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Thursday, July 14, 2011
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Negócios x Infraestrutura de TI: em busca da alta disponibilidade

Em um texto anterior, onde também abordei o tema Negócios x Infraestrutura de TI, explorei um pouco o universo do crescimento de negócios e a inevitável e necessária expansão da TI. À medida que uma empresa cresce, seu ambiente de TI deve estar preparado para acompanhar as mudanças e as novas exigências impostas, permitindo que gestores possam aumentar ou adaptar sua capacidade diante das demandas apresentadas.

Existe uma frase que se encaixa perfeitamente no que quero passar neste novo texto: com o crescimento surgem novas responsabilidades. Se antes da expansão, a exigência principal era a obtenção de respostas mais rápidas, agora surgem outras exigências e uma delas é a alta disponibilidade.

Vamos entender de forma resumida o que é “alta disponibilidade”

O termo Alta Disponibilidade refere-se à capacidade de um sistema informático em utilizar mecanismos de detecção, recuperação e mascaramento de falhas com o objetivo de manter os serviços disponíveis o máximo de tempo possível. Considera-se que um sistema não está disponível quando um ou mais usuários não conseguem acesso total ou parcial a este sistema, sendo o tempo total de indisponibilidade conhecido pelo termo downtime.

A disponibilidade de um servidor é geralmente medida em “noves”, conforme segue abaixo:

um nove indica 90% a 98% de disponibilidade – em média até 36hrs/mês indisponíveldois noves indicam 99% de disponibilidade – em média até 7hrs/mês indisponível3 noves indicam 99,9% de disponibilidade – em média até 40 minutos/mês indisponível4 noves indicam 99,99% de disponibilidade – em média até 4 minutos/mês indisponível5 noves é considerada a disponibilidade definitiva de serviços – em média 25 seg/mês indisponível.

Um exemplo legal para entender bem estes “noves” são os serviços oferecidos por empresas de hospedagem. A grande maioria das que vi até hoje oferecem disponibilidade de 99,9%, ou seja, o servidor pode ficar fora do ar em média 40 minutos por mês – agora você já sabe quando meter bronca em seu host :)

Vale ressaltar que é considerada indisponibilidade toda e qualquer parada, incluindo manutenções, quedas de energia e outras operações que exijam a parada do equipamento.

Como alcançar a Alta Disponibilidade

Para não estender demais, vou falar apenas um dos requisitos para que seja possível alcançar a alta disponibilidade de serviços: a redundância.

Ter uma estrutura redundante significa reduzir ao máximo os chamados Pontos Únicos de Falha – SPOF (Single Point Of Failure). Os SPOF são recursos que, em caso de falha, provocam a indisponibilidade total dos serviços. Um exemplo claro de ponto único de falha no nosso dia-a-dia é a fonte de alimentação de energia de um desktop. Como geralmente desktops não possuem redundância neste ponto, se a fonte vier a queimar teremos a total indisponibilidade de nosso sistema, pois não conseguiremos nem sequer ligar a máquina.

Agora pensando em um ambiente complexo de TI, o ideal é sempre saber quais são os SPOF do mesmo, a fim de aplicar a devida redundância nestes pontos críticos. Alguns pontos que exigem redundância:

Alimentação de energia: utilizar fontes redundantes que se baseiam em módulos substituíveis, nobreaks de boa autonomia, geradores (dependendo do tamanho da empresa);Armazenamento: aplicar redundância de discos utilizando controladora RAID com suporte a hot-swap;Link de internet: se a empresa necessita de disponibilidade total para acesso a internet, considera-se a contratação de links redundantes;e outros

A incorporação da Alta Disponibilidade em um ambiente de TI exige um planejamento rigoroso e requer constante monitoramento e administração, além de soluções combinadas de hardware/software confiáveis como as apresentadas pela HP em sua linha de servidores HP Proliant – vale a pena conhecer!

Se você quiser saber mais sobre Alta Disponibilidade, leia este ótimo artigo – http://ha-mc.org/node/15 – que serviu de referência para este que você acabou de ler.

Tuesday, July 12, 2011
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Negócios x Infraestrutura de TI: o crescimento é inevitável

Ninguém cria um negócio sem pensar em crescimento, não é mesmo? Eu pelo menos não conheci alguém até hoje que decidiu abrir uma empresa sem pensar em dominar e ser referência dentro do nicho em que vai atuar.

Quando um produto ou serviço tem sua qualidade comprovada por seus consumidores, geralmente as empresas crescem e expandem seus horizontes, dando lugar a novas idéias, novas estratégias, novas unidades e novas equipes – tudo isso, na grande maioria das vezes, em um curto período de tempo para conseguir conquistar mercado antes dos concorrentes.

Neste momento, é que começa a surgir um “grande problema” para as equipes de TI: a expansão. Se os negócios mudam constantemente, a exigência por respostas rápidas começam a aparecer e a infraestrutura deve estar preparada para suportar dinamicamente estas mudanças, a fim de tornar o processo o mais transparente possível para usuários, clientes e fornecedores.

Os ambientes de TI devem ser planejados de tal forma a permitir que gestores possam facilmente aumentar ou adaptar sua capacidade diante das demandas exigidas. Não é aceitável nem viável, por exemplo, estar mudando radicalmente um ambiente de TI a cada etapa do crescimento de uma empresa, por isso, mesmo recebendo a menor fatia dos investimentos anuais das empresas, as equipes de TI devem estar atentas a diversos pontos importantes na hora de criar/expandir seus ambientes. Dentre eles, destaco:

Troca de equipamentos: se o ambiente possui equipamentos antigos, considere, sempre que possível, buscar alternativas de última geração com marcas renomadas. Vale a pena, por exemplo, conhecer a linha de servidores Proliant da HP, que permitem acelerar sua capacidade de expansão com segurança e baixo custo.Virtualização: complementando o item anterior, se o ambiente de TI contar com servidores e aplicativos de última geração, torna-se fácil a criação e gestão de ambientes virtualizados. Estes ajudam a reduzir custos e número de máquinas, aumentando o aproveitamento de recursos que anteriormente poderiam estar sendo subutilizados em várias máquinas.Escalabilidade: deve-se optar sempre por hardwares/softwares que permitam a expansão de recursos facilitada. Um exemplo claro para isso seria a adição de mais memória em um servidor sem a necessidade de paradas (máquinas antigas não dispõem de tal funcionalidade).Suporte: Se o negócio perde o rumo na falta de sistemas informatizados, então a empresa precisa de um bom contrato de SLA. O departamento de TI nunca pode deixar um contrato de SLA passar batido. Deve-
se ler, discutir e exigir condições que atendam as necessidades do negócio. De nada adianta ter uma baita estrutura se quando houver algum problema tiverem que esperar horas e horas para solução.

Bom, estes são apenas alguns pontos. Vamos deixar outros, não menos importantes, para outra oportunidade.

Lembre-se que a TI deve estar sempre alinhada às estratégias de negócio, crescendo dinamicamente e acompanhando as mudanças impostas.

Caso discorde ou queira complementar o assunto, deixe seu comentário!