New Post

Rss

Showing posts with label Marca. Show all posts
Showing posts with label Marca. Show all posts
Monday, November 28, 2011
no image

Brasil alcança a marca de 231 milhões de celulares ativos

Segundo a Anatel, o Brasil registrou a marca de 231 milhões de celulares ativos em outubro de 2011. Em 10 meses foram registrados mais de 28 milhões de novas habilitações, o que representa um crescimento de 14,14%. A teledensidade* ficou em 118,62 acessos por 100 habitantes, aumento de 13,32% no ano.

Somente em outubro foram mais de 4,3 milhões de habilitações com expansão de 1,88% em relação a setembro.

A teledensidade aumentou 1,81% em outubro. Agora 23 estados possuem mais teledensidade superior a 100.

A banda larga móvel também cresceu, 82,36% no ano. Somente em outubro, foram mais de 37 milhões de acessos.

Esses números revelam a tendência à mobilidade e que as pessoas estão cada vez mais conectadas.

Teledensidade: indicador utilizado internacionalmente para demonstrar o número de telefones em serviço em cada grupo de 100 habitantes.

Com informações de Computer World

Marcelo Alves, graduado em Desenho Industrial com habilitação em Programação Visual pela Universidade do Estado de Minas Gerais. Atua como Webdesigner e Diretor de Criação desenvolvendo projetos de comunicação para web.

Veja perfil e 267 post(s)

Wednesday, August 17, 2011
no image

5 dicas para consolidar uma marca no e-commerce

Para obter a tão sonhada excelência na construção de uma marca no e-commerce, é preciso passar por uma série de processos, como: investimento em mídia, relacionamento com cliente, conteúdo e design. E, para auxiliar os lojistas virtuais que desejam evoluir cada vez mais no tão promissor mercado de comércio eletrônico brasileiro, preparei cinco dicas quentes para que o seu e-commerce tenha mais resultados:

1 – Invista em mídia para ganhar market share: Tenha equilíbrio na hora de definir o investimento. Deve-se haver uma mescla entre mídias de performance e mídias de branding. A busca incessante pelo aumento da taxa de conversão pode não ser uma boa quando a questão é crescimento. Somente a preocupação com a taxa de conversão pode limitar seu crescimento em um momento que o e-commerce mais promete. Para fortalecer a marca é importante dosar o crescimento do market share e ao mesmo tempo manter um negócio lucrativo. Uma boa estratégia é conseguir gerar tráfego e vendas a advindas de diversos canais diferentes. As soluções estão espalhadas desde e-mail marketing, Google Display, rede de afiliados, links patrocinados, banners, até o promissor Google Shopping.

2 – Forte presença nas redes sociais: Facebook, Twitter, Orkut, entre outras redes sociais são as vedetes do momento. Estar presente nas redes sociais significa estar próximo do seu cliente. É extremamente importante você conhecer cada vez mais seu cliente, desenvolver melhor um relacionamento, entender suas necessidades e até solucionar problemas através dessas mídias. Ao expor problemas e soluções diretamente na rede, fica transparente a relação da marca com o cliente, gerando credibilidade e passando ao e-consumidor que ali se encontra um site em que se pode confiar.

3 – Design mais profissional: Uma loja virtual deve ser vista da mesma forma que se vê uma loja física. Um design mais profissional é extremamente importante, passando maior segurança ao usuário. O cliente deve saber que sua marca passa seriedade, principalmente no ambiente da internet que não se enxerga quem está por trás. Além disso, a loja também deve ser atraente, com bons preços e promoções, frete grátis e condições especiais de pagamentos. Tudo é válido para atrair o consumidor, inclusive passar segurança e não perder a oportunidade de fazer negócio no seu site.

4 – Produtos: No e-commerce o conteúdo também é rei. E, nesse caso, o conteúdo são os produtos presentes no seu site. Para consolidar uma marca é preciso mostrar que sua loja virtual veio para ficar. É preciso ser especialista em um determinado segmento, possuindo uma vasta gama de produtos nesse setor. Sua loja virtual deve tornar-se referência em sua especialidade.

5 – Atendimento é a alma do negócio: Um dos cases mais conhecidos no mercado de e-commerce é o da loja norte-americana Zappos. A loja de departamentos se destaca pela excelência no atendimento ao cliente, fator que é crucial e decisivo na consolidação de uma marca. O consumidor quer ser bem atendido, receber informações claras e se sentir à vontade dentro da loja. Muitas vezes o bom atendimento compensa um valor relativamente superior sobre outro site. Trazer descrições completas de produtos, informações de pagamento, entrega rápida, agilidade no atendimento e na resolução de problemas são itens fundamentais.

*Natan Sztamfater é CEO da Agência CookieWeb, Diretor da www.portcasa.com.br e Membro da Organização do E-commerce LIVE.

Friday, June 24, 2011
no image

Google supera a marca de 1 bilhão de visitantes únicos nos seus sites

No mês de maio a Google superou a marca histórica de 1 bilhão de visitantes únicos nos sites da empresa. A informação é da ComScore que divulgou que a empresa teve 1,009 bilhões de visitas.

Segundo a ComScore, no mesmo período, a Microsoft registrou 905 milhões de visitas únicas, o Facebook 713 milhões e o Yahoo 689 milhões.

Os dados da ComScore mostram que, mesmo atingindo essa marca, a Google obteve o menor crescimento entre os seus concorrentes. No acumulado do ano as visitas nos sites da Google tiveram um aumento de 8,4% contra, 14,75% da Microsoft, 10,8% do Yahoo e 30,2% do Facebook.

Surpreende o Yahoo ainda ter tantos acessos depois de perder tanto espaço no mercado. Talvez o Yahoo! Answers seja o carro chefe para esta quantidade de acessos. O que acham?

Com informações de G1

Monday, June 20, 2011
no image

CILIC, Marca Brasil e participação dos meios digitais no bolo publicitário

Nos últimos 2 meses eu tive a oportunidade de fazer uma maratona percorrendo alguns dos principais eventos relacionados a Internet em São Paulo. Tudo começou no evento CILIC 2011 realizado no Hotel Transamérica nos dias 09 e 10 de Maio de 2011. O evento contou com a participação de inúmeros palestrantes e ocorreu no formato de painéis, ou seja, em uma única sala cerca de 5 palestrantes debatiam um tema. O evento aconteceu em uma dinâmica de possuir diversos debates ocorrendo em paralelo, portanto era necessário que cada um montasse sua grade de programação de acordo com os temas que achasse relevante. O local do evento possuía cadeiras confortáveis, salas bem climatizadas e espaçadas, porém era necessário dispender um tempo na locomoção necessária para mudar do auditório do Teatro Alpha até as outras salas. Além disso, o evento não contou com o apoio de Coffee Break e o local de difícil acesso, sem muitas opções de locais para o almoço, aliado ao clima de forte garoa que encobria a bonita piscina do Hotel foi capaz de me deixar imersa em um sentimento de  intensa monotonia.

O primeiro dia iniciou com uma apresentação interessante de Kiko Farkas, responsável pela Marca Brasil. Eu não tinha conhecimento desse trabalho interessante que a Embratur está realizando para melhorar cada vez mais a imagem que o Brasil tem no exterior. Eu gostei bastante da proposta apresentada e do conceito por trás da Marca Brasil, principalmente a utilização do vermelho que simboliza a alegria do povo brasileiro. Minha única observação fica para o principal conceito, que é a representação da sinuosidade do caráter do povo Brasileiro, que segundo apresentando no conceito, mostra o caráter de um povo flexível e também bastante diversificado culturalmente. Porém, eu não consigo deixar de pensar naquele famoso “jeitinho brasileiro” que para mim não é uma qualidade, mas sim, um defeito, pois é este famoso “jeitinho brasileiro” que “fabrica” os políticos que temos, entre outros problemas que encontramos no Brasil.

O primeiro dia encerrou-se com debates cujo o objetivo central era contextualizar algumas áreas da comunicação no ambiente global atual no qual o Brasil está inserido. Particularmente eu senti falta de slides de apresentação para direcionar melhor o debate e situar os participantes acerca dos pontos principais das discussões.

Outro dia, estava ouvindo um podcast muito interessante da Talk, a respeito do evento Social Media Brasil e CIRS2 e um dos questionamentos feitos durante o podcast foi justamente sobre o despreparo que muitos palestrantes tem na hora de palestrar ou debater em um evento. E quando falamos deste despreparo não estamos falando sobre o desconhecimento deste palestrante sobre o assunto, mas sim, sobre o público-alvo daquele evento e sobre o que é ou o que não é interessante ser dito. No geral, o palestrante domina muito bem o assunto, porém se este conteúdo não for trabalhado e adaptado para aquele público-alvo pode prejudicar a imagem do próprio palestrante e do evento também. Não conseguir acessar Internet e ver palestrante despreparado são coisas #fail que vemos infelizmente, na maioria dos eventos. No caso do despreparo, percebo que a culpa é do evento e do palestrante. Muitos eventos não passam ao palestrante mais informações a respeito do público esperado e muitos palestrantes não se dão ao trabalho de pesquisar na Internet o perfil do público. Com a lista em mãos, é possível que estes palestrantes possam acessar o perfil da maioria dos participantes e então adequar seu material para o perfil de cada evento. Em relação à Internet, começo a pensar que o problema é mais embaixo, ou seja, o problema é da falta de infra-estrutura do país. A tecnologia avança rapidamente, mas hoje por exemplo, eu não consigo utilizar meu celular TIM dentro da minha própria casa, pois simplesmente não pega sinal. Do que adianta estarmos na “era da informação”, na “era mobile” se nem rede temos para fazer uma ligação?

Mas voltando ao que importa, queria dizer que no Cilic não foi diferente. Percebi que quase todos os palestrantes (e não eram poucos) apenas devaneavam em cima dos temas propostos e por conta disto tivemos debates superficiais em cima dos temas que poderiam ter sido melhor explorados. Para mim o destaque ficou para duas mesas específicas chamadas de Internet + Brasil I e Internet + Brasil II. André Zimmermann, diretor geral da Havas Digital Brasil , Abel Reis, Presidente e COO da Agência Click Renato de Paula, diretor geral da OgilvyOne para América Latina, debateram sobre um tema polêmico: “Será que as agências chamadas tradicionais impedem o crescimento do Marketing Digital?”. A minha resposta para a pergunta é “sim” e respondo desta forma, pela percepção que tenho do mercado ao longo do desenvolvimento da minha carreira como publicitária.  De fato o departamento online sempre foi uma “pedra nos sapatos” das grandes agências tradicionais. Em meados 1999, antes da famosa bolha digital explodir eu trabalhava em uma grande agência tradicional internacional no departamento online e este departamento era totalmente excluso do resto da agência como se fizéssemos parte de outro mundo, mesmo que trabalhássemos para o mesmo cliente. Depois da bolha, o problema se tornou ainda pior, pois a maioria das agências se desfizeram e extinguiram seus “núcleos digitais” que foram sendo refeitos aos poucos nos anos seguintes.  Atualmente percebo que o “núcleo digital” continua pequeno e sem voz ativa dentro destas grandes agências e o “online” continua sendo visto como algo separado da comunicação chamada “offline”. Porém ao meu ver, não existe mais esse lance de “offline” e “online”. A comunicação e as soluções apresentadas para o cliente tem que ser vistas como algo uníssono que faz parte de um mesmo objetivo. É claro que cada meio tem suas particularidades, mas assim como a TV e o Rádio tem suas particularidades e ambos são colocados no mesmo pacote,  porque não é possível com a Internet?

Além disso, essas agências já estão acostumadas a “papar” bolos recheados de dinheiro fazendo uma propaganda na TV com “receitas prontas”. A Internet é uma mídia repleta de particularidades e receitas prontas não costumam funcionar. Muitas estratégias precisam ser ajustadas ao longo do processo e projetos podem demorar bastante tempo para repercutir resultado, que não é o caso da TV por exemplo, que é uma mídia que dá resultados imediatos. O que é mais fácil?  ”Papar” um bolo de dinheiro fazendo a mesma receita de propaganda que leva apenas dias para ser executada ou ficar “quebrando a cabeça” bolando uma estratégia digital simples porém eficaz? Se os clientes tem medo do digital, as agências também tem.

Enquanto isso a Internet fica com apenas 4% do bolo de faturamento de publicidade segundo pesquisa realizada pela PricewaterhouseCoopers.

Bom galera, falei de Cilic, Marca Brasil, despreparo dos palestrantes, falta de infra-estrutura nos eventos e como as grandes agências tradicionais encaram as mídias digitais, espero que vocês tenham gostado dessa “mistureba” de vários assuntos e depois eu volto para contar o que rolou nos eventos ProXXima, EMMBrasil 2011, Encontro Locaweb e EDTED.

Fonte: Multiplicidades (Daniella Borges de Brito)