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Tuesday, December 6, 2011
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Sucesso das operações virtuais amplia atuação do varejo

O e-commerce não é um canal isolado de vendas. As lojas virtuais que já possuem ponto de vendas ganham a confiança do consumidor que vive junto com o setor o processo de amadurecimento intenso dos últimos anos. Mas o mercado também aponta para uma migração contrária, de empresas nascidas na internet que resolvem ampliar a atuação para o varejo físico, com o intuito de facilitar o processo de compra e retirada do produto e ainda para um maior relacionamento com o cliente. Essa unificação dos canais é uma tendência apropriada para aumentar a eficiência do varejo.

Para ampliar a atuação para diversos canais, que podem ser a internet, a loja física, as vendas por telefone, entre outros, é preciso pensar na operacionalização de todo o negócio. O esforço em expandir a presença de mercado deve ser principalmente o de servir o cliente, para facilitar processos como a devolução do produto, por exemplo. “A estratégia da empresa será para atingir novos clientes que não podem ou não desejam ir às lojas físicas ou que não querem finalizar a compra pela internet. Os canais determinados para a atuação precisam estar alinhados”, explica Daniel Ribas, coordenador de novos negócios da JET Tecnologia.

Fernando Mansano, diretor de engenharia de software, também da JET, concorda com Ribas. “Os canais de venda da empresa devem oferecer uma identidade única aos seus consumidores”.  O que vai desde a definição de preço dos produtos até a forma de pagamento. “Se a loja física oferece pagamento em até 12X, sem juros, no cartão de crédito, é importante que a virtual também ofereça. Outro aspecto importante é a integração com um sistema de gestão (ERP), para a unificação dos cadastros dos clientes, históricos de compras e estoque, quando este for compartilhado entre os canais.”

Planejamento

Cada passo deve ser pensado com cuidado pelo empresário e ser proporcional ao desejo do público-alvo. Mansano reforça que é necessário estar onde os clientes estão. E eles estão em quase todos os lugares: em frente aos computadores de mesa, com os celulares conectados (e os tablets também), de olho nos televisores, ao telefone, nas ruas. Por isso, é possível vislumbrar o empresário digital traçar o caminho inverso e investir nas lojas físicas após se consagrar virtualmente. “Podem ser muitos os potenciais consumidores que comprariam seu produto através de um ponto comercial físico, de televendas ou por meio de consultores”, lista ele.

É fundamental, ainda, que os canais não sejam encarados como concorrentes. Todos eles formam uma única empresa e seria possível que os lucros ficassem ainda mais curtos sem a integração de força das diversas possibilidades de negócios que surgiram da evolução do relacionamento com os clientes, que esperam encontrar facilmente as marcas com que se identificam.

Não importa o caminho traçado pelo lojista, se do virtual para o ambiente físico e vice-versa – uma tendência que se torna cada vez mais comum, por conta do alto crescimento do número de brasileiros conectados. O que realmente faz diferença na caminhada do empreendedor é o planejamento. “O planejamento não pode faltar, mas também não pode engessar a atuação da empresa. Não existe matemática que preveja com exatidão o poder da internet para os negócios. Por isso, o empresário precisa estar preparado para surpreender a si mesmo e ao cliente”, finaliza Daniel Ribas.

Thursday, September 1, 2011
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Google Shopping – Mais uma aposta do Google para e-commerce de varejo

Como todos sabemos o Google investe cada dia mais nas tecnologias e nas formas de mercado que estão com taxas elevadas de crescimento ou que seu futuro é promissor.  Continuando então nessa mesma linha de pensamento não temos como nos surpreender com a notícia de que mais um serviço estará sendo lançado ainda este ano – esse por sua vez com a função de potencializar vendas diretamente.

Para quem ainda não sabe, o Google Shopping será uma ferramenta do Google anexada aos resultados gerados em buscas, onde a cada produto buscado o cliente visualizará possíveis (ainda não se sabe ao certo) dois espaços e neles estarão os produtos relacionados a busca, sendo que o diferencial é que já estarão em modo vitrine, ou seja, com foto de apresentação, nome, link e valores.  Tudo de uma forma organizada.

Indo um pouco além, também está considerada a possibilidade do Google ranquear melhor as opiniões de clientes que compraram os produtos do que textos que contenham simplesmente a palavra referência do produto. Como assim?

Hoje quando fazemos buscas somos bombardeados por inúmeras informações, entre elas, lojas virtuais que possuem o produto aparecem em formas de links patrocinados e/ou na busca orgânica, logo entre esses  também temos os blogs/sites de reviews ou que postaram algo qualquer relacionado a palavra chave pesquisada (neste exemplo, um produto), só que além disso também temos fotos que são entregues como resultados e dependendo da busca até mesmo tornam a insistir em aparecer os conteúdos irrelevantes.

Ok, o que muda com o Google Shopping?

A idéia é dar relevância ao que realmente tem que ter relevância – não é por menos que o Google Panda já está ativo. Agora, ao realizar uma busca por determinado produto o ranqueamento será favorável para opiniões de clientes (web 2.0 – consumidor que gera conteúdo, que conversa, que interage com a marca…), reviews – pois são importantes para quem busca informações mais profundas sobre o produto em questão, anúncios – óbvio, imagens – óbvio e claro, o espaço de resultados do Google Shopping. Não posso esquecer dos links patrocinados.

E essa mudança, é somente isso?

Na verdade não, como sabemos tudo que o Google faz tem uma estratégia maior pela frente, então vamos explorar mais um pouco a ferramenta.

Para ter seus produtos relacionados pelo google de forma tão completa (Imagens de apresentação, Nome, Link e  preço) você precisa enviar esses dados para o Google de forma organizada. Como isso é feito? Pelo sistema Google Merchant Center.

Acabou? Ainda não.

Esses dados enviados poderão servir como base para o Google Adwords futuramente, modificando então a forma com que será apresentado. Inicialmente a ferramenta tratará com mais relevância seus próprios anunciantes – uma coisa lógica.

Ok, para testar a ferramenta clique aqui. Vale lembrar que quando trata-se de ferramentas como essa é indicado pelo menos a consultoria de um profissional da área, ou, se possível, que toda a ferramenta seja configurada e instalada por um profissional, a fim de obter os melhores resultados.

Um grande abraço, sucesso a todos.