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Monday, July 16, 2012
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Código de Defesa do Consumidor (CDC) – Alterações para Comércio Eletrônico

O E-commerce tem crescido a passos largos no país, ao ponto de exigir para si novas regras. Leis estão sendo apuradas para verificação e adequação desta nova realidade do brasileiro. Afinal, e-commerce não é moda, é realidade.

Só para ter uma ideia do que estamos comentando aqui, o e-commerce nacional faturou R$18,7 bilhões em 2011. Se comparado  a 2010 o crescimento foi de 26%. Já temos 32 milhões de e-consumidores que tendem a efetuar compras on-line com frequência. Para 2012 a expectativa é de R$20 bilhões, um crescimento de 25% em comparação a 2011.

A facilidade e comodidade das compras on-line atraem cada vez mais consumidores com a proposta de entrega rápida, preço baixo e facilidade de pagamento. Uma das características que percebo que tem ”apimentado” o desejo de compras on-line, é a possibilidade de aquisição de produtos regionalizados, produtos como alguns Tênis específicos que são para grandes centros e que no interior não são encontrados. Coisas simples, mas que alavancam o nosso novo modo de consumo.

Desde grandes magazines até produtos de baixa abrangência comercial estão disponíveis na web. Não se tem mais o limite off-line, agora o limite é o on-line – que é bem mais amplo para trabalho. Eu sempre digo que em e-commerce você cresce a medida do seu investimento, o momento ainda é de aproveitar as portas que estão abertas e inovar agora, pois em menos de 5 anos a internet estará lotada de lojas virtuais e a dificuldade de amostragem de seus produtos será maior, a diferenciação caíra no preço e no prazo de entrega, no sistema e no relacionamento. Ficará cada vez mais complicado concorrer com quem já tem experiência no mercado eletrônico e já é melhor estrategista pela própria experiência.

Entrar agora, e investir pesado não é risco, é inteligência estratégica.

Com a tendência cada vez maior de consumidores passarem a realizar suas compras também através da internet e com a premissa de resguardar os direitos destes novos consumidores, surgiu a necessidade de rever o CDC, por isso, no dia 14 de março deste ano (2012) houve nova proposta para alteração do Código de Defesa do Consumidor correndo no Senado Federal.

O projeto de lei sugere novas abordagens para esta modalidade de compra, tais como:

Exigência da proteção dos dados do consumidor;Limitação a exposição de marcas abusivas e promoções não solicitadas;Modelo de comunicação e informações de compras, créditos, envio, notificações e outros

Com o projeto, a garantia para segurança nas compras em ambientes on-line aumenta, sendo assim, as empresas que realmente se preocupam em fazer um bom serviço poderão garantir um up nas vendas. Vai ser um renovo ao mercado, já que muitas lojas que não tem esse objetivo claro e respeito pelo consumidor ficarão sem margem para trabalho, pois o consumidor tomara ainda mais as rédeas – não que já não faça, porém agora, de forma garantida por lei.

Se você tem ou mantém um loja virtual, vá atrás de mais informações sobre as alterações no CDC e comece a se adequar para não ter dores de cabeça depois.

Sucesso a todos, um forte abraço.

Diretor da Alpis Consultoria.
Consultor Certificado 8 Ps - Marketing Digital, Planejamento Estratégico digital, Gestor de Projetos.

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Tuesday, March 20, 2012
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Assegure a qualidade do seu código Python – Pyflakes

Depois da dar uma pincelada na pep8 e no Pylint, chegou a hora de falarmos um pouco sobre o Pyflakes.

Resumidamente, o Pyflakes é uma ferramenta de qualidade que analisa o seu código Python atrás de erros (de sintaxe e importação, por exemplo), retornando um relatório muito objetivo com o arquivo, linha e o tipo de incoerência que ele encontrou.

Uma excelente ferramenta para você ter “plugada” ao seu editor favorito.

As comparações, acredito, serão inevitáveis. Afinal, o que o Pyflakes faz que o Pylint não faz? A resposta que você encontrará é muito simples: O Pyflakes não analisa a “beleza” do seu código. Ou seja, ele apenas verifica erros de lógica e de sintaxe, não de convenções de código.

Isso faz do Pyflakes o parceiro ideal do seu editor de código favorito. Por ser objetivo, favorece a análise e traz resultados interessantes, por exemplo, apontando variáveis criadas que nunca foram usadas, ou métodos importados que nunca foram chamados no escopo de um módulo Python.

Logo, ter as duas ferramentas à mão é uma excelente pedida para incrementar ainda mais o seu ambiente de desenvolvimento.

Vamos analisar o código de um projeto da faculdade que eu fiz, chamado Social portal for soccer players (encontra-se aberto no BitBucket):

$ pyflakes apps/notificate/views.py

A resposta é muito clara. Existem classes sendo importadas, mas que não estão sendo usadas:

apps/notificate/views.py:3: 'EmptyPage' imported but unusedapps/notificate/views.py:3: 'InvalidPage' imported but unused

O funcionamento básico do Pyflakes é esse… simples como as melhores coisas devem ser!

Se assim como eu, você tem um “tropeço” pelo vim, você não pode deixar passar esse bom pluginchamado pyflakes.vim.

Para instalá-lo, basta seguir o guia de instalação contido no arquivo README (leia diretamente doGitHub). Para que o plugin funcione corretamente, o seu vim deve ter suporte a Python (se não tiver, basta compilá-lo com o parâmetro -–enable-pythoninterp).

Uma vez instalado, quando estiver editando um código Python, basta utilizar o comando :cc para navegar entre os erros encontrados pelo plugin.

Fonte: Klaus Laube

Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pelo Centro Universitário de Jaraguá do Sul (UNERJ), Técnico em Informática com ênfase em Sistemas de Informação pelo Centro Politécnico Geraldo Werninghaus (CEPEG). Desenvolvedor Web defensor dos padrões Web. Usuário Linux, apaixonado por Python e alucinado por Django. Escreve quando pode no http://www.klauslaube.com.br.

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Saturday, March 3, 2012
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Assegure a qualidade do seu código Python – Clone Digger

Mesmo que você possa verificar a qualidade do seu código com pep8, Pylint e Pyflakes, uma das virtudes de um projeto de software é não possuir código duplicado (leia mais sobre DRY). O fato é que tanto intencionalmente como propositalmente, podemos duplicar um trecho de código e acabar prejudicando manutenções futuras (atire a primeira pedra quem nunca deu aquele CTRL+C e CTRL+V, e prometeu um refactoring depois).

Para facilitar a busca por código duplicado, podemos utilizar uma ferramenta chamada Clone Digger. Prático, rápido e muito simples. Agora ficou fácil “caçar” código duplicado em projetos Python.

Por tratar-se de uma ferramenta bem objetiva, não há muito o que falar sobre o Clone Digger. Então, vamos direto para a parte prática.

Para iniciar a análise, basta chamar o executável apontando para o diretório do seu projeto:

$ clonedigger meuprojeto/

Será gerado um arquivo chamado output.html, com um relatório detalhado (como este). Serão apresentadas informações como a quantidade de arquivos analisados, quantidade de “clones”, de linhas duplicadas e um apontamento com os trechos de código que a ferramenta concluiu como “clones” (não necessariamente iguais, mas semelhantes).

Particularmente, a ferramenta me ajuda bastante a determinar se certos trechos de código não poderiam ser herdados por uma classe pai, ou algumas rotinas costumeiras não poderiam ser encapsuladas em funções.

Até a próxima…

Fonte: Klaus Laube

Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pelo Centro Universitário de Jaraguá do Sul (UNERJ), Técnico em Informática com ênfase em Sistemas de Informação pelo Centro Politécnico Geraldo Werninghaus (CEPEG). Desenvolvedor Web defensor dos padrões Web. Usuário Linux, apaixonado por Python e alucinado por Django. Escreve quando pode no http://www.klauslaube.com.br.

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Thursday, September 1, 2011
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Assegure a qualidade do seu código Python – pep8

Convenções de código! Já tive a oportunidade de escrever sobre elas no Profissionais TI. Benção ou maldição? Há quem goste, há quem ache uma perda de tempo…

Acredito muito que a organização e a qualidade do código são benéficas para qualquer projeto, principalmente para aqueles que possuem alta rotatividade de profissionais. Padrões de projetos, padrões estruturais e de escrita facilitam a “assimilação” do que já foi produzido, facilita a manutenção e “orienta” as novas produções.

Se você tem problemas em decorar convenções e boas práticas, não desanime! O Python possui algumas ferramentas “bacanudas” que vão te auxiliar a deixar o software mais próximo do “estado da arte”, seja garantindo as convenções de código, seja avaliando a qualidade do mesmo.

As “PEPs“ (Python Enhancement Proposal) são documentos que geralmente abordam alguma nova funcionalidade da linguagem, propósitos, procedimentos ou ambiente. Em suma, são “guidelines” que te orientam num melhor uso da linguagem e suas funcionalidades, bem como podem ajudar em questões como arquitetura, ambiente ou processos de sua aplicação.

Para saber mais sobre PEPs, acesse a PEP 1 que é justamente um documento explicando o que são e o que fazem as Python Enhancement Proposals.

O pep8 é uma ferramenta simples (e muito eficaz) que analisa o seu código Python segundo as convenções de código descritas na PEP 8.

Vamos analisar o código do Django Brasil (você não sabia? O site é open source!), mais especificamente o arquivo models.py da app blog:

$ pep8 src/djangobrasil/apps/blog/models.py src/djangobrasil/apps/blog/models.py:42:65: W291 trailing whitespacesrc/djangobrasil/apps/blog/models.py:62:1: E302 expected 2 blank lines, found 1src/djangobrasil/apps/blog/models.py:105:80: E501 line too long (89 characters)

Como podemos ver, a ferramenta nos mostra a linha e coluna onde o problema foi encontrado, apresentando uma breve descrição da incoerência que estamos cometendo em relação às recomendações da PEP 8.

Para obter uma resposta mais “verbose“, podemos passar alguns parâmetros para o pep8:

$ pep8 src/djangobrasil/apps/blog/models.py --show-source --show-pep8 (...)src/djangobrasil/apps/blog/models.py:105:80: E501 line too long (89 characters) return '/weblog/%s/%s/' % (self.pub_date.strftime('%Y/%m/%d').lower(), self.slug) ^ Limit all lines to a maximum of 79 characters.  There are still many devices around that are limited to 80 character lines; plus, limiting windows to 80 characters makes it possible to have several windows side-by-side. The default wrapping on such devices looks ugly. Therefore, please limit all lines to a maximum of 79 characters. For flowing long blocks of text (docstrings or comments), limiting the length to 72 characters is recommended.

Viu só?! Dessa forma podemos aprender sobre a PEP 8 enquanto “ferimos” as convenções de código em nossos projetos :P

Para finalizar, podemos contar as ocorrências de problemas com a PEP 8 em determinada região do projeto:

$ pep8 src/djangobrasil/apps/blog/ --statistics -qq --filename=*.py 1 E225 missing whitespace around operator7 E302 expected 2 blank lines, found 11 E303 too many blank lines (2)11 E501 line too long (89 characters)4 W291 trailing whitespace2 W391 blank line at end of file

Nenhum problema muito grave de convenções de código na app blog do DjangoBrasil ;)

Confira: pep8 – Python style guide checker.

Nos próximos posts, vamos dar uma pincelada no pylint, pyflakes e clone digger.

Fonte: Klaus Laube

Sunday, May 29, 2011
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Código livre para produtos descontinuados

O reporter Philip Torrone, da revista Make, teve uma ideia genial: que os produtos descontinuados tenham os seus códigos liberados para a comunidade pelos seus fabricantes.

Ele escreveu um artigo, uma espécie de manifesto aos desenvolvedores, onde defende que seria justo as empresas liberarem os códigos fontes de seus produtos obsoletos. Isso seria muito interessante e incentivaria o desenvolvimento de novas tecnologias.

Em seu artigo, Philip cita alguns desses produtos que foram descontinuados pelos fabricantes, como os robôs AIBO e QRIO da Sony, o Palm V e os relógios inteligentes da Microsoft.

O manifesto, chamado de "If youre going to kill it open source it", "Se você vai matar, libere o código" (tradução livre), pode ser visto aqui.

Muito interessante, não acham?!

Com informações de Yahoo

Friday, March 4, 2011
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Gist – Um modo de compartilhar blocos de código

É normal no dia-a-dia de um programador ter que usar ferramentas de controle de versão. O GitHub é um site feito em RoR e trabalha com um servidor de repositórios com git. No GitHub você, além de hospedar seus repositórios, controlar suas versões,  você ainda pode mostrar seus repositórios para outras pessoas, e elas podem colaborar com seus projetos.

O GitHub é gratuito, e a versão paga tem o plus de poder ter seus repositórios particulares, sem que ninguém possa acessá-los. Mas o grande legal do GitHub é ele ser uma rede social para programadores, para trocra de códigos e esperiência, seguindo e sendo seguido.

Dentro do GitHub existe também os Gist, que permite o compartilhamento de pequenos trechos de código. Há também quem use o Gist para mostrar textos e opiniões, recebendo comentários. O mais legal é poder publicar parte do seu código e usar o plugin do Gist para mostrar seu código em sites, fóruns e outros locais. Para isso, só precisa publicar o código (depois de logar no GitHub) e clicar em “Show Embed” e ele lhe mostrará um código javascript para colar onde quiser. Onde você colar o javascript vai aparecer uma caixinha bonitinha com o trecho de código e um link para o seu Gist. Alterarando seu Gist, todos os lugares onde você publicou seu código serão alterados ao mesmo tempo.

Para saber mais acesse o site do Gist https://gist.github.com/ e o site do GitHub https://github.com/

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