórios e a mesma imagem distinta para os botões de Salvar, Alterar e Excluir. Essa prática permite que o usuário “associe” a imagem à funcionalidade do botão, minimizando a complexidade do sistema.

Em breve postarei o segundo artigo sobre este tema! Um abraço!

Publicado originalmente em O Núcleo

Desenvolvedor de sistemas há 6 anos em linguagens Delphi, C# e PHP. Bacharel em Sistemas de Informação, colunista sobre tecnologia e entusiasta em Desenvolvimento Ágil. Atualmente trabalha com processamento de dados e desenvolvimento de sistemas voltados para gestão administrativa.

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Wednesday, May 16, 2012
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Segurança da Informação: 10 dicas de boas práticas para manter seus dados seguros

Na última semana, a atriz brasileira Carolina Dieckmann teve fotos pessoais roubadas e espalhadas pela internet. Para não ter problemas similares, abaixo relacionamos algumas dicas (básicas) para proteger seus dados.

1 – Sempre armazene seus dados em um disco externo (preferencialmente com opção de criptografia). Desta forma, quando for levar o equipamento para conserto, você só levará o computador e seus dados estarão seguros em sua casa.

2 - Nunca forneça a sua senha ao pessoal da assistência técnica. Caso seja necessário, crie um usuário temporário em seu sistema para que o técnico possa utilizar.

3 – Utilize um bom anti-virus e antispyware/malware. Eles ajudam bastante caso a tentativa de obter seus dados seja feita através de uma execução remota, ou seja, pela internet.

4 – Utilize criptografia nos diretórios onde há informações sensíveis.

5 – Escolha senhas fortes, com 8 ou mais caracteres; o ideal é que tenham no mínimo 14 caracteres. Combine letras, números e símbolos. Quanto maior a variedade de caracteres da senha, mais difícil será adivinhá-la.

6 – Troque sua senha em 45 dias/60 dias

7 - Somente acesse endereços de sites confiáveis, verificando se o link demonstrado é realmente o link que o endereço está sendo apontado. Ao entrar no site, verifique se todos os links funcionam corretamente. Muitos fraudadores lançam mão de páginas reais para fazer uma cópia, e nestas páginas clonadas a maior parte dos links não funciona.

8 - Remova e-mails que chegam para você com propagandas não solicitadas, de modo a evitar alguma possível contaminação da sua máquina por vírus.

9 - Quando for comprar pela internet, escolha lojas que você conheça, que tanto o ambiente físico quanto no virtual apresentam o mesmo nível de qualidade. Quando for finalizar a compra, verifique se existe um cadeado no rodapé da página. Clique nesse cadeado para verificar a existência de um certificado digital válido. Esse certificado indica que a empresa onde você está fazendo a compra está seguindo os preceitos legais da internet no Brasil para compras online

10 - Certifique-se de que está trabalhando em um ambiente seguro sempre que for inserir informações do seu cartão de crédito ou dados de cunho pessoal, como CPF. Empresas de certificação digital possuem bandeiras disponíveis em links na página da compra. O consumidor deve clicar nesses links para verificar se estão abrindo corretamente. Assim, é possível ter mais garantia de que as informações que você disponibilizou serão protegidas e não serão utilizadas por outras pessoas

por Tiago Vilas, especialista em Segurança da Informação da empresa Módulo

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Friday, March 30, 2012
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Dicas para a Certificação OCJP (Oracle Certified Java Programmer)

Olá pessoal,

Eu sou o Thiago Marques O. G., trabalho como Analista de Sistemas desenvolvendo aplicações na plataforma Java tanto web quanto desktop, e hoje vou falar de um assunto que interessa a muitos programadores Java que estão iniciando a carreira e até os mais experientes. Vou falar a respeito da OCJP (Oracle Certified Java Programmer), que recentemente realizei o exame e tive sucesso obtendo a certificação.

Para aqueles que almejam obter essa certificação, a primeira dica é que iniciei meus estudos em 2011 com o livro Certificação Sun Para Programador Java 6 Guia de Estudos dos autores Bert Bates, Kathy Sierra, que abrange todo conteúdo necessário para a realização da prova.

O livro é dividido em 10 capítulos que abordam: Declarações e Controle de Acesso , Orientação a Objeto, Atribuições , Operadores , Controle de Fluxos,Exeções e Asserções, Strings, E/S, Formatação e Parsing, Genéricos e Coleçoes, Classes Internas , Threads e Desenvolvimento. Os capítulos mais difíceis de estudar foram Genéricos e Coleções, Strings, E/S, Formatação, Parsing e Threads, que utilizei o método de fazer resumos enquanto estava lendo. Estes geraram mais questionamentos em alguns pontos, então eu codificava e “debugava” sobre o assunto. Ao deitar eu realizava a leitura do resumo, assim fixando melhor o conteúdo.

Outra tarefa muito importante é fazer os exercícios que o livro propõe e realizar simulados como: o ExamLab que é freeware – tem o Whizlabs que é pago, porém tem perguntas de demonstração e o TestKiller que é bem parecido com a prova. Após realizar um simulado revise as questões e tente resolvê-las novamente até atingir a perfeição. Uma técnica muito importante que o livro repassa é, quando responder uma questão lembre-se de qual ou quais conceitos estão sendo abordados na questão, não espere ser avaliado somente sobre um assunto por questão, são feitas muitas “pegadinhas” como nomes inválidos de variáveis junto com um for aninhado e operações complexas, distraindo a atenção do real objetivo sendo cobrado no momento.

O livro citado anteriormente possui resumos objetivos dos capítulos, abordando pontos chaves que devem ser fixados para o exame, que recomendo leitura próximo da realização da prova. Acima de tudo, para obter a certificação é a necessário determinação e disciplina nos estudos, pois comecei ano passado meus estudos mas nunca tinha me dedicado o suficiente, sempre estava lendo mas não tinha uma frequência, e percebi que não adiantava da forma como estava sendo feito. Foi então que utilizei as férias da faculdade para dedicar tempo aos estudos e assim cheguei ao meu objetivo obtendo suceso de 96,6% de acerto na prova.

Estou disponibilizando um projeto feito no NetBeans que contém várias classes de testes que utilizei durante meus estudos, lembrando que é material utilizado em testes pessoais de aprendizado, sempre testando possibilidades de resultados (não substitui o livro e não abrange todos os assuntos da certificação).

Uma coisa que recomendo fortemente é fazer o download do aplicativo NotePad++ e codificar nele. Não tem autocomplete nem dicas de erros de compilação como o NetBeans, assim irão se acostumando com o código. Esqueçam o atalho “CTRL + SPACE” no seu dia-a-dia e faça na raça, só assim você não irá depender de uma ferramenta (IDE) para desenvolver (programador tem que saber programar até no bloco de notas e compilar em linhas de comando do console).

Espero que tenha ajudado em algo as minhas dicas, caso tenha algum questionamento de algum assunto que não abordei, comente e pergunte. Sempre que puder estarei respondendo e ajudando em tudo que estiver ao meu alcance.

Obrigado e até a próxima pessoal.

Wednesday, August 17, 2011
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5 dicas para consolidar uma marca no e-commerce

Para obter a tão sonhada excelência na construção de uma marca no e-commerce, é preciso passar por uma série de processos, como: investimento em mídia, relacionamento com cliente, conteúdo e design. E, para auxiliar os lojistas virtuais que desejam evoluir cada vez mais no tão promissor mercado de comércio eletrônico brasileiro, preparei cinco dicas quentes para que o seu e-commerce tenha mais resultados:

1 – Invista em mídia para ganhar market share: Tenha equilíbrio na hora de definir o investimento. Deve-se haver uma mescla entre mídias de performance e mídias de branding. A busca incessante pelo aumento da taxa de conversão pode não ser uma boa quando a questão é crescimento. Somente a preocupação com a taxa de conversão pode limitar seu crescimento em um momento que o e-commerce mais promete. Para fortalecer a marca é importante dosar o crescimento do market share e ao mesmo tempo manter um negócio lucrativo. Uma boa estratégia é conseguir gerar tráfego e vendas a advindas de diversos canais diferentes. As soluções estão espalhadas desde e-mail marketing, Google Display, rede de afiliados, links patrocinados, banners, até o promissor Google Shopping.

2 – Forte presença nas redes sociais: Facebook, Twitter, Orkut, entre outras redes sociais são as vedetes do momento. Estar presente nas redes sociais significa estar próximo do seu cliente. É extremamente importante você conhecer cada vez mais seu cliente, desenvolver melhor um relacionamento, entender suas necessidades e até solucionar problemas através dessas mídias. Ao expor problemas e soluções diretamente na rede, fica transparente a relação da marca com o cliente, gerando credibilidade e passando ao e-consumidor que ali se encontra um site em que se pode confiar.

3 – Design mais profissional: Uma loja virtual deve ser vista da mesma forma que se vê uma loja física. Um design mais profissional é extremamente importante, passando maior segurança ao usuário. O cliente deve saber que sua marca passa seriedade, principalmente no ambiente da internet que não se enxerga quem está por trás. Além disso, a loja também deve ser atraente, com bons preços e promoções, frete grátis e condições especiais de pagamentos. Tudo é válido para atrair o consumidor, inclusive passar segurança e não perder a oportunidade de fazer negócio no seu site.

4 – Produtos: No e-commerce o conteúdo também é rei. E, nesse caso, o conteúdo são os produtos presentes no seu site. Para consolidar uma marca é preciso mostrar que sua loja virtual veio para ficar. É preciso ser especialista em um determinado segmento, possuindo uma vasta gama de produtos nesse setor. Sua loja virtual deve tornar-se referência em sua especialidade.

5 – Atendimento é a alma do negócio: Um dos cases mais conhecidos no mercado de e-commerce é o da loja norte-americana Zappos. A loja de departamentos se destaca pela excelência no atendimento ao cliente, fator que é crucial e decisivo na consolidação de uma marca. O consumidor quer ser bem atendido, receber informações claras e se sentir à vontade dentro da loja. Muitas vezes o bom atendimento compensa um valor relativamente superior sobre outro site. Trazer descrições completas de produtos, informações de pagamento, entrega rápida, agilidade no atendimento e na resolução de problemas são itens fundamentais.

*Natan Sztamfater é CEO da Agência CookieWeb, Diretor da www.portcasa.com.br e Membro da Organização do E-commerce LIVE.

Thursday, June 30, 2011
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10 dicas para melhorar sua campanha de Email Marketing

Sei que estou um pouco atrasada, mas as dicas são super atuais. Neste post gostaria de falar sobre os principais pontos discutidos no evento EMM2011 realizado dia 24 de Maio de 2011. Para quem não sabe, o evento fala sobre Email Marketing e eu particularmente gostei bastante deste evento realizado pela Dinamize, empresa especialista na área. Vamos as dicas:

Apesar da dica parecer básica, muitas empresas ainda trabalham seu CRM separado do seu Email Marketing. O ideal é integrar sua ferramenta de Email Marketing a sua ferramenta de CRM e algumas ferramentas de disparo de Email Marketing são flexíveis a este ponto. Dessa forma, você terá uma única base sempre atualizada e poderá segmentar de forma mais fácil sua campanha. Por exemplo, se no seu CRM você mantém uma base onde você tem dados básicos dos seus clientes (sexo, idade, cidade, estado) você poderá disparar promoções específicas para cada grupo além de programar emails automáticos para quem está há algum tempo sem comprar no seu estabelecimento ou até mesmo disparar promoções automáticas para clientes que efetuarem determinado tipo de compra.

Assim que disparar um Email Marketing fique atento aos bounces. É importante que você exclua de sua base os emails que retornarem por serem inválidos, pois caso você persista em enviar Email Marketing para destinatários não existentes os provedores podem começar a interpretar seu Email Marketing como SPAM. Algumas ferramentas de disparo de Email Marketing fazem a eliminação destes emails de forma automática.

Com uma boa ferramenta de Email Marketing em mãos é possível configurar disparos automáticos. Porque não configurar um email de aniversário ou de festividades (Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais, etc.), de forma automática? Ou, caso você tenha uma loja virtual é possível configurar o envio de Email Marketing com produtos relacionados. Por exemplo, se seu cliente comprou em sua loja uma câmera digital, é possível programar um disparo para o dia seguinte com produtos relacionados a essa compra com descontos, ou seja, ofereça lentes, capas de proteção para a câmera, suporte e produtos que ele tenha visto no dia em que acessou sua loja. Essa tática é utilizada pela Amazon e é chamada de Remarketing. Ainda pensando no caso de Lojas Virtuais, os emails podem ser disparados mostrando ao usuário os itens que estão em seu carrinho de compras e que ainda não foram comprados.

Seu e-mail não vai parar na caixa de SPAM porque você decidiu utilizar imagens e determinado tipo de texto em seu conteúdo. Portanto, use e abuse de imagens bem trabalhadas, textos informativos variando tamanho de fonte de texto e fotos.

Através do Email Marketing também é possível conseguir seguidores para suas redes sociais, portanto não esqueça de colocar os links para as redes sociais das quais sua empresa faz parte.

Transforme seu Email Marketing em um canal exclusivo para seu usuário. Ofereça diferenciais, por exemplo, uma promoção específica por Email Marketing, para que o cliente perceba a importância de estar assinando aquela newsletter.

Antes de disparar um Email Marketing, tenha certeza que o conteúdo é totalmente relevante para sua base de dados. Certamente os resultados serão mais efetivos se o email disparado for para uma base segmentada e interessada naquele conteúdo que para uma base muito extensa, porém que não tenha interesse no seu produto. Pense que o usuário é uma mídia, ou seja, ele irá divulgar seu produto ou serviço caso ele achar interessante, portanto trabalhe o Email Marketing no formato One to One (Um a um).

Ao comprar uma base você está sujeito a comprar uma série de emails inválidos, que não aceitaram receber emails, que não tem nenhuma afinidade com sua marca e que talvez não seja seu público-alvo. Ao contrário da televisão, o Email Marketing não deve ser pensado como um veículo de mídia em massa, portanto mais vale uma base menor, porém bastante segmentada e relevante, que uma base grande com emails que podem ser bounces ou de usuários descontentes que irão denunciá-lo como SPAM.  Construa sua base! Aqui vão algumas dicas:

Coloque de forma visível na home do seu site o cadastro para a Newsletter. Porém, ofereça ao usuário alguma vantagem para que ele se cadastre em sua newsletter e não somente colocar o típico texto: ” Cadastre-se em nossa newsletter para receber novidades.” Prefira: “Cadastre-se em nossa newsletter e receba 10% de desconto em sua primeira compra.”Coloque por um dia na Home do seu site o cadastro obrigatório do email para acessar o restante do conteúdo. Logicamente muitos irão abandonar a página, mas os emails arrecadados certamente lhe darão bons frutos no futuro. Essa é a estratégia utilizada por alguns sites de compras coletivas.Realize promoções e concursos culturais e peça no ato do cadastro o email da pessoa. Não se esqueça, sempre deixe como opcional para o usuário o cadastro na newsletter.

A opção de sair da newsletter deve estar legível e funcionando. Facilite a saída dos usuários que não queiram receber mais seus Emails Marketing, pois caso ao contrário eles poderão te denunciar como SPAM.

Caso seu IP esteja em alguma lista negra, seu Email Marketing estará fadado a ir direto para as caixas de SPAM dos usuários.  Caso seu IP estiver na lista negra de algum servidor, entre em contato com o mesmo para regularização. https://www.senderscore.org/

Por fim, siga a risca as regulamentações aplicadas pelo CAPEM (Código de auto-regulamentação para a prática do Email Marketing).

Estas foram as 10 dicas que separei para que você consiga melhorar as suas campanhas de Email Marketing. Esqueci alguma dica? Então me escreva!

Fonte: Multiplicidades

Monday, March 7, 2011
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Dicas e Novidades -Imposto sobre a Renda da Pessoa Física 2011- DIRPF 2011-Parte I

A declaração do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física 2011- DIRPF 2011,começou o  prazo para entrega da declaração do IR vai de 1º de março a 29 de abril e não poderá ser feita em formulário.O contribuinte só poderá usar disquete, pendrive ou a internet e pode entregá-lo nas agências do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal .A pessoa física residente no Brasil que recebeu, em 2010, rendimentos tributáveis de até R$ 22.487,25 e não se enquadrar em nenhuma outra condição de obrigatoriedade, não precisa apresentar a declaração.A pessoa física que conste como dependente em declaração apresentada por outra pessoa física, na qual tenham sido informados seus rendimentos, bens e direitos caso os possua.A pessoa física que recebeu rendimentos tributáveis na declaração, cuja soma anual foi superior a R$ 22.487,25 (vinte e dois mil, quatrocentos e oitenta e sete reais e vinte e cinco centavos) ;

Tabela Progressiva para o cálculo anual do Imposto de Renda de Pessoa Física a partir do exercício de 2011, ano-calendário de 2010

Parcela a deduzir do imposto em R$

A pessoa física - recebeu rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40.000,00 (quarenta mil reais).Quem teve  Ganho de capital e operações em bolsa de valores - obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;- optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja destinado à aplicação na aquisição de imóveis residenciais localizados no País, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contados da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.Quem realizou Atividade rural  :a) obteve receita bruta anual em valor superior a R$ 112.436,25 (cento e doze mil, quatrocentos e trinta e seis reais e vinte e cinco centavos);b) pretenda compensar, no ano-calendário de 2010 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2010.Quem teve Bens e direitos - teve a posse ou a propriedade, em 31 de dezembro de 2010, de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300.000,00 (trezentos mil reais).Residente no Brasil - passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nessa condição se encontrava em 31 de dezembro de 2010.Considera-se residente no Brasil para fins tributários a pessoa física:- que resida no Brasil em caráter permanente;- que se ausente para prestar serviços como assalariada a autarquias ou repartições do Governo Brasileiro situadas no exterior;- que ingresse no Brasil com visto permanente, na data da chegada;- que ingresse no Brasil com visto temporário:a) para trabalhar com vínculo empregatício, na data da chegada;b) na data em que complete 184 dias, consecutivos ou não, de permanência no Brasil, dentro de um período de até doze meses;c) na data da obtenção de visto permanente ou de vínculo empregatício, se ocorrida antes de completar 184 dias, consecutivos ou não, de permanência no Brasil, dentro de um período de até doze meses;- brasileira que adquiriu a condição de não-residente no Brasil e retorne ao País com ânimo definitivo, na data da chegada;- que se ausente do Brasil em caráter temporário, ou se retire em caráter permanente do território nacional sem apresentar a Comunicação de Saída Definitiva do País, durante os primeiros doze meses consecutivos de ausência.Tags: Imposto sobre a Renda da Pessoa Física 2011,DIRPF 2011,Programa
Friday, March 4, 2011
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Dicas de email marketing: comemorando o Dia da Mulher com sensibilidade

Thursday, February 24, 2011
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10 dicas para turbinar o seu e-commerce do dia para noite

Por Natan Sztamfater*

1. Fidelize: garantir um bom atendimento, investindo em ferramentas de atendimento, tecnologias e logística baseada em sistema ágil para entrega são fatores que aumentam de forma significativa o processo de fidelização. Quanto melhor você atender ao cliente na web, mais chances terá de fazer com que ele viralize sua loja virtual, indicando seu site para novos e potenciais consumidores. A presença em redes sociais pode ajudar muito nesse momento.

2. Aumente seu Mix de Produtos: incentive a recompra dos consumidores já fidelizados. Mapeie seu comportamento de compras pelo histórico do e-consumidor no site e ofereça a ele, por meio de campanhas de email marketing, produtos que agregam valor ao que ele comprou. Ex: se hoje ele comprou um DVD, amanhã envie uma oferta diferenciada para um livro relacionado.

3. Otimize: o termo otimização de palavras em buscadores vem se tornando fundamental para quem vive da web. Inicie ou mantenha de forma permanente campanhas de links patrocinados. Contrate agências especializadas para que as palavras chave de seu negócio, ao serem digitadas nos buscadores como Google, sejam direcionadas para a sua loja virtual. Busque as palavras com mais resultados em venda e arrisque! Invista! Hoje a ferramenta de Links Patrocinados é uma das campeãs para resultados imediatos. Grandes lojas virtuais apostam nisso e conseguem excelentes resultados.

4. Fale Mais com o e-consumidor: intensifique o relacionamento com seus clientes. Analise seus interesses por meio das compras já realizadas em seu site e mande promoções exclusivas de duas a três vezes por semana.

5. Vá além do propósito de ser uma loja virtual: transforme sua loja online em um mundo de oportunidades. Crie novas necessidades na mente do seu visitante. Gere a demanda para que ele busque em seu site o que nem imaginava que precisaria. Procure manter os produtos por categorias e preços agressivos em itens que podem ser complementares aos de seu interesse.

6. Divulgue a confiabilidade de seu site: profissionalize as comunicações internas da loja, como banners, fotos, peças de email marketing, entre outras. Invista em selos de segurança confiáveis e que apareçam em destaque em todas as páginas da loja virtual, fazendo com que o e-consumidor se sinta seguro ao comprar em sua loja virtual. Evidencie também que é uma loja reconhecida pelo e-bit e divulgue o selo no portal.

7. Personalize: busque produtos exclusivos para vender em sua loja: Torne-se uma loja virtual incomparável com qualquer grande player do mercado de internet.

8. Invista em comparadores de preço: esteja presente nos principais portais comparadores de preço. Eles surgiram para atender a um consumidor acostumado a pechinchar na web.  Utilize a logomarca e apresente-se para os mais de 20 milhões de e-consumidores no Brasil.

9. Acompanhe os relatórios do Google Analytics: veja de perto qual mídia de fato está trazendo resultados para sua loja. Identifique os melhores e invista!

10. Faça parcerias: busque parcerias novas todos os dias, dentro de seu mercado específico de varejo e também no mercado de internet. De um dia para o outro suas vendas podem dobrar.  Contribua e seja retribuído.

* Natan Sztamfater é fundador da www.portcasa.com.br e CEO da Cookie Web,  agência de marketing digital especializada em lojas virtuais de pequeno e médio porte.

Wednesday, February 9, 2011
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Dicas para o Exame 70-669 – Windows Server 2008 R2 Virtualization Desktop


Oi amigos,

O exame 70-669 é um exame que considero de nível 300, exige muita prática nos produtos e são vários os cenários exigidos no exame. Seguem abaixo algumas dicas que acho pertinentes e alguns materiais que encontrei no Technet. O curso oficial recomendado para o exame é o 10324A: Implementing and Managing Microsoft Desktop Virtualization.

Seguem as dicas

Conheça bem os requisitos necessários para instalação de todos os serviços: APP-V, RDS e principalmente MED-V.Entenda bem as funcionalidades de RD Session Host, RD Gateway, RD Web Access, RD Client, RD Session Broker (no meu exame não caiu).Conheça todo o processamento de licenciamento, licenciamento por dispositivo e por usuário.Windows XP Mode, faça alguns labs deste produto, e entenda sua funcionalidade, instalação e configuração com Windows 7.Manutenção de imagens com MED-V.Estude bem a administração de Workspaces no MED-V.Entenda a Infraestrutura por trás da integração de VDI, SCVMM, perfis ambulantes e redirecionamento de pastas.No APP-V muita atenção na distribuição dos aplicativos, atente bem para o Sequencer.Cuidado com as pegadinhas em relação ao Branch Cache e monitoramento de largura de banda.Muita atenção também em relação a licenciamento KMS.

Links interessantes

Com certeza eu não contemplei tudo que o exame comporta, mas espero que essas dicas e esses materiais sirvam para ajudá-los no processo de certificação.

Um abraço a todos!

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Friday, January 14, 2011
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Dez dicas para você se dar bem como técnico em informática

1 – Seja honesto: O que é do cliente não é seu. Cliente não é bobo, não troque peças ou remova peças, mesmo que seja aquela placa Modem PCI que geralmente ninguém usa mais. Por uma questão de consumo de energia ou até mesmo para liberar espaço para outras placas é comum o técnico tirar placa que está sobrando no computador do cliente. Tirou, devolva a peça ao cliente, com uma explicação da decisão. Honestidade é um ponto alto nessa profissão, pois o cliente não tem necessidade de saber tudo sobre seu equipamento;

2 – Respeite a privacidade do seu cliente: Com um pouco de conhecimento qualquer pessoa sabe identificar se músicas, fotos, vídeos e documentos foram copiados ou simplesmente abertos, portanto resista à tentação de bisbilhotar as fotos daquela “gatinha” (ou “cachorro”) e outros arquivos do seu cliente. Se for preciso mover ou copiar os dados de um lugar para outro, notifique seu cliente, todo cliente gosta de respeito;

3 – Respeite os limites de confiança: Nunca induza o cliente a gastar ou trocar peças do seu equipamento à menos que seja necessário ou se o mesmo tem a intenção de fazer um upgrade. Mesmo que você tenha um comércio de equipamentos não subestime seu cliente levando-o ao gasto desnecessário. É melhor você ganhar a confiança dele oferecendo um bom serviço que quando ele precisar saberá onde encontrar bons produtos;

4 – Seja pontual: A maioria das pessoas torcem a cara quando ouve falar de “técnicos em informática” pois eles têm fama de “enrolado”. Faça uma estimativa com margem de segurança, levando em conta os aspectos e caminhos que o serviço contratado pode exigir e cumpra no horário, caso contrário entre em contato com o cliente antes do término do serviço e notifique-o do atraso; Elabore uma rotina de trabalho para evitar esquecimento ou atolamento de serviço;

5 – Seja cauteloso: Antes de fechar negócio com o cliente, avalie seu equipamento, anote as configurações, memória, disco rígido, marca/modelo da placa-mãe, marca/modelo do drive de CD/DVD. Um cliente espertinho pode querer te induzir ao erro. Procure saber do cliente essas informações e confronte com as que encontrou, caso haja discrepância, notifique-o, dessa forma tanto o cliente quanto você terão as mesmas informações; Por segurança, caso não sinta confiança por alguma das partes, elabore uma relação da configuração e peça-o para assinar. Existem softwares que listam (mesmo em modo comando) as configurações do equipamento;

6 – Seja eficaz: Tenha sempre ao alcance boas ferramentas, programas para realizar testes e detectar problemas. Adquira equipamentos, ferramentas e organize sua área de trabalho. Eficácia é a capacidade que a pessoa tem em resolver um problema da maneira mais rápida possível. Boas ferramentas facilitam o trabalho e economizam tempo. Tempo é dinheiro;

7 – Seja eficiente: Não gaste tempo à toa, não execute tarefas desnecessárias, no caso de computadores, só reinstale o sistema, só troque softwares se forem necessário. Eficiênca é a capacidade que a pessoa tem em executar uma ação aproveitando da melhor maneira os recursos disponíveis e o tempo necessário, portanto se o cliente pediu para excluir vírus não formate seu computador, quando você altera o sistema o cliente tem que se readaptar ao novo ambiente;

8 – Não exagere: Computador do seu cliente não é o seu, se você gosta de “firulas” tem cliente que odeia esse tipo de coisa. Deixe que ele altere as cores e o comportamento do sistema operacional, só porque você gosta de caveiras, cores pretas e sombrias, ostentar mulheres nuas, isso pode refletir mal aos olhos do cliente. Prefira o padrão, o simples e o objetivo, se ele solicitar não discuta, o cliente sempre tem razão, mesmo que o ponto de vista seja diferente do seu;

9 – Saiba separar as coisas: Nunca use o equipamento do seu cliente para fazer backup seu ou de outros clientes, se você esquece de excluir ou se ficar algum rastro do uso pode induzir o cliente à pensar que alguma coisa foi trocada sem seu consentimento, gerando desconfiança. Nesse caso cuide-se de ter observado o que diz a dica 6;

10 – Seja profissional: JAMAIS fale mal ou faça comentários maldosos sobre a concorrência com seu usuário. Não ouça, não comente, não diga. Cada um tem um estilo de trabalhar, você nunca vai saber quando vai precisar da concorrência, portanto seja um profissional sensato, faça seu trabalho da melhor forma possível, assim você ganhará não só clientes, mas respeito dos seu clientes.

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