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Wednesday, December 7, 2011
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Educação digital: O que será do ensino tradicional?

Colocadas muitas vezes como os alicerces de uma sociedade desenvolvida intelectualmente, educação e tecnologia, em teoria, deveriam andar lado a lado, propiciando cada vez mais formas de agregar a aprendizagem dos alunos aos meios de auxiliar os professores a passarem conteúdo e conhecimento.

No entanto, quando olhamos para o atual cenário da relação entre educação e tecnologia no Brasil, vemos muito mais perguntas do que respostas. Alguns pontos convergentes entre essas duas balizas não possuem nenhuma espécie de dúvida, como, por exemplo, a forma de educar crianças nativas da internet e tantos outros avanços tecnológicos.

Os jovens cada vez mais recebem um bombardeio de informações, coisa que não ocorria quando os professores que estão em sala de aula tinham a mesma idade de seus alunos. Com a popularização da informação, é possível imaginar que essa nova geração receba de outra maneira o que aprende.

E, quando esse professor, de forma tradicional, virado para o quadro negro com um giz na mão, tenta passar o conteúdo, há, inevitavelmente, o choque entre dois mundos distintos.

Eis que tocamos em outro ponto crucial. O professorado antigo é pressionado, acusado da tão famigerada “Tecnofobia”, ou medo de tecnologia. O mesmo professor possui em sala de aula entre 30 e 50 alunos, cada um com uma dinâmica diferente, fruto da acelerada percepção do mundo tecnológico, e deve conquistar a atenção de todos, utilizando somente uma ponta de giz branco, a lousa escura e o poder da retórica.

Não adianta culparmos a tecnologia gráfica avançada que os alunos estão cada vez mais utilizando, como os video games e celulares, nem os professores que ainda não se adaptaram, e muitas vezes fogem desse mundo. Existe um elo perdido nessa relação aluno, professor, ensino e tecnologia.

É preciso incentivar o professor a utilizar essas ferramentas, ensiná-lo a operá-las, e não simplesmente deixar que os alunos a dominem e os educadores fiquem ”obsoletos”em relação aos avanços tecnológicos. Em outras palavras, o governo precisa, além de dar a vara, ensinar a pescar.

Claro, há que existir um bom senso nessa relação. Não podemos levá-la a extremos, como o estado de Indiana, nos Estados Unidos, onde todos os alunos ganharão computadores para utilizar em sala de aula e não será mais obrigatório o ensino da letra cursiva.

O ato de manuscrever, comprovado cientificamente, ativa uma série de funções no cérebro humano, as quais desenvolvem a coordenação motora. É preciso haver uma mescla entre o tradicional método de ensinar e os avanços da tecnologia.

Para isso, cada vez mais são desenvolvidas as videoaulas. Com conteúdo dinâmico e qualidade gráfica suficiente para prender a atenção dos jovens tecnológicos, aliados ao conteúdo programático estruturado pelo professor, contam com questionários e um apelo educativo e high tec ao mesmo tempo.

Esse é o “X” da questão. Aplicar um diferencial tecnológico em sala de aula, sem deixar de ser educativo, mantendo o aluno interessado e o professor com o controle, não só da sala de aula, mas também das ferramentas à disposição para levar conhecimento.

Nesse campo de tecnologia e educação há muito que se debater ainda, inclusive o aperfeiçoamento do conceito de videoaula. Deve-se trazer computação gráfica e conteúdo relevante para dentro da escola e da cabeça dos alunos. É a lousa se transformando em um monitor. Chegamos literalmente a era da lousa digital…

Fabrício Argentieri é sócio-diretor da TSP, empresa focada em conteúdo educacional, licencia no Brasil a marca “Discovery Channel na Escola” e “Quem Ama Educa – com Dr Içami Tiba”.

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Monday, February 21, 2011
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120 Vagas de Estágio Ensino Médio

Quem deseja estagiar em áreas administravas tem uma grande oportunidade neste momento. O Grupo Operadores, em um de seus papeis, isto é, Agente de Integração de Estágio, está com 120 vagas disponíveis para os estudantes do ensino médio regular. As oportunidades são para diversas áreas e segmentos.   Podem candidatar-se às vagas, somente os alunos que estejam cursando o ensino médio, 1º, 2º e 3º ano, manhã ou noite, maiores de 15 anos. Os selecionados atuarão na cidade de São Paulo e receberão remuneração de R$ 520,00, entre bolsa-auxílio e auxílio transporte, para uma jornada diária de seis horas e o contrato terá duração de 01 ano. Os interessados devem entrar em contato com o GRUPO OPERADORES, pelo telefone (11)3256 1058 / 3486 0660 / 3259 9100 / 3486 0106, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, ou enviar um currículo pelo e-mail: selecao@grupooperadores.com.br Tags: Vagas de Estágio Ensino Médio