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Saturday, June 9, 2012
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Legal Counsel for Latin America Job (Sao Paolo, Brazil)


Title: Legal Counsel for Latin America
ID: LEG00000660

Description

Legal Counsel

Thomson Reuters is the world's leading source of intelligent information for businesses and professionals. We combine industry expertise with innovative technology to deliver critical information to leading decision makers in the financial, legal, tax and accounting, scientific, healthcare and media markets, powered by the world's most trusted news organization. With headquarters in New York and major operations in London and Eagan, Minnesota, Thomson Reuters employs more than 50,000 people in 93 countries. More information about Thomson Reuters and its financial performance can be found on www.ThomsonReuters.com.

Major Responsibilities / Accountabilities

Among the main responsibilities of this position, we may mention:

- Manage legal business matters pertaining to the region of Latin America and Spain.
- Provide a variety of general corporate and commercial legal services to a number of in-house clients.
- Act as advisor on legal issues involving the organization's government and regulatory compliance.
- Review legal data and advise organization on appropriate legal action to be taken.
- Coordinate legal matters handled by outside counsel.
- Act as business partner providing advice in the mergers & acquisitions occurring in the region
- Make sure the ethical standards of the company are respected and maintained in all dealings across the region to prevent illegal, unethical, or improper conduct.
- Work with multi-disciplinary teams to design and execute programs, policies, and practices to ensure that all business units are in compliance with federal, state, and local regulatory requirements as well as any applicable contractual requirements.
- Manage others.
- Primary legal advisor to the Executive Leadership Team for Latin America

The Legal Counsel will report to the Head of the Business and to the Office of the General Counsel of the company.

Scope and Impact

Covers all businesses within Latin America and Spain coordinating with other areas on matters for which global approach is appropriate. Influences the strategy to address internal or external business issues. Proactively identifies and solves the most complex problems that impact the management and direction of the business. Makes decisions to support broad company objectives.

Qualifications

Technical /Professional Skills & Competencies

Legal Expertise; Strong experience in negotiating relevant agreements, as well as in merger and acquisition activities. Excellent written/verbal communication skills. Ability to positively influence behavior of multiple stakeholders, as well as to be able to successfully balance the interests of the customer with maintaining a good legal and fiscal position for the company. Ability to think strategically and creatively, to identify and resolve legal issues, possess knowledge of the business. Able to work well as a team member and build rapport and trust with both internal and external stakeholders. Ability to work independently in a fast-paced environment. Must possess a high level of integrity and professionalism. Possess highly-developed organizational skills and be articulate, detail-oriented and hard-working. Good understanding of business law and high technology an asset. Needs to speak English, Spanish and Portuguese. The position will be located in Buenos Aires, Argentina. The job will involve travel within Latin America. Must be qualified to practice law in Argentina. Prefer a candidate that is from the region and is looking to return to Argentina.

Professional Experience

More than 15 years of experience in similar roles. A high level legal expert with in-house experience in multinational companies preferably in the financial services, technology, internet companies or large law firms. Demonstrated experience in M&A and other general corporate matters.

Job: Legal
Primary Location: Brazil-Sao Paolo
Other Locations: Argentina-Buenos Aires
Organization: GGO LatAm-Southern Unit
Schedule: Full-time
Education Level: Master's Degree (±18 years)
Job Type: Standard
Shift: Day Job
Travel: Yes, 50% of the time


Job Segments: Compliance, Law, Legal, M&A, Management


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Saturday, May 5, 2012
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Seja legal, diga não à distribuição ilegal de softwares

Sem dúvida muitos usuários utilizam ou ao menos já utilizaram versões não-oficiais de softwares proprietários, popularmente conhecidas como versões “crackeadas” ou “piratas” e distribuídas principalmente em redes P2P, torrents e blogs de downloads.

Na internet é possível encontrar um grande acerto de aplicativos relacionados a diferentes finalidades, desde o uso pessoal até o profissional. O grande obstáculo para os usuários é que geralmente esses softwares são proprietários, ou seja, o usuário precisa de uma licença para contemplar a liberdade de usá-lo ou ter acesso a todas as suas funções. Neste ponto, vale revisar brevemente os tipos de distribuição mais comuns encontrados na internet:

Shareware – versões com esse tipo de distribuição permitem que o usuário baixe o software gratuitamente mas o use por um determinado prazo, normalmente até 30 dias. O objetivo dos desenvolvedores em criar esse tipo de versão é submetê-lo a uma avaliação dos usuários. Caso ele se interesse pelo programa e queira estender o prazo de uso, terá que pagar pela licença do software.

Demo – como o próprio nome sugere, essa distribuição é uma “demonstração” do software, e limita suas funções para que este seja apenas testado pelo usuário. Diferente do Shareware, as versões Demo não possuem um prazo de validade de uso, porém, apenas as funções básicas do software ficam disponíveis. Para ter acesso a todas as opções e funcionalidades, é necessário comprar a licença do aplicativo.

Trial – esse tipo de versão possui um outro tipo de limite: não é permitido salvar o trabalho ou o arquivo criado pelo programa. No caso de jogos, o usuário não consegue salvar o progresso atual para continuar posteriormente. Os desenvolvedores aplicam esse tipo de distribuição em softwares para funções importantes, como recuperação de dados, reparador de arquivos corrompidos ou restauração de banco de dados. Normalmente o usuário fica livre para visualizar os resultados, mas não tem permissão para salvá-los. Para isso, o usuário precisa comprar o programa.

Freeware – versão livre para download e utilização, sem restrições. Algumas empresas (de antivírus, por exemplo), utilizam a estratégia de criar duas versões do mesmo software: uma grátis e outra que exija compra, muitas vezes entitulada como “Professional”. Essa versão, é claro, possui muito mais recursos e funcionalidades quando comparada com a versão gratuita.

Dentro de todo esse contexto de distribuição, alguns profissionais mal-intencionados começaram a abrir o código-fonte dos softwares para burlar o sistema de limitação. Através de técnicas e programas específicos, estes profissionais, conhecidos como crackers, tornaram-se capazes de decodificar o arquivo executável do software e descobrir qual o tipo de algoritmo utilizado para verificar se há uma licença válida para utilização. Mesmo as funções de criptografia são expostas aos crackers, que se prontificam a criar aplicativos para quebrar a limitação do software, chamados cracks.

Para alguns softwares, a inserção de um número de licença (Serial), já é o suficiente para liberar todas as funções do programa. Sendo assim, os crackers desenvolvem executáveis conhecidos como keygen (da abreviação Key Generator – Gerador de Chaves), capazes de gerar vários números de licenças válidos. Para tentar evitar esse problema, os desenvolvedores passaram a programar os algoritmos de verificação em arquivos DLL externos (biblioteca de funções). A princípio foi funcional, mas não demorou para que os crackers encontrassem um modo para se livrarem dessa limitação. Logo conseguiram quebrar o arquivo e criar outra versão da DLL, acompanhada com o crack. Em mais uma tentativa, os desenvolvedores passaram a integrar um código de ativação ao número de licença. Dessa forma, era necessário que o usuário adquirisse a licença, enviasse ao site da empresa e recebesse em retorno um código de ativação. Em pouco tempo, os crackers criaram versões de keygens com a capacidade de gerar números de licença e ativação simultaneamente. Em certos casos, eles modificam o próprio executável do programa para substituir o arquivo original após a instalação do software, ou criam pequenos executáveis chamados patch, capazes de executar instruções automaticamente para liberar a licença.

Atualmente o sistema de validação de licenças está mais rígido, principalmente em virtude desse tipo de ação dos crackers. Muitos softwares estão exigindo ativações online, diretamente com o site do desenvolvedor. Assim a empresa mantém controle da duplicidade de licenças e evita que o sistema de ativação seja burlado.

Porém, à medida que cresce a procura por versões piratas de programas proprietários, alguns crackers criam vírus e os espalham na internet como supostos cracks. Ao tentar “crackear” o programa, na verdade o usuário instalava um vírus no computador, responsável por abrir brechas de segurança, roubar informações ou causar danos ao sistema operacional. Entretanto, devido ao sistema de virtualização de processos encontrado na maioria dos antivírus atuais, muitos destes executáveis são bloqueados antes que realizem alguma alteração no computador.

Com base nas informações deste artigo, a recomendação é optar por comprar a licença do software, mesmo que o preço seja relativamente caro. Essa atitude colabora tanto para a segurança do usuário quanto pela ética de privilegiar os verdadeiros desenvolvedores do software. Em muitos casos, quando o usuário compra a licença do software, o desenvolvedor proporciona um pacote de vantagens, como atualização automática, suporte técnico, e a liberdade de avaliar outros aplicativos da mesma empresa.

Além disso, o usuário (ou empresa) fica isento diante de uma possível fiscalização de softwares.

Desenvolvedor de sistemas há 6 anos em linguagens Delphi, C# e PHP. Bacharel em Sistemas de Informação, colunista sobre tecnologia e entusiasta em Desenvolvimento Ágil. Atualmente trabalha com processamento de dados e desenvolvimento de sistemas voltados para gestão administrativa.

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Friday, March 16, 2012
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Mercado de Software: você é uma pessoa legal?

Muito se fala em primeiro computador e inclusão digital. O Brasil segue firme e forte como um dos principais mercados de tecnologia do mundo, vendendo milhões de computadores. Mas será que o brasileiro pensa no software?

Essa é uma questão vital e que gera imensas discussões. O brasileiro compra o produto bonitinho em sua loja preferida, leva para casa, liga tudo e aí faz o quê? Instala o software pirata que um amigo lhe emprestou, que comprou em um mercado ilegal qualquer ou mesmo baixou da internet. Essa é a triste realidade de um mercado que sofre muito por várias causas. Vamos começar por elas.

Primeiramente, softwares são os famosos programas: aplicativos feitos para o usuário instalar e realizar alguma tarefa em específico. Temos exemplos famosos, como PHOTOSHOP, COREL DRAW, EXCEL, WORD e por aí vai. Quando você pensa no computador, dificilmente pensa na máquina apenas (seja ele um desktop convencional ou um notebook).

Você compra o PC para realizar algo com ele e nisso está incluso o software. Mas esse é um aspecto que, na maioria das vezes, você consegue encontrar uma versão “genérica” (leia-se pirata) que vai sair muito mais baratinha. Imagine só pagar uma fortuna por um programa. Isso é um absurdo! Neste momento crítico está o maior absurdo de todos: você comprando algo ilegal.

Entende-se por ilegal tudo que é contrário à lei, ilícito, ilegítimo. Ou seja, você está (mesmo sem querer) matando o mercado de software e, com isso, fazendo com que as pessoas que ficam horas pensando em programas para agilizar a sua vida ganhem menos e parem de dedicar horas de trabalho a algo benéfico para você. Adquirindo software ilegal, você contribui para aumento de criminalidade, redução da arrecadação de impostos, além do aumento considerável do risco para o usuário. Lembre-se de que computadores com programas piratas têm riscos de segurança muito maiores.

Em um exemplo prático: em caso de roubo de informações em uma transação bancária ou compra qualquer, você perde automaticamente qualquer chance de apelo, pois está usando um software ilegal. SIM! Os bancos não se responsabilizam nesses casos. Claro que você não tem acesso aos principais recursos e documentação, nem qualquer garantia ou opções de atualização.

Não estou defendendo ou acusando quaisquer partes: fabricantes, revendedores ou consumidores. A questão aqui é que comercializar ou usar tais produtos é completamente contra a lei. Será que você usaria ou compraria um computador roubado ou de origem ilícita? Então, por que usaria um software? Pense nisso. Esta é uma questão em que nós, brasileiros, devemos pensar muito, pois essa conduta errada está se perpetuando como correta.

E você, é uma pessoa legal?

por Bruno Coelho: Gerente de Marketing da AGIS, uma das principais distribuidoras de TI e Telecom do país.

Eventos, cursos, livros, certificações, empregos, notícias e muito mais do mundo da TI (Tecnologia da Informação).

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Wednesday, July 6, 2011
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Make Sure Your Legal Job Resume Isn't Tossed Into The Garbage

Many people view cover letters as a throwaway, something not requiring a good deal of time or attention. They assume that their stellar work experience, as expounded upon in their resume, will do the necessary work for them, dazzling recruiters and prompting a phone call for an interview, if not an immediate job offer.

The savvy job-seeker understands that the exact opposite is true, and that the cover letter can often catch a recruiter's eye, while the resume often seems like just so many phrases to decipher and translate into that company's requirements. The purpose of the cover letter, in fact, is not to rehash what's already in your resume, but to take those skills and knowledge and turn them into a narrative that prompts the recruiter to think "hey, this is just the person our law firm needs!"

This is easier said than done, of course.

The most common mistake that job-seekers make when crafting a cover letter is in turning it into a rundown of what's already in the resume. The sentences read like a resume, strung together in paragraph format. What exactly is this telling the recruiter? Nothing, other than the fact that you're emphasizing the exact same job trajectory that's outlined in your resume.

Then, most job-seekers fail to understand what the recruiter is really interested in knowing about. In other words, the cover letter becomes a reflection on the job-seeker and how wonderful he or she is, and how much he or she has accomplished in past jobs. This is great - except that it bears little relation to how great you'll be in the position the potential company is recruiting for. One might think that this would be intuitive, and yet it requires the recruiter to connect the dots, to make a leap of logic that, quite frankly, they don't have time for, and are disinclined to do. Particularly when they have hundreds of resumes and letters to plow
through.

Your job is to make their job easy for them. Look at the job description, and if there isn't one, get whatever information you can on the position and why it's open. Find out what the company's pain points are. Then, craft your experience in such a way as to address those specific points, outlining not just your impressive experience, but specifically how that experience translates into being able to get the job done for this firm. They have a backlog of cases that need to be gone through with speed and efficiency? Imagine that - this is something you're highly proficient in, having done just that in your last internship. Make your case directly; cover letters that don't make any kind of impression on the reader won't get you anywhere, while stand-out letters demand attention, and receive it.

Your cover letter is your opportunity to sell yourself, and that's how it should be viewed. Anything less simply says to the recruiter that you're really not invested in what the firm has to offer, nor are you interested in helping them solve their problems. And that will never lead to a sale, no matter how impressive the merchandise is.

The Lawmatch Juris Job Blues Blog offers attorneys, paralegals, and other professionals seeking legal employment advice and tips on legal resume preparation, job search tips, interview tips for lawyers, and a new perspective on the latest issues graduating law students face as they search for jobs as lawyers at law firms, corporations, and small businesses. Find attorney jobs at top law firms on Lawmatch at http://www.lawmatch.com/

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Attorney Interviews - What Do Hiring Partners Look For in an Applicant and the Legal Resume

Whether you just graduated from Law School or an LLM program, or have been practicing law for more than 20 years, there are certain key things that are important for you to keep in mind when searching for a new job. Here are a few tips to help you land and ace your next legal interview:

a. Submit a Stellar Resume: Until the Hiring Partner or Interviewer has had a chance to meet you and be dazzled by your incredible personality, they have to want to interview you. Unless you have been referred as a candidate, presumably the resume will precede your grand entrance. Therefore, make sure the resume is perfect. That includes reviewing the content, performing spell and grammar checks, double-checking the format, and then check it again. If one portion of the resume is justified, then make sure any similar sections are also justified. This will make the resume present well, and will show your attention to detail. Finally, and I cannot stress this enough - make sure you have a professional email. While there are ways to win over the hiring partner with some witty responses to interview questions, using an unprofessional "funny" email address is not one of them.

b. Wear a Great Suit: People like to hire people who present well. That does not mean that you have to wear a $2000 suit, but it does mean the suit you are wearing needs to be pressed and clean. The shirt should be crisp and the tie should match the suit. Beyond the suit, it is important that you are well-groomed. This means shave or trim your beard, keep your hair short, pop a breath mint before you enter, and shine your shoes. Also, I ALWAYS recommend wearing a nice watch (studies have shown that it has the underlying effect of showing you value being on time).

c. Practice your interview responses: Sure, you don't want to sound like a robot, but you don't want to sound like an idiot either. Practice your answers to general questions in front of the mirror. This way, you can flush out your responses, and you will be able to determine whether the statement you have practiced in your head sounds as good when you use it in response to a specific question.

d. Follow-up: Within 1 business day of the interview, send a simple email or thank you letter. It is professional and will show that either you are very interested in the position - or at least know what the proper protocol is after an interview, and that will impress upon the hiring partner.

Good Luck!!

Matthew S. is a Certified Professional Resume Writer, Former Practicing Attorney, and Member of the Professional Association of Resume Writers and National Resume Writer Association. He is a nationally renowned resume writer, Career Consultant, and Talent Management Executive and has worked with top companies, Fortune 50 Executives and federal agencies. He is the owner of the http://www.bestattorneyresumes.com/ and http://www.bestparalegalresumes.com/