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Wednesday, May 23, 2012
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11 USD/hour Virtual Assistant and Research Associate

We are in need of one virtual assistant/research associate to organize researched data for us. You will be in-charge of:

-extracting data (chefs to be specific) from websites which we will send you and placing them in excel file
- organizing data based on location i.e. Chefs coming from Netherlands, United States, Brazil, etc
- adding more websites to our database by which you can extract and organize more data

If you read the entire job description, please place I love SexyEatz at the beginning of your application to be considered.


Last Viewed  :2 days agoApplicants:137 (avg $1.27/hr)Interviewing:1 (avg $1.68/hr)United States (UTC)Member Since August 1, 2011Over $20,000 paid - Payment Method Verified
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Member Since 08/01/2011
Location: HOUSTON United States
ID: 392063">Payment Method Verified Learn how this affects your payment guarantee.'>(4.79) 79 feedbacksTotal Spent:Over $20,000Hours Billed:3,278
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Open Jobs:9Current Team Size:22

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Friday, April 20, 2012
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Instalando o Oracle VM Virtual Box

Olá pessoal,

No artigo de hoje vou apresentar para vocês o Oracle VM Virtual Box e um passo-a-passo de como instalar a última versão deste software de virtualização da Oracle em um Sistema Operacional Windows. Para quem ainda não está familiarizado com os termos e conceitos que envolvem virtualização, sugiro que leia primeiro o artigo Virtualização: O que é e para que serve?.

O Oracle VM Virtual Box é um software-livre, multi-plataforma que permite efetuar virtualização de um ou mais sistemas operacionais em um computador com Sistema Operacional (SO) Windows (XP ou superior), Linux, Macintosh ou Solaris. Alguns dos principais recursos que este software apresenta são:Como qualquer software de virtualização, permite criar máquinas virtuais isoladas de outras máquinas virtuais e da máquina real. As máquinas reais e virtuais podem se comunicar através de configurações de rede compatíveis;Possui funcionalidades para exportar e importar appliances;Possui pacotes de extensão que permitem adicionar funcionalidades extras na máquina virtual, tais como: suporte à dispositivos USB 2.0, suporte à conexões RDP  (Remote Desktop Protocol) e compartilhamento de pastas entre máquina real e máquina virtual;Permite gravar snapshots (imagens de um determinado estado) da máquina virtual para possibilitar que você possa retomar posteriormente seu trabalho, no estado em que ela encontra-se, sem reiniciá-la;Permite que você configure os recursos de hardware que estarão disponíveis para a máquina virtual, tais como: qtde de RAM, qtde de CPUs e tamanho do disco que poderá ser utilizado.

Efetuaremos agora a instalação do Oracle VM Virtual Box, versão 4.1.8, e instalaremos em seguida um pacote de extensão para adicionar algumas funcionalidades à máquina virtual. O processo de instalação é bem simples e rápido:

1- Passo-a-passo para a instalação do Oracle VM Virtual Box 4.1.8

1.1 Efetue o download do instalador (versão 4.1.8) a partir do site https://www.virtualbox.org.

1.2  Execute o arquivo VirtualBox-4.1.8-75467-Win.exe e clique no botão Next (ver Figura 1)

1.3 Clique no botão Next ( ver Figura 2);

1.4 Clique no botão Next (ver Figura 3);

1.5 Clique no botão Yes (ver Figura 4);

1.6 Clique no botão Install (ver Figura 5);

1.7 Clique no botão Finish (ver Figura 6);

1.8 Pronto, a instalação finalizou. Ao aparecer a tela da Figura 7, temos certeza de que o software foi instalado com sucesso! O próximo passo agora, será instalar o Extension Pack.

2. Passo-a-passo para a instalação do Oracle VM Virtual Box Extension Pack 4.1.8

2.1 Efetue o download do instalador (versão 4.1.8) do Extension Pack a partir do site https://www.virtualbox.org/;

2.2  Execute o arquivo Oracle_VM_VirtualBox_Extension_Pack-4.1.8-75467 e clique no botão Instalar (ver Figura 8);

2.3 Leia a licença do software (desça a barra de rolagem) e clique no botão Eu concordo (A) (ver Figura 9);

2.4  Clique no botão OK (ver Figura 10). Pronto a instalação foi finalizada!

Por hoje é só!

Fonte: Blog Fabio Prado

Referências:

Tuesday, March 20, 2012
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O atendimento (online) na loja virtual é fundamental

Com o aquecimento do comércio eletrônico, a ascensão das classes C e D e a consolidação das redes sociais como um efetivo canal de propagação de experiências, a realização de um bom atendimento ao cliente vem ganhando cada vez mais importância.

As lojas virtuais buscam se movimentar cada vez mais para atender os clientes de forma mais eficiente e no maior número de canais possível. No entanto, é preciso ir por partes.

Primeiro, ouvimos muito sobre as empresas falando de atendimento em redes sociais. Porém, representativamente a parcela dos usuários que utilizam Facebook, Twitter, dentre outras mídias como o canal principal para se comunicar com a empresa (ainda) é muito pequena, de acordo com um recente estudo da Forrester Research, apenas 1% dos e-consumidores são atendidos via twitter.

Outros estudos comportamentais mostram que o cliente inicia o atendimento (geralmente reclamações) em redes sociais, após tentar contato com a empresa pelos canais tradicionais e não receber uma resposta com tempo e qualidade satisfatórios. As empresas devem ter como prioridade principal os canais de atendimento na matriz, na loja virtual, no local que ela quer que o cliente compre.

Muitas empresas estão deixando o trabalho de dentro de casa de lado, e isso é preocupante. Segundo um estudo realizado em 2011 pela consultoria Demandware, 67% das pessoas recomendam a marca quando há um bom atendimento e 70% dos consumidores vão para o concorrente, caso haja alguma experiência negativa no atendimento.

Mais dados que também apontam a importância desse atendimento dentro do próprio site vem do “Variance in the Social Brand Experience”, que mostra que os consumidores esperam soluções ágeis no atendimento online. Sendo que 22% dos usuários esperam que as solicitações sejam atendidas imediatamente, e 19% dentro de um período de uma hora, enquanto 47% aguardam por um retorno no prazo de 24 horas e 12% estão dispostos a esperar até alguns dias. O último estudo realizado, sobre este assunto, no Brasil, em 2004, apontava que, 80% dos e-consumidores, aguardavam até 48 horas para uma resposta de e-mail.

Números da Forrester ainda mostram que os canais de FAQs/Ajuda no Site foram os mais utilizados em 2010 pelos clientes que gostariam de sanar dúvidas, com 66%, contra 61% de e-mails e 50% de telefone. Isso mostra a importância de oferecer o autoatendimento.

Porém, depondo contra os FAQs/Ajuda no Site vem o índice de usuários satisfeitos com o atendimento prestado. Enquanto 74% das pessoas colocaram o atendimento via telefone como satisfatório, apenas 57% se contentaram com as respostas obtidas nos FAQs.

Esses números, mais do que nunca apresentam a necessidade de ter uma forma ágil de atendimento, porém, que seja inteligente.

Ou seja, isso é bem claro, o cliente quer ter o problema resolvido e não ficar batendo papo. Com esse cenário, a melhor opção, em termos de disponibilidade e agilidade, são os sistemas inteligentes de atendimento.

Os sistemas inteligentes, a partir de uma base de dados bem estruturada e busca semântica, trazem respostas rápidas para uma série de perguntas comuns que são definidas pela própria loja virtual, baseada na experiência de navegação do e-consumidor dentro do site.

Conhecendo o cliente como se deve, os lojistas virtuais deverão estruturar uma base de dados inteligente. Assim, por que não implantar um sistema que consegue identificar e responder as dúvidas de forma rápida e automática? O cliente tem a dúvida e instantaneamente a sana, sem colocar a compra e a reputação em risco.

por Albert Deweik: Diretor de Vendas da empresa NeoAssist

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Friday, December 9, 2011
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Loja virtual open source ou solução comercial. Como escolher?

Decidi escrever este artigo, pois sempre me questionam com relação ao uso de soluções open source, por exemplo, Magento e OS Commerce, para montar uma loja virtual. E, vejo o open source como um conceito muito interessante que favorece a colaboração em massa. Na prática, se isso fosse uma verdade absoluta seria o mundo ideal, mas não é!

Mesmo a solução open source sendo grátis, os códigos-fonte se tornando propriedade da empresa, a comunidade desenvolvendo novas funcionalidades e não existindo um vínculo com uma empresa de desenvolvimento específica, tudo isso pode não ser somente vantagem.

O download do código open source é grátis, mas alguém terá que fazer a implantação, customizar e sustentar essa solução para mantê-la disponível sempre evoluindo e apresentando diferenciais competitivos. Na maioria das vezes, as customizações realizadas modificam as características da solução que não fica mais amigável à instalação de novas funcionalidades disponíveis pela comunidade. A instalação de novas funcionalidades torna-se muito mais trabalhosa e a comunidade não acaba sendo aproveitada como poderia.

A equipe ou empresa contratada para implantar e customizar acaba concentrando todo o conhecimento do projeto, criando um vínculo forte com todas as regras de negócio da plataforma, amarrando-a a essa solução. Por último, ter o código-fonte não é somente uma vantagem. O código-fonte é um ativo da empresa que depreciará, caso não tenha um investimento contínuo em evolução e inovação.

Além disso, é necessária uma infraestrutura adequada para que, na maioria das vezes, faça as empresas fugirem do seu foco principal para cuidar desse tipo de solução, impactando diretamente nos resultados e custos da operação.  Também temos que considerar os problemas de segurança que uma solução de código aberto pode gerar por ter suas falhas muito mais expostas devido ao modelo de negócio.

As soluções open source seguem o mesmo ciclo de vida, com intensidades diferentes, onde temos o entusiasmo dos pioneiros, a adesão em massa que tem a sensação de crescimento acelerado e ganho, a fragmentação em subgrupos que customizam suas soluções e descaracterizam a solução principal e acabam criando um novo ciclo com um projeto próprio. Sendo que, esse ciclo terá um tempo maior de duração quando falamos de “commodities” como um sistema operacional, por exemplo. Consequentemente, uma solução de loja virtual que atende varejistas, particularidades dos países onde são implantadas e regras de negócio específicas de cada mercado, não pode ser considerada como um “commodity”.

Dentro desse cenário, uma solução open source se confunde com soluções comercias dentro do mesmo modelo de negócio de posse dos códigos-fonte e, portanto, podemos compará-las as linguagens de programação. Isso quer dizer que uma solução open source poderá concorrer diretamente com uma linguagem de programação e a empresa ou equipe que irá implantar poderá concorrer com as soluções comerciais do mercado, cada uma com seu modelo de negócio.

Diferente do modelo Open Source, soluções no modelo SaaS (Software as a Service) estão se tornando cada vez mais utilizadas. Esse modelo garante ao lojista foco no que realmente é importante para sua operação: “vender e entregar”. Em breve farei um artigo trazendo mais informações do modelo SaaS.

Para concluir é importante ressaltar que o planejamento de uma operação de comércio eletrônico é crucial para o seu sucesso e a plataforma é mais um dos pilares de sustentação. Não existe fórmula matemática para escolher uma ou outra solução e escolher errado pode influenciar diretamente em seus resultados. Portanto, não se deixe convencer pelos anúncios de loja “GRÁTIS”, já que vimos que isso não existe.

Por Alexandre Soncini – Diretor de Marketing e Vendas da VTEX, empresa líder em tecnologia para o comércio eletrônico.

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Monday, December 5, 2011
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Multi-Media Blogger for Latin American Blog - Virtual Opportunity

Latin America is full of stories of people turning their good intentions into action to make the world a better place…and we'd like you to help us tell them.

So, what are we looking for?

A former project of the nonprofit Idealist.org, La Vida Idealist is a community powered blog with its target population being English-speaking expat/travelers who are interested in nonprofit work abroad. (Please note that for the purposes of this project, "nonprofit work" means anything from volunteering to running your own organization and everything in between.) Go to http:lavidaidealist.org to check out its tone, style and content. *Please note: you do not have to be volunteering in Venezuela for this position. Anywhere in Latin America is what we are looking for.

The overarching goal of the blog is to fill in the gaps of support for this population. Entries therefore include: first-person narratives structured around a relevant theme, good ideas from Latin America that can be replicated in other places, innovative local organizations and projects to keep on eye on, musings on volunteering and community work in general, lessons learned + advice on navigating the tricky landscape of volunteering/working in a foreign country, insights into the local nonprofit sector -- in short, any interesting anecdotes that go beyond the "I volunteered and it changed my life" theme. Posts on La Vida Idealist should aim to universalize your experiences -- rather than

Our new editorial team is actively seeking additional bloggers from any country in Latin America to add to our roster who can produce content (print, video, audio, or visual) on a regular basis. The position will start February 2011, and can last a minimum of 3 months, up to 6 months.

Specifically, we are looking for the following types of contributors in Latin America who have made at least a three month commitment to their post:

1. Social entrepreneur 2. Employee/Director of a nonprofit 3. Family of volunteers 4. Skilled volunteer (e.g. doctor, engineer, etc...) 5. Career transitioning volunteer 6. Volunteer coordinator at a nonprofit 7. Volunteer during study abroad 8. Older, retired volunteer 9. Younger volunteer (including gap year) 10. Couple volunteering together 11. Female volunteer 12. Prospective volunteer about to start their journey 13. Volunteering while working abroad (either via a short term work abroad program or an employee of a company/organization that has sent them abroad) 14. A volunteer who is with a program or volunteer-sending organization (though the blog will not focus on these types of programs, we would like to be inclusive of this viewpoint) 15. Photographer or photojournalist 16. Videographer

We are striving for an honest, compelling voice that isn't afraid to touch upon both the good AND not-so-good side of community work.

However, we will not consider anyone who promotes violent or illegal action, or any action against a person or group on the basis of race, origin, nationality, religion, language, gender, sexual orientation, or physical or mental ability nor advertises for a company, organization or product. Please also note that if you are critical of an organization, we encourage constructive comments only.

Who are we looking for? Anyone with a proficiency in English who can tell a good story. You can work by yourself, with a partner or a team of your choosing. If you are already have a blog or are blogging, we are open to cross-posting if the entries fit within our framework.

How will we support you? We'll work with you along the way if you so choose, from the initial pitch to the finished product. (Volunteers who choose to submit in a format other than print must have their own audio/video equipment.) We retain the right to full editorial privileges.

In addition, you'll have: • An opportunity to share your experiences and insights; help good ideas travel; and inspire people to take action in their communities • The chance to hone your storytelling skills • Widespread exposure of your work


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Thursday, November 24, 2011
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Cadastro de produtos bem executado facilita a compra virtual

A descrição do produto na loja virtual substitui a experiência de ver e tocar o produto, por isso é um passo muito importante e que deve ser tratado individualmente pelo lojista ou responsável. Mas antes dos detalhes dos produtos, é importante facilitar o caminho que o cliente terá de percorrer até encontrar o item desejado. Um bom meio de alcançar esse objetivo é com o cadastro dos produtos.

Feito com cuidado, o cadastro interfere positivamente no posicionamento da empresa nas páginas de resposta de pesquisas dos buscadores, ou seja, é mais um potencial para o SEO. Definir as categorias e subcategorias ajuda o consumidor a ter uma melhor experiência e a trilhar o caminho de volta à página inicial da loja, por meio do breadcrumb, uma ferramenta inteligente que também contribui para o SEO.

O cadastro de produtos beneficia ainda a conversão das vendas. Daniel Ribas, da JET Tecnologia, lembra que manter o interesse do cliente depende substancialmente do quanto é fácil encontrar aquilo que ele procura. Por isso, a arquitetura das informações deve respeitar o comportamento do consumidor. “A arquitetura de categorias deve, obrigatoriamente, respeitar a ordem de busca dos usuários. O breadcrumb é resultado dessa arquitetura.”

Informação como fonte de venda

Quando o cliente opta pela compra virtual, ele precisa de respaldo, o que parte da qualidade da plataforma e mais ainda de como o lojista gerencia o e-commerce. “Imagine o cliente dentro da sua loja à procura de algum item específico ou de informações sobre o produto e suas especificações. No comércio eletrônico este critério de conteúdo é ainda mais importante e precisa ser realizado com dedicação. Não adianta em nada sua loja ter muitos e muitos itens e quando um produto é selecionado existe uma foto e uma linha de descrição”, orienta Ribas.

A compra na internet tem que ser simples, rápida, caso contrário, o cliente irá se perguntar por que abriu mão de escolher pessoalmente o produto que melhor atende ao seu desejo. Lembre-se de sempre respeitar o time do usuário, que nas lojas virtuais é bem mais curto.

Wednesday, September 14, 2011
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Está precisando melhorar sua loja virtual? Veja quais os principais traumas na troca da sua plataforma

Uma tarefa muito difícil no momento de montar a loja virtual é definir a plataforma de e-commerce. Nem sempre o novo lojista tem um plano de negócios bem elaborado e não faz ideia das dimensões do novo negócio.

Como escolher a plataforma adequada sem ter ideia da capacidade de venda?

Realmente não é uma tarefa fácil, mais difícil ainda é trocar de plataforma depois que a loja está vendendo. É quase como você tentar passar de um carro para o outro, em pleno movimento.

É muito comum os lojistas começarem com uma ferramenta menor, sem flexibilidade e mais barata. No decorrer do negócio percebe-se que poderia vender muito mais se tivesse uma plataforma melhor, e, nesse momento, chega a hora da troca da plataforma.

Quando se inicia o processo de troca, é praticamente como se estivesse começando do zero, sendo necessário planejamento, pessoas especializadas e muito esforço. Veja os pontos críticos deste processo:

1 – Gerenciar o projeto. Um dos pontos mais críticos de todo o processo, pois a troca da plataforma significa começar de novo, exigindo o gerenciamento como um novo projeto. É necessário entender quais as atividades e seus responsáveis, lembrando que sempre são várias empresas envolvidas.

2 – A migração de dados dos produtos, geralmente, é um passo extenso e delicado, pois muito provavelmente os dados que estão na antiga plataforma não seguem o mesmo modelo para o cadastro da ferramenta nova. Neste momento será feito o trabalho de re–cadastro, análise das imagens e adequação do conteúdo.

3 – A migração dos dados dos pedidos quase nunca é possível, muitas vezes devido às diferenças nos modelos entre as plataformas. Porém, se o lojista tiver um ERP integrado, esse problema é minimizado.

4 – É necessário pensar na integração com a nova loja, pois demanda tempo e dinheiro. Muitas vezes o lojista inicia a implantação de um ERP adequado ao negócio, fazendo assim com que a troca da plataforma se transforme ainda mais em um projeto complexo.

5 – Trabalhar a equipe para aprender a manusear na nova ferramenta e colocá-los na mesma sintonia da empresa não é uma tarefa simples. Toda mudança gera um desconforto e aumento de trabalho.

6 – E o cliente que acessa essa nova loja? Ele precisa ser comunicado da mudança para minimizar o risco de estranhar sua primeira visita e não realizar a compra.

7 – SEO (Search Engine Optmization) – Dependendo da tecnologia da nova plataforma, será necessário começar do zero. Isso mesmo, tudo que estava feito na ferramenta anterior poderá se perder. É claro que com uma boa plataforma e com uma integração bem trabalhada, rapidamente será possível recuperar e melhorar.

8 – Por último, o ponto que geralmente gera mais conflitos: o alinhamento de expectativas. O lojista não imagina todo o trabalho que terá e se depara com todas as dificuldades citadas acima e, ainda, pode passar por um período de queda no faturamento, mesmo com consciência de que a nova ferramenta trará mais lucro a médio e longo prazo.

Na maioria dos casos em que as empresas querem manter ou acelerar seu crescimento, trocar para uma nova plataforma não é uma opção. Portanto, o ideal é fazer uma escolha assertiva desde o início de sua operação de comércio eletrônico para não ter que passar pelo trauma da troca.

* Carolina Soares é Consultora de Vendas da VTEX (www.vtex.com.br )

Saturday, August 27, 2011
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Como melhorar a percepção de segurança de sua loja virtual para continuar crescendo?

Para iniciar, manter e alavancar operações de vendas online, não basta ter uma loja virtual e concluir que ela venderá por si só. É preciso montar um plano de ação, entender as necessidades do consumidor moderno, ou seja, o e-consumidor, e sintonizar o conhecimento do negócio com as expectativas do cliente atendido pelo meio digital.

O consumidor está cada vez mais exigente e tem posse de informações a um clique de tomar a decisão de compra, fazer uma reclamação, um elogio ou abandonar o “carrinho de compras”.

A questão é: O que fazer para que o cliente se sinta bem atendido e não desista das compras no meio do caminho?

A preocupação das lojas físicas em treinar vendedores para proporcionar um bom atendimento, induzir a venda casada e satisfazer as necessidades dos consumidores deve de alguma maneira ser transferida para o meio digital. O processo é automático, mas o cliente do outro lado da tela continua sendo de carne e osso, com vontades, desejos, dúvidas, receios e indecisões.

Em minha primeira experiência de compra numa loja virtual, no último instante, no momento de escolher o meio de pagamento e dar “ok”, tive dúvidas quanto à garantia e descrições do produto e, para minha surpresa, não havia como solucioná-las naquele momento. Então, tive que reiniciar o processo e fiquei mais surpresa ainda ao constatar que não havia uma descrição do produto. Não desisti da compra, confiei na imagem do produto, fui adiante e no dia seguinte recebi meu pedido em casa. Depois do ocorrido, fiquei pensando no risco que corri de pagar e não receber o que estava esperando. Mas, fiquei muito satisfeita com o sistema de rastreamento, rápida entrega e o produto em si e, com certeza, indicaria essa loja para meus amigos.

Refletindo sobre o assunto, imagine quantas vendas essa loja virtual deve ter perdido pela falta de informações e canal para tirar dúvidas? E, o que ela poderia fazer para converter essas visitas em vendas concretizadas?

Os grandes comércios eletrônicos seguem um padrão de qualidade, desde a plataforma, a arquitetura da informação, até o passo-a-passo da compra. Mas, mesmo assim, muitos pecam em não ter uma área destinada a informar um endereço ou um telefone de contato. O “Quem Somos” pode fazer toda a diferença na hora da compra, trazendo percepção de segurança ao consumidor.

Segundo a Invesp, a previsão aponta que em 2012, as vendas globais do e-commerce movimentem US$ 820,5 bilhões e mantenham seu crescimento em 20,5%. E, as empresas que não se adequarem às necessidades dos consumidores para aperfeiçoar suas atividades na web, irão perder mercado. O e-consumidor confia no serviço proporcionado pela web e as empresas virtuais precisam assumir e cumprir um compromisso, desde a geração da compra, até a entrega final e o atendimento pós-venda.

A relação de bom atendimento e confiança contribui para o conceito de ganha-a-ganha, proporcionando melhores negociações e lucro certo para as lojas virtuais.

*Samanta Vonzodas Garroux é Analista Comercial da VTEX, empresa líder em tecnologia para o comércio eletrônico.

Friday, July 29, 2011
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O que você precisa saber para montar uma loja virtual

Você está pensando em abrir uma Loja Virtual? Então não perca essas dicas preciosas e essenciais. Segue abaixo uma lista de itens das quais você deve se ocupar caso queira levar sua loja virtual a sério.

Antes de tudo é necessário definir qual ramo você irá atuar. Não necessariamente você precise atuar em um mercado o qual já trabalha, pois alguns mercados ainda  não se consolidaram em vendas online. Pesquise por segmentos que lhe permita baixa manutenção e alto markup, consolidado e que esteja em crescimento. Você pode montar pesquisas virtuais e enviar ao seu público-alvo para entender se de fato haveria interesse e aceitação por parte do usuário. Pesquise por mercados carentes e nichos mais específicos. Seu público será B2C ou B2B? Lembre-se que ainda há muito espaço para vendas diretas para empresas. Caso queira começar a montar sua pesquisa sugiro o site: http://freeonlinesurveys.com/

A escolha de um bom portfólio de produtos é demasiadamente importante. Alguns produtos impactam diretamente no markup pois são de difícil manuseio, alta manutenção, alta devolução, difícil armazenamento e tudo isso encarece o valor final do produto. Dê preferência para produtos de fácil manuseio, entrega, estoque e de baixa devolução. Imagine a logística envolvida para a entrega de cada produto. Por exemplo, você decide vender sapatos. Qual será a política de troca desse produto? Certamente esse é um produto de alta devolução, portanto sua logística de troca tem que estar preparada para atender a demanda. Certamente o custo com essa logística mais sofisticada diminuirá seu markup e é necessário colocar tudo isso na balança. Procure selecionar produtos que possam ser vendidos em conjunto, onde mais de um produto é de interesse ao seu consumidor. Por exemplo, se você decide vender ração para cães, você pode estender seu portfólio de produtos, vendendo também algumas coleiras, xampu canino, etc. Antes de definir o portfólio, se possível, teste todos eles. Verifique quais são as marcas que oferecem melhor custo benefício em relação a preço e qualidade. No início você pode começar com um portfólio de produtos pequeno e depois ir aumentando conforme demanda.

Após escolher os produtos que você irá vender é importante selecionar ao menos três fornecedores que possam lhe oferecer aqueles produtos. Nunca dependa de apenas um fornecedor, pois ele também pode não ter disponibilidade daquele produto naquele momento. Verifique principalmente quais são os prazos de entrega, pois você pode contabilizar no seu prazo de entrega o prazo de entrega do seu fornecedor. Quanto mais ágil for seu fornecedor, menos produtos em estoque você precisará ter, portanto opte sempre por fornecedores que entreguem rápido e possuam grande variedade.

Pesquise outras lojas virtuais que vendem os mesmos produtos que você. Faça uma tabela relacionando o preço médio para que você possa definir sua tabela de preços. Selecione alguns produtos os quais sua margem de markup é maior para que você possa eventualmente colocá-los em oferta.

Quantas pessoas ficarão responsáveis pela loja? Lembre-se que é necessário ter alguém responsável pela embalagem e envio dos produtos, divulgação, atendimento ao cliente, contabilidade, compra de novos produtos, atualização de estoque, além de monitoramento contínuo da concorrência e das ações dos usuários em redes sociais. Todo o trabalho pode ser feito por uma equipe interna ou então deverá ser repassado para empresas especializadas.

Se você já tem uma empresa aberta é necessária uma atualização de contrato social, porém se você ainda não tem uma empresa é necessária abri-la com o objeto social referente.

Provavelmente é aqui que você irá consumir praticamente todo o seu investimento inicial. Atualmente existem três formas de ter uma loja virtual: própria (desenvolvida de acordo com seu gosto), alugada (como se fosse um aluguel de um ponto comercial) e própria (Open Source).

A loja virtual ao seu gosto (desenvolvida desde o zero) exige que você tenha um alto valor a ser investido, além de ter claramente detalhado todas as features que você gostaria de implementar no seu comércio eletrônico. Se este for o seu caminho, recomendo que você contrate uma empresa especializada que poderá te orientar melhor. Recomendo esse caminho apenas para pessoas que estejam seguras que o retorno sobre esse investimento é praticamente certo, pois além da demora na execução do desenvolvimento da ferramenta  tem o alto custo envolvido. Algumas empresas já possuem um CMS (Content Management System) próprio e revendem para seus clientes. Pode ser um caminho alternativo em relação a construção do CMS desde o zero.

A opção mais barata e prática é o aluguel de uma loja virtual. Muitas empresas trabalham neste ramo oferecendo os mais diversos tipos de lojas virtuais. O ponto positivo neste modelo de negócio é que com pouco investimento inicial é possível ter uma loja, porém em quase todas as ferramentas alugadas é praticamente impossível fazer customizações que muitas vezes são necessárias para aumentar as vendas. É como se você alugasse um ponto comercial e não pudesse executar nele mudanças necessárias para que ele fique atrativo para seu consumidor. Muitas ferramentas não foram atualizadas e contam com tecnologias ultrapassadas. Além destes inconvenientes, o ponto comercial nunca será seu, ou seja, se você deixar de pagar pelo serviço sua loja simplesmente desaparece.

A última opção e talvez a de melhor custo x benefício é a utilização de lojas Open Source, que são nada mais nada menos, que lojas virtuais prontas de código-livre que podem ser instaladas em seu servidor e então utilizadas ao seu gosto. Nessa modalidade é possível realizar algumas customizações básicas, além de ter a segurança que a loja virtual é sua. Existem vários softwares de Loja Virtual, sendo os mais conhecidos, Magento e VirtueMart. Se optar por esse caminho você também precisará contar com o apoio de uma empresa especializada para instalar e configurar sua loja.

Se você optar por uma loja virtual alugada, não precisará se preocupar com esse item, pois no geral no custo do aluguel já vem “embutido” esse item. Porém se sua loja virtual for própria, você deverá procurar um servidor de hospedagem que ofereça suporte a tecnologia de sua loja virtual, no caso como a maioria é desenvolvida em PHP, encontrar um servidor de hospedagem que suporte essa tecnologia será fácil. Recomendo a modalidade de hospedagem VPS (Virtual Private Server), Dedicado ou Cloud, pois a Compartilhada (que é a mais comum) pode não oferecer o desempenho necessário para o bom funcionamento de sua loja.

Para saber qual deverá ser seu investimento inicial você deverá somar:

Compra inicial de produtos que ficarão em estoque;Alteração contratual ou abertura de nova empresa;Desenvolvimento de loja virtual própria, aluguel ou customização de loja virtual Open Source;Contratação de servidor de hospedagem (para lojas virtuais próprias);Contratação de domínio;Criação da marca (logotipo, identidade visual, cartão de visitas);Aluguel de espaço físico para o estoque;Contratação de fornecedor para envio de produtos;Verba para investimento em divulgação;Contratação de equipe ou fornecedores para gestão da loja;Aquisição de selo de segurança;Contrato de seguradora para roubo de mercadorias em estoque e transporte;Estrutura física (escritório com espaço mínimo para linha telefônica, computador, etc);Registro da marca no INPI;Embalagens personalizadas, brindes, etc.

Dedique-se a criação de sua marca. Preferencialmente, contrate uma empresa especializada. Não esqueça de registrar a sua marca no INPI e faça o material básico de divulgação (cartão de visitas, embalagem personalizada, possíveis brindes a serem enviados ao seu cliente, etc).

Registre seu domínio no Registro.br.

Todo comerciante sabe que sem divulgação não há vendas. Nem que seja aquele famoso boca a boca. Assim como uma loja física, onde o consumidor não sabe seu endereço se o mesmo não for divulgado, a loja virtual funciona da mesma forma. Ninguém vai se interessar pela sua loja virtual se não souber que ela existe. A melhor forma de divulgar sua loja virtual é através dos meios digitais. Planeje uma estratégia de marketing digital compondo um mix de ações de marketing interessantes para o seu segmento. Você pode divulgar sua loja virtual através de Links Patrocinados, banners em canais especializados, redes sociais, vitrines que reúnem diversas lojas virtuais, e-mail marketing, etc.

Não é de hoje que vemos pesquisas e mais pesquisas com índices cada vez mais altos em relação ao crescente aumento de compras em lojas virtuais. Mas também não é de hoje que vemos o aumento nos índices de reclamações. Recentemente, a Americanas.com foi proibida de vender no mercado carioca. Quem é consumidor de lojas online certamente já se deparou com algum problema. Eu mesma tenho uma reclamação contra a Americanas no Reclame Aqui que nunca foi respondida de forma adequada desde março de 2010. Ou seja, eles respondem qualquer coisa, só para dizer que a reclamação foi atendida. Consultei o site hoje e vi que eles colecionam mais de 35 mil reclamações e demoram quase 70 DIAS para responder um consumidor. Consultei o Ranking das mais reclamadas e quem está no TOP 1? É claro que é ela, a imbatível Americanas.com, da empresa B2W que infelizmente também é dona do Submarino. Apenas decidi mostrar esses números, para dizer à você, possível comerciante virtual, um belo exemplo de como não fazer atendimento ao consumidor.

Certamente você terá um número infinitamente menor de vendas que a Americanas.com e por consequência um número ainda menor de reclamações. Porém, antes de tudo, é necessário que você planeje como será feito o atendimento ao seu consumidor. Será somente por e-mail? Se sim, em quanto tempo será respondido? Terá um telefone para que o cliente possa ligar? Se sim, qual será o horário disponível? Terá outras formas de atendimento, como Skype, Msn ou redes sociais? Lembre-se que quanto mais canais de atendimento disponíveis maior será o tempo de gerenciamento desses canais, porém melhor será para o consumidor. Liste quais são os canais de atendimento e deixe uma pessoa responsável por esse atendimento. Se você pretende “cuidar’ da loja como uma segunda atividade, então deixe apenas o e-mail como canal de atendimento e talvez redes sociais, porém comprometa-se a responder o usuário o mais rápido possível. Lembre-se de sempre responder o usuário pelo canal da qual ele entrou em contato.

A formação do estoque inicial depende do tempo que seu fornecedor demora para te entregar a mercadoria, tamanho do portfólio de produtos e volume de divulgação. Antes de escolher o espaço que servirá para o armazenamento desses produtos é preciso saber a quantidade média de produtos que serão armazenados, sua ocupação física e as condições necessárias do espaço para que o produto não sofra danificações. Vale lembrar que alguns produtos podem ser armazenados de forma mais fácil, seja por não serem perecíveis, seja por permitirem um empilhamento grande de caixa sobre caixa. Alguns produtos, como os eletrônicos, precisam ser armazenados em ambiente refrigerado. Não se esqueça de criar um controle manual de entrada e saída dos produtos em estoque e verificação se o número real do estoque confere com o número apresentado como estoque na loja virtual. Se houve falhas nessa logística sua loja virtual poderá apontar a existência de um produto que não está em estoque.

Como será a logística de entrega do seu produto? Você pode contratar os Correios, empresa terceirizada ou contar com sua própria frota. Você pode pensar uma logística onde em determinada região a entrega seja feita por frota própria, em outras por empresa terceirizada ou pelo Correio. O envio de produtos será individual ou em lote? Uma boa logística impacta diretamente em prazos de entrega menores que são bastante atrativos para o cliente. O cliente será responsável pelo pagamento do frete? Se sim, será necessário que sua loja virtual tenha um módulo de cálculo de frete. Se este for seu caso o Correios oferece um módulo para integração.

Existem três maneiras de disponibilizar formas de pagamento:

Diretamente através da integração de cartões de crédito e boleto bancário. Nessa modalidade você irá precisar ter contrato direto com as operadoras de cartão e banco, além de ter que armazenar informações sigilosas de seus clientes no seu servidor (em caso de compras recorrente) e deverá zelar por toda a segurança destes dados e da transação.Através de gateways de pagamento. Os gateways de pagamento são intermediários que ficam responsáveis pela integração com os cartões de crédito e banco, não te isentando de ter que ter um contrato direto com essas operadoras. A grande vantagem é não precisar fazer a manutenção da integração com o cartão, além de facilidades que são oferecidas pelos gateways, tais como: compra recorrente, televendas, etc.Através de intermediadores. Exemplo: Pagamento Digital, Pag Seguro, PayPal, etc. Você não precisará de um contrato direto com as operadoras e irá contar com uma gama completa de possibilidades de pagamento, tanto em parcelamento quanto em bandeiras de cartões. A integração costuma ser mais fácil e o único aspecto negativo é a porcentagem mais alta cobrada por cada transação que custa em média 5,90%.

Crie um termo de uso com descrição detalhada de todos os procedimentos e política interna. Estabeleça um plano claro de política de devoluções e garantia dos produtos.

Os selos de segurança transmitem aos usuários mais confiança na hora de realizar suas compras. Existem vários certificados de segurança, eu recomendo ao menos a utilização do selo e-bit que é gratuito e o próprio consumidor pode avaliar sua loja dando pontuações positivas ou negativas de acordo com o seu atendimento.

Para finalizar, mais uma dica! Antes de procurar uma empresa para desenvolver sua loja virtual ou alugar uma, tenha em mente quatro coisas:

Tipo de loja virtual (se própria, Open Source, ou alugada);Formas de pagamento (se por conexão direta, gateway ou com intermediadores);Inclusão de módulo de frete;Muitas ou poucas customizações, pois isso irá definir e o mais importante: o tipo de ferramenta que será necessária para gerir seu comércio eletrônico.

Não adianta você alugar uma loja, se no seu caso é necessário implementações de muitas customizações, por exemplo. Existem diferentes tipos de fornecedores para cada tipo de loja virtual e se isso não for definido antes, você irá tratar com fornecedores com perfis bastante diferenciados, o que poderá dificultar na escolha, pois serão muitos preços, prazos e soluções diferentes apresentadas.

Fonte: Multiplicidades

Wednesday, July 13, 2011
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Virtualização (Virtual Machine – VM) com VirtualBox

Virtualização pode ser entendida como o processo de executar vários sistemas operacionais em um único equipamento. Uma máquina virtual (VM ou Virtual Machine) é um ambiente operacional completo que se comporta como se fosse um computador independente. Com a virtualização, um servidor ou desktop pode manter vários sistemas operacionais em uso simultaneamente.

Já imaginou dentro do seu Windows, rodar o Ubuntu simultaneamente? Com a virtualização você pode.

Segurança: as VM’s (Virtual Machines) são isoladas e independentes umas das outrasRedução de custos: necessita-se de menos hardware (menos dispositivos físicos, como computadores, switches etc.) para gerenciar uma redeRedução do consumo de energia: devido a redução na quantidade de dispositivosMelhor aproveitamento do espaço físico: com menos máquinas a necessidade de espaço diminuiMelhor aproveitamento do hardware: com o compartilhamento de hardware entre as VM’s numa mesma máquina, reduz-se a ociosidade do mesmo.Possibilidade de simular redes de computadores com menor demanda de hardware: É possível montar uma rede toda dentro de um ambiente virtual.Facilidade ao migrar ambientes: evita reinstalação e reconfiguração dos sistemas a serem migrados.Utilização de uma VM como ambiente de desenvolvimento: possibilita testes em SO’s distintos e, por prover um ambiente isolado, evita que falhas na configuração e/ou execução, ou até mesmo vírus, danifiquem o hardware da máquina.Autonomia de aplicativos: Quando cada aplicativo está inserido em seu próprio servidor virtual é possível evitar que upgrades e mudanças gerem impacto em toda rede e venham a comprometer a rotina de trabalho.Conformidade ideal: Várias tecnologias de sistemas operacionais podem coexistir em uma única plataforma. Ou seja, é possível haver sistemas Windows e Linux coabitando o mesmo espaço, o que é uma grande vantagem para as empresas que vêm renovando sua infraestrutura de TI ao longo dos anos.

1 - Instale o programa VirtualBox e depois abra-o.

2 – Para iniciar a criação de uma nova Máquina Virtual, clique no botão Novo e depois em Próximo.

3 – Na próxima janela, coloque primeiro o nome que deseja dar a VM (Máquina Virtual). Abaixo, selecione o S.O. e a versão que será instalada.

4 - Memória RAM – Selecione a quantidade de memória RAM que será utilizada pela sua VM. É recomendado colocar de 1/3 a 1/4 da memória do computador hospedeiro, mas devemos levar em consideração também qual sistema será instalado virtualmente. Na figura abaixo, colocamos 1024 MB (1GB) da Memória RAM para a Máquina Virtual (Ubuntu) de um total de 4046 MB (4GB) de memória disponível no computador hospedeiro (físico).


5 – HD – Na próxima etapa, devemos definir as configurações do HD Virtual. Se for a primeira instalação, devemos selecionar a opção para Criar novo disco rígido. Caso já tenha criado um disco virtual anteriormente, você pode utilizá-lo selecionando a opção Utilizar disco rígido existente. Clique em Próximo para prosseguir e em Próximo novamente para selecionar o Tipo de Armazenamento do Disco Rígido.



6 – Agora, devemos selecionar o tipo de armazenamento do nosso HD Virtual. A descrição da diferença das opções é bem clara. Selecione aquela que lhe convir e clique em Próximo.

7 – Agora, você deve indicar onde o seu HD Virtual será criado e seu S.O. será instalado (no exemplo, ele foi criado em : “D:\Maquinas Virtuais\Windows XP + Ubuntu\”, Ubuntu.vdi é o nome da imagem, seguido pela sua extensão).

Na parte de baixo, devemos indicar o Tamanho do nosso HD Virtual. Clique em Próximo após definir estas configurações e em Finalizar para concluir esta primeira parte.

8 – Devemos agora fazer algumas configurações para customizarmos e otimizarmos nossa VM.

Selecione a VM e clique em Configurações.

Na opção Sistema, configure a Ordem de Boot (assim como fazemos no SETUP da placa mãe).
Em Recursos Estendidos, devemos marcar a opção Habilitar dispositivo de apontamento absoluto se estivermos utilizando teclado e mouse USB, para melhor funcionamento dos mesmos.

9 - Na opção Tela, em Memória de Vídeo, aumente a quantidade de memória destinada ao vídeo para obter uma melhor resolução. Se desejar, pode habilitar as opções de Recursos Estendidos para otimizar o desempenho em relação às placas gráficas.

10 - A opção Armazenamento nos mostra informações sobre o nosso HD Virtual e sobre o nosso Drive de CD físico, que é compartilhado para a Máquina Virtual. Devemos indicar como o nosso sistema será instalado, ou seja, se utilizaremos um CD-ROM ou uma ISO de um S.O. Se formos utilizar um CD para instalação, basta selecionarmos o nosso Drive de CD. Mas se formos instalar através de uma ISO, devemos indicar onde esta imagem está localizada. Para isso, clique sobre o ícone do CD, e na parte direita clique sobre a pasta de procura. Será aberta uma janela (como a do exemplo abaixo) do Gerenciador de Mídias Virtuais.

Clique na guia Imagens de CD/DVD, depois no botão Acrescentar. Indique então onde sua ISO está localizada e clique em Selecionar.

11 – Na opção Rede, devemos indicar na opção Conectado a: Placa em modo Bridge. Isso fará com que a placa de rede virtual, receba um endereço IP independente, mas de acordo com a faixa de IP configurada na nossa placa de rede física.

Pronto! Agora basta clicar em Iniciar para ligar a sua Virtual Machine.

Observações: O Virtual Box oferece uma série de configurações personalizadas para você customizar a VM à sua maneira, tais como: simular mais núcleos para o seu CPU, criar pastas compartilhadas entre a VM e o PC Hospedeiro, criar diversas placas de rede Virtuais, dentre outras. Explore estas opções mais afundo e tire suas próprias conclusões.

Alguns comandos básicos do Virtual Box:

CTRL Direita – Ao utilizar esta tecla dentro da janela da Máquina Virtual, isso fará com que ela capture os ponteiros do mouse e teclado para a VM, ou libere (caso estejam capturados) para o PC Hospedeiro.CTRL Direita + F – Ativa o modo FullScreen ou retorna ao modo janela (caso FullScreen esteja ativado).CTRL Direita + Del – Insere CTRL+ALT+DELCTRL Direita + P – Pausa o SistemaCTRL Direita + R – Reinicializa o SistemaCTRL Direita + H – Desliga o Sistema

Fonte: Techlivre – Tecnologia Livre

Friday, July 8, 2011
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Loja da Rede Social: Sua Loja Virtual no Facebook Apps

Ano passado, estive no evento EcommerceVale lá em São José dos Campos. Por se tratar de um grande evento sobre E-commerce e Cases nacionais conheci o Enrico Franco, CEO da empresa Loja da Rede Social.

Em um papo descontraído, Enrico me falou dos grandes planos da empresa em chegar ao comercial do Social Commerce e comentou sobre seu grande projeto: Loja da Rede Social. Uma das 1º empresas especializadas em compra e venda diretamente de dentro do Facebook, uma das redes sociais que mais cresce no Brasil e no mundo.

E agora neste ano de 2011, a empresa apresenta ao consumidor a possibilidade de vender dentro do Facebook. Mas como isso funciona realmente? Assista ao curto vídeo abaixo que demonstra todas as funcionalidades do projeto (app).

Detalhes importantes da Loja Virtual para Facebook:

Loja sincronizada com os correios para cálculo de frete.Vendas realizadas inteiramente dentro do Facebook.Certificação SSL de segurança para mais confiabilidade.Até 10 produtos por loja e 5 imagens em cada uma.Sistema disponível tanto para pessoas físicas como jurídicas.e muito mais…

Acesse: http://www.rafaeldesigner.com.br/blog/?dQ724MTc e tenha já a sua Loja Virtual no Facebook.

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Wednesday, March 30, 2011
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Faça um intercâmbio virtual e aprenda um novo idioma

Pessoal,

Segue uma dica rápida que encontrei na internet dias atrás. Essa é pra quem deseja dar uma incrementada no inglês ou outros idiomas, principalmente na conversação.

Existe um site de intercâmbio virtual chamado Language-Exchange, parecido com o LiveMocha, que também é uma excelente opção pra quem deseja aprender um novo idioma. O site na verdade é uma comunidade, onde você pode ver quem está online, qual idioma a pessoa fala e começar uma conversa pelo skype imediatamente com a pessoa escolhida.

Achei bastante interessante, pois o skype não representa apenas conversação. Se ainda estiver meio fraco, pode escrever o texto e ouvir a outra pessoa falando.

Não esqueça que atualmente saber outras línguas, principalmente o inglês, passou de diferencial a exigência, portanto, todo conhecimento adquirido é válido!

Bons estudos!

Referência: Blog Estilo Fácil

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Tuesday, December 14, 2010
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Criando uma loja virtual em seu perfil do Orkut

A Amanaiê, em parceria com o PagSeguro, desenvolveu o aplicativo “Minha Loja” que insere uma loja virtual no seu perfil do Orkut.

O Minha Loja é um sistema de e-commerce completo, ideal para pequenas empresas, artesãos ou pessoas que queiram vender coisas pela internet.

Ele oferece várias opções de pagamento, tais como: cartão de crédito, cartão de débito e boleto bancário. Outra vantagem para o vendedor é a possibilidade de parcelar as vendas em até 15x e receber a quantia integral de uma vez só. Tudo isso é possível porque as transações comerciais são todas feitas via PagSeguro.

1- Acesse a página do aplicativo Minha Loja no orkut (você deve estar logado no Orkut) e clique no botão “Adicionar aplicativo”. Pronto, a sua loja virtual já está instalada no seu perfil. Você será direcionado para o seu perfil da loja, como na figura abaixo.

como criar uma loja virtual no Orkut

2- Com a sua loja instalada, é necessário configurar a sua conta no PagSeguro para começar a vender. Se você ainda não tem uma conta no PagSeguro, crie uma com perfil de vendedor. Se você já tem uma conta, certifique-se de que ela esteja configurada com o perfil de vendedor, caso contrário mude o perfil da sua conta. Agora, volte para a página do perfil da sua loja virtual no Orkut e clique na opção “configurações” e marque a opção “Tenho uma conta vendedor PagSeguro e quero configurá-la no Minha Loja”, em seguida, digite o seu e-mail cadastrado no PagSeguro e o seu CEP. Clique em “Configurar conta”. Se sua conta estiver ok no PagSeguro, aparecerá uma mensagem dizendo: “Suas vendas com o PagSeguro foram habilitadas”.

3- Agora vamos adicionar um produto para venda. Clique em “Novo Produto”, você será direcionado para a tela abaixo. Preencha corretamente os dados do produto. Se não quiser que o “Minha Loja” faça o cálculo de frete para você, clique em “Sem frete”, caso contrário, coloque o peso aproximado da mercadoria. As categorias são livres, escolha as que mais se adequarem à sua mercadoria. Clique em “Continuar” para inserir as imagens.

4- Na página de inclusão de imagem, clique em “Arquivo…” para escolher o arquivo com a imagem do produto e depois clique em “ver imagem”. A imagem deve aparecer como na figura abaixo. Se tudo estiver ok, clique em “Veja seu produto”. Se quiser cadastrar o produto sem imagem, clique no link “inserir produto sem imagem”.

5- Feito isso você verá a página abaixo. Seu produto está cadastrado e já pode ser comprado por outros usuários do Orkut.

Pronto, agora você já tem a sua loja virtual na internet e pode começar a vender os seus produtos para consumidores do mundo inteiro. Mas, se você quiser ter sucesso na rede é necessário conhecer onde está pisando para não ter surpresas desagradáveis. Leia o nosso post Panorama do e-commerce no Brasil, que mostra dados atuais do mercado, e também o post Conheça o consumidor digital brasileiro, que apresenta o comportamento do consumidor brasileiro no cenário virtual.

Fonte: 72DPI