New Post

Rss

Showing posts with label segredos. Show all posts
Showing posts with label segredos. Show all posts
Wednesday, January 26, 2011
no image

Os segredos das grandes realizações na Web – Auditoria em Riscos do Projeto

Hoje vamos abordar algo complexo em Gestão de Projetos: A Auditoria com foco em Riscos. A auditoria é a maneira mais conclusiva para encontrar e solucionar riscos nos projetos, portanto desconsiderá-la é um equivoco.

A auditoria em riscos deve envolver todos os setores da empresa, não pode desconsiderar nada, deve ir desde o início dos processos até a conclusão dos mesmos, coletando todas as informações e visões diferenciadas dos colaboradores envolvidos, deve também abordar desde o gerente do setor até o operador, pois todos tem suas dificuldades em algum momento no decorrer do projeto e essa dificuldade quando apresentada pode mostrar um problema maior do que aparenta e encontrá-lo é o dever de uma auditoria.

De forma simples podemos considerar três ações que devem ser realizados pelo auditor, essas ações tem sua sequência necessária para desenvolvimento, ou seja, devem ser mantidas as ordens aqui apresentadas para que o resultado seja o esperado.

Quando um projeto já existente é colocado em minhas mãos eu mesmo tenho como padrão iniciar uma auditoria em todos os setores, não só para saber os procedimentos, mas também para modificar o que considerar necessário e porque não dizer para mostrar posicionamento diante todos os funcionários, isso mostrará duas coisas:

Você está ali para ajudar a solucionar os dilemas não resolvidos na antiga gestãoVocê está se mostrando acessível para todos, desde o menor na escala hierárquica da empresa até aos diretores.

Esse posicionamento que tomo, apesar de aparentar simples, não o é. Entenda que no momento que você sai da sua sala e vai no operacional você está visivelmente se aprofundando no projeto, e isso requer a capacidade de se impor diante das situações com firmeza e de assumir resultados dos quais agora (já que está ciente) você está completamente a par, sejam eles positivos ou nem tanto.

A primeira tarefa em uma auditoria é ir direto no operacional, esqueça as maçantes horas de reuniões com diretores e gestores, faça apenas pequenas reuniões para saber do que se trata e onde se quer chegar, fora isso gaste seu tempo indo no foco – vá para o operacional, converse com quem esta diariamente com a mão na massa, colete informações, pergunte se tem idéias para resolver os problemas, isso é muito importante porque inúmeras vezes esses que tantos desconsideram encontram as melhores soluções para tal problema. Em um projeto simples em uma empresa na qual trabalhei lembro-me de que existiam dois problemas que os Diretores e Gestores não resolviam, não por falta que capacitação e sim por falta de comunicação, sempre arranjavam modos burocráticos para solucionar o que era tão simples, na verdade a solução surgiu de imediato quando saímos de trás das mesas e nos colocamos junto a equipe de vendas externas, que nos mostrou o porque do problema e como na visão deles podíamos solucionar, quando vimos a simplicidade do fato percebemos a importância de começar a pesquisar na base, no operacional.

Dê espaço para as pessoas te encontrarem, seja acessível e assim ganhe confiança, se mostre capaz de solucionar esses dilemas e assim com um grau de comprometimento alto e revelado diante esses profissionais você terá deles a confiança merecida e recebera informações e sugestões cada vez mais concretas e eficazes.

Busque também informar-se sobre os riscos externos, informações que somente seus clientes possuem, essas podem ser inúmeras informações, mas todas são importantes já que esse é o destino do seu produto ou serviço – Seu cliente.

Informações coletadas com fornecedores e parceiros são bem importantes, com um pouco de experiência se pode extrair de uma simples conversa informações sobre concorrentes que utilizam serviços do mesmo fornecedor ou parceiro. Informações como estas são de suma importância já que possibilitam maior flexibilidade para reposicionamento diante o mercado caso necessário.

Após a busca por coletar informações consistentes e úteis se tem um novo caminho a percorrer, esse é o de identificar os riscos internos. Lembre-se no primeiro momento nossa tarefa foi coletar informações e sugestões para resolver os dilemas, tanto internos quanto externos que podem se apresentar durante as entrevistas. Agora o que estaremos propondo é selecionar as informações colhidas e juntá-las as observações feitas sobre os dilemas internos do projeto, isso vai resultar em um controle mais amigável para análises posteriores.

Esses dilemas internos devem ser abordados de frente, já que o resultado das decisões poderão ser um desastre a longo prazo, por exemplo, um pedido de demissão de um profissional de uma determinada área que existe uma escassez de profissionais no mercado, isso desestrutura o projeto, exige tempo e recursos para treinamento e busca por um substituto, que as vezes não está à altura do anterior. Fora as questões de RH os riscos internos podem ser vistos nos setores que demandam procedimentos manuais, como departamento de qualidade,  análises de crédito, cadastro de clientes, gestão de estoque e outros, erros nesses setores geram desconforto na equipe, baixa a qualidade do serviço prestado e logo divulga-se a marca como imprópria para consumo. Mas se levarmos em consideração que isso é de alto risco então podemos relacionar isso à:

Fracasso nos esforços de MarketingProblemas judiciaisProblemas com órgãos de proteção ao consumidorRecallDesestruturação do caixa (entrega, recolhimento e reembolso)

Esses riscos relacionados nem sempre são compreendidos pelos gestores, que permitem inúmeras acrobacias internas só para não perder uma venda, eu prefiro deixar de vender um produto com defeito do que vendê-lo para tirá-lo do estoque e abastecer a mesa do diretor com solicitações de órgãos de defesa do consumidor e comunicados judiciais. Leve em consideração esse exemplo.

Após conseguir relacionar as informações e sugestões e controlar o fluxo interno dos procedimentos temos que identificar nossas dificuldades externas, essas não são previsíveis mas podem ser solucionadas com um bom planejamento. Quando falamos de riscos externos estamos mencionando aquela tecnologia do inicio do projeto que tornou-se obsoleta e que a sua substituta já está nas mãos do seu concorrente, posso dizer também que pode ser uma nova lei que regulamenta a atividade exercida no projeto, o que altera o planejamento drasticamente para se adaptar, isso é visto normalmente em projetos que tem  necessidades de liberação ambiental.

Mas dentro dessas áreas (Equipe, procedimentos internos e externos) existem setores que requerem maior atenção, esses devem ser considerados inicialmente a cada etapa, identificá-los no inicio ajudará a manter um controle melhor em sua auditoria melhorando assim os resultados que serão obtidos.

Até aqui analisamos riscos já existentes e no caso dos riscos externos fizemos um planejamento de resposta imediata a uma situação adversa. Porém isso não basta para sentir-se seguro em um projeto inovador ou de risco, o ideal é continuar o processo de auditoria com uma consultoria, essa consultoria deve ter o foco de trazer soluções para possíveis problemas que poderão ocorrer durante o processo.

Com as informações em mãos que foram colhidas durante a auditoria pode-se ter uma melhor visão de um todo para análise, assim provendo melhores soluções. Não tenha medo de mudanças, quando elas se fazem necessárias em um projeto é melhor fazê-las (claro quando cabíveis), pois não aceita-las é aumentar a probabilidade de riscos, pois você está dando mais tempo para o erro ocorrer.

Não corra riscos, tenha um  controle operacional e um plano estratégico muito bem elaborado, só assim você terá capacidade de gerenciar um projeto e seus riscos.

Até a próxima.

Criticas e sugestões de temas – contato@alpisconsultoria.com.br. Aproveite e leia os outros artigos da série – Os segredos das grandes realizações na web.

Tuesday, January 25, 2011
no image

Os segredos das grandes realizações na Web – Observando tendências

Todos que lêem meus artigos, trabalham ou conversam comigo sobre Internet no Brasil sabem que eu a considero como uma criança que tem muita força, muita capacidade de evolução mas, que justamente por não estar amadurecida, é que todas as possibilidades não foram observadas e testadas. Alguns clientes me perguntam o porque que agora é a hora de entrar na Web, a minha resposta é simples – Porque simplesmente esse é o momento que todos são iguais até chegar ao ponto de encontrar uma forma de diversificar-se, ai cria-se o diferencial, e logo, o case de sucesso, e por conseqüência disso o posicionamento de destaque no mercado.

A melhor arma na Web não é o Marketing Digital, não é um investimento gigantesco e tão pouco o enorme número de seguidores em uma determinada rede social, é sim a capacidade de entender que estamos em um processo de amadurecimento e nesse processo alguns aproveitam para amadurecer junto com o processo (ajudam no amadurecimento) e outros se deixam amadurecer por ele, ou seja, uns criam e outros copiam, os que criam são em sua grande maioria os líderes de mercado, pois tornam-se case de sucesso e ganham visibilidade, já os que copiam tentam seguir os passos dos que criam e muitas vezes por não contar com a capacidade de entender esse mercado acabam se perdendo no caminho. Eis o motivo do porque que muitas lojas virtuais iniciam e fecham suas operações em tão pouco tempo, essas não conseguem compreender a necessidade de se destacar por entregar ao mercado algo novo, não necessariamente algo extraordinário, mas apenas algo que faça a diferença entre uns e outros, esse é o processo de amadurecimento, o que na verdade se iguala ao processo de separar joio do trigo.

Um dos segredos para poder inovar é entender a tendências do mercado Web. Quando falamos em tendências podemos lembrar, por exemplo, do Mobile Marketing, esse é o mais cortejado meio de Marketing do momento. Está sendo criada uma grande expectativa em volta desse novo ‘filão’, já que os números são absurdamente favoráveis a isso e não param de crescer. Porém, existe uma grande discussão de como aproveitar essa nova ferramenta para divulgar sua marca, seu produto ou seu negócio… Alguns já estão inovando e tornando-se case, outros estão querendo entrar imitando os primeiros e outros com medo de entrar por não identificar um motivo correto para tal feito.

No caso dos primeiros estão aproveitando o mercado e essa nova ferramenta, no caso dos copiadores, esses estão apenas se mostrando neste novo ‘filão’ de mercado, só que estão perdendo a grande oportunidade de ter um diferencial – é muito mais fácil ser diferente no meio de poucos do que no meio de muitos, então, aproveite as tendências e inove com consciência a cada oportunidade já que inicio de tecnologia ou tendência de mercado sempre tem-se um preconceito, isso faz com que poucos iniciem logo quando a tendência quer virar moda e esses tem todas as oportunidades de facilmente inovar, os que tem medo ou estão com dúvidas quanto as oportunidades oferecidas pela Internet em dispositivos móveis estão inicialmente se posicionando de forma correta, ou seja, se está com dúvidas não vá para a batalha, espere sanar essas dúvidas, crie um planejamento antecipadamente e dai sim entre e lute para morder uma boa fatia desse mercado, mas não esqueça que não deve demorar muito, se você quer aproveitar tendências que crê que terá sucesso no mercado então trabalhe para estar pronto para inovar dentro da inovação no momento certo, se passar do ponto você perderá muito além de apenas tempo.

Para alguns os investimentos requeridos para aproveitar o inicio de um novo mercado pode ser fora de cogitação, para outros nem tanto e para tantos outros – pouco, “talvez apenas mais uma investida em oportunidades de mercado”, porém todos devem criar maneiras criativas para participar dessas tendências.

Aproveite, o mercado traz para nós coisas novas toda hora, e uma maioria esmagadora deixa passar as oportunidades.

Eu apenas citei um exemplo de tendência o Mobile-Marketing, o que ao meu ver não é mais um tendência, é uma realidade no mercado. Os números são muito favoráveis e existe um campo muito vasto e aberto para inovar, então, fica aqui uma dica: estude sobre mobile-marketing e tantas outras tendências, busque informações de mercado, percentuais de crescimento por trimestre, busque cases de sucesso não para copiar, mas sim para ver se essa empresa é similar a sua, se existe a possibilidade de melhorar o que foi feito ou fazer algo totalmente diferenciado.

Até a próxima.

Criticas e sugestões de temas – contato@alpisconsultoria.com.br – Aproveite e leia os outros artigos da série – Os segredos das grandes realizações na web.

Thursday, January 20, 2011
no image

Os segredos das grandes realizações na Web – Crie um caráter empreendedor

Ser empreendedor

Não existe uma regra exata para identificar empreendedores, creio que empreendedorismo começa em uma experiência. Por exemplo; comigo o processo de desenvolvimento do caráter empreendedor começou com meus 14 anos, quando junto a um amigo queríamos montar uma lan-house, não deu em nada. Só que ali, naquele momento iniciava uma mudança drástica na minha forma de observar as coisas, comecei a ver tudo como oportunidade, a usar de critica, dúvida e questionamento para identificar o que seria pra mim uma oportunidade de empreender. Aos 16 anos aprendi a fazer meu modelo de pesquisa de mercado, ou seja, com a mão na massa. Passaram-se os anos e algumas características foram adquiridas com o tempo, características essas que são necessárias quando se quer empreender, seja um projeto pequeno, tão simples quanto qualquer outro ou um mega projeto.

Antes de relacionar abaixo algumas características que creio serem essenciais para um empreendedor quero lembrar que a principal característica é a persistência, nunca desista, mesmo que te digam NÃO, continue, tente, isso é empreender. Como já comentei sobre essa característica (persistência) vou relacionar outras além dela.

Paixão: Seja apaixonado por você, pelas pessoas pela vida e também pela área de atuação, apaixone-se pelo dom de empreender.

Visão: Tenha a capacidade de observar e entender a linguagem das oportunidades que batem a porta todos os dias, eu mesmo muitas vezes não estou falando no celular, estou na verdade, com o gravador ligado, andando na rua conversando comigo mesmo e gerando nesses momentos idéias, explorando-as e gravando para no final do dia colocá-las no papel e ver se são válidas naquele momento ou não. Lembre-se também que todas as idéias são boas, só que para algumas esse não é o tempo de implementar ou tem-se a necessidade de amadurecê-las, não descarte-as.

Foco: Mantenha-se sempre sabendo o que você deseja, aonde quer chegar, estipule uma meta pessoal acima até mesmo daquilo que você considera ser capaz de alcançar, uma vez ouvi uma frase – “Sonhe e ouse sonhar, você nunca irá além dos seus sonhos”, é uma verdade, o homem por natureza considera o seu limite como sendo o limite do mundo, por isso muitos acham que os outros não conseguem realizar tais sonhos porque eles mesmos não conseguiriam. Sonhe, sonhe e sonhe, mas lembre-se de manter as pontas dos pés no chão.

Auto-confiança: Invista em você e gere auto-confiança. Por um tempo em minha vida pratiquei Muay-Thai, uma arte muito interessante, que gera uma poderosa auto-confiança, e aprendi muito com isso, aprendi que se há investimento de tempo e esforço em determinada área de atuação a sua auto-confiança aumenta consideravelmente. É a velha máxima, só com treino pode-se dominar algo e dominar algo te dá confiança.

Oportunismo: Tem gente que considera uma pessoa oportunista como sendo de má fé, na verdade os que agem de má fé devem ser classificados como desonestos, já os oportunistas são uma classe de pessoas com a capacidade de empenhar tempo e força em prol de um bem maior ou um objetivo. Seja oportunista sim, aproveita a oportunidade que bate à sua porta e empreenda, venda, conquiste contas para seu escritório ou agência, faça das oportunidades contratos, gere lucros e cresça. Só que não se permita ir para o outro lado da fronteira, não seja desonesto, seja oportunista no melhor sentido da palavra como descrevi acima, na verdade no sentido real da palavra.

Conhecimento: Ninguém deveria tentar empreender sem conhecimento, ou seja, não tente em áreas das quais não o mínimo de conhecimento, a não ser que seu empreendedorismo é na verdade o de investir em pessoas ou investir em Startups, nesse ramo você tem que ter feeling (um pouco de conhecimento vai fazer um bem danado) e conseguir entender a proposta e não necessariamente conhecer a fundo o projeto/idéia, isso não quer dizer que você tem que ter conhecimento de como gerar resultado naquele tipo de mercado. Mas, se o seu negócio não é esse então estude muito, invista em conhecimento, invista em você. Deixe aquela roupinha de marca e compre livros, faça cursos, prepare-se para os maiores desafios da sua vida, você tem que entender que na vida o mais importante que um individuo pode possuir é seu conhecimento e sua capacidade de usá-lo para se destacar, para ajudar pessoas e para empreender.

Liderança: A capacidade de liderar é extremamente importante. Liderar é diferente de mandar ou dar ordens, vai, além disso. Liderar é a capacidade de inspirar colaboradores, é a capacidade de vender uma idéia a tal ponto que seu parceiro ou funcionário tenha prazer em fazer parte dela. Liderar é absolutamente ser humano ao ponto de compreender as dificuldades alheias e as necessidades também, trabalhar todas as divergências e extrair o melhor que cada um pode oferecer.

Persuasão: Para completar a liderança uma pitada de persuasão ajuda. Mas, também podemos descrever como a capacidade de venda de uma idéia, de se posicionar no mercado colocando a prova suas competências usando um pouco de manipulação positiva para chegar ao resultado desejado. A capacidade de reverter situações a seu favor.

Motivo social: Talvez você não concorde, mas, ter um motivo social como sendo uma meta a ser realizada assim que seu projeto vingar faz com que uma pequena força motivacional seja criada em você. Duvida? Então tente. Deixe seu lado humano respirar um pouco também, encontre formas de fazer algo positivo para o próximo, encontre uma casa de crianças com necessidades especiais, um lar de idosos, uma casa de recuperação de viciados, encontre um orfanato, encontre uma forma de ser útil, você está aqui para ajudar, você tem que ter um propósito, mova-se, saia do lugar e faça parte da história de alguém. Mais importante do que marcar a capa de uma revista de empreendedores é a oportunidade de fazer parte de uma página, uma pequena parte na história de alguém.

Coragem: Essa característica sem o auxilio das demais citadas não tem sentido. Ela serve mais como força impulsionadora para o ato de empreender, então, não deixa de ser necessária em certo momento.

Citei acima algumas características que juntas são responsáveis por gerar uma intensa capacidade de busca pelo prazer de empreender e de gerar resultados.

Resumindo, tenha um propósito.

Até a próxima.

Criticas e sugestões de temas – contato@alpisconsultoria.com.br – Aproveite e leia os outros artigos da série – Os segredos das grandes realizações na web…

no image

Os segredos das grandes realizações na Web – 3 riscos a serem considerados no projeto

Olá meus amigos!

Gostaria de compartilhar com vocês algo que tenho observado que falta ser considerado na gestão de projetos. Talvez por falta de conhecimento, ou pior, por falta de atenção de alguns gestores os riscos não são considerados. Riscos, as vezes, tão comuns passam despercebidos ao longo do processo, o que resulta normalmente em perda de investimento ou do possível lucro que podia-se atingir. Aproveitando o gancho, o lucro estimado nunca é exatamente o lucro real, considerar isso é interessante, o problema é que a maior parte dos gestores consideram o lucro estimado do projeto como sendo apenas uma possibilidade sem lembrar que a váriavel pode ser para mais ou para menos.

Tratar o lucro estimado como prioridade é manter o foco naquilo que vai sustentar o projeto, o alvo. Então, leve em consideração e com muita responsabilidade o seu alvo do projeto. Em outros casos, projetos que já estão em funcionamento, com seus procedimentos já formalizados e aparentemente tudo corretamente elaborado, boa parte desses não geram o que podem gerar de faturamento, ou seja, por estar dentro da margem esperada cria-se a cultura do comodismo, aprenda que se você atingiu certo patamar quer dizer que você está pronto para o próximo nível, empreenda dentro de um empreendimento. Aprendi que você deve fazer mais, só que não só isso, deve fazer melhor.

Voltando ao assunto dos riscos – Eu considerei 3 fatores de risco, pois são os mais comuns e em sua grande maioria desconsiderados.

Risco – Fornecimento: Para quem tem um projeto que necessita manter estoque ou receber peças para determinada produção esse risco tem que ser considerado – prioritário, pois qualquer falha neste processo implicará em custos e fará com que o projeto ultrapasse o tempo estimado, o que não é bom. Imagine, você esperando em época festiva, quando as vendas crescem, que seu fornecedor lhe abasteça o estoque como prometido, só que cai no esquecimento que seu fornecedor também prometeu isso para tantos outros, ou irá prometer, então, criar um plano adequado para que o abastecimento de estoque seja feito aos poucos durante os períodos que antecedem a temporada de maior número de vendas poderá resolver seu problema, mais cuidado, planeja corretamente o volume a ser estocado.

Risco – Recursos Financeiros: Tem-se a obrigação de colocar esse risco em pauta desde a concepção da idéia do projeto até sua conclusão, não adianta iniciar bem e no ultimo trimestre de projeto seus recursos se esgotarem por quaisquer que sejam os motivos, seu projeto vai quebrar. Então, uma dica, avalie seus recursos financeiros a cada duas semanas ou a cada etapa se esses são inferiores ao tempo de duas semanas, esse controle poderá servir tanto para solicitar mais recursos como também para melhor utilizar o que se tem. Separe por camadas de necessidades e nestas camadas também separe setores, assim você vai ter uma visão mais nítida da onde aplicar recursos ou qual setor está deficiente e precisa de recursos. Recurso, eu costumo dizer que é o sangue do projeto, é ele que leva consigo os nutrientes necessário para dar vida a cada célula do projeto.

Risco – Recursos Humanos: Nada pior que ao longo do projeto você perder funcionários, sejam eles em setores produtivos ou administrativos, existem gestores que consideram que perder um funcionário do setor de mão de obra não deve ser considerado e somente as negociações com funcionário de ‘alta’ classe devem ser levadas em consideração. Eu já penso diferente, minha linha de raciocínio vai a favor da empresa por completo, ou seja, imagina sua empresa tendo que rescindir contrato e fazer um novo contrato com outro funcionário… Então, acumula trabalho tanto para pesquisa e análise de currículos quanto para o treinamento desse novo profissional, seja treinamento na área ou interno para adaptação na empresa, sempre, repito, sempre, quando se perde um funcionário o substituto demanda tempo para se adaptar, pode gerar desconforto em alguns e necessitar de acompanhamento. Acredito que seu quadro de funcionários só deva mudar se o mesmo não está correspondendo com a empresa, caso contrário, politicas de permanencia e gestão de recursos humanos bem aplicados poderá resolver o problema, tente sempre negociar, tente sempre fazer parte de bons momentos da vida de seus funcionários. Eu digo sempre que funcionário feliz é aquele que pode ver a oportunidade de subir de classe social dentro da empresa que está trabalhando, essa empresa é totalmente beneficiada por um dos melhores sentimentos humanos, o agradecimento.

Até a próxima.

Criticas e sugestões de temas – contato@alpisconsultoria.com.br. Aproveite e leia os outros artigos da série: Os segredos das grandes realizações na web

Wednesday, January 19, 2011
no image

Os segredos das grandes realizações na Web – Pesquisa de Mercado (Parte 03)

Parte 1 e Parte 2

Tipos de pesquisas comuns

Existem algumas situações comuns e tipos de pesquisas utilizadas para elas, vou tentar aqui reunir algumas dessas pesquisas:

Preço de venda e/ou preço de compra – Sua utilidade se dá quando se tem a necessidade de avaliar a viabilidade de um investimento, também para saber quanto poderá cobrar ou de quem poderá comprar. Outra forma de uso dessa pesquisa é para reposicionamento de mercado ou até para comparação entre concorrentes e estudo de avanço de mercado e estratégias.

Market Share – Para quem não está acostumado com o tema o seu significado simples é “participação de mercado”, ou seja, a força ou participação da empresa em determinado território ou mercado. Esse tipo de pesquisa visa medir a força de mercado tanto dos concorrentes como do seu próprio projeto, é excelente pesquisa para criar esforços promocionais, vendas e propagandas. Dá a noção do tipo de terreno que se está pisando e de suas mutações ao longo do tempo. Mas lembre-se guerra de preço é a ultima opção, tente antes agregar valor a sua marca ou produto, bater de frente com os preços é arriscar o faturamento, chegar perto da margem de manutenção e acabar chegando ao vermelho, conte sempre com as três atitudes mágicas do empreendedor, Critique, Duvide e questione. Às vezes seu concorrente tem comprado melhor do que você e isso permite a ele fazer guerra de preço tendo uma margem mais alta que você quando seu produto se igual no preço com o dele, já que o custo de produção foi menor, essa prática comercial é usada em conjunto com as informações geradas pela pesquisa de concorrência.

Potencial de consumo – Simplesmente serve para avaliar se sua idéia ou produto vai vingar se tem futuro ou não no mercado, ou quanto tempo poderá permanecer. Uma boa dica, sempre que tiver uma idéia questione-se: isso servirá em que meu cliente? Esse tipo de pesquisa começa por você.

Satisfação – Pesquisa de satisfação é abrangente, você pode utilizá-la tanto externamente como internamente, ter sucesso no mercado hoje não se trata apenas de vender muito e satisfazer clientes, também é satisfazer seus funcionários, fazer deles divulgadores da marca, impulsionadores de ações que promovam marketing boca-a-boca, para isso serve a pesquisa interna – Lembre-se, funcionário que acredita na idéia da empresa, que é justamente tratado pela empresa ele compra a idéia, divulga a idéia e vende a idéia, não só isso, cria novos interessados que fazem disso um ciclo. Claro, é algo pequeno, mais imagine o poder de mercado que você tem quando sua marca torna-se reconhecida porque seus funcionários acreditam nela, o Google, o Facebook e outras tantas marcas de sucesso usam desse artifício.

Pesquisa de satisfação do cliente é simples, existem diversas formas: SAC, pesquisa de rua, pesquisa dentro do ambiente físico, eventos, enfim, tantas formas de fazer, mas vale ressaltar que esse resultado não deve ser considerado 100%, o que tem interferência humana tem haver com o emocional e o que tem haver com o emocional é inevitavelmente impossível de classificar exatamente como verdade, leve isso em consideração, crie uma margem de erro para esse tipo de pesquisa.

Share-of-mind – Esse tipo de pesquisa visa em união com a Market Share compreende a capacidade de elasticidade do mercado em questão, ou seja, mostra a possibilidade que se tem de trabalhar determinado projeto ou produto em comparação com a concorrência já muito bem posicionada. Ajuda a entender o quanto deve investir em comunicação, divulgação e manutenção de canais de marketing e campanhas. Um exemplo disso foi a Primeira fábrica de Pepsi no Rio Grande do Sul o qual entrou no mercado com uma garrafinha com um valor x de ml o que era mais do que os ml que a Coca-Cola fornecia para seus clientes, só que o detalhe, não era só mais produto, era mais produto e com menor preço. Trocando em miúdos, a Pepsi entrou no mercado fornecendo um novo tipo de embalagem (visibilidade diferenciada – destaque nas prateleiras), maior quantidade de produto por menor preço, fez isso porque seu custo de produção era mais baixo, também, porque a garrafa maior fornecia mais tendência a venda e isso causava giro, mesmo que entradas e saídas de caixa se igualassem naquele momento era ótima estratégia para combater a total dominadora do mercado (Coca-Cola).

Comportamento do consumidor – Seu uso se dá mais em análises de desenvolvimento de produtos, também se pode utilizar para escolha de campanhas de marketing.

Teste – A pesquisa embasada em teste serve para colocar o produto ou serviço Beta no mercado e avaliá-lo sem muitos riscos, permitindo interatividade – Cliente x Produto – o que permite melhor desenvolvimento e planejamento de produtos e serviços.

Até a próxima.

Não se esqueça de enviar assuntos para meu e-mail de contato, terei prazer em fazer um Artigo sobre o assunto desejado.

Wednesday, January 12, 2011
no image

Os segredos das grandes realizações na Web – Pesquisa de Mercado (Parte 01)

Pesquisa de Mercado – Um exemplo simples.

Quero primeiro agradecer aos leitores dos artigos que produzo. Pessoas em busca de conhecimento que eu acabo tendo a oportunidade de ajudar com o pouco que sei. Lembrando que essa série de artigos foi criada justamente para isso: distribuir conhecimento. Para chegar até aqui foi feita uma pequena pesquisa de “Mercado”, de modo simples. Vou relatar o que fiz.

1 – A busca – Observei que faltava uma série de artigos abrangente sobre um determinado tema.

2 – A idéia – Surgiu uma pergunta… Porque ninguém fez isso, ou se fez, porque não tenta espalhar rede a fora?

3 – Decisão – Eu posso dedicar uma parte do meu tempo e fazer isso.

4 – A pesquisa – Pude ver que muitos autores dedicavam-se apenas a TI, outros somente a Marketing e outros em Administração, por fim como Gerente de Projetos acostumado a trabalhar com todas as pessoas que dominam essas distintas áreas, adquiri conhecimento amplo, o que me possibilita distribuí-lo com certeza de que posso ajudar pessoas. Logo também percebi que as buscas eram feitas em grande parte sobre os três temas (TI, ADM e Marketing), também descobri que a maior parte dos interessados estava na classe de novos empreendedores ou, empreendedores com projetos em fase de desenvolvimento. Então concluí que – se procuram algo é porque consideram que alguém o tenha para passar – se não encontram é porque é um segredo ou quase isso – a minha área de atuação é Web e também as pesquisas apontam para essa área – todos buscam no fim é a realização de seus projetos, então, tive a idéia da série – Os segredos das grandes Realizações na Web.

5 – O impulso – Fiz todo o dever de casa, agora faltava a prova real… colocar a mão na massa. Comecei a pesquisar sobre quais temas dentro dessas áreas desejariam inicialmente, já que, se não se chama a atenção no início não se pode mensurar ou imaginar o sucesso do projeto.

6 – A escolha – Comecei a escolher os portais para quais divulgar meus Artigos – onde buscam mais? Onde se concentram esses tantos que quero atingir com essas informações?

7 -  O resultado – Sim, somente após esses passos, depois de divulgar o conteúdo já desenvolvido e começar a fazer alguns esforços de marketing simples e gratuito em redes sociais é que o retorno veio, não falo de dinheiro, pois em nada financeiramente isso me beneficiou, o retorno que falo aqui é a visibilidade, é o prazer de ajudar, a capacidade de compreender as necessidades alheias quando buscam a realização de seus sonhos. Fazer parte disso, fazer parte do conhecimento que uma pessoa leva pela vida toda, mesmo que uma pequena parte dele, isso já me faz FELIZ. Claro que eu não reclamo se gerar frutos financeiros (risos).

No próximo artigo sobre Pesquisa de Mercado vou abordar o assunto de forma mais profissional, algo mais consistente Esse foi apenas um ensaio que serve para abrir a mente e perceber que o complexo pode tornar-se simples, e quem faz isso é você.

Até a próxima.

Não se esqueça de enviar assuntos para meu e-mail de contato (contato@alpisconsultoria.com), terei prazer em fazer um Artigo sobre o assunto desejado.

Thursday, January 6, 2011
no image

Os segredos das grandes realizações na Web – Análise de Ponto de Equilíbrio – Alavancagem Operacional

Como prometido no Artigo anterior desta série de Artigos que auxiliam no processo de empreendedorismo na Web e para aqueles que já empreenderam, estou fazendo a conclusão da Análise de Ponto de Equilíbrio.

Como empreendedor sua meta geral nunca será chegar ao ponto de equilíbrio e sim ultrapassá-los e quem sabe em alta margem de lucro. Por isso vou abordar aqui dois exemplos: o prestador de serviços e o fabricante para exemplificar a “Alavancagem Operacional”.

Alavancagem Operacional está ligada a custos fixos e variáveis, o que são na verdade valores que requerem cuidado especial para posicionamento e momentos decisivos de investimento de um projeto.

O que vamos abordar aqui é o lucro que cada unidade vendida gera após chegarmos ao ponto de equilíbrio.

Alta alavancagem operacional

Alta alavancagem operacional é quando um produto que após algumas centenas de unidade vendidas conseguiu seu ponto de equilíbrio e agora o que vende é subtraído o custo variável e tem-se uma margem de lucro relativamente alta.

Para usarmos de exemplo que tal citar empresas produtoras de Softwares? Legal, estamos usando de exemplo algo mais próximo da nossa área de atuação, então ficará mais fácil compreender.

Os custos fixos neste caso são os custos de amadurecimento da idéia, desenvolvimento, testes e homologação, resultando então em um custo variável de produção conforme demanda de mercado, ou seja, a gravação do Software em uma mídia (CD), ou no armazenamento do software em um servidor para download (hospedagem de dados). Em ambos os casos os custos variáveis de produção (CD ou hospedagem) são baixos comparados ao valor de venda por unidade.

CD = R$0,15 por unidade

Hospedagem = R$0,02 unidade

O custo de venda desse Software é de R$200,00, então:

R$200,00 – R$0,15 (CD) = R$199,85 de contribuição por unidade para o lucro

Assustador, portanto houve um custo de desenvolvimento alto que não podemos esquecer, empreendimento de Alta Alavancagem Operacional normalmente requerem investimentos de desenvolvimento muito altos e de produção mais baixos, o que resulta em margem de lucro muito elevada após atingir o ponto de equilíbrio, só que não podemos esquecer do tempo de permanência/necessidade do produto no mercado.

Baixa Alavancagem Operacional

Logicamente é o contrário da Alta Alavancagem operacional, mais para exemplificar vamos usar uma prestadora de serviços, para ser mais especifico e também falar da nossa área quero usar a minha empresa, a Alpis Consultoria. Empresa que trabalha com consultoria Web e Gerenciamento de projetos. Tive um custo baixo para desenvolver a idéia e o modelo de negócio, isso porque trabalhei e adquiri experiências em outros projetos da área atuando como funcionário e não como prestador de serviços, isso me deu a oportunidade de testar e mesclar idéias e verificar os resultados obtidos com os projetos sem custos e riscos elevados, porém tive que investir em móveis e equipamentos, mesmo que faço uso de um estilo pouco tradicional (no Brasil) de empresa, o Home Office, mas o custo é baixo comparado a outros setores.

Mas meus custos variáveis são elevados para prestação de serviços, por exemplo, a contratação de funcionários, acordo de parcerias, idas e vindas para conclusões de projetos, enfim, custos estes que não se pode mensurar, então podemos entender como setor de baixa alavancagem operacional empresas que seus custos fixos são relativamente baixos e seus custos variáveis são mais elevados, o que faz com que a contribuição para o lucro por unidade do produtos (serviço) vendido seja menor.

Talvez você não compreendeu até aqui a real função desses dois Artigos, ao produzi-los tive um feedback, tanto positivo como negativo, alguns diziam que isso é coisa para ficar em propriedade da consultoria e de administradores, que empreendedores não precisam saber disso, já outros agradeceram e disseram que gostariam de ler mais artigos sobre temas administrativos e de empreendedorismo. Não é fácil agradar gregos e troianos, portanto meu objetivo mais sincero aqui é criar artigos que englobem toda a dinâmica de Empreender na Web. Obrigado a todos, conto com a colaboração de todos os leitores, colaboração esse que seja em forma de crítica, elogios ou sugestões de temas.

Até a próxima.

Não se esqueça de enviar assuntos para meu e-mail de contato (contato@alpisconsultoria.com), terei prazer em fazer um Artigo sobre o assunto desejado.

no image

Os segredos das grandes realizações na Web – Administração – Análise de Ponto de Equilíbrio

Preparem-se porque é um tanto entediante essa leitura, porém, extremamente importante para quem pretende ter sucesso em empreendimentos na web.

Fugindo um pouco da parte mais dinâmica dos assuntos abordados aqui vamos absorver um pouco de conhecimento administrativo que vale ser posto em prática para empreendedorismo Web e até mesmo para quem já está On-line.

Seja para desenvolver um projeto empreendedor ou para ter um poder de decisão menos divergente do resultado desejado, a Análise do Ponto de Equilíbrio é fundamental.

Mas, o que seria a Análise do Ponto de Equilíbrio que estamos comentando? Neste artigo vamos nos manter somente no lado financeiro do projeto. Posso afirmar que esse tipo de análise pode oferecer grande visão de um todo, portanto, ficaremos apenas no financeiro mas surgirão algumas dicas no decorrer da leitura.

A análise de ponto de equilíbrio resulta em saber quando o seu empreendimento terá estrutura financeira para seguir sozinho, se é viável continuar, parar, investir e assim por diante, quando ou quanto deverá investir para tais resultados, enfim, fornece a estimativa de quando ou o que precisa para seu projeto chegar ao equilíbrio financeiro, a grosso modo, quando que ele se paga.

As informações oferecidas pela análise poderão ser usadas como base de decisões estratégicas, como por exemplo: Quanto seus concorrentes estão vendendo, qual a participação de mercado e o quanto você deve desejar vender (dentro de uma lógica). Saber e ser realista sobre sua posição de mercado te faz pisar de forma segura e evolutiva. Não espere sair correndo e vencer seus concorrentes, sair na frente requer tanto investimento quanto preparo para grandes demandas e uma parte dos projetos não tem uma ou outra e a maioria desses não possui ambas. Então, calma, melhor um pequeno lucro do que um grande desastre.

A questão para realizar essa análise é como gosto de falar – A forma mais simples de encontrar a sanidade empreendedora – Quero dizer que, não adianta esperar resultados surpreendentes, o que serve para o crescimento sustentável de um empreendimento é a real situação de mercado, trabalhar com a realidade e claro com expectativas, mas nunca, repito nunca em hipótese alguma trabalhar somente com expectativas. Crie um senso de responsabilidade.

Quando essa análise fornece dados financeiros e de mercado proporciona também a capacidade de deslumbrar o impacto de preço e demanda existentes no mercado de atuação.

Por esses e outros fatores é que defendo que, a documentação administrativa deve existir e ser usada dentro de um empreendimento, principalmente se tratando de Internet já que é um mercado novo, instável e que a qualquer momento pode abrir novas possibilidades como fechar as já existentes. Um mercado onde os terrenos oscilam requer cuidados e profissionalismo. É muito fácil querer dizer que o mercado é superaquecido usando como exemplo internacionais Amazon.com, ou nacionais como NetShoes.com.br, Americanas.com.br ou Submarino.com.br, e te pergunto, quantos você já ouviu como exemplo de falência? Não quer dizer que não existam, quer dizer que o mercado Web está vivendo uma grande exploração, e quando isso ocorre as empresas prestadoras de serviços tendem a querer vender seu peixe vendendo ilusões. Sempre procure saber as garantias prestadas antes de contratar serviços de terceiros.

Uma Análise mostra o equilíbrio quando os totais de investimento e despesas do projeto são igualados pelo retorno, ou o que falta para chegar a esse equilíbrio. Neste momento encontra-se o equilíbrio para questões de posicionamento estratégico, como por exemplo, reduzir o preço do produto/serviço ou não, investimento de marketing para determinada classe social ou se migramos para outra massa de possíveis clientes, qual seu perfil de mercado e qual abordagem usar – Neste caso imagine a Apple tentando vender seus produtos para classes D e E, sendo que sua fatia de mercado está nas classes A e B, existe toda uma realidade analisada de mercado por trás disso, onde os tipos de abordagem para classes sociais são diferenciados, já que suas necessidades e desejos também o são. Esse ponto de equilíbrio permite uma visualização ampla de mercado, diria que permite até mais que isso, permite a tentativa de novos horizontes, já que por vez você já conseguiu o equilíbrio, que é na verdade o desejo de todo empreendedor – Equilibrar um projeto a ponto de poder decidir qual o passo a ser dado para o sucesso, que resumindo podemos dizer – Lucro.

Conceitos de Contabilidade

Agora vem a complexibilidade da questão.

Para entender o ponto de equilíbrio precisamos compreender os conceitos de contabilidade – Custos Fixos, Custos Variáveis e Margem de Contribuição.

Custo Fixo – São custos que todos os meses ou períodos de produção estão na folha de pagamento, despesas e contas a pagar quase que inalteráveis – Custos de salários, alugueis, internet e outros… Portanto esses custos são independentes de quantos serviços ou produtos se produzem ao mês, ou seja, não alteram com tanta relevância mesmo que você tenha produzido ou prestado serviços em escalas diferenciadas, por exemplo, em Janeiro vendeu 10 mil unidades, já em Fevereiro vendeu 30 mil unidades, mesmo assim seu custo de aluguel permanece imutável.Custos variáveis – São custos que dependem de outros fatores, como por exemplo – Comissões, mão de obra externa, investimento em novos locais de produção – Estes são gastos que de acordo com o período ou demanda são variáveis.Margem de Contribuição – É a contribuição dada por cada produto ou serviço prestado para a quitação dos gastos fixo.

Concluímos então que o ponto de equilíbrio nada mais é do que – Custos Fixos em comparação com Margem de Contribuição.

Na prática

Para facilitar o processo desgastante que é a produção de determinadas documentações como esta proposta aqui para melhorar a capacidade de decisão podemos fazer da seguinte forma.

Primeiro, descubra a margem de contribuição, ou seja, o quanto se gasta para fornecer determinado serviço ou demanda de produção. Subtraia os custos variáveis por unidade, em seguida divida os custos totais fixos, ou investimento para o caso de inicio do empreendimento, pela margem de contribuição unitária.

Na prática podemos exemplificar assim – a empresa Alpis está lançando um serviço no mercado Web, esse serviço tem o custo no mercado de R$10.000,00 cada, o custo variável para a Alpis prestar esse serviço para um cliente é de R$5.000,00, para manter a empresa e seus custos fixos mensais terá que ter em investimentos R$50.000,00/mês. Então:

R$10.000,00 – R$5.000,00 = R$5.000,00 (margem de contribuição unitária)

Agora temos o valor de contribuição unitária, assim podemos prosseguir calculando a próxima etapa.

R$50.000,00 (investimento fixo) / R$5.000,00 (margem de contribuição unitária) = 10 unidades/mês.

Simples assim, portanto por ser tão simples e pouco percebido por muito empreendedores temo que não tenham interesse no restante do artigo, então vamos mostrar o valor desse tema que abordo hoje – No que esses dados poderão me ajudar?

Simples, no caso da Alpis percebemos que para manter a empresa e o novo serviço oferecido no mercado deverá vender 10 unidades do serviço por mês para que assim possa estar em equilíbrio, já que neste calculo foi precisamente definido gastos gerais, taxas financeiras e tudo o que antecede a venda de um produto ou serviço para a expectativa x necessidade de mercado.

Tendo em mãos essa Análise pode-se concluir se é ou não viável tal serviço, quanto e quando produzir, como produzir, e quanto que se tem que vender para começar a ter retorno, isso facilita na hora de visualizar brevemente se há ou não lucro em seu empreendimento.

Digamos que, a Alpis vendeu neste mês 11 serviços, então olhando isso temos noção de que houve um lucro de R$5.000,00.

Até aqui usamos um exemplo simples com valores básicos para que os cálculos não fossem de difícil assimilação, mas claro que todo empreendimento necessita saber qual é seu ponto de equilíbrio, mas não só saber como também chegar e mais diretamente – lucra após alcançar o equilíbrio. Lembrando que, conforme demanda de mercado existem necessidades de adaptação e renovação do cálculo, ou seja, imagine que a Alpis conquiste o mercado e logo tenha que alugar um outro escritório, esse custo tem que ser absorvido no calculo e gerado um novo valor de quantos serviços mensais será necessário para o ponto de equilíbrio ser atingido.

Viram como é eficiente essa Análise, pontos críticos de um projeto que aparentemente é perfeito podem aparecer em uma análise como essa, que demanda apenas conhecer os custos operacionais, para chegar à conclusão final – Viável ou Não-Viável.

Para o próximo artigo vou tratar de uma abordagem para o tema – Alavancagem Operacional, e assim concluirmos esse tema administrativo.

Até a próxima.

Não se esqueça de enviar assuntos para meu e-mail de contato (contato@alpisconsultoria.com), terei prazer em fazer um Artigo sobre o assunto desejado.

Thursday, December 23, 2010
no image

Os segredos das grandes realizações na Web – Investimento On-line (Parte 02)

Leia a parte 1 desta série. Abaixo segue a continuação…

Existem muitos modelos de contratos usados para acordos comerciais entre prestador de serviços e cliente. Na Web os mais comuns são: Fee e Job

Por Fee:

O Contrato de Serviço estabelecido por Fee é o contrato mensal que abrange criação, divulgação e manutenção, as vezes apenas uma ou outra característica das mencionadas. Esse modelo é viável para empresas que desejam manter o mesmo padrão ou apenas alterações no percorrer do processo criativo, até mesmo em alguns casos inovadores. A vantagem principal desse modelo de contrato é a eliminação do processo de amadurecimento da idéia de quem é o cliente e de como alcançá-lo, enfim, faz com que não se necessite gastar tempo e dinheiro sempre que uma nova idéia seja colocada em pauta. Elimina inúmeras etapas de todo o processo.

Clientes desse modelo de contrato são considerados clientes de base, são os clientes que obtêm maior atenção, pelo motivo de serem estes os que mantêm as portas das agencias e prestadoras de serviços abertas, são estes que fazem o fluxo de caixa e mantém a empresa ativa. Por esse motivo são estes também os que conseguem melhor negociar os valores de serviços extras ou de novos modelos de planejamento. Detém o poder de negociação.

Por Job:

Simplesmente um contrato por ação, desenvolvimento e sem garantias de manutenção ou reestruturação sem que se tenha a necessidade de um novo contrato.

Esse modelo define limitações e restrições na conclusão do serviço, cabendo apenas ao cliente solicitar outro serviço posterior a esse. Manter alguns serviços na Web necessitam de consultoria ou administração profissional, nesses casos o ideal é a contratação por Fee. Caso sua necessidade seja apenas de uma campanha isolada será interessante a contratação por Job. Outra utilidade desse modelo é o teste que pode ser feito em uma agencia ou prestadora de serviço antes de uma contratação por Fee, para avaliar e mensurar o valor do investimento e resultado.

Agora que compreendemos duas das formas mais usuais de contratos estabelecidos entre cliente e fornecedor de serviços, fica mais simples a criação de um planejamento de investimento Web.

Até a próxima.

Não esqueça de enviar assuntos para meu e-mail de contato (contato@alpisconsultoria.com), terei prazer em fazer um Artigo sobre o assunto desejado.

no image

Os segredos das grandes realizações na Web – Quem é o Consumidor On-line?

Quem é o Consumidor On-line?

Quando pensamos em Marketing logo nos lembramos de clientes, consumidores e pessoas a receberem aquela informação ou propaganda que queremos divulgar. Porém, nem sempre é fácil compreender – Quem é o Consumidor On-line.

Para melhor entender o que quero esclarecer aqui, devemos verificar as múltiplas possibilidades que a Internet nos proporciona para o desenvolvimento de campanhas, só que muitos consideram que o inicio de suas campanhas devem partir da escolha do tipo de mídia a ser utilizada. Eu considero que essa forma de pensar seja um “tiro no escuro”, pois não estamos inicialmente especificando qual público queremos atingir e aí sim decidir qual a mídia que esse público está mais vulnerável. Não são todas as mídias que pessoas nos grupos sociais da Classe C tem oportunidade de visualizar na Web. Apesar de boa parte dessa classe obter acesso a internet, nem sempre possuem máquinas com processamento de dados capaz de fazer rodar uma campanha em um formato de mídia menos tradicional, que necessita de mais recursos para ser visualizada.

Entender para qual grupo ou classe de pessoas o seu produto deve ser divulgado é o passo inicial a ser dado para que a sua campanha maximize resultados.

Falando sobre classes sociais, podemos dizer que a força futura das vendas na Web está no poder das massas, o poder das Classes A e B estão migrando a principio para a Classe C e aos poucos para a Classe D também, porque não dizer que a facilidade ao crédito e a queda dos preços virtuais, em comparação aos de lojas físicas, fazem com que esse público desperte para essa nova (não tão nova) forma de consumo eficiente e econômico.

Encontrar novos mercados, produtos ou opções para ações requer feeling. Esse termo (feeling) é para mim muito especial, pois, define a capacidade sensitiva de um profissional em sua área. Particularmente minha preferência é de trabalhar com pessoas com feeling do que com as de muito conhecimento e pouca sensibilidade. O mercado hoje é sensível e transmite emoções deixando visível a olho nu suas necessidades. Não é mais permitido perder oportunidades, se você as perde seu concorrente as aproveita. Essa é a pura realidade, um exemplo é o e-commerce, quem não entrar cedo estará perdendo espaço. Outro exemplo, o Mobile Marketing, aparentemente tão pequeno para se dar atenção, mas com números assustadores para mensurar o seu real crescimento e maturidade. O mercado está disponível para todos, somente os mais sensíveis a ele sobrevivem.

A vulgarização do tema Nicho de Mercado

Tratar Classes Sociais como nichos de mercado é suscetível a erro. Nicho de mercado pode-se definir como um produto inserido dentro de uma expectativa de compra ou uma série de consumidores e não exclusivamente dizer que a Classe X ou Y é seu nicho de mercado. Separar o seu produto (oferta), seu campo de atuação (nicho) e seu consumidor (classes) em suas campanhas facilita na escolha das mídias, do orçamento, e da mensuração dos resultados.

Entender a Classe C,D e E como nicho de mercado é dar uma olhada superficial ao tamanho das possibilidades reais escondidas em meio ao mercado das massas. De cada 4 brasileiros conectados na Internet que estão suscetíveis as propagandas, 3 estão entre as classes C, D e E.

Possuem uma pequena força econômica, portanto quando um grupo dentro dessas classes se destaca como consumidores de uma marca e sua experiência com essa marca é boa eles se tornam anunciantes fiéis de seus produtos ou serviços fazendo com que seus amigos, familiares ou conhecidos tornem-se também consumidores e divulgadores da marca. Trabalhar a experiência de uso que essas classes têm com seu mercado é essencial para a sobrevivência de quem pretende investir nesse campo fértil. É cíclico, e renovado a cada nova introdução de marca no mercado, essa ação é constante, de forma que no máximo sofre alguma mutação na forma em que se comunicam, informam e dão vida a marca ou morte no caso das que não aprovam, são capazes de escolher entre o melhor custo beneficio, criam um mercado competitivo para as marcas, produtoras ou prestadoras de serviços, fazem com que tudo que gira em torno da criação de um novo produto sejam ligeiramente ligados às suas necessidades, na verdade, criar um produto sem que seja feito uma analise de campo e necessidade para assim avaliar uma quantidade de consumidores aproximada é fora de questão. Amadorismo completo.

Investimentos

É comum vermos as classes economicamente mais sustentáveis iniciarem a “degustação” de novos serviços, mesmo aqueles não oferecidos diretamente a eles, mas que de certa forma os impressiona.

Isso ocorre porque normalmente ao iniciar uma campanha de um produto são as classes A e B que estão mais ativas, são eles que permanecem (por enquanto) por um período mais prolongado diante do computador em horários estratégicos, são eles também que estão mais informados sobre novidades e que tem uma comunicação mais eficaz e tecnologicamente evoluída.

Portanto, nem sempre os produtos que iniciam sua aprovação nas Classes A e B permanecem nelas, por exemplo, o serviço do Site de relacionamentos Orkut, inicialmente uma Febre entre as Classes A e B, foi invadido pelas Classes C, D e E. Hoje, dominado pelas Classes B, C, D e E o Orkut perde espaço para o Facebook, que já absorve grande parte da Classe A e estão recebendo a Classe B e alguns curiosos da Classe C, isso a nível Brasil. Portanto, como a proposta do Facebook é menos simples para assimilação, a probabilidade de que essa Rede Social torne-se a nova queridinha do Brasil é pouco provável, um estilo mais Americano de ser, algo menos comum e não tão simples para muitos de se manter atualizado faz com que a proposta do Facebook no Brasil seja classificada como serviço para Classes A e B, sendo que também para alguns da Classe C que estão mais conectados e procuram sempre por novidades.

Não estou aqui fazendo comparações absurdas, estou mostrando que existem serviços que se adaptam e outros que já estão criados para não se adaptarem a todas as classes, serviços que chamo de seletivos. Se concordo com isso ou não, não é a questão no momento, como profissional tenho que dar ênfase a existência e a importância de se estudar em até que ponto seu produto ou serviço pode desenvolver curiosidade e necessidade das classes e que classes são ou serão essas.

Seus clientes estão onde há uma necessidade ou razão para existência do seu produto, não se assuste se em um planejamento feito de forma lúcida for avaliado que seu produto será destinado para Classes D e E, ou para Classes A e B, ou quem sabe somente para uma classe como por exemplo a Classe C. Entender com qual público seus esforços vão buscar resultados é importante para seu crescimento e sustento no mercado On-Line.

Até a próxima.

Não se esqueça de enviar assuntos para meu e-mail de contato (contato@alpisconsultoria.com), terei prazer em fazer um Artigo sobre o assunto desejado.

no image

Os segredos das grandes realizações na Web – Investimento On-line (Parte 02)

Leia a parte 1 desta série. Abaixo segue a continuação…

Existem muitos modelos de contratos usados para acordos comerciais entre prestador de serviços e cliente. Na Web os mais comuns são: Fee e Job

Por Fee:

O Contrato de Serviço estabelecido por Fee é o contrato mensal que abrange criação, divulgação e manutenção, as vezes apenas uma ou outra característica das mencionadas. Esse modelo é viável para empresas que desejam manter o mesmo padrão ou apenas alterações no percorrer do processo criativo, até mesmo em alguns casos inovadores. A vantagem principal desse modelo de contrato é a eliminação do processo de amadurecimento da idéia de quem é o cliente e de como alcançá-lo, enfim, faz com que não se necessite gastar tempo e dinheiro sempre que uma nova idéia seja colocada em pauta. Elimina inúmeras etapas de todo o processo.

Clientes desse modelo de contrato são considerados clientes de base, são os clientes que obtêm maior atenção, pelo motivo de serem estes os que mantêm as portas das agencias e prestadoras de serviços abertas, são estes que fazem o fluxo de caixa e mantém a empresa ativa. Por esse motivo são estes também os que conseguem melhor negociar os valores de serviços extras ou de novos modelos de planejamento. Detém o poder de negociação.

Por Job:

Simplesmente um contrato por ação, desenvolvimento e sem garantias de manutenção ou reestruturação sem que se tenha a necessidade de um novo contrato.

Esse modelo define limitações e restrições na conclusão do serviço, cabendo apenas ao cliente solicitar outro serviço posterior a esse. Manter alguns serviços na Web necessitam de consultoria ou administração profissional, nesses casos o ideal é a contratação por Fee. Caso sua necessidade seja apenas de uma campanha isolada será interessante a contratação por Job. Outra utilidade desse modelo é o teste que pode ser feito em uma agencia ou prestadora de serviço antes de uma contratação por Fee, para avaliar e mensurar o valor do investimento e resultado.

Agora que compreendemos duas das formas mais usuais de contratos estabelecidos entre cliente e fornecedor de serviços, fica mais simples a criação de um planejamento de investimento Web.

Até a próxima.

Não esqueça de enviar assuntos para meu e-mail de contato (contato@alpisconsultoria.com), terei prazer em fazer um Artigo sobre o assunto desejado.

Wednesday, December 22, 2010
no image

Os segredos das grandes realizações na Web – Investimento On-line (parte 01)

Como dizer que não há possibilidade de realizar bons negócios na Internet de hoje? Impossível, existem lojas de artigos comuns vendendo pelo Twitter, micro lojas no FaceBook, construtoras fechando bons negócios também via redes sociais, enfim, um grande mundo de oportunidade nessa janela chamada Internet, basta olhar com atenção através dela que poderemos observar que lá, tudo é possível.

Com investimentos reais impulsionados pela grande participação de consumidores em redes sociais e canais de comunicação dentro do ambiente web, essa forma de obter resultados lucrativos vem se potencializando.

Quem não entrar no mercado enquanto ele ainda pode absorver e amadurecer sem exigir grandes esforços e investimentos gigantescos, vai ter que abrir mão do seu espaço ou de seu investimento para tentar uma pequena fatia do bolo dessa festa.

Investir em ações no universo digital tem como principal agente a capacidade de divulgar a permanência da sua marca na Web, por exemplo, em uma boa parte das campanhas de Adwords a proposta não é somente aparecer como principal resultado na busca no Google e sim fazer com que após acessar seu Site a experiência de navegação seja tão atraente que seu possível cliente não necessite mais do Google para acessar seu site, e sim fazer com que ele entenda que ali, no seu Site, ele encontra o profissionalismo e respeito pelo cliente que ele tanto procura. Fazer com que ele se lembre da sua marca e do seu domínio ao invés de procurar algo no Google, isso é o que considero cliente real, os que acessam diretamente a sua marca.

Nesse caso específico as campanhas de Adwords funcionam como uma porta de entrada para uma fantástica experiência de navegação proporcionada por uma empresa realmente preocupada com seus clientes. Perguntar se isso dá resultado é a mesma coisa que ter que aprender os princípios básicos de se trabalhar com Internet. É trabalhar a expectativa do cliente e encontrar nela a sua oportunidade.

Em falar de trabalhar com Internet, tem gente que acha ser simples fazer as coisas acontecerem na Web, consideram que porque ela existe e nela encontram-se uma multidão de pessoas seu produto ou serviço vai estar visível. A realidade vai muito além, sim a Web concentra uma multidão, portanto estão dispersas, prontas para receber informações sólidas e valiosas. Mas como e quando encontrar esse consumidor?

Investimento no universo digital requer cautela, primeiro para não cair na pegadinha que já está mais que sem graça do “sobrinho” que faz sites, do amigo do amigo que aprendeu a mexer no FireWorks em uma vídeo aula do Youtube, ou no gerente de e-commerce (essa é boa) formado por YouTube, por “achismo” ou por tentativa e erro. Esses existem aos montes, não que sejam uma ameaça, na verdade poucos de nós começamos fora dessa realidade, o problema é que pelo menos nesse período do nosso amadurecimento profissional fomos íntegros de não oferecer serviços profissionais sem na verdade ter competência para isso.

Não considero formação como ponto decisivo. Não, por também não ser formado e minha opção por parar minha faculdade de direito para me lançar ao mundo da Internet foi totalmente saudável, hoje pretendo sim uma formação, mas não tê-la em nada me impede de trazer resultados mais que satisfatórios para meus clientes. Conheço aos montes autodidatas com quem tive oportunidade de trabalhar que são mais competentes e apaixonados por seus trabalhos do que muitos formados que ficam estagnados. O segredo profissional é a paixão. Observe a paixão pelo trabalho, se trata o trabalho com carinho, se investe em um bom ambiente, bons livros, bom conhecimento, se está atento a realidade do mercado, fique de olho em tudo sobre esse profissional.

Para não cair nessas armadilhas uma boa dica que eu posso dar é: pergunte-se, será que esse “profissional” já trabalhou em um projeto antes? O que ele fez? Como fez?

Contratar serviços web não é simples e necessita seriedade. Também existem estilos de consultoria ou administração diferenciados, por exemplo, minhas consultorias são feitas em sua grande maioria através de contatos via Internet, procuro assim ser o mais flexível possível para realizar um bom trabalho. Mantenho-me informado e o cliente recebendo as mesmas informações, porém reescritas de uma forma de fácil compreensão. Existem outros que se dão melhor presencialmente, consideram que trabalhar totalmente com Internet não é o ideal. Começam nesses detalhes as características profissionais que quem vai investir tem que se ater para não contratar equivocadamente um serviço em grande parte profissional mas que não lhe agrada em sua forma de agir.

Estilos de trabalho também podem resultar em um melhor aproveitamento do investimento feito.

Na próxima parte irei comentar sobre as formas de contratos mais usadas na hora da contratação de serviços Web.

Até a próxima.

Não esqueça de enviar assuntos para meu e-mail de contato (contato@alpisconsultoria.com), terei prazer em fazer um Artigo sobre o assunto desejado.

Tuesday, December 21, 2010
no image

Os segredos das grandes realizações na Web – Pesquisa On-line (Parte 03)

Leia a parte UM e DOIS da série. Continuação abaixo…

Sites de Busca

Para usá-los com eficácia faça previamente uma relação de palavras chaves sobre seu produto ou mercado. Procure segmentar, procure ser óbvio, pois esse é o momento que você poderá observar a sua concorrência e como ela se posiciona no Marketing Digital de busca orgânica (SEM) e também quais são os sites que linkam ou falam com mais relevância sobre seu concorrente.

Fóruns

Aqui as informações são inúmeras, porém, também são inúmeros os fóruns que tratam do mesmo assunto. Para não ter erros centralize seus esforços em dois ou três que traduzam a realidade esperada nessa pesquisa, quantidade de visitantes, quantidade de discussões sobre o tema da pesquisa e relevância.

Esse momento demanda tempo para uma profunda análise, use o campo de busca que os fóruns tem para agilizar o processo, pesquise sobre sua marca, sobre a concorrência e sobre seu produto ou mercado. Relacione os questionamentos e as respostas do fórum de uma forma que consiga compreender depois. Eu pessoalmente uso planilhas eletrônicas para esse procedimento, e preparo os campos da mesma de uma forma que para mim sejam mais eficazes e que mostrem claramente as respostas que busco sobre as questões que são importantes naquele momento.

Essa planilha poderá servir posteriormente para comparar a eficácia da campanha quando estiver no ar.

Redes Sociais

A febre do momento no mercado Eletrônico. Elas representam uma forma barata e eficaz de Marketing, porém uma forma mais inteligente de pesquisa é o uso inicial dessa ferramenta. Em sua grande maioria tem-se a possibilidade de criar comunidades de perfis que se interessam naquele produto/marca e que internamente falam sobre o mesmo e fazem um pequeno fórum. Da mesma forma que foi feita a pesquisa dos Fóruns você poderá segmentar os resultados em uma planilha para posterior conferência.

Mais lembre-se, foque nas comunidades que tenham mais participantes e relevância em suas discussões.

Blogs

Blogs permitem que haja interatividade entre consumidor e fornecedor, permitem uma melhor compreensão de determinados critérios dos consumidores para concretizar uma compra ou torna-se fiel à causa de sua empresa.

Procure por Blogs do seu mercado de atuação, procure informações sobre ele, verifique sua relevância para os buscadores (Google, Yahoo…) e após isso observe os comentários que se relacionam ao seu produto ou mercado.

O momento em que o lobo se veste de lebre

Comparar o que a concorrência faz e quais as brechas que elas permitem para você atuar faz com que sua campanha possa ser mais agressiva e resulte em sucesso.

Compreenda o que estão fazendo, como reagem às críticas, como atendem às dúvidas e necessidades de seus consumidores, enfim, crie o hábito de ser cliente de sua concorrência. Eu mesmo muitas vezes compro serviços de outros concorrentes para examiná-los e compreender como pensam e como reagem a pressão de um cliente ou do mercado. Esse é o momento em que a pesquisa precisa de um envolvimento pessoal baseado em seus gostos e por que não trazer para esse momento os gostos de seus consumidores e encarnar um personagem criado a partir de todo o resultado das pesquisas anteriores, já que seu concorrente está diretamente ligado a esse perfil de cliente, ele vende para o seu público, nada mais interessante de saber como ele pretende fazer isso ou melhor como ele está fazendo isso.

Achou que para conquistar um mercado era simplesmente entrar no mercado?

Horrível engano meu caro, o mercado é terra minada, parte dessas minas escondidas e posicionadas por seus concorrentes que fizeram mal aos clientes do mesmo mercado que você pretende atuar, tornando os clientes menos sensíveis as práticas de marketing diversas, amedrontados com as más experiências oferecidas por produtos e serviços de baixa qualidade ou pela falta de respeito e ética comercial. Eu sofro muitas vezes com esse tipo de minas plantadas por outros “Consultores” de E-commece, “Gerentes” de Projetos, “Profissionais” de Marketing Digital que no meu ramo de atuação fizeram uma baderna desenfreada dizendo-se especialistas em uma área delicada como essa e trazendo a ilusão de sucesso de um determinado projeto que resultou em perdas financeiras e motivacionais de muitos empreendedores, que por sua vez não mais flexíveis as mudanças que agora sim são necessárias para levantar seus respectivos comércios e empreendimentos.

Vejo muitas lojas Virtuais não alcançarem o resultado esperado ou até conseguirem um certo êxito, porém, estagnadas nesse patamar quando na verdade poderiam chegar mais longe do que estão simplesmente porque quem prestou ou presta consultoria, ou gerencia, ou faz e administra as campanhas de Marketing Digital para esses empreendimentos não possuem realmente um Feeling de mercado, uma carga de experiência diversificada e sequer talento para o mercado em que se propõem prestar serviços.

Não digo aqui que um profissional na área de comércio eletrônico é exatamente aquele profissional de TI, ou Administrador ou quem sabe da área contábil, mas na verdade, o que interessa é qualidade e a capacidade de desenvolver alternativas inteligentes em momentos de crise.

O mercado On-line tem uma característica única que o diferencia das demais formas de comércio: ele cresce e modifica-se em uma velocidade absurdamente incompreensível aos outros modelos de comércio, ele é exclusivamente feito por pessoas e suas opiniões e não por empresas e o que elas falam de si mesmas, esse mercado é apaixonante por ser diferente, por trazer tantos desafios para o dia-a-dia.

A melhor dica desse artigo é – Tenha critérios bem identificáveis para seus clientes, faça-os entender que o respeito é característica essencial de sua marca e que a ética e a paixão acompanham seu empreendimento desde do inicio. Faça-o compreender que você é um bem necessário e que comprometesse em ser uma experiência feliz e saudável – benéfica em sua totalidade.

Quer ser respeitado por seu consumidor? Então o respeite, dessa forma sua marca terá apoiadores gratuitos. A melhor mídia – o boca-a-boca da Web. Perpetue sua marca ou seu produto conscientemente e de forma eficaz através de seus clientes.

Concluimos aqui o primeiro capítulo da série – Os segredos das grandes realizações na Web – Leia a parte UM e DOIS da série para um entendimento completo.

Até a próxima

no image

Os segredos das grandes realizações na Web – Pesquisa On-line (Parte 02)

Leia a parte 1 desta série e leia abaixo a continuação…

Algumas dicas exemplificadas…

Entenda que seu cliente vai ser o porta-voz da sua marca, seja para bem ou não.Entenda que fabricar um produto de qualidade não é mais uma alternativa e sim uma obrigação! Seu produto vai ser comentado, criticado e talvez recomendado. Tudo dependerá de seu respeito pelo consumidor.A ética comercial tem um peso de ouro para seus consumidores. Respeito pelo consumidor está se tornando raro e por tanto precioso, os consumidores estão percebendo isso e exigindo respeito. Fazendo uma total mudança no mercado.

Vimos uma breve crítica, uma breve introdução e algumas dicas (acima) para que depois de aplicadas possamos começar corretamente nossos procedimentos de Pesquisa On-line.

Pesquisar, quem nunca pesquisou? Pesquisamos desde pequenos no primário, pesquisamos sobre assuntos diversos e de nossos interesses ou de outros e pesquisamos principalmente antes de tomarmos decisões.

Entenda que seu cliente pesquisa sobre você antes de considerá-lo um bom produto para aquisição, então, porque não pesquisar seu cliente também, entender o que ele pensa, fala e como age até o momento da compra e suas necessidades no pós venda.

Vejamos. Existem milhões de possíveis consumidores para seus produtos e serviços, inúmeras formas eficazes e ineficazes de obter respostas e tantas outras maneiras de acumular informações sem filtros, mas será que isso é pesquisa ou apenas acumulo de informações?

Pesquisa no Marketing On-line nada mais é que segmentar um público alvo, capturar sua mente e suas ações, estudá-lo por completo e assumir posições de mercado estrategicamente para perpetuar seu produto/serviço e/ou marca.

Vamos ao que interessa. Quem não sabe o que é Nicho de Mercado está nadando contra a correnteza, entender para onde o mercado segue e como deve atuar é essencial. Uma dica de leitura simples mais muito importante é o Livro The Long Tail, que mergulha no que é exatamente o comércio eletrônico e seus nichos de atuação. Leia com atenção caso ainda esteja sentindo-se perdido nesse mercado tão abrangente e com inúmeras possibilidades e caminhos.

Nossa pesquisa tem que segmentar nosso público alvo. Para isso, criar perfis imaginários pode ajudar no momento inicial dessa pesquisa, imagine quem tem interesse em seu produto, por exemplo:

– Uma fábrica de dentaduras não irá obviamente criar um perfil de consumidor entre 5 e 28 anos, não que deixe de atender esse mercado em seus casos isolados de necessidade, porém segmentar um público alvo é procurar primeiramente a faixa etária em que se concentram a massa de consumidores mais ativos do seu mercado.

Outra característica desse perfil inicial são os hábitos, por exemplo:

– Um site de compras coletivas detém um certo campo de atuação, está focado em oferecer seus serviços e espaço publicitário para comércios de determinadas cidades, portanto para que possa dar uma estatística comercial e um plano de ação para seus clientes esse site tem a necessidade de fazer uma pesquisa On-line, uma boa forma de se fazer isso após o site no ar é oferecer brindes e vale-compras para os clientes já cadastrados que indicarem o site para o maior número de pessoas que por indicação se cadastrarem, nesse cadastro irá aparecer a opção de endereço para ser preenchida, assim criando um banco de dados capaz de mensurar quais as  cidades com o maior público cadastrado de forma que os serviços das empresas físicas daquela cidade possam entrar na vitrine desse modelo de negócio, sendo assim vantajoso para ambas as partes.

Criamos então perfis de Clientes contendo idade e a localização dos mesmos, porém, porque não observar a realidade de nosso produto? Esse produto pode ser para uso de ambos os sexos ou exclusivamente para mulheres como roupas íntimas, por exemplo, ou para homens como um novo pós barba.

Até aqui você terá então imaginado um perfil de cliente com seus hábitos correspondentes a seu produto.

Agora iremos capturar a mente desse cliente, para isso, precisamos entender o que estamos oferecendo. Digamos que oferecemos roupas de cama. Esse é um produto mais procurado por mulheres do que por homens, então:

Onde estão nossas consumidoras em potencial?O que elas pensam?Como agem antes da compra?Qual sua preferência?O que falam das marcas?Como comparam as marcas?Como criam interesse de compra?

Temos que responder todas essas perguntas e agora entra a Pesquisa On-line por completo, em sua forma mais abrangente.

Nossas ferramentas serão Sites de Busca (Google, Yahoo, Bing e outros), fóruns sobre produtos similares, redes sociais e suas comunidades sobre o assunto e blogs formadores de opiniões.

Esse Artigo continua na próxima edição da série…

Até a próxima.

Thursday, December 16, 2010
no image

Os segredos das grandes realizações na Web – Pesquisa On-line (Parte 03)

Leia a parte UM e DOIS da série. Continuação abaixo…

Sites de Busca

Para usá-los com eficácia faça previamente uma relação de palavras chaves sobre seu produto ou mercado. Procure segmentar, procure ser óbvio, pois esse é o momento que você poderá observar a sua concorrência e como ela se posiciona no Marketing Digital de busca orgânica (SEM) e também quais são os sites que linkam ou falam com mais relevância sobre seu concorrente.

Fóruns

Aqui as informações são inúmeras, porém, também são inúmeros os fóruns que tratam do mesmo assunto. Para não ter erros centralize seus esforços em dois ou três que traduzam a realidade esperada nessa pesquisa, quantidade de visitantes, quantidade de discussões sobre o tema da pesquisa e relevância.

Esse momento demanda tempo para uma profunda análise, use o campo de busca que os fóruns tem para agilizar o processo, pesquise sobre sua marca, sobre a concorrência e sobre seu produto ou mercado. Relacione os questionamentos e as respostas do fórum de uma forma que consiga compreender depois. Eu pessoalmente uso planilhas eletrônicas para esse procedimento, e preparo os campos da mesma de uma forma que para mim sejam mais eficazes e que mostrem claramente as respostas que busco sobre as questões que são importantes naquele momento.

Essa planilha poderá servir posteriormente para comparar a eficácia da campanha quando estiver no ar.

Redes Sociais

A febre do momento no mercado Eletrônico. Elas representam uma forma barata e eficaz de Marketing, porém uma forma mais inteligente de pesquisa é o uso inicial dessa ferramenta. Em sua grande maioria tem-se a possibilidade de criar comunidades de perfis que se interessam naquele produto/marca e que internamente falam sobre o mesmo e fazem um pequeno fórum. Da mesma forma que foi feita a pesquisa dos Fóruns você poderá segmentar os resultados em uma planilha para posterior conferência.

Mais lembre-se, foque nas comunidades que tenham mais participantes e relevância em suas discussões.

Blogs

Blogs permitem que haja interatividade entre consumidor e fornecedor, permitem uma melhor compreensão de determinados critérios dos consumidores para concretizar uma compra ou torna-se fiel à causa de sua empresa.

Procure por Blogs do seu mercado de atuação, procure informações sobre ele, verifique sua relevância para os buscadores (Google, Yahoo…) e após isso observe os comentários que se relacionam ao seu produto ou mercado.

O momento em que o lobo se veste de lebre

Comparar o que a concorrência faz e quais as brechas que elas permitem para você atuar faz com que sua campanha possa ser mais agressiva e resulte em sucesso.

Compreenda o que estão fazendo, como reagem às críticas, como atendem às dúvidas e necessidades de seus consumidores, enfim, crie o hábito de ser cliente de sua concorrência. Eu mesmo muitas vezes compro serviços de outros concorrentes para examiná-los e compreender como pensam e como reagem a pressão de um cliente ou do mercado. Esse é o momento em que a pesquisa precisa de um envolvimento pessoal baseado em seus gostos e por que não trazer para esse momento os gostos de seus consumidores e encarnar um personagem criado a partir de todo o resultado das pesquisas anteriores, já que seu concorrente está diretamente ligado a esse perfil de cliente, ele vende para o seu público, nada mais interessante de saber como ele pretende fazer isso ou melhor como ele está fazendo isso.

Achou que para conquistar um mercado era simplesmente entrar no mercado?

Horrível engano meu caro, o mercado é terra minada, parte dessas minas escondidas e posicionadas por seus concorrentes que fizeram mal aos clientes do mesmo mercado que você pretende atuar, tornando os clientes menos sensíveis as práticas de marketing diversas, amedrontados com as más experiências oferecidas por produtos e serviços de baixa qualidade ou pela falta de respeito e ética comercial. Eu sofro muitas vezes com esse tipo de minas plantadas por outros “Consultores” de E-commece, “Gerentes” de Projetos, “Profissionais” de Marketing Digital que no meu ramo de atuação fizeram uma baderna desenfreada dizendo-se especialistas em uma área delicada como essa e trazendo a ilusão de sucesso de um determinado projeto que resultou em perdas financeiras e motivacionais de muitos empreendedores, que por sua vez não mais flexíveis as mudanças que agora sim são necessárias para levantar seus respectivos comércios e empreendimentos.

Vejo muitas lojas Virtuais não alcançarem o resultado esperado ou até conseguirem um certo êxito, porém, estagnadas nesse patamar quando na verdade poderiam chegar mais longe do que estão simplesmente porque quem prestou ou presta consultoria, ou gerencia, ou faz e administra as campanhas de Marketing Digital para esses empreendimentos não possuem realmente um Feeling de mercado, uma carga de experiência diversificada e sequer talento para o mercado em que se propõem prestar serviços.

Não digo aqui que um profissional na área de comércio eletrônico é exatamente aquele profissional de TI, ou Administrador ou quem sabe da área contábil, mas na verdade, o que interessa é qualidade e a capacidade de desenvolver alternativas inteligentes em momentos de crise.

O mercado On-line tem uma característica única que o diferencia das demais formas de comércio: ele cresce e modifica-se em uma velocidade absurdamente incompreensível aos outros modelos de comércio, ele é exclusivamente feito por pessoas e suas opiniões e não por empresas e o que elas falam de si mesmas, esse mercado é apaixonante por ser diferente, por trazer tantos desafios para o dia-a-dia.

A melhor dica desse artigo é – Tenha critérios bem identificáveis para seus clientes, faça-os entender que o respeito é característica essencial de sua marca e que a ética e a paixão acompanham seu empreendimento desde do inicio. Faça-o compreender que você é um bem necessário e que comprometesse em ser uma experiência feliz e saudável – benéfica em sua totalidade.

Quer ser respeitado por seu consumidor? Então o respeite, dessa forma sua marca terá apoiadores gratuitos. A melhor mídia – o boca-a-boca da Web. Perpetue sua marca ou seu produto conscientemente e de forma eficaz através de seus clientes.

Concluimos aqui o primeiro capítulo da série – Os segredos das grandes realizações na Web – Leia a parte UM e DOIS da série para um entendimento completo.

Até a próxima

Wednesday, December 15, 2010
no image

Os segredos das grandes realizações na Web – Pesquisa On-line (Parte 02)

Leia a parte 1 desta série e leia abaixo a continuação…

Algumas dicas exemplificadas…

Entenda que seu cliente vai ser o porta-voz da sua marca, seja para bem ou não.Entenda que fabricar um produto de qualidade não é mais uma alternativa e sim uma obrigação! Seu produto vai ser comentado, criticado e talvez recomendado. Tudo dependerá de seu respeito pelo consumidor.A ética comercial tem um peso de ouro para seus consumidores. Respeito pelo consumidor está se tornando raro e por tanto precioso, os consumidores estão percebendo isso e exigindo respeito. Fazendo uma total mudança no mercado.

Vimos uma breve crítica, uma breve introdução e algumas dicas (acima) para que depois de aplicadas possamos começar corretamente nossos procedimentos de Pesquisa On-line.

Pesquisar, quem nunca pesquisou? Pesquisamos desde pequenos no primário, pesquisamos sobre assuntos diversos e de nossos interesses ou de outros e pesquisamos principalmente antes de tomarmos decisões.

Entenda que seu cliente pesquisa sobre você antes de considerá-lo um bom produto para aquisição, então, porque não pesquisar seu cliente também, entender o que ele pensa, fala e como age até o momento da compra e suas necessidades no pós venda.

Vejamos. Existem milhões de possíveis consumidores para seus produtos e serviços, inúmeras formas eficazes e ineficazes de obter respostas e tantas outras maneiras de acumular informações sem filtros, mas será que isso é pesquisa ou apenas acumulo de informações?

Pesquisa no Marketing On-line nada mais é que segmentar um público alvo, capturar sua mente e suas ações, estudá-lo por completo e assumir posições de mercado estrategicamente para perpetuar seu produto/serviço e/ou marca.

Vamos ao que interessa. Quem não sabe o que é Nicho de Mercado está nadando contra a correnteza, entender para onde o mercado segue e como deve atuar é essencial. Uma dica de leitura simples mais muito importante é o Livro The Long Tail, que mergulha no que é exatamente o comércio eletrônico e seus nichos de atuação. Leia com atenção caso ainda esteja sentindo-se perdido nesse mercado tão abrangente e com inúmeras possibilidades e caminhos.

Nossa pesquisa tem que segmentar nosso público alvo. Para isso, criar perfis imaginários pode ajudar no momento inicial dessa pesquisa, imagine quem tem interesse em seu produto, por exemplo:

– Uma fábrica de dentaduras não irá obviamente criar um perfil de consumidor entre 5 e 28 anos, não que deixe de atender esse mercado em seus casos isolados de necessidade, porém segmentar um público alvo é procurar primeiramente a faixa etária em que se concentram a massa de consumidores mais ativos do seu mercado.

Outra característica desse perfil inicial são os hábitos, por exemplo:

– Um site de compras coletivas detém um certo campo de atuação, está focado em oferecer seus serviços e espaço publicitário para comércios de determinadas cidades, portanto para que possa dar uma estatística comercial e um plano de ação para seus clientes esse site tem a necessidade de fazer uma pesquisa On-line, uma boa forma de se fazer isso após o site no ar é oferecer brindes e vale-compras para os clientes já cadastrados que indicarem o site para o maior número de pessoas que por indicação se cadastrarem, nesse cadastro irá aparecer a opção de endereço para ser preenchida, assim criando um banco de dados capaz de mensurar quais as  cidades com o maior público cadastrado de forma que os serviços das empresas físicas daquela cidade possam entrar na vitrine desse modelo de negócio, sendo assim vantajoso para ambas as partes.

Criamos então perfis de Clientes contendo idade e a localização dos mesmos, porém, porque não observar a realidade de nosso produto? Esse produto pode ser para uso de ambos os sexos ou exclusivamente para mulheres como roupas íntimas, por exemplo, ou para homens como um novo pós barba.

Até aqui você terá então imaginado um perfil de cliente com seus hábitos correspondentes a seu produto.

Agora iremos capturar a mente desse cliente, para isso, precisamos entender o que estamos oferecendo. Digamos que oferecemos roupas de cama. Esse é um produto mais procurado por mulheres do que por homens, então:

Onde estão nossas consumidoras em potencial?O que elas pensam?Como agem antes da compra?Qual sua preferência?O que falam das marcas?Como comparam as marcas?Como criam interesse de compra?

Temos que responder todas essas perguntas e agora entra a Pesquisa On-line por completo, em sua forma mais abrangente.

Nossas ferramentas serão Sites de Busca (Google, Yahoo, Bing e outros), fóruns sobre produtos similares, redes sociais e suas comunidades sobre o assunto e blogs formadores de opiniões.

Esse Artigo continua na próxima edição da série…

Até a próxima.

Saturday, December 11, 2010
no image

Os segredos das grandes realizações na Web – Pesquisa On-line (Parte 01)

—  “Pensando e pesquisando pela Web pude perceber a falta de material de continuidade por parte dos profissionais em E-commerce, portanto me propus a começar a desenvolver artigos correlacionados sobre diversas áreas de atuação e de desenvolvimento de um projeto de E-commerce. Para isso pensei no título que defina bem essa série de artigos sobre esse fascinante comércio eletrônico – Os Segredos das grandes realizações na Web. Espero que gostem dessa série de artigos e que sejam realmente úteis essas informações contidas aqui e nos próximos artigos de forma que venham a mudar a forma limitada de pensar, agir e realizar. Agradeço desde já a sua leitura que para mim é muito importante, é a apreciação de um trabalho de dedicação e muito carinho.” — @luizcastrojr

Para quem acompanhou meus primeiros artigos sobre Empreendedorismos na Web pode perceber que tenho por costume dar ênfase à palavra Planejamento, isso porque entendo que antes de qualquer investimento que se pretende fazer tem-se a necessidade de Planejar.

Planejar não está somente relacionado com um empreendimento gigantesco, de alto risco ou quem sabe com um novo produto a ser desenvolvido – Não, planejamento está inteiramente ligado a todos os processos de um empreendimento, uma inovação, um projeto e porque não dizer na vida como um todo.

Porém o tema hoje é “Pesquisa On-line”. Por ela podemos mensurar o quão vantajoso será uma campanha de Marketing, entender o que nossos Clientes e Concorrentes pensam de nossa marca, visualizar possibilidades de mercado e outras tantas e incríveis respostas que podemos obter para melhorar nossos serviços, produtos e aventuro-me a dizer – Faturamento, porque não ser realista, ninguém está realmente interessado em algo que não possa lhe trazer retorno.

Hoje quando vemos uma empresa dizendo-se preocupada com o meio ambiente não podemos considerar que aquilo é superficial por completo já que há um investimento na recuperação do eco-sistema, há campanhas de conscientização e outras formas de investimentos além da nossa compreensão como consumidores, porém nada disso é feito a não ser que seja possível mensurar o retorno de visibilidade que a marca obterá – Entende-se que visibilidade nesse caso é nada menos que fixar a marca na memória do consumidor sendo que o mesmo quando pensar em um produto que essa marca produz ele inconscientemente optará pela marca que “ajuda” o planeta, ou seja, a marca fez a campanha ecológica com mais paixão pelo tema, arrebatando para si as emoções e sentimentos dos consumidores.

Na verdade eles não estão pensando em melhorar o Planeta e sim usando e abusando do que muitas fábricas e pessoas causaram de ruim para o eco-sistema como uma forma de obter lucro e visibilidade, as vezes até mesmo essas empresas que tanto poluem tentam se aproximar do seu público alvo por meio de campanhas ecologicamente corretas.

Depois de ter, de certa forma, anunciado que Papai Noel não existe, na verdade afirmei que não existem empresas realmente visando apenas, repito, a proteção e a sustentabilidade de nosso planeta, então vamos entender de que forma podemos usar essa mesma pesquisa de mercado para nosso benefício. As dicas abaixo não têm como objetivo fazer o ‘Bolo’ e sim de ensinar os primeiros ingredientes para o sucesso de suas campanhas.

Sempre tenho em mente que a máxima do marketing onde se diz que – Quem não divulga não vende – não expressa a realidade para o mutante Marketing On-line, me atrevo mudar e dizer que no Marketing On-line – Quem divulga prematuramente está fadado ao fracasso. Porque me atrevi a isso? Simplesmente porque os consumidores não são mais os mesmos de antigamente que bastava um artista famoso, uma celebridade dizer que tal marca é a melhor, ou um lindo comercial mostrando belas mulheres, ou que a marca mais cara de roupas te faz sorrir incrivelmente mais e tão pouco que a ultima tecnologia é a ideal para você, hoje esses consumidores tem por prática realizar pesquisas de marca antes de efetuar as compras, eles querem entender antes de tudo, como funciona, o quanto dura, se há melhor preço ou produtos similares e mais acessíveis, quais as diferenças entre produtos com propostas iguais e preços absurdamente desiguais, o que tal serviço oferece que outro não e se realmente adquirir tal produto ou serviço é vantajoso.

Nossos Consumidores estão inteligentes, capazes de definir o que realmente lhes agrada e não de ser influenciados diretamente por um simples rosto bonito em uma tela apresentando um produto. Claro que, para os não tão instruídos e com poucos recursos de informação (a grande maioria) essa forma de Marketing ainda é muito funcional, não é por menos que as marcas de cerveja expõem em excessos lindos sorrisos, corpos esculturais de mulheres que nunca irão estar nos botequins da esquina e riquezas que não estão na realidade do cotidiano desses consumidores, porém, ao ver isso a sensação de que aquele produto pode oferecer tal experiência acaba convencendo. Claro que isso não reflete a realidade, mas é propaganda, é a forma mais crua de informar o cliente de que a marca se considera a melhor do mercado, ou seja, você anuncia-se ao consumidor dizendo que se considera especial, nesse tipo de Marketing você fala de si mesmo, da sua marca e não os consumidores que falam de você. Hoje estamos evoluindo para uma fase do Marketing de relacionamento, ou seja, em pouco tempo muitos não ouvirão o que você tem para falar de si mesmo, e sim o que seus clientes tiveram como experiência em adquirir seus produtos.

No Marketing On-line dizer algo em seu favor não trará resultado positivo, na verdade fará com que o seu cliente duvide e por impulso pesquise sobre você e pergunte aos outros internautas de seu produto.

Ótimo, até aqui entendemos que a nova geração de consumidores não é mais uma massa de consumidores passivos e sim consumidores ativos, que podem tanto perpetuar sua marca de forma gratuita como expor ao fracasso. Tornar-se aliado desse público nem sempre é fácil, no próximo artigo de continuação vou citar algumas dicas com exemplos para evitar erros antes de começar sua pesquisa On-line.

Até a próxima.