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Tuesday, July 3, 2012
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O verdadeiro valor de TI: Evitar as armadilhas de valor – As armadilhas da visibilidade

Olá Caros leitores!

Continuando a nossa série de posts, após darmos uma introduzida no assunto, que pode ser lido aqui, vamos falar sobre como evitar as armadilhas de valor. As armadilhas de valor são hábitos que parecem bons aos olhos da TI, mas na realidade trazem problemas. As armadilhas de valor criam barreiras entre a TI e a organização. Estas estão presentes na cabeça dos executivos de TI e do negócio, chegando ao ponto que a única saída é buscar novos ares. Basicamente não falaremos de processos, ferramentas e tecnologias, mas sobre comportamentos.

Armadilhas da visibilidade: Que é sobre a maneira que a TI proporciona e comunica seu valor para o restante da empresa.

Não deveríamos ter de falar sobre nosso desempenho; ele fala por si

As pessoas prestam atenção a aquilo que lhes é apresentado. Se a TI não se mostrar para mostrar seu valor a empresa, ninguém fará isto pela TI, e a TI não será reconhecida. Você já viu o gerente de vendas da empresa não se vangloriar pelas vendas do mês ou pelo market share alcançado no ano? O executivo de TI precisa apresentar o valor gerado pela TI em uma linguagem entendida pelos executivos do negócio.

TI é o custo em se fazer negócios

Existem custos para administrar o negócio (TI) que são necessários para manter a operação. Um bom exemplo é a infraestrutura de TI. A medida de valor para esta atividade é o melhor preço para a qualidade adequada. Existem custos/despesas da TI que suportam o crescimento da empresa, e que ajudam a transformar o negócio. Vamos pensar nos bancos. A internet transformou a maneira como se relacionam com seus clientes. Quanto tempo faz desde a última vez que você foi em uma agência bancária pagar suas contas?

Os gerentes de TI produzem tecnologia de ponta para a empresa

O papel da TI não é produzir tecnologia, é produzir resultados para o negócio através da tecnologia. Lembre-se: “não é sobre TI, é sobre resultados para o negócio”. Utilizar tecnologia de ponta não é importante para a empresa, a não ser que isto traga resultados. Todo projeto de TI não é de TI, é projeto da empresa, suportado por TI. Um projeto de implantação de um ERP, é um projeto que tem, entre outros benefícios, a automatização dos processos de negócio, produtividade, o aumento do controle dos produtos, garantir os prazos de entrega e etc.

No próximo post falaremos sobre as armadilhas das desculpas.

Até lá!

Fonte: Livro “O verdadeiro valor de TI”

Certificado em ITILv2 Foundation, Cobit v4.1 Foundation, Linux Professional Institute (LPI) Nível 1 e IBM Tivoli Monitoring Deployment V6.2 Professional. É graduado em Sistemas de Informação pela Uniasselvi Blumenau e pós-graduando em Governança de TI pelo Senac Florianópolis, e atua como Administrador de Sistemas Tivoli e suporte Linux/UNIX na Senior Sistemas na área de Infra-Estrutura. Estudioso de assuntos referentes Gestão de Serviços de TI e Governança de TI e tecnologia em geral.

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Thursday, June 7, 2012
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O Verdadeiro valor de TI: Como transformar TI de um Centro de Custos em um Centro de Valor e Competitividade

Olá caro leitor!

Vamos iniciar uma série de posts sobre o livro “O Verdadeiro valor de TI”. Ele é um grande estudo feito por Richard Hunter do Gartner e George Westerman do MIT com 228 executivos de TI bem-sucedidos de como eles conseguem criar valor para o negócio através da TI. De acordo com os pesquisadores a questão não é custo, mas sim comunicação.

Se você tem dificuldades em justificar os investimentos e mostrar que a TI tem valor para o negócio, e que você gestor de TI pode contribuir para os resultados do negócio (e crescer dentro da empresa), esta leitura é obrigatória. Iremos fazer um resumo dos pontos mais importantes em nossa visão. Entretanto, recomendamos fortemente que você leia o livro.

Pegando a (longa) estrada para o Valor de TI

Você já se deparou com as afirmações abaixo?

Estamos gastando muito com TITI é um buraco negroTI não foca no clienteDeveríamos terceirizar?Nosso executivo de TI fala língua estrangeira

Muitas vezes o problema não é o valor (benefício) produzido, mas sim como é comunicado para a empresa. É de responsabilidade da TI produzir e comunicar este valor. Portanto gestor de TI, este é um “problema” seu, mas fique tranqüilo que você pode resolvê-lo. Não é fácil, mas é possível. A primeira grande mudança é que o valor de TI “não é sobre TI, é sobre os resultados da empresa e o desempenho dos negócios”. O paradigma a ser quebrado é que os investimentos em TI precisa produzir um melhor retorno dos investimentos para o negócio.

Os líderes de TI bem-sucedidos comunicam valor de uma maneira específica e em uma ordem específica. A pesquisa mostra que as áreas de TI passam por um processo similar de transformação:

Mudar seu pensamento para evitar as armadilhas de valor: Evitar as práticas que parecem ajudar, mas na verdade evitam que TI produza e comunique o valor.Mostrar que TI proporciona valor pelo dinheiro: É necessário que a TI mostre que está oferecendo serviços certos, com a qualidade cerca e preço competitivo.Mostrar como a TI melhora o desempenho comercial: Fazer a conexão entre os investimentos em TI e o melhor desempenho dos negócios.Mostre que seu valor vai além de TI: O executivo de TI trabalha como “colega” da equipe executiva, proporcionando valor além da TI.

Este foi apenas um aperitivo do que virá pela frente. Fique atento para acompanhar a continuidade desta discussão. No próximo post iremos falar sobre como evitar as armadilhas de valor.

O que você achou deste primeiro post? Você tem dificuldades em comunicar o valor de TI? Deixe seus comentários.

Certificado em ITILv2 Foundation, Cobit v4.1 Foundation, Linux Professional Institute (LPI) Nível 1 e IBM Tivoli Monitoring Deployment V6.2 Professional. É graduado em Sistemas de Informação pela Uniasselvi Blumenau e pós-graduando em Governança de TI pelo Senac Florianópolis, e atua como Administrador de Sistemas Tivoli e suporte Linux/UNIX na Senior Sistemas na área de Infra-Estrutura. Estudioso de assuntos referentes Gestão de Serviços de TI e Governança de TI e tecnologia em geral.

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Friday, November 11, 2011
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O valor do relacionamento x preço de produto

Mais uma para a série de erros simples que acontecem constantemente nesse mercado – o apostar no produto e não no relacionamento.

Digamos que deram uma roupagem tecnológica a forma mais antiga de se fazer negócios, o anúncio finalizando em vendas, sem relacionamento.

Sim, apesar de tanto conteúdo, de tantos profissionais disponíveis para orientar e até mesmo de tanto investimento em marketing as empresas estão errando no relacionamento. É necessário entender que marketing digital como adWords, campanhas de banners patrocinados ou e-mail marketing não bastam – isso não é relacionamento, é somente exposição – que por sinal é muito importante também.

Gostaria de trazer a tona esse assunto que parece não ter fim, mas fica a dúvida – não tem fim por questões de aplicação ou por preguiça e falta de maturidade de alguns gestores em criar relacionamento duradouro?

Claro, que de acordo com o tipo de empresa é importante ter foco nas duas coisas por valores iguais, portanto, isso só serve para empresas com único produto, prestadores de serviços é um exemplo. Porém, mesmo assim é necessário relacionamento e nunca deixá-lo menos valorizado do que o produto. Não é somente preço que faz vender, não é somente a beleza do produto – isso é vender no ambiente físico, no on-line o apelo deve ser baseado em relacionamento.

Relacionamento é a moeda de troca para o mercado que estamos migrando a passos largos, quanto mais digital o mercado se tornar mais necessário se fará o uso do bom relacionamento, a confiança só se faz com um relacionamento positivo. Se você quer sair da corda bamba em e-commerce – Tenha um bom relacionamento com seu público alvo e atuais clientes.

Relacionamento não está somente em Social Media, você tem que entender que estamos discutindo aqui um relacionamento geral e não a utilização de algumas ferramentas que facilitam esse processo. Relacionamento com o cliente é desde o conteúdo gerado para descrever o seu produto de forma mais simples e objetiva, fazer vídeos demonstrativos para facilitar a vida do seu público, levar informações úteis como também o relacionamento puro como por exemplo, multicanais de atendimento (Chat, telefone, e-mail…), social media, blog e outros…

Relacionamento com clientes eu defino de uma forma mais abrangente, creio que não é só em conversas diretas que o relacionamento se faz presente. Identifico relacionamento como sendo a forma de iniciar uma interação ou facilitar um processo.

O fato de facilitar a vida de um cliente, seja no ato da compra ou seja no atendimento já é uma forma de relacionamento positivo. Entenda que o processo e relacionamento está ligado desde o ponto quando você se mostra para o cliente em um link patrocinado, banner ou qualquer outra mídia até ao pós-venda que você realiza, seja isso uma pesquisa de satisfação ou qualquer coisa do tipo.

Mas, infelizmente algumas empresas estão apostando em produtos e não relacionamento – uma briga desenfreada por preços e somente preço – o produto não tem o valor específico, humano, sentimento, um valor de relacionamento com a marca. Nem mesmo aquelas feirinhas de esquina, onde se grita o tempo todo para chamar atenção estão deixando de ter um relacionamento, cedo ou tarde a voz ficará rouca e o grito não mais tão potente, portanto se manter um bom relacionamento mesmo que a voz emudeça os clientes saberão a localização exata do produto e da barraquinha onde sempre tiveram um bom relacionamento.

Pense nisso.

Sucesso a todos, um forte abraço.

Luiz Castro Jr.
alpisconsultoria.com

Saturday, February 19, 2011
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Criptografia – Qual o valor das suas informações?

Por Renata Barros Gomes*

A palavra criptografia vem do grego cripto (kryptós), que significa escondido, e grafia (gráphein), que significa escrita, ou seja, criptografia é a escrita por meio de abreviaturas ou de sinais. A criptográfica nasceu da necessidade do homem em se comunicar, o homem a utilizava através de símbolos que eram traduzidos em mensagens. Há quase quatro mil anos, a criptografia se apresentava no Egito por meio da escrita hieroglífica.

Posteriormente, a criptografia passou a ser utilizada como meio preventivo, impedindo que pessoas mal-intencionadas obtivessem lucros pessoais ou financeiros utilizando informações e recursos alheios. Na Roma antiga, por exemplo, mensagens eram tatuadas nas cabeças de soldados, que esperavam o cabelo crescer para, só então, partir em missão. Caso o soldado fosse capturado e a mensagem decifrada, o mensageiro perderia (literalmente) a cabeça.

Assim como naquela época, atualmente a criptografia tem a função não só de proteger as informações, mas também impedir que pessoas não autorizadas consigam revelar o seu conteúdo. A criptografia não impede que a informação seja capturada, mas garante que mesmo capturada, seu conteúdo não seja revelado para pessoas não autorizadas.

Com o avanço da tecnologia, as técnicas de criptografia evoluíram muito, porém, as técnicas para obtenção de lucros por meio de informações alheias não ficaram para trás. Após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) e com o surgimento da informática, a principal preocupação passou a ser com as informações que trafegam e são armazenadas pelos meios eletrônicos.

A mobilidade que recursos como notebook e pen drive, entre outros meios de mídias removíveis, nos proporcionam é perigosa, sobretudo se estiverem sem criptografia. Se um executivo, por exemplo, tiver seu notebook roubado em pleno aeroporto após o retorno de uma importante viagem de negócios, e as informações de seu aparelho não estiverem criptografadas, os bandidos podem se aproveitar dessa “falha” e vender as informações para a empresa concorrente ou revelar dados estratégicos de fusão para a mídia.

O pen drive é um dos meios de armazenamento de informações mais prático, útil e barato, porém vulnerável. Cada vez mais as pessoas o utilizam para armazenar dados, porém, poucas se lembram de proteger o acesso aos dados utilizando criptografia, deixando todo seu conteúdo exposto a qualquer um que venha a tê-lo em mãos. Um exemplo dessa fragilidade aconteceu na Universidade do Kentucky, nos Estados Unidos, onde um professor teve seu pen drive extraviado, expondo informações de 6,5 mil alunos. Outro caso do tipo aconteceu no Havaí, onde um pen drive foi encontrado com os dados de 120 mil pacientes do Hospital havaiano Wilcox Memorial.

Pesquisas mostram que os aparelhos mais utilizados para transportar dados corporativos são: notebooks, com 41% da preferência; pen drives, com 22%; cd-rom, com 13%; e celular ou smartphone, com 3%. Sendo que 51% das pessoas afirmam copiar informações confidenciais da empresa em pen drives e 39% confessou que já perdeu equipamentos portáteis com importantes dados armazenados.

A criptografia, quando utilizada com e-mail, garante que ele seja acessado somente pelo verdadeiro destinatário. Mesmo que alguém mal-intencionado intercepte sua mensagem ou que, acidentalmente, sua mensagem seja enviada para o destinatário errado, não se pode acessar as informações disponíveis naquela mensagem – garantindo o sigilo, integridade e autenticidade de sua mensagem.

Lembre-se que, se você não envia uma informação confidencial por carta sem um lacre, por que enviar uma mensagem eletrônica sem criptografá-la? Podemos afirmar que a criptografia é uma grande aliada das empresas e das pessoas que precisam proteger as informações confidenciais. Hoje existem normas e regulamentações internacionais que exigem que a empresa utilize criptografia na transmissão de dados sigilosos.

Engana-se ainda quem pensa que criptografia deve ser utilizada somente no meio corporativo. Afinal, criptografia é usada na comunicação do seu navegador de Internet com um site, quando ele está realizando alguma transação comercial ou bancária. É importante ressaltar a necessidade e a importância de manter o sistema operacional e as ferramentas de segurança – como antivírus e firewall, entre outras – sempre atualizadas. Na Internet, pessoas mal-intencionadas podem se passar por você e criar contas de e-mail, ou outros meios de comunicação, utilizando seu nome. Esse é mais um bom motivo para proteção de suas informações e sua identidade. De nada adianta utilizar todas as ferramentas de segurança e o sistema operacional atualizados, se você não se preocupa com a segurança por onde suas informações trafegam e são armazenadas.

Afinal, quanto vale suas informações confidenciais, sejam elas corporativas ou pessoais?

*Renata Barros Gomes é analista de segurança da informação da EZ-Security, integradora especializada em segurança da informação - rgomes@ez-security.com.br