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Thursday, May 24, 2012
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O social business acabará com o e-mail?

Os brasileiros já integraram as redes sociais ao seu dia a dia. Somente o Facebook, que lidera em quantidade de usuários, já conta com 47 milhões em nosso País. Também as empresas descobriram que esses canais são novas formas de se comunicar com seus clientes e acompanhar seus gostos e as tendências de consumo. O social business – que é capacidade de produzir, gerar e compartilhar conhecimento – com foco em conhecer e estar mais próximo do seu cliente pode também orientar ações internas nas empresas.

Internamente, as redes corporativas, para comunicação e integração da empresa, são uma tendência e devem ser exploradas nos mais diferentes níveis. Há cinco motivos principais que me fazem acreditar no sucesso das redes corporativas:

Promovem a integração interna entre os departamentos/setores;Facilitam a integração externa com fornecedores/parceiros/clientes;São ótimo repositório de informações;Facilitam e incentivam a comunicação;Estimulam a inovação e a colaboração entre os profissionais.

São motivos mais que suficientes para justificar a implantação de uma rede social interna. Social business não é só desenvolver relações de B2B ou B2C, mas se comunicar no ambiente de trabalho ou com pessoas fora dele. A ideia é envolver todos os departamentos da empresa, cultivando um espírito de colaboração e comunidade, tanto interna como externamente. Além de acelerar a inovação, promover a interação e a colaboração, o social business também traz mudanças na rotina operacional dos profissionais.

PARA TODOS OS TAMANHOS

As redes corporativas já estão amplamente difundidas e adotadas nas empresas de grande porte, mas certamente, em breve, farão parte da realidade da maioria das organizações. Um estudo realizado pela McKinsey & Company no fim de 2011 mostra que as redes sociais corporativas estão sendo utilizadas para melhorar as operações e obter novas oportunidades de mercado. O estudo revela que quando os sistemas são adotados em escala por uma empresa funcionando em rede e integrado aos processos de trabalho dos funcionários, as práticas de social business têm melhorado o desempenho financeiro das organizações e aumentado sua participação de mercado.

Os sites de relacionamento tiveram uma rápida ascensão e é difícil encontrar pessoas que não façam parte de alguma rede social. A rapidez do avanço tecnológico faz com que tudo se transforme em um menor tempo e o social business nada mais é do que uma nova versão ou formato dos sites de relacionamento, agora utilizados também para favorecer as empresas. As redes corporativas substituirão os e-mails, ou pelo menos irão diminuir a troca deles, e também reduzirão o uso dos programas de mensagem instantânea separadamente, como o MSN, por exemplo, devendo ser totalmente incorporados ao social business. Integração, aliás, é palavra-chave daqui para frente.

Uma preocupação que surge ao se “liberar” o acesso às redes sociais no ambiente de trabalho é em relação à produtividade dos colaboradores. No entanto, uma boa rede social corporativa, bem estruturada e adotada por todos os níveis da empresa, não deve distrair os funcionários e diminuir a produtividade; pelo contrário, a meta é justamente unir todos os profissionais para que se ajudem e compartilhem ideias que possam melhorar as ações da empresa. Quando o telefone surgiu também se acreditava que ele atrapalharia e hoje não podemos imaginar nossas vidas sem ele.

Mas independentemente de todas as vantagens que o social business traz, antes de implantar uma rede social corporativa é preciso analisar os hábitos dos funcionários e preparar tanto a empresa quanto os colaboradores. Não dá para ter um site de relacionamento interno só porque outras empresas estão adotando este sistema. É preciso definir os objetivos, conscientizar os colaboradores com objetivos claros e regras para que façam o melhor uso do sistema, aprimorando a comunicação, colaborando uns com os outros e, como consequência, melhorando a produtividade.

por Marcos Abellón: diretor geral da W5 Solutions

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Wednesday, September 14, 2011
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O email marketing não vai acabar

Ao surgir as midiáticas redes sociais, muitos apostaram e alguns decretaram o fim do email… marketing.  Ledo engano para aqueles que fizeram tal afirmação. Desde os primórdios do marketing digital, uma ação não sai do pensamento das empresas, o marketing por email.

A ferramenta é o principal canal para atingir de forma direta o consumidor e deverá manter-se por ainda muito tempo.  Para consolidar ainda mais essa afirmação, a Pesquisa Marketing Visão 360º, promovida pelo Mundo do Marketing e pela TNS Research International, apontou que o email marketing é a ação de marketing digital mais realizada dentro das empresas, alcançando os incríveis números de 80% de representatividade diante de todas as campanhas digitais.

E, historicamente, o email marketing vem mudando o modo de se comunicar com o usuário, se adequando às necessidades do que o consumidor pede: relevância e qualidade de conteúdo. Inicialmente, a ferramenta era vista e utilizada para a propagação de mensagens em massa. Milhares de disparos para atingir o maior número de usuários possíveis, e trazer retorno de acessos ao seu site ou loja virtual. Isso ainda é aplicado por muitas empresas, mas o cenário está mudando.

Hoje, o comércio eletrônico clama por segmentação e o usuário preza pelo bom atendimento. E, mais uma vez, o email marketing tem papel crucial nessa relação entre cliente e loja virtual.

Quando falamos de Twitter e Facebook, entre outras redes sociais, temos um canal de maior interação com o usuário, facilitando o início e uma interação mais profunda da conversa entre a empresa e os clientes em potencial. No entanto, o relacionamento maior e mais personalizado com esse usuário é feito pelo email marketing, tanto para promoções, conteúdo em prol do relacionamento, até a emissão de conclusão de uma compra em um portal de e-commerce, por exemplo. Ou seja, especialmente no Brasil, onde sites como Twitter e Facebook pendem bem mais para o lado social e viral, o email marketing trabalha cada vez mais como relacionamento.

Dessa forma, as redes sociais e o email marketing devem trabalhar de forma conjunta, complementando-se. Ao ser tratado com relevância, segmentação, conhecendo o público com que ele está trabalhando, e assim levando informações de forma assertiva, a mensagem, ao ser recebida pelo usuário deve ser bem vinda, importante, informativa e prestativa. Pelo email marketing, você não interage em tempo real, você desenvolve mensagens que façam o destinatário se interessar e…claro, abrir a próxima mensagem, uma vez que o remetente o relembra algo bom e que foi lhe direcionado com pertinência. Você interage em boas doses de relacionamento, diferente da rede social, que vive o “tudo ao mesmo tempo agora”.

E, assim, quando inserido de forma assertiva, com contexto e conteúdo relevante, há um interesse natural do usuário em recebê-lo. Respeitando essas características e utilizando o email marketing com boas práticas, é possível fazer da ação uma excelente ferramenta para criar uma relação de conhecimento, credibilidade e confiabilidade entre a marca e seu cliente.
O e-mail marketing se desenvolve e atualiza constantemente, acompanhando a mesma evolução da era web 2.0.

Diferentemente do que se fala, as redes sociais não extinguirão seu uso, ao contrário, aqui a complementaridade é mais que fundamental. Afinal, muito além de mandar emails, a marca deve mandar bem! Seja nas redes sociais ou nas campanhas digitais, uma ação faz ou deve fazer parte da outra.

Walter Sabini Jr. é Diretor Executivo da VIRID, empresa do Grupo Experian especializada em envio e gestão de email marketing, proprietária da plataforma Virtual Target.