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Friday, March 16, 2012
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Como utilizar o crowdsourcing nas campanhas de e-mail marketing

Estudos apontam que cerca de 75% dos brasileiros que acessam a internet são co-criadores de conteúdo online. Esses dados confirmam o termo criado por Jeff Howie em 2006, que pregava o poder da união das pessoas na geração de informações, nomeando-o de crowdsourcing, ou seja, utilizar a inteligência e o conhecimento coletivo espelhado pela internet na resolução de problemas e criação de conteúdo.

Esse conceito, que começou a se tornar comum na internet brasileira durante o ano passado, é considerado uma das maiores tendências do marketing digital para 2012. Aliado ao e-mail marketing, uma das principais ferramentas para se relacionar com os clientes, o crowdsourcing pode trazer imensos benefícios para uma campanha digital. Para isso, selecionamos algumas dicas de como utilizar as duas ferramentas juntas:

Deixe o usuário criar: Por mais que um cliente seja identificado com uma marca, é sempre possível que haja alguma discrepância, por menor que seja, entre a campanha e o entendimento dele. Uma possibilidade gerada pela união do e-mail marketing com crowdsourcing é deixar que o próprio usuário escolha o conteúdo que ele irá visualizar dentro da campanha de mensagem eletrônica. Certamente, este será o mais alto nível de segmentação dentro do e-mail marketing, em que o usuário esperará ansiosamente por cada nova mensagem.

O visual que mais agrada: Outro ponto muito importante para uma campanha de e-mail marketing é o template. Assim como no caso do conteúdo, cada cliente tem uma forma predileta de visualizar a mensagem. Enquanto alguns preferem visualizar tudo por plataformas móveis, outros optam por uma disposição diferenciada das informações. O crowdsourcing viria mais uma vez para deixar a peça de e-mail marketing na forma ideal de visualização para o usuário.

Interação com a marca: Muitas empresas utilizam o crowdsourcing para gerar uma maior proximidade entre o cliente e a marca. Campanhas e promoções em que os consumidores propõem novos produtos, slogans, entre outras ações, são cada vez mais comuns. Guardado o potencial do e-mail marketing em gerar e fomentar um relacionamento, a ferramenta pode ser uma forma essencial para proporcionar essa interação entre conteúdo, cliente e marca.

Espaço colaborativo: Segundo pesquisas, a cada quatro internautas, três deles geram conteúdo. Logo, a colaboração já está praticamente intrínseca na cultura dos usuários brasileiros. E, não há nada que os clientes gostem mais do que ver algo produzido por eles mesmos tornando-se conteúdo de uma marca. Utilizando o crowdsourcing no e-mail marketing, crie um espaço dentro de suas campanhas no qual os próprios usuários poderão gerar conteúdo e informações, claro, desde que aprovado pela marca.

por VIRID: empresa Experian e líder em soluções para envio e gestão de email marketing.

Eventos, cursos, livros, certificações, empregos, notícias e muito mais do mundo da TI (Tecnologia da Informação).

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Saturday, March 3, 2012
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Crowdsourcing, Consumo Coletivo, Crowdfunding e Coworking

Para alguns pesquisadores o homem não usa toda sua capacidade cerebral, já outros acreditam que o homem utiliza todo o recurso cerebral. Para estes, a boa notícia é o Crowdsourcing. Assim como nós ligamos servidores para criar uma Internet cada vez mais rápida e potente , nós podemos ligar os cérebros de todo o mundo, para juntos encontrarem soluções que um único cérebro sozinho não conseguiu solucionar. Essa é a chamada inteligência coletiva e o grande facilitador é a Internet.  Posso citar como exemplos bem sucedidos de Crowdsourcing a Wikipédia, o Linux, o WordPress e o Joomla. Repositórios como o Github permitem que desenvolvedores de todo o mundo imputem código-livre que poderá ser aperfeiçoado pela comunidade. Um trabalho que poderia demorar anos feito a duas mãos pode ser desenvolvido rapidamente  com a ajuda de vários outros desenvolvedores.

Em um mundo onde impera a obsolescência programada, a produção em larga escala em alta quantidade e baixa qualidade, a essência do consumo coletivo, pode ajudar o planeta de várias maneiras.  Estamos habituados a comprar, usar e jogar fora. Hoje, praticamente não consertamos coisas quebradas, se quebra uma peça o melhor é jogar fora, afinal de contas o preço da peça é praticamente o preço do produto novo. No entanto, nosso planeta não tem capacidade para receber tanto lixo, por isso devemos encontrar outras formas de consumo. Por que não trocar, doar ou até mesmo alugar aquele seu bem de consumo?

Veja algumas ideias espalhadas pelo mundo:

Swap-O-Matic

Máquina promove a troca de objetos instalada no Brooklin em Nova York. A cada produto na máquina você ganha créditos para adquirir outro produto que esteja disponível na máquina.

 http://www.swap-o-matic.com/

Descola Aí - http://www.descolaai.com

Portal brasileiro que permite que você alugue seus bens de consumo.

Carona - Caronas / Carona Brasil / Caroneiros / Quero Carona

Por que não compartilhar o espaço disponível no seu carro?

FreeCycle - Lista de São Paulo:  SaoPauloFreecycle@yahoogroups.com

Grupo de pessoas que doam seus bens de consumo a quem estiver interessado.

Além disso você pode usar sua criatividade e suas habilidades artísticas e criar produtos feitos de materiais que não são mais utilizados.

Vestido feito de lista telefônica por Jolis Paons

Mesinha com fitas de vídeo-cassete

Pulseiras ecológicas feitas de PET e Caixinha de Leite

Bolsa feita com vinil

Luminárias feitas de copo

E no final, você pode vender seu trabalho em: http://www.elo7.com.br

Para quem quiser se aprofundar mais sobre o assunto leia Botsman e Rogers – O que é meu é seu, 2011.

Você pode ir além e criar seu próprio negócio aproveitando o consumo coletivo ou o Crowdsourcing. É isso que alguns empresários de Campinas SP fizeram. Criaram um novo buscador chamado de Ledface baseado na inteligência coletiva. A Startup tem se destacado em importantes competições de planos de negócios, como a PS10 e o Prêmio RBS de Empreendedorismo e Inovação, que elegeu o projeto como o mais inovador entre mais de 370 inscritos. Veja mais na PEGN.

Na mesma onda do espírito colaborativo, está o Crowdfunding que significa financiamento colaborativo. No Brasil a pioneira é a empresa Catarse inspirada na Kickstarter, referência em crowdfunding no mundo. Na Catarse, o empreendedor interessado tem 60 dias para alcançar a meta de investimento definido no projeto – caso consiga, 12% ficam com a Catarse e, se não atingir 100% do estipulado, os colaboradores recebem o dinheiro de volta em forma de crédito.

Um case interessante de Crowdfundind, é o projeto do cineasta André D’ Élia que conseguiu uma arrecadação de R$ 140 mil de Internautas para produzir seu filme “Belo Monte – Anúncio de uma Guerra“.

Com ideia de dividir custos, escritórios compartilhados se espalham pelo Brasil; mensalidades variam de R$ 600 a R$ 850,00.  Uma designer que senta ao lado de uma empresa de bike courriers. Um site de notícias que divide espaço com a filial de uma siderúrgica. Programadores que no intervalo da tarde tomam café com assessoras de imprensa. Essas são algumas das misturas que os escritórios compartilhados – o coworking – proporcionam.

Espaços que antes se restringiam aos maiores centros financeiros do Brasil, os escritórios compartilhados espalharam-se pelo país em 2011 e tornaram-se uma opção para autônomos que querem fugir do home office ou empresas que possuem uma estrutura mais compacta.

Como funciona e quanto custa

A ideia do coworking surgiu nas proximidades do Vale do Silício. Três empresários do ramo de tecnologia abriram as portas do apartamento para pessoas que precisavam de um local para trabalhar. Daí surgia o primeiro escritório compartilhado, o Hat Factory. O esquema de funcionamento é simples. Os coworkers optam Outra vantagem que sempre está presente do discurso dos coworkers é o networking, as oportunidades de negócio que resultam da interação no dia a dia entre os usuários.por um plano que pode ser de horas ou mensal. Feito isso, eles podem passar a trabalhar nesses espaços que já contam com toda a infraestrutura corporativa necessária: internet, espaço para reunião, copa, serviços de impressão e todo o mobiliário.

Referência: UOL

Thursday, September 15, 2011
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Crowdsourcing: trabalhe de casa e ganhe um dinheiro extra com suas habilidades

Uma prática mundial há mais de 20 anos, o “outsourcing” é caracterizado quando uma companhia busca mão-de-obra para uma ação pontual fora da empresa. O termo não é novidade e até pode ser usado como sinônimo de terceirização.Mas o assunto agora é o “crowdsourcing”; do inglês, “fontes na multidão”. Ou seja, a busca de alguém para efetuar determinada tarefa é feita entre uma infinidade de pessoas.   O crowdsourcing é um modelo que utiliza os conhecimentos espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo e desenvolver novas tecnologias.   "Agora as empresas pensam: na verdade não importa quem sejam essas pessoas, talvez elas estejam nos Estados Unidos, na Índia ou no Brasil. Se elas puderem fazer o trabalho, a gente paga", explica Shaun Abrahamson, fundador da consultoria Mutopo.     Funciona basicamente assim: em sites bastante parecidos com aqueles de leilões online que já conhecemos, empresas oferecem oportunidades de trabalhos esporádicos e pontuais. Os internautas que tiverem o perfil da atividade enviam uma proposta e o cliente define quem fica com o serviço. Lógico, vence a proposta com melhor custo-benefício. Tem de tudo e propostas vindas de todos os cantos do planeta.  "Principalmente trabalhos que possam ser feitos online e que possam ser aprovados online. Então, normalmente, é programação, ilustração, tradução, consultoria... são esses os principais trabalhos encontrados", conta Alex Valdarnini, webdesigner e ilustrador.    Há quase quatro anos, Alex descobriu os sites de crowdsourcing. Hoje, essa renda extra já representa 50% do seus ganhos mensais. "Inicialmente eu pegava qualquer coisa: barata e fácil de fazer, mas hoje eu sou um pouco mais seletivo e pego alguns trabalhos um pouco mais caros e que tenham meu perfil. Assim eu sei que eu posso ganhar o trabalho, já que é em forma de leilão que funciona. Tem gente que realmente vive disso e consegue ganhar bem. E tem pessoas que conseguem tirar de 1 mil até 3 mil por mês, já que a remuneração lá fora é feita em dólares", conta o ilustrador.