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Saturday, March 3, 2012
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Soluções para o Dlink DI-524 que funcionam!

Muitos techies não viam a hora de comprar um roteador WiFi e instalar em casa. Mas como toda nova tecnologia, essa também custava caro.

A solução foi comprar um dos mais baratos, e entre eles, o mais famoso é o Dlink modelo DI-524, que mais tarde evoluiu para o DI-524 150(mbps). Lembrando que existem roteadores WiFi para poucos e muitos usuários. Não adianta pendurar dezenas de usuários em um roteador meia-boca e depois ficar reclamando Internet a fora.

Mas finalmente o tal roateador chegou e após ligá-lo e configurá-lo, o DI-524 mostra porque a relação com seus usuários é de amor e ódio. Alguns deles funcionam bem, mas outros, são uma dor no pescoço!

O bicho trava, não conecta, ping instável, lento toda vida. Mas algumas dicas de usuários pacientes parecem resolver o problema, ou minimizar seus efeitos irritantes: Atualizar o firmware, trocar a fonte, usar ventilador, etc.

Tive o desprazer de adquirir uma dessas belezinhas… a do tipo escangalhada…

Fiz tudo o que estava ao meu alcance, chegando a utilizar um firmware modificado por um usuário americano obcecado.

Mas a idéia logo chegou: Utilizar todas as dicas! Ou então as melhores, mais coerentes e/ou eficazes.

Aqui vão as dicas: Hardware, firmware, canal & velocidade das portas e performance.

1 – Hardware: Não pendure vários elementos de rede no DI-524 através das portas RJ-45, mas só os mais importantes. Utilize tantos acessos wireless quanto puder, mas evite downloads por longos períodos de tempo, e nestes casos, utilize acesso via cabo ou outros tipos. Adquira um roteador desses mais antigos (sem WiFi), conecte-o ao modem através da porta WAN, e o Di-524 em uma das portas compartilhadas. Troque a fonte se perceber que não está fornecendo os 5VDC necessários para o bom funcionamento do DI-524.

2 – Firmware: Atualize o firmware do seu roteador para a versão mais atual. Preste atenção à versão do seu hardware e baixe a versão correta.

3 – Mude a velocidade das portas RJ-45 para 10Mbps. Para isso, entre no menu de configuração do DI-524 (o IP padrão de fábrica é 192.168.0.1, login “admin” e senha em branco), clique na aba “TOOLS” e  depois no botão “MISC”. No fim da página, no item “WAN select to 10/100 Mbps”, clique na opção “10Mbps/Full” e depois clique em “APPLY”. A queda na velocidade das portas não será tão sentida quanto vocês imaginam, mas esse sacrifício serve para trazer mais estabilidade. Mude o canal de operação. Para isso, na página principal, clique em “WIRELESS”, em Channel escolha 11, em Security escolha WEP e em Authentication Type escolha Both.

4 – Altere os parâmetros da performance, visando a estabilidade. No menu de configuração, clique na aba “ADVANCED” e  depois no botão “PERFORMANCE”, e altere os campos conforme os seguintes valores: 20, 1300, 1314, 1, 11 b/g Mixed, Auto e Enable.

Essas dicas ressuscitaram meu pobre DI-524 e agora ele é meu queridinho. Não trava mais e já me permitiu downloads a fantásticos 1MBps (8mbps) em um link de 10mbps…

Não posso garantir que essas mudanças funcionarão bem em todos os DI-524, mas já as utilizei em 3 unidades e o ganho de estabilidade e velocidade foi de 100% nos 3 casos…

Outras mudanças podem ser experimentadas, como SPI mode, DMZ e madar o MTU de 1500 para 1305.

Sorte a todos os proprietários de um DI-524, funcionando bem ou não.

Essas dicas foram retiradas do site www.conexaodlink.com

Formado em Gestão de TI - UNIP; Terminando MBA em Gerência de Projetos - UNIP; Gestão de Pessoas - IBMEC; Estudando ITIL e PMP.

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Wednesday, January 26, 2011
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Certificações de TI – Como funcionam?

Como prometido em meu último artigo, venho através deste apresentar de maneira prática e rápida como funciona o que chamo de “Cadeia Produtiva das Certificações“.

Cadeia produtiva, segundo a Wikipédia é “um conjunto de etapas consecutivas, ao longo das quais os diversos insumos sofrem algum tipo de transformação até a constituição de um produto final (bem ou serviço) e sua colocação no mercado”. Portanto, nosso insumo são nossos conhecimentos e experiências que serão transformados em certificações que, como já discutido no artigo anterior, tem grande valor para o mercado.

Pois bem… chega de teorias e belas reflexões e vamos ao que interessa !

As certificações foram criadas com o intuito de dotar o mercado de profissionais capacitados pelos fabricantes de determinados produtos, garantindo aos usuários/clientes que tais profissionais possam realizar atividades ligadas a esses produtos com qualidade.

Desta maneira diversos fabricantes de hardware, desenvolvedores de software e criadores de metodologias passaram a disponibilizar para o mercado programas de certificações. Existe uma enorme variedade de tipos diferentes destes programas de certificação.

Porém, para que as avaliações tenham maior segurança e isonomia, boa parte dos fabricantes utilizam uma empresa que denominaremos de Certificadora. A certificadora é responsável pelo agendamento, recebimento do valor pago pelo exame, “execução” e envio do resultado para o fabricante. Não por acaso a palavra execução esta entre aspas, pois de fato a execução dos exames é realizada pelas empresas conhecidas como centro de testes.

Nossa… fabricante, certificadora, centro de testes…. Complicou de vez? Então veremos a imagem abaixo, para entender melhor o fluxo:

Cada programa tem sua particularidade e por conta disso não vamos conseguir demonstrar todos, mas vamos trabalhar em cima das certificações que são mais procuradas pelo mercado brasileiro:

Microsoft

Red Hat: Diferente da Microsoft, as certificações Red Hat só podem ser obtidas com a realização de exames nos centros de testes autorizados pela Red Hat. Seus exames tem um formato misto de prática e teoria.

LPI:Certificação Linux independente de plataforma bastante conhecida e requerida pelo mercado

ITIL: Certificação destinada a coordenadores e gestores de processos relacionados a infraestrutura de TI.

PMP: Project Managemente Professional – Certificação para Gerentes de Projetos. Atualmente, a certificação mais requerida para cargos de gestão. Vale salientar que o formato de certificação é bem diferente e contempla uma série de requisitos de experiência com gestão de projetos e nível escolar, bem como uma série de regras para a manutenção e validade da certificação. (http://www.pmi.org/CareerDevelopment/Pages/AboutCredentialsPMP.aspx)

Este é um pequeno apanhado de informações sobre certificações. Existem inúmeras outras sobre diversas tecnologias. Para se ter uma idéia, neste momento estou utilizando um notebook Lenovo e acessando uma rede sem fio baseada em SonicWALL, autenticando e acessando arquivos em servidores IBM que rodam Linux e Microsoft, telefones LG nortel e central telefônica Avaya, switches 3COM e Cisco. Bem, só aqui falei 9 fabricantes/tecnologias e cada um deles tem diversas certificações. Portanto, realmente não teria como falar de todas!

Agora algumas dicas importantes que gostaria de compartilhar:

Só ter certificação não significa que você tem EXPERIÊNCIA suficiente para suportar ou administrar determinada tecnologia. Portanto certifique-se e pratique muito para ser o melhor!;Cada PROVA tem seu formato e suas particularidades. Antes de realizar uma prova de certificação vá, em primeiro lugar, no site do fabricante e verifique todas as informações sobre a realização da prova como tipo de questões, tempo para realização da prova, peso de cada grupo de questões, etc. Com essas informações monte uma estratégia para realizar cada prova;Faça as provas em Inglês. Claro que isso não é uma ordem, mas uma BOA recomendação. Já fiz uma prova (depois dessa nunca mais escolhi português) onde em duas questões existiam duas opções iguais. As provas não são traduzidas manualmente, portanto estão passíveis a erros de português que atrapalham no momento da análise. Estude inglês!;Fique tranquilo. Recomendação simples, básica e comum para quem está realizando uma prova, mas vale a pena repetir. FIQUE TRANQUILO! Fazer uma prova nervoso tende a resultar em falhas primárias;Leia atentamente as questões. Também outra dica simples, básica e comum, mas que pode ser determinante na aprovação. Existem algumas provas de multipla escolha que informam na questão direta ou indiretamente o número de itens que devem ser marcados;Estude toda teoria com materiais confiáveis, de preferência do próprio fabricante, e só após passe para realização de simulados. Algumas pessoas acham que só fazer simulados e “decorar” as questões é suficiente. Afirmo que não é, levando em consideração que não estamos estudando apenas para tirar a certificação, mas sim para ser um profissional qualificado em determinada tecnologia;Determine prazos. Seja organizado e determine prazos para estudar teoria, realizar simulados e fazer a prova. Assim poderá se programar melhor nos estudos;Antes de agendar um exame procure saber sobre as regras de remarcação de provas em caso de não aprovação e promoções estilo Second Shot da Microsoft. Cada fabricante tem sua regra para remarcação de provas, alguns deixam você remarcar a prova para o outro dia, outros só permitem após 30 dias. Se você tiver algum prazo para realizar uma prova, por algum tipo de necessidade, se programe de acordo com a possibilidade de remarcação. Sempre é bom ter um plano B;ESTUDE ! ESTUDE ! ESTUDE !

Outra informação relevante é que cada prova de certificação (independente do fabricante e área) tem um código de identificação único. Assim quando for necessário agendar ou referenciar uma prova de certificação, podemos fazê-lo através desse código. Recomendo colocar no currículo profissional as certificações obtidas e as provas realizadas, tendo em vista que em alguns casos são necessárias várias provas para obter uma única certificação. Com essa informação (provas realizadas) o empregador pode ter clara a visão de que o profissional está realizando uma série de provas para obtenção de determinada certificação.

Qualquer outra dúvida, deixe seu comentário!