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Thursday, November 24, 2011
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Cadastro de produtos bem executado facilita a compra virtual

A descrição do produto na loja virtual substitui a experiência de ver e tocar o produto, por isso é um passo muito importante e que deve ser tratado individualmente pelo lojista ou responsável. Mas antes dos detalhes dos produtos, é importante facilitar o caminho que o cliente terá de percorrer até encontrar o item desejado. Um bom meio de alcançar esse objetivo é com o cadastro dos produtos.

Feito com cuidado, o cadastro interfere positivamente no posicionamento da empresa nas páginas de resposta de pesquisas dos buscadores, ou seja, é mais um potencial para o SEO. Definir as categorias e subcategorias ajuda o consumidor a ter uma melhor experiência e a trilhar o caminho de volta à página inicial da loja, por meio do breadcrumb, uma ferramenta inteligente que também contribui para o SEO.

O cadastro de produtos beneficia ainda a conversão das vendas. Daniel Ribas, da JET Tecnologia, lembra que manter o interesse do cliente depende substancialmente do quanto é fácil encontrar aquilo que ele procura. Por isso, a arquitetura das informações deve respeitar o comportamento do consumidor. “A arquitetura de categorias deve, obrigatoriamente, respeitar a ordem de busca dos usuários. O breadcrumb é resultado dessa arquitetura.”

Informação como fonte de venda

Quando o cliente opta pela compra virtual, ele precisa de respaldo, o que parte da qualidade da plataforma e mais ainda de como o lojista gerencia o e-commerce. “Imagine o cliente dentro da sua loja à procura de algum item específico ou de informações sobre o produto e suas especificações. No comércio eletrônico este critério de conteúdo é ainda mais importante e precisa ser realizado com dedicação. Não adianta em nada sua loja ter muitos e muitos itens e quando um produto é selecionado existe uma foto e uma linha de descrição”, orienta Ribas.

A compra na internet tem que ser simples, rápida, caso contrário, o cliente irá se perguntar por que abriu mão de escolher pessoalmente o produto que melhor atende ao seu desejo. Lembre-se de sempre respeitar o time do usuário, que nas lojas virtuais é bem mais curto.

Wednesday, July 27, 2011
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Após saberem sobre lojas piratas da Apple na China, clientes devolvem produtos

Depois da denúncia sobre as lojas piratas da Apple na China, vários clientes foram aos estabelecimentos devolver os produtos comprados.

A denuncia foi feita por uma blogueira americana que postou fotos da loja pirata no seu blog. O caso repercutiu no mundo todo e causou a revolta dos chineses.

"Quando ouvi a notícia, corri aqui imediatamente para conseguir um recibo. Eu estou muito aborrecida com isso", disse uma cliente. "Com uma loja desse tamanho, ela parece tão crível. Quem teria pensado que era falsa?", completou. Ela comprou um Macbook Pro de 13 e um iPhone 3G na loja pirata.

Segundo a cliente, a loja não emitiu recibo na hora da compra e a mesma foi orientada a voltar depois para buscá-lo. Ela voltou e, ao ficar enfurecida, teve de ser levada para uma sala para se acalmar.

Os funcionários da loja falsa também estavam revoltados com o caso e com a repercussão mundial de tudo isso.

A Apple ainda não se pronunciou sobre o caso. A empresa possui apenas quatro lojas originais no país e estas estão localizadas em Pequim e Xangai.

Vamos ficar de olho! Com a malandragem que existe no Brasil, não há de se duvidar que existam lojas deste tipo por aqui também, inclusive se outras marcas.

Com informações de O Globo

Sunday, May 29, 2011
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Código livre para produtos descontinuados

O reporter Philip Torrone, da revista Make, teve uma ideia genial: que os produtos descontinuados tenham os seus códigos liberados para a comunidade pelos seus fabricantes.

Ele escreveu um artigo, uma espécie de manifesto aos desenvolvedores, onde defende que seria justo as empresas liberarem os códigos fontes de seus produtos obsoletos. Isso seria muito interessante e incentivaria o desenvolvimento de novas tecnologias.

Em seu artigo, Philip cita alguns desses produtos que foram descontinuados pelos fabricantes, como os robôs AIBO e QRIO da Sony, o Palm V e os relógios inteligentes da Microsoft.

O manifesto, chamado de "If youre going to kill it open source it", "Se você vai matar, libere o código" (tradução livre), pode ser visto aqui.

Muito interessante, não acham?!

Com informações de Yahoo