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Tuesday, July 3, 2012
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Firefox para Android: mais rápido, melhor suporte para HTML 5 e Flash

A Fundação Mozilla lançou uma das atualizações mais esperadas do ano: o Firefox para Android. Para testar a versão do navegador, basta clicar aqui e instalar.

Além de ser mais rápida que as versões anteriores, esta versão apresenta um design interativo com widgets para Android na interface do usuário. Quem experimentou os primeiros lançamentos do Firefox para Android irá se surpreender com as mudanças. Em abril, a Mozilla havia anunciado a unificação da aparência do navegador Firefox tanto para desktop quanto para móvel, e esta semana as imagens da nova versão começaram a se espalhar pela web depois que um dos engenheiros da Mozilla fez uma postagem em seu blog.

A aparência é muito mais “customizável, limpa e leve”, como afirmou o engenheiro responsável pelo projeto, Jared Wein. “Uma parte deste trabalho é a implementação de um novo formato de abas“, adiantou ele. Muitos usuários comentaram em blogs que a nova versão se assemelha ao Google Chrome, por causa do estilo da aba utilizada, com cantos suavemente arredondados.

Os testes realizados com a nova versão apontaram uma velocidade incrivelmente superior em relação ao navegador-padrão do Android. Se você é usuário do Chrome móvel, pense em trocar para esta versão do Firefox. Alguns testes realizados demonstraram que o Firefox está agora mais rápido que a nova versão do Chrome.

Além disso, o usuário agora tem a possibilidade de fazer sincronizações mais pesadas na tela “awesome screen”, barra onde você encontra os favoritos, históricos e as suas senhas salvas no aparelho. As novidades contam também com um suporte HTML5 mais completo e Flash, para dispositivos com versões do Android 2.2 ou superior.

No quesito segurança, algumas novidades chamam a atenção dos usuários para o uso deste navegador: o aplicativo possui um sistema de proteção que impede o rastreamento de cookies, senha máster e segurança de tráfego de dados HTTP.

E  para os usuários de tablet, a Mozilla garantiu que as próximas novidades serão focalizadas para a adaptação total de gadgets com telas grandes.

Com informações de The Verge

Tuesday, September 6, 2011
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E-commerce: Inteligência competitiva é não imitar os erros da concorrência. Faça melhor, seja melhor. Parte 01

Como é um tema mais complexo vou separar em duas partes, a fim de não ficar extenso demais o texto. O conteúdo é uma forma de pensar fora da caixa – apesar de tão obvio, porém, não tão aceito no mercado ou pelo menos aceito e não praticado – não é pela ausência de necessidade e sim pelo comodismo de fazer mais do mesmo.

É certo que existe um futuro promissor para quem aproveitar e entrar agora no mercado virtual, portanto, já passamos da primeira fase, onde tudo é experimental no contexto geral, existe sim alguns campos que estão sendo experimentados, como é o caso de Social Media.

Como costumo falar, na verdade não existem ainda PROFISSIONAIS GURUS nesse mercado, o que temos hoje são pessoas de formações diferentes que por experiência em outros setores e por uso de ferramentas como inteligência competitiva, monitoramento, testes em ambientes seguros (versões Betas) e gestão de projetos fazem com que esse mercado não seja tão indisciplinado ou imaturo como é na realidade. Não é possível termos com tão pouco tempo de e-commerce no Brasil pessoas que possam dizer que são detentoras de um grande conhecimento e que esse garante tal sucesso, o que podemos ter hoje são pessoas empenhadas, profissionais que buscam qualificar-se a ponto de discernir as melhores estratégias e os melhores investimentos a serem feitos, isso sim é o que temos – e por sinal é pouca quantidade.

Não é por menos que o mercado carece de mão de obra, alguns dizem que é simplesmente pelo crescimento do mercado, na verdade não. Vamos analisar de uma forma mais crítica esse julgamento de crescimento de mercado – é muito fácil você vender uma solução e-commerce colocando dados globais na tela, ou informando cases de sucesso no exterior (onde culturas são diferentes e a tecnologia já está na maioria dos lares em quantidade e qualidade) quando na verdade o que temos é uma quantidade de “eu acho” muito grande. O mercado cresce em números de lojas ativas por um simples motivo – o empreendedor brasileiro (em sua grande maioria) gosta de novidade e tenta (sem analisar) fazer uso dessa novidade para gerar receita. Estou falando por experiência, atendo projetos que estão a anos engatinhando (com grande investimento por sinal) e que o ato de investir novamente para fazer o que é certo é amedrontado pelo fato de por anos terem sido assessorados por aqueles que apenas acham que já possuem conhecimento suficiente e não aprenderam que esse mercado está em desenvolvimento e portanto estar atento aos movimentos, as novidades, a cultura do povo, as finanças da empresa, a gestão de pessoas, a gestão de material, de estoque, de logística, de atendimento, de marketing digital e tudo o que pode envolver um projeto e-commerce é fundamental.

Quando iniciei meus serviços sempre ensinei e-commerce com a visão de – “Fazer um comércio virtual o mais humano possível”, o que chamo de Humanizar processos. Vocês já devem imaginar o quanto fui zombado por aqueles que fazem do “eu acho” uma bandeira.

Mesmo assim, confiante de estar no caminho certo ainda prego essa forma de comércio virtual, o comércio humanizado. Não podemos esquecer que apesar da estarmos atrás de monitores de um computador temos outra pessoa no outro lado, não é pelo uso da tecnologia que deixamos de ter sentimentos, bons ou não tão bons como o desejado – pelo contrário, o sentimento de expectativa e desejo aumenta consideravelmente podendo ser bom ou uma grande bomba.

Muitos projetos são baseados em faturamento. Faturamento é consequência de um ato bem feito, certo disso, considero ser mais interessante basear um projeto em sentimentos. Agora você me pergunta se estou louco ou – como assim?

Basear projetos e-commerce em sentimentos é simplesmente querer ser a melhor escolha de seus clientes. Tão simples quanto 2 + 2 = 4, só que você, quando criança, levou um tempo para entender isso e para entender teve que abrir mão de teimosia de que 2 + 2 poderia ser qualquer número imaginário.

Normalmente em um planejamento, ou já no executar do projeto pensamos em tudo – menos no principal, a experiência do consumir final.

Humanizar processos é pensar desde que classe social você atenderá a como contratar pessoas e se perguntar:

O preço que pratico é viável para o meu público?O meu público alvo, onde ele está?Qual é a hora que tenho a atenção do meu público?As pessoas que contratei são as pessoas ideais para cuidar de um projeto com uma visão mais humana? Eles possuem flexibilidade, atenção, carisma, educação, humildade, inteligência emocional…?

Essas são apenas algumas perguntas que podemos fazer pensando nos clientes a fim de humanizar processos. Portanto, sempre e convictamente divulgo a idéia de que o cliente recebe o que você entrega para seus funcionários. Isso é uma lógica de inteligência emocional, não existe profissional capaz de excluir seus sentimentos, esqueça isso ou contrate máquinas.

Profissional emocionalmente estável se faz na empresa. Pode estar com problemas familiares, pode estar com problemas financeiros, com o amigo no hospital ou qualquer coisa que tire a sua atenção, portanto, se a empresa tem interesse em entregar o melhor para seus clientes tem que investir nos funcionários – sem eles você não existe meu amigo, mais dependente nessa relação é o empresário e não o assalariado.

Algumas empresas já estão aderindo a essa prática louvável de gestão de pessoas, estão parando de querer fazer festinhas que só servem para bajular ou mascarar os problemas internos, fazer encontros de treinamentos que nada são válidos para a vida do funcionário e deixando principalmente de prestar atenção no que seu funcionário está sentindo.

Tuesday, July 5, 2011
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Custo de software, qual a melhor maneira de reduzí-lo?

Todos desejamos reduzir custos de qualquer tipo, tanto os pessoais como o de empresas. Na área de TI, podemos utilizar o TCO (Total Cost of Ownership) para nos ajudar a verificar custos e ações gerenciais para reduzi-los, relacionados a sistemas da empresa.

Utilizado pela primeira vez em 1987, o TCO  foi criado pelo Gartner Group, como medida e aproximação para gerenciamento e redução de custos, envolvendo pessoas, processos e tecnologia. Neste cenário, precisamos estar cientes que os custos relacionados a sistemas, não estão restritos apenas aos custos de aquisição ou desenvolvimento dos mesmos.

Na verdade, o ciclo de vida de um sistema incorpora o ciclo de desenvolvimento do mesmo além do custo operacional que considera os envolvidos em manutenções, tanto corretivas quanto evolutivas.

Neste contexto, a ISO/IEC 12207 considera o desenvolvimento e manutenção do software como processos que compõem o ciclo de vida de software, desde sua criação até a descontinuação do mesmo, compondo o TCO relacionado ao produto de software.

Deste modo, o custo de manutenção torna-se um ponto de grande importância para as empresas. No dia a dia percebe-se que muitas pessoas não possuem um sentimento claro, do quanto pode custar a manter um sistema de baixa qualidade em operação após sua implantação.

Já presenciei empresas com legado composto por diversos sistemas sem documentação, baixa qualidade e que, frequentemente, apresentam problemas de funcionamento. Além das paradas no negócio da empresa, estes sistemas geram perdas imensuráveis, relacionadas à sua imagem perante o mercado e clientes. Isto quando os usuários previstos para o sistema acabam nunca utilizando o mesmo, devido a ele cair em descrédito. Neste caso, todo o investimento é perdido por desinteresse em sua utilização.

Você continuaria utilizando uma operadora de telefonia celular que vivesse fora do ar? Para quantas pessoas você falaria mal desta empresa e qual seria o impacto no negócio da mesma? Qual o prejuízo gerado para ela?

O que já vi algumas vezes e que infelizmente acabarei vendo novamente, são pessoas acreditando que desenvolver software utilizando processos e o paradigma Orientado a Objetos, não são necessários e até mesmo, bobagem. Simplesmente acham que não vale a pena gastar e esperar mais, para ter seus sistemas desenvolvidos utilizando as melhores práticas de Engenharia de Software de mercado.

A verdade é que tudo que deixa de se gastar desenvolvendo software AD HOC, se gasta muitas vezes mais nos processos de manutenção dos sistemas, além de eventuais impactos imensuráveis de imagem junto ao usuário e/ou cliente.

Mas pense bem, se fosse realmente bobagem utilizar metodologias e orientação a objetos, por exemplo, por que grandes empresas como a Sun Microsystems, atualmente adquirida pela Oracle, teria gasto tanto esforço de excelentes profissionais nesta área?

Estudos mostram que cerca de 50% do tempo gasto em manutenções é gasto no processo de entendimento do código a ser manutenido (Fjeldstad & Hamlen, 1983; Standish, 1984). Isto evidencia a importância de um código bem implementado e documentado.

Redução de custos, o que todos desejam

Com o propósito de reduzir custos, podemos mesclar uma série de opções, tais como, renegociar com fornecedores, trocar fornecedores, ajustar Acordos de Nível de Serviço, realizar (re)engenharia de processos de negócios, rastrear gastos, considerar alternativas de Outsourcing, trocar recursos para localização de custos mais baixos substituir tecnologias/sistemas ultrapassados, gerenciar portfólio TI e minimizar custos operacionais com TI.

Dos pontos apresentados acima, percebemos que substituir tecnologias/sistemas ultrapassados, através de outras mais alinhadas ao negócio da empresa e minimizar custos operacionais com TI, através da utilização de sistemas com custos de manutenção menor e maior qualidade, estão alinhados aos objetivos da Engenharia de Software.

A grosso modo, todas as empresas querem e precisam gastar o mínimo possível na aquisição e manutenção de sistemas.

Também as empresas que desenvolvem software querem produzi-los no menor custo e prazo.

Novamente, a Engenharia de Software pode ajudar muito para se atingir estas metas.

Mas como aumentar a qualidade do software?

Podemos citar algumas sugestões, tais como, utilização de uma Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas faseada, que possua processo formal de testes/qualidade e documentação, esta para agilizar eventuais manutenções evolutivas e correção de bugs. Primordialmente devemos ter um eficaz levantamento e gerenciamento de requisitos, utilizar equipes de desenvolvimento e testes com pelo menos um profissional sênior, utilizar as melhores práticas de mercado, utilizar design patterns que são soluções de mercado testadas e utilizadas por centenas de profissionais e empresas há muito tempo.

Para saber mais, leia o livro Engenharia de Software na Prática: Editora Novatec, 2010. ISBN 978-85-7522-217-1